O 5° Salão Imobiliário de Pernambuco movimentou a cifra de R$ 165 milhões, durante os cinco dias de duração do evento. O valor de vendas deste ano superou o quantitativo do ano passado, que foi de R$ 123 milhões, mas não ultrapassou a cifra alcançada em 2010, de R$ 167 milhões, até agora a mais alta, desde a primeira edição do Salão que aconteceu em 2008. Os dados foram divulgados pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), nesta terça-feira (27).
As 31 empresas expositoras que participaram do Salão, entre 14 e 16 de março, conseguiram comercializar 516 unidades, dez a mais do que em 2011.A Ademi destacou que a quinta edição foi o melhor evento em organização, montagem e exposição dos cinco salões já realizados. A versão 2012 do Salão bateu recorde de visitantes, 19.998 pessoas compareceram ao evento. Na primeira edição, realizada em 2008 o público foi de 15 mil.
Fonte: Pernambuco Investimento
quarta-feira, 28 de março de 2012
Febre aftosa RN e PB recebem cartão amarelo do Ministério
O Rio Grande do Norte e a Paraíba não atenderam à expectativa mínima esperada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre o controle preventivo da febre aftosa e terão restrições para transitar com seus animais susceptíveis à doença e produtos aos demais estados. A restrição é válida até que esses dois estados sejam incluídos na lista conforme os resultados das auditorias seguintes. Enquanto isso, os estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco e Piauí avançaram para a próxima etapa prevista dentro do cronograma definido pelo Departamento de Saúde Animal (DSA) com a realização do inquérito soroepidemiológico nos estados.
"Precisamos ter certeza de que não há circulação de vírus na região e que os estados contam com uma estrutura mínima para manter o status alcançado. Queremos que o bloco avance como um todo para que possamos apresentar um pleito único, de toda a região, junto à Organização Mundial de Saúde Animal", declarou o diretor do DSA, Guilherme Marques.
Ontem, em Brasília, um termo de compromisso proposto pelo Mapa foi assinado por representantes de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pará, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte para garantir o prosseguimento do projeto de ampliação da zona livre de febre aftosa do Brasil. Nele, os secretários da Agricultura dos estados se comprometem a executar integralmente as medidas acertadas nos Planos de Ação e aquelas consideradas complementares para correção das deficiências apontadas em auditorias do Mapa realizadas em 2011 e no início de 2012.
No documento, as autoridades estaduais também garantem o cumprimento das condições exigidas para o avanço dos trabalhos. O objetivo é alcançar os resultados mínimos satisfatórios para itens considerados imprescindíveis e melhorar os demais critérios (classificados como importantes ou necessários) sem retrocesso nos 27 pontos avaliados pelo Ministério.
Somados, os convênios plurianuais estabelecidos pelo Mapa com os estados (exceto o RN e Piauí) atingem cerca de R$ 100 milhões. O principalobjetivo é permitir que a região seja reconhecida nacionalmente como livre de febre aftosa com vacinação ainda este ano, o que dependerá da implementação das melhorias recomendadas e dos resultados da investigação soroepidemiológica.
"Precisamos ter certeza de que não há circulação de vírus na região e que os estados contam com uma estrutura mínima para manter o status alcançado. Queremos que o bloco avance como um todo para que possamos apresentar um pleito único, de toda a região, junto à Organização Mundial de Saúde Animal", declarou o diretor do DSA, Guilherme Marques.
Ontem, em Brasília, um termo de compromisso proposto pelo Mapa foi assinado por representantes de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pará, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte para garantir o prosseguimento do projeto de ampliação da zona livre de febre aftosa do Brasil. Nele, os secretários da Agricultura dos estados se comprometem a executar integralmente as medidas acertadas nos Planos de Ação e aquelas consideradas complementares para correção das deficiências apontadas em auditorias do Mapa realizadas em 2011 e no início de 2012.
No documento, as autoridades estaduais também garantem o cumprimento das condições exigidas para o avanço dos trabalhos. O objetivo é alcançar os resultados mínimos satisfatórios para itens considerados imprescindíveis e melhorar os demais critérios (classificados como importantes ou necessários) sem retrocesso nos 27 pontos avaliados pelo Ministério.
Somados, os convênios plurianuais estabelecidos pelo Mapa com os estados (exceto o RN e Piauí) atingem cerca de R$ 100 milhões. O principalobjetivo é permitir que a região seja reconhecida nacionalmente como livre de febre aftosa com vacinação ainda este ano, o que dependerá da implementação das melhorias recomendadas e dos resultados da investigação soroepidemiológica.
Fonte: Diário de Natal
Terminal de passageiros de Cachoeirinha é retrato do abandono
Por Shirlene MarquesEspecial para o NE10
Quem passa pela BR-423, que liga as cidades de São Caetano a Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, se depara com uma imagem desoladora, a de um prédio cercado por mato e deteriorado pelo tempo. O prédio, com ares de lugar abandonado, é o espaço onde funciona o Terminal Rodoviário da cidade de Cachoeirinha, que é conhecida como a terra dos "Arreios em Couro e Aço". A cidade fica a 198 quilômetros do Recife e tem aproximadamente 18 mil habitantes.
Eu e seu Reginaldo (nosso motorista) estávamos a caminho de uma pauta, no Agreste pernambucano, e nessa passagem por Cachoeirinha gravei a imagem de um espaço com rachaduras e de difícil identificação. Não queria acreditar que um prédio em estado tão precário pudesse receber passageiros. Continuamos a viagem e de volta decidimos averiguar um pouco mais. Logo que descemos do carro, comecei a fazer algumas imagens. Um senhor desenvolto chegou ao meu lado e foi logo disparando: "Isso aqui é uma vergonha, é o cartão-postal da nossa cidade. Como é que alguém chega pela primeira vez aqui e vê um lugar assim, o que vai ficar pensando?", questionou com ares de desgosto. Ele aproximou-se de um carrinho de carregar bagagens, logo percebi que trabalhava ali.
João Bosco da Silva, 55, que é agricultor, viu o Terminal ser inaugurado em 1988 e no ano seguinte começou a transportar as malas dos viajantes. Ele está lá há 23 anos e assim entendo o porquê de sua mágoa. Porém, como todo bom nordestino, guarda no íntimo a esperança de mudança, de renovação. "O governador (Eduardo Campos) pode até passar por aqui (referindo-se à estrada), mas acho que ele não sabe que a Rodoviária tá assim, se soubesse, eu sei que ele faria alguma coisa. Queria tanto que ele soubesse", respira.
Seu João nos chama para dar uma olhada na estrutura interna do prédio. Nós o seguimos e logo aparece um rapaz reclamando do teto e das madeiras já apodrecidas. "Tenho vergonha. A situação está muito séria, principalmente a do teto, quando chove é um aperreio", disse. Ele é mais um que conhece de perto a rotina do Terminal. Alexandre Sobral tem um ponto comercial no local, a Lanchonete Sobral, que fica em frente à pista. "Também seria bom fazer um calçamento, daria uma nova vida ao terminal", desabafa.
Pergunto ao carregador de malas se em um espaço como esse chegam ônibus também de fora."Oxi, e então! Vem ônibus de São Paulo, do Rio, aí é que dá vergonha". Enquanto fazia umas fotos de seu João, um ônibus chega ao Terminal. Fui logo percebendo que ali não era a parada final do veículo, mas apenas um ponto de apoio. O carro seguiria para o Recife. A maioria dos passageiros sequer põe os pés no Rodoviária.
Uma jovem desce, pega um suco e aproximo-me dela. Quando pergunto sobre a situação do espaço, ela fica sem palavras. Com um sorriso de reprovação, não diz nada no primeiro momento. Espero um pouco. Viveangêla Tavares, 31, auxiliar de serviços gerais, mora no Recife e estava voltando de uma viagem ao Interior. Ela olha para o teto, para as paredes e diz que é a primeira vez que está ali. "Aqui é muito deserto, dá uma sensação de abandono. É um descaso muito grande, pois um lugar como esse precisa de uma reforma".
De volta ao Recife, fui em busca de respostas. O Terminal de Passageiros de Cachoeirinha é administrado pela Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), gestora do Sistema de Transporte Intermunicipal desde julho do ano passado.
A assessoria de imprensa da Empresa nos informou que o Terminal Rodoviário de Cachoeirinha será recuperado até 2013. Até lá, existe a promessa de que ações pontuais, de caráter emergencial, serão avaliadas por equipes técnicas da Empresa. Enquanto isso, seu João permanece por lá, cheio de esperança.
Quem passa pela BR-423, que liga as cidades de São Caetano a Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, se depara com uma imagem desoladora, a de um prédio cercado por mato e deteriorado pelo tempo. O prédio, com ares de lugar abandonado, é o espaço onde funciona o Terminal Rodoviário da cidade de Cachoeirinha, que é conhecida como a terra dos "Arreios em Couro e Aço". A cidade fica a 198 quilômetros do Recife e tem aproximadamente 18 mil habitantes.
Eu e seu Reginaldo (nosso motorista) estávamos a caminho de uma pauta, no Agreste pernambucano, e nessa passagem por Cachoeirinha gravei a imagem de um espaço com rachaduras e de difícil identificação. Não queria acreditar que um prédio em estado tão precário pudesse receber passageiros. Continuamos a viagem e de volta decidimos averiguar um pouco mais. Logo que descemos do carro, comecei a fazer algumas imagens. Um senhor desenvolto chegou ao meu lado e foi logo disparando: "Isso aqui é uma vergonha, é o cartão-postal da nossa cidade. Como é que alguém chega pela primeira vez aqui e vê um lugar assim, o que vai ficar pensando?", questionou com ares de desgosto. Ele aproximou-se de um carrinho de carregar bagagens, logo percebi que trabalhava ali.
Eu e seu Reginaldo (nosso motorista) estávamos a caminho de uma pauta, no Agreste pernambucano, e nessa passagem por Cachoeirinha gravei a imagem de um espaço com rachaduras e de difícil identificação. Não queria acreditar que um prédio em estado tão precário pudesse receber passageiros. Continuamos a viagem e de volta decidimos averiguar um pouco mais. Logo que descemos do carro, comecei a fazer algumas imagens. Um senhor desenvolto chegou ao meu lado e foi logo disparando: "Isso aqui é uma vergonha, é o cartão-postal da nossa cidade. Como é que alguém chega pela primeira vez aqui e vê um lugar assim, o que vai ficar pensando?", questionou com ares de desgosto. Ele aproximou-se de um carrinho de carregar bagagens, logo percebi que trabalhava ali.
João Bosco da Silva, 55, que é agricultor, viu o Terminal ser inaugurado em 1988 e no ano seguinte começou a transportar as malas dos viajantes. Ele está lá há 23 anos e assim entendo o porquê de sua mágoa. Porém, como todo bom nordestino, guarda no íntimo a esperança de mudança, de renovação. "O governador (Eduardo Campos) pode até passar por aqui (referindo-se à estrada), mas acho que ele não sabe que a Rodoviária tá assim, se soubesse, eu sei que ele faria alguma coisa. Queria tanto que ele soubesse", respira.
Seu João nos chama para dar uma olhada na estrutura interna do prédio. Nós o seguimos e logo aparece um rapaz reclamando do teto e das madeiras já apodrecidas. "Tenho vergonha. A situação está muito séria, principalmente a do teto, quando chove é um aperreio", disse. Ele é mais um que conhece de perto a rotina do Terminal. Alexandre Sobral tem um ponto comercial no local, a Lanchonete Sobral, que fica em frente à pista. "Também seria bom fazer um calçamento, daria uma nova vida ao terminal", desabafa.
Pergunto ao carregador de malas se em um espaço como esse chegam ônibus também de fora."Oxi, e então! Vem ônibus de São Paulo, do Rio, aí é que dá vergonha". Enquanto fazia umas fotos de seu João, um ônibus chega ao Terminal. Fui logo percebendo que ali não era a parada final do veículo, mas apenas um ponto de apoio. O carro seguiria para o Recife. A maioria dos passageiros sequer põe os pés no Rodoviária.
Uma jovem desce, pega um suco e aproximo-me dela. Quando pergunto sobre a situação do espaço, ela fica sem palavras. Com um sorriso de reprovação, não diz nada no primeiro momento. Espero um pouco. Viveangêla Tavares, 31, auxiliar de serviços gerais, mora no Recife e estava voltando de uma viagem ao Interior. Ela olha para o teto, para as paredes e diz que é a primeira vez que está ali. "Aqui é muito deserto, dá uma sensação de abandono. É um descaso muito grande, pois um lugar como esse precisa de uma reforma".
De volta ao Recife, fui em busca de respostas. O Terminal de Passageiros de Cachoeirinha é administrado pela Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), gestora do Sistema de Transporte Intermunicipal desde julho do ano passado.
A assessoria de imprensa da Empresa nos informou que o Terminal Rodoviário de Cachoeirinha será recuperado até 2013. Até lá, existe a promessa de que ações pontuais, de caráter emergencial, serão avaliadas por equipes técnicas da Empresa. Enquanto isso, seu João permanece por lá, cheio de esperança.
Seu João nos chama para dar uma olhada na estrutura interna do prédio. Nós o seguimos e logo aparece um rapaz reclamando do teto e das madeiras já apodrecidas. "Tenho vergonha. A situação está muito séria, principalmente a do teto, quando chove é um aperreio", disse. Ele é mais um que conhece de perto a rotina do Terminal. Alexandre Sobral tem um ponto comercial no local, a Lanchonete Sobral, que fica em frente à pista. "Também seria bom fazer um calçamento, daria uma nova vida ao terminal", desabafa.
Pergunto ao carregador de malas se em um espaço como esse chegam ônibus também de fora."Oxi, e então! Vem ônibus de São Paulo, do Rio, aí é que dá vergonha". Enquanto fazia umas fotos de seu João, um ônibus chega ao Terminal. Fui logo percebendo que ali não era a parada final do veículo, mas apenas um ponto de apoio. O carro seguiria para o Recife. A maioria dos passageiros sequer põe os pés no Rodoviária.
Uma jovem desce, pega um suco e aproximo-me dela. Quando pergunto sobre a situação do espaço, ela fica sem palavras. Com um sorriso de reprovação, não diz nada no primeiro momento. Espero um pouco. Viveangêla Tavares, 31, auxiliar de serviços gerais, mora no Recife e estava voltando de uma viagem ao Interior. Ela olha para o teto, para as paredes e diz que é a primeira vez que está ali. "Aqui é muito deserto, dá uma sensação de abandono. É um descaso muito grande, pois um lugar como esse precisa de uma reforma".
De volta ao Recife, fui em busca de respostas. O Terminal de Passageiros de Cachoeirinha é administrado pela Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), gestora do Sistema de Transporte Intermunicipal desde julho do ano passado.
A assessoria de imprensa da Empresa nos informou que o Terminal Rodoviário de Cachoeirinha será recuperado até 2013. Até lá, existe a promessa de que ações pontuais, de caráter emergencial, serão avaliadas por equipes técnicas da Empresa. Enquanto isso, seu João permanece por lá, cheio de esperança.
Desemprego tem alta de 10,1% no mês de fevereiro
O índice de desemprego teve uma alta de 9,5% em janeiro para 10,1% no mês de fevereiro, de acordo com levantamento divulgado pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), nesta quarta-feira.
Segundo a pesquisa, mais 137 mil pessoas estão sem emprego em relação ao mês de janeiro deste ano. Ao todo, 2,248 milhões estão desempregados.
A consulta foi realizada nas regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza e no Distrito Federal.
SDS divulga esquema de segurança para o feriado da Semana Santa
Do NE10
A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco divulgará, às 14h desta quarta-feira (28), em coletiva à imprensa, o esquema de segurança para o feriado da Semana Santa. Uma das novidades deste ano é o novo modelo para patrulhamento, chamado de segway, que será testado em locais restritos a pedestres.
Segundo a SDS, os segways são equipamentos de patrulhamento com alta visibilidade e por isso são ideais para locais restritos a pedestres como calçadões, orlas marítimas, estádios e aeroportos.
Durante a divulgação do esquema de segurança também será anunciado o número de policiais civis, militares e científicos e de bombeiros que atuarão na Operação Semana Santa em Fazenda Nova, Gravatá e na encenação da Paixão de Cristo do Recife. O reforço nas praias e nas rodovias também será apresentado na coletiva.
Segundo a SDS, os segways são equipamentos de patrulhamento com alta visibilidade e por isso são ideais para locais restritos a pedestres como calçadões, orlas marítimas, estádios e aeroportos.
Durante a divulgação do esquema de segurança também será anunciado o número de policiais civis, militares e científicos e de bombeiros que atuarão na Operação Semana Santa em Fazenda Nova, Gravatá e na encenação da Paixão de Cristo do Recife. O reforço nas praias e nas rodovias também será apresentado na coletiva.
Bebê de um ano morre ao ser esquecido pela mãe no carro
Um bebê de um ano morreu por ter sido esquecido dentro de um carro, na garagem de sua casa, na cidade de Aparecida de Goiânia, em Goiás. A criança ficou no veículo por cerca de quatro horas debaixo de sol e com os vidros do automóvel fechados. A causa da morte foi asfixia, segundo a Polícia.
A mãe da criança, Andressa Prado de Oliveira, disse que deixou o menino no carro, pois ele gostava de brincar com o volante. Ela ainda explicou que entrou em casa, tomou banho, jogou no celular e acabou dormindo durante o período que o bebê ficou no carro.
"Só acordei com o meu marido me chamando e dizendo que ele estava morto", contou a mulher. Ela precisou de escolta policial para não ser agredida pelos vizinhos, quando foi presa em flagrante.
Vídeo: Lula agradece apoio e anuncia volta à política
| Após ser informado de que seu tumor na laringe não foi detectado pelos exames feitos durante a manhã, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva agradeceu o empenho da equipe médica que cuidou de seu tratamento e anunciou a volta à vida política. Veja no vídeo: | |
Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 15 milhões nesta quarta-feira
O concurso 1.375 da Mega-Sena sorteia um prêmio de R$ 15 milhões, na quarta-feira, de acordo com a Caixa Econômia Federal (CEF).
As apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica do país até as 19h (horário de Brasília). A aposta simples com seis números custa R$2.
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