domingo, 22 de abril de 2012

João Paulo Conta Tudo: Por Que Rompeu Com João da Costa


Lembra o carnaval (2010), quando Dilma Rousseff era pré-candidata e ela veio para o Galo? Quando cheguei no camarote, recebi a informação de que só podia entrar sozinho, sem as pessoas do nosso núcleo de confiança e que ajudaram na eleição do prefeito. A imprensa, naquela hora, também foi barrada. Eu fiquei muito incomodado, subi “na tora” e perguntei a Félix Valente (então chefe de gabinete do prefeito) de quem era aquela orientação. Ele disse que era do prefeito. Então, eu dei um abraço em Dilma e fui embora rápido.

Finalmente qual foi o mistério, o segredo tão bem guardado entre João Paulo e João da Costa, o fato grave entre os dois que detonou a amizade, a ligação político-pessoal que preservaram durante os dois mandatos do deputado? Pois João Paulo veio agora, depois de tanto tempo, detalhar fatos que mais ou menos explicam o que realmente houve entre os dois. Excelente entrevista feita porAline Moura, no DP, publicada neste domingo, desnuda muita coisa, com narração do próprio João Paulo. Eis alguns trechos da entrevista:
Dizem que o senhor queria mandar na prefeitura.
Sim, mas o que é que eles iam dizer, se não fosse isso? Tinha que ter algum argumento para justificar o rompimento. Ele sabe disso e sabe que nunca quisemos intervir no governo. Ele sabe porque conviveu comigo, sabe qual é a nossa formação, de diálogo, de descentralizar. Queríamos contribuir, o que era normal. Talvez, a única forma de ele se consolidar como líder fosse o rompimento comigo. A sociologia explica que isso pode acontecer com uma pessoa que se elege num grau de dependência muito grande. Talvez, ele não soube administrar o sucesso e a importância política que tem o prefeito do Recife.
O começo de tudo
Acho que começou com o não atendimento de telefonemas, com o distanciamento que ele estava tendo com alguns secretários e que começou a virar perseguição. Esses elementos foram suficientes para o distanciamento e se concretizou com a saída de muitos companheiros do governo, como Lygia Falcão, que era companheira do nosso núcleo de confiança…
Planos para pós-eleição
Quando saímos do governo no final de 2008, a ideia era criar um núcleo para discutir as dificuldades da prefeitura, as crises e nós iríamos continuar pensando numa questão estratégica para o estado e para o país. Iríamos discutir aquelas questões de alta relevância de forma estratégica como era antes.
Ele parou de atender a telefonemas?
Na verdade, sou muito assim: tenho uma relação de respeito. Eu ligo para uma pessoa duas, três, quatro vezes, mas, se a pessoa não liga, paro de ligar. Acho que houve esse distanciamento ao longo do tempo e, a meu ver, foi se agravando ainda mais, inviabilizando uma possibilidade de aproximação e de apoio à reeleição.
A primeira-dama, Marília Bezerra, teve algo a ver com essa crise entre vocês dois?
Falam muito que teve, mas não existe uma situação que possa comprovar isso, até porque elegemos João da Costa e não Marília. Por isso, nossa relação, por princípio, tinha que ser com ele. Acho que querer responsabilizar Marília é um erro, porque quem é o prefeito não é ela.

João da Costa disse ter semelhanças com Dilma, é um perfil mais técnico, mais tímido… 
Primeiro, a formação de Dilma é de uma mulher que participou de uma organização comunista, revolucionária, que foi presa e torturada. Ela é uma mulher que está fazendo uma excelente gestão e tem uma alta popularidade, uma mulher que, apesar de todas as dificuldades com o Congresso, tem encantado o Brasil e feito um contraponto a uma prática política que é vivida por muita gente. A outra característica de Dilma é a lealdade e Lula me afirmou isso: “João Paulo, você precisa ver a Dilma. Essa mulher é tão leal que às vezes eu fico incomodado”. Então, sinceramente, não vejo semelhança nenhuma (entre ela e o prefeito).
Justificativas
As dificuldades recaem principalmente na política. Temos o claro entendimento das dificuldades que os secretários têm de serem recebidos pelo prefeito, a dificuldade dele com a Câmara, com os movimentos sociais, com os servidores e nós sentimos que houve uma quebra significativa, uma queda da autoestima grande na cidade e na gestão. Houve uma ruptura dentro do próprio governo com a saída de vários secretários do PT e do PTB. Há uma preocupação não só minha, mas do governador e de Humberto Costa que, se ele continuar, há perspectiva de se quebrar a Frente Popular. Foi essa a impressão que levou companheiros como Humberto a sair do governo e colocar a candidatura de Rands
Por que Rands e não João Paulo ou João da Costa
Mesmo sabendo que eu tinha 51% das intenções de voto e a preferência da população, eu não tinha as condições internas para disputar as prévias. Eu podia confiar que o sentimento da sociedade contagiasse a parte cartorial do partido, mas isso seria um risco. Então, acho que Rands construiu melhor essa condição (no partido) e tenho o sentimento de que ele pode fazer um governo de esquerda que extrapola os limites de uma boa gestão.
''Chutou por fora numa barra sem goleiro''
O atual prefeito teve as maiores condições que um prefeito já teve nessa cidade. Pegou um governo com 88% de aprovação, com apoio dos governos estadual e federal, com apoio de uma Frente, mas, falando na linguagem do futebol, ele estava na marca do pênalti, numa barra sem goleiro e ainda conseguiu chutar para fora
Esse é um momento extremamente delicado. Mas as prévias serão não só um momento de formação da nossa militância, mas a oportunidade para a sociedade perceber que há necessidade de fazer a troca do prefeito.
Magno Martins

Paul McCartney faz show arrebatador para fãs do Recife




Marcelo Cavalcante
Do NE10
Definitivamente, o  dia 21 de abril de 2012 não vai ser esquecido. A emoção transbordou no estádio do Arruda no primeiro show do eterno beatle Paul McCartney no Recife. De volta ao Brasil após um ano, desta vez para apresentar a turnê On the run, o cantor e compositor inglês não decepcionou os pernambucanos. Desfilou grandes suscesos da sua carreira no Quarteto de Liverpool, da sua fase solo e canções do novo disco. Acompanhada de uma banda azeitada, Paul, aos 70 anos, esbanjou  simpatia (tentando falar em português - disse, por duas vezes: "povo arretado") e uma vitalidade impressionante. Foi fácil conquistar a plateia, que se emocionou com as suas belas canções, com as imagens da sua banda expostas ao fundo do palco e um show pirotécnico. Um show arrebatador que durou cerca de 3 horas. Daqueles que dão gostinho de quero mais. E McCartney sobe novamente no palco montado no estádio do Arruda para o show de despedida no Recife. No próximo dia 25, ele canta no estádio da Ressacada, em Florianópolis.
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A expectativa para esse show era grande desde quando surgiram os primeiros rumores da possível vinda de Paul McCartney ao Recife. Nos arredores do estádio do Arruda, os fãs não escondiam o sorriso de poder ver de perto um dos mais importantes integrantes dos Beatles. Paul McCartney chegou ao estádio por volta das 17h para a passagem de som. E lá mesmo ficou até a hora do show. Neste momento, a fila para entrar no Arruda já estava gigantesca. Faltou organização. Ninguém sabia para onde determinada fila levava. Faltando dez minutos para o show começar, muita gente ainda estava do lado de fora. Falta ao público e organizadores pernambucanos a expertise em receber shows desse porte. O que é natural para uma cidade que não via um final de semana tão agitado culturamente como este. É um aprendizado. Tudo faz parte.

Dentro do estádio, mais ansidade. Pessoas de várias gerações estavam circulando, ou até mesmo sentadas, conversando, esperando a hora do show começar. Eleida Lins, 54, e Bárbara Martins, 71, acompanhavam seus familiares. No total, cerca de 10 pessoas. "Gostamos muito das músicas de Paul. Vale à pena a espera", disse Eleida. O jovem João Paulo Rocha, 30, veio de Salvador para assistir aos dois shows do cantor. Foi o quinto show  de McCartney que ele assistiu. "Gosto dos Beatles desde garoto. Já esperava que ele viria para cá. Acho Recife mais cosmopolita do que Salvador nesse sentido de grandes shows", declarou João Paulo, que usava uma roupa semelhante a que os Beatles usaram no disco Sgt. Peppers.

Quem teve sorte foi o fã  potiguar George Holanda, que havia comprado o ingresso de arquibancada/pista pela internet, mas encontrou um cambista vendendo a pista   premium por R$ 190 (o valor normal é 600). "Eu vi com um grupo de amigos de Natal. Mas como apareceu essa oportunidade, não pensei duas vezes. Fui sozinho para o outro setor para ficar mais perto de Paul McCartney.

Como era esperado, Paul McCartney foi pontual. Subiu ao palco como estava previsto: às 21h30. Começava, naquele momento, um espetáculo para não se esquecer jamais. O abre-alas foi Magical Mystery tour e, logo depois, emendou Junior's farm, All my loving e Jet. Entre uma música e outra, McCartney já mostrou que iria esbanjar simpatia. Por diversas vezes , acenou para a plateia, falou em português, fez algumas dancinhas. Ou seja, interatividade total. E os fãs orgulhosos. Afinal, estava interagindo com um mito. Paul emendou The night before (lembrou que estava tocando essa música pela primeira vez no Brasil, let me roll it, Paperback Writter e The long and winding road. Esta última foi o primeiro grande momento do show.

Em seguinda, McCartney fez uma série de homenagens: My valentine (para a sua atual esposa, Nancy), Maybe I'm Amazed ( a já falecida  Linda McCartney), Here Today (John Lennon), Something (uma bela homenagem a George Harrison com direito a imagens do ex-guitarrista).
Para não parecer ingrato, Paul ainda fez uma homenagem a Ringo Star, baterista dos Beatles, cantarolando Yellow subimarine. Esta parte final do show é mais dedicada a fase do Quarteto de Liverpool. No entanto, ainda havia espaço para um clássico da sua carreira solo: Band on the run. O público gostou, acompanhando a música e de olhos atentos ao palco e ao imenso telão.

Durante toda a apresentação, Paul McCartney não deixou de interagir com o público.  Se sentiu em casa mesmo. Arriscando até o "povo arretado" em três ocasiões.  Sofrendo bastante com o calor pernambucano, o músico mostrou ser um multiinstrumentista de mão cheia. No palco, tocou baixo, guitarra, violão, banjo, cavaquinho e piano. O público também fez o seu papel. Quando o beatle mandou Obladi-Oblada, as máscaras de Paul McCartney apareceram. Depois, em Give peace a chance, bolas brancas e azúis. Mas o beatle hipnotizou a todos com uma impecável apresentação de Live and let die, cheia de fogos, estouros e energia (um cena bonita de se ver) e Hey jude. Nest a última, o público levantou as mãos com um papel escrito "Na", se referindo a um trecho da canção.

O show poderia ter encerrado com Hey Jude. Assim como aconteceu nos seus últimos shows. E o público sairia satisfeito, podem ficar certos. Mas Paul McCartney queria mais. Saiu de cena e voltou com uma bandeira do Estado em punho. Deu tchauzinhos e mandou Lady Madona. Em seguida,  ele chamou ao palco algumas pessoas que estavam com faixas e camisas que externavam carinho. Paul falou com todos. Abraçou e deu beijinho. Uma das moças saiu com um autógrafo na nuca. Depois, veio Get Back, Yesterdey e Helter Skelter. Depois de três petardos, Paul saiu e voltou para um medley do disco Abbey Road: Golden slubers, Carry that whigt, You never give me your money e The end, que para fazer jus ao nome, encerrou a apresentação. O público estava estático, hipnotizado até que uma explosão de papel picado nas cores amarelo e azul avisou que Sir. McCartney não estava mais no palco.

REDES SOCIAIS - Muitos fãs que foram ao show utilizaram o Twitter e o Facebook para expressar suas impressões e postar fotos da apresentação do ex-Beatle. Confira, abaixo, alguns comentários:

sábado, 21 de abril de 2012

Gestão petista é reprovada por 47% dos recifenses



Mesmo que consiga a vitória na prévia do PT, em maio, garantindo assim sua candidatura à reeleição, o prefeito do Recife, João da Costa, terá pela frente um problema que vem se repetindo a cada mês: a avaliação negativa da sua administração. De acordo com a nova rodada da pesquisa Instituto Maurício de Nassau/JC, os índices continuam desfavoráveis. Atualmente, 47% dos recifenses reprovam a gestão petista, sendo que 28% a consideram “péssima” e 19%, “ruim”. Na amostragem anterior, realizada em março passado, a reprovação atingia 45%. Como o índice oscilou apenas dois pontos percentuais, está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 3,5 pontos para mais ou para menos.

Outra notícia pouco animadora para os petistas é a queda no número dos que consideram positiva a administração no Recife, que ficou em 21%, quatro pontos percentuais a menos que o da pesquisa de março (25%). Dessa vez, 17% dos entrevistados classificaram o governo de João da Costa como “bom” e apenas 4% como “ótimo”. No atual levantamento, 30% apontaram a gestão como “regular”, contra 29% da pesquisa feita em março.
Aliado dos petistas, o governador Eduardo Campos (PSB) vive uma situação bem diferente da do prefeito. De acordo com a recente pesquisa, a administração do socialista goza da aprovação de 74% dos eleitores do Recife, sendo que para 52% destes, governo é “bom”, enquanto para 22% a gestão é “ótima”. Eduardo Campos enfrenta apenas 5% de rejeição à sua administração, sendo que 3% a consideram “ruim” e 2%, “péssima”. Outros 20% classificaram o governo do Estado como “regular”.
Também integrante do grupo político do prefeito e do governador, a presidente Dilma Rousseff (PT) é outra que navega em céu de brigadeiro. De acordo com o levantamento, 68% dos recifenses avaliam como positivo o desempenho da sua gestão, sendo que 45% classificam o trabalho da petista como “bom” e outros 23% como “ótimo”. Outros 22% dos entrevistados consideram sua gestão “regular”, e 8% a avaliam negativamente, sendo que para 5% o governo é “ruim” e para 3%, é “péssimo”.

Fãs acampam nas calçadas do Arruda para ver Paul McCartney



Do NE10
Uma fila de barracas de camping já faz parte do cenário externo do show do ex-Beatle, Paul McCartney, no Recife. Um grupo de pelo menos 30 pessoas já está na frente do estádio José do Rego Maciel, no Arruda, na Zona Norte do Recife, aguardando para assistir as apresentações que o popstar fará nestes sábado (21) e domingo (22).

Conforto, higiene, boa alimentação, descanso? Tudo isso fica para depois da turnê do Sir Paul. Para encontrar histórias impressionantes de amor e devoção ao ídolo inglês não é preciso ir muito longe. A primeira a literalmente armar a barraca foi a estudante Lívia Marques, de 17 anos, que chegou ao Arruda às 7h desta sexta-feira (20). Na cabeça um plano ouasado: mostrar um cartaz pedindo para subir ao palco e fazer com que Paul escreva em seu braço o nome da música que ele fez para o outro Beatle, John Lennon. O objetivo é tatuar a inscrição com a caligrafia do ídolo. Este é o primeiro show do Sir Paul que ela acompanha e, por ele, a adolescente já faltou a três dias de aula.
Da segunda barraca para trás está acampada uma turma formada por fãs de vários estados que sempre se encontram e "perseguem" o cantor inglês nos shows pelo Brasil. Não se engane pensando que são um bando de desocupados, a maioria trabalha e conseguiu uma semana de folga, justamente, por serem conhecidos pela devoção ao astro. Esse é o caso da analista de sistemas paulista Regiane Souza, de 29 anos. Segundo a jovem, o grupo foi formado no show de Paul do Rio de Janeiro, em maio de 2011, e desde então acampa em frente aos locais onde o ex-Beatle se apresenta pelo País.

Para ir ao banheiro o grupo conta que, no Recife, os 'vizinhos' estão sendo bastante atenciosos. Pelo preço módico de R$ 2 é possível tomar um bom banho em uma das casas próximas ao estádio. A alimentção é feita em bares e restaurantes da região. Para dormir um grupo de quatro pessoas se aperta em uma barraca onde apenas uma pessoa dormiria confortavelmente. "O Sir Paul merece todo e qualquer sacrifício. Ele é um gênio!", explica a estudante Carolina Maria Bruzaca, de 17 anos, que veio do Maranhão.

A segurança no local está sendo feita por uma viatura da Polícia Militar que foi acionada pelo grupo. A produção do evento, ao tomar conhecimento dos fãs acampados, reforçou o pedido. Sendo assim, desde o meio da manhã desta sexta-feira (20) polciais se revezam para manter a turma segura.

Em apenas meia hora que a reportagem do NE10 esteve com os fãs do astro no Arruda mais duas barracas foram montadas na calçada. Todos perguntando: "Aqui ninguém fura fila não, não é?" Para organizar essa turma toda, a jornalista carioca Isabel Arruda Espinola, de 24 anos, anota os nomes de que, realmente, vai dormir na rua para ver o ídolo evitar confusões.
Mas, entre as histórias, uma se destaca. O estudante Eduardo Araújo, de 23 anos, mora no Rio Grande do Sul e já assistiu a todos os shows que Paul McCartney tem feito no Brasil. O detalhe é que para comprar o ingresso ele pede dinheiro na porta do show e acaba comprando as entradas aos cambistas horas antes da apresentação. A viagem até o local do evento também feita de maneira bem econômica, ou seja, de carona. Ele faz parte do grupo que se reuniu no show do Rio de Janeiro e, segundo eles, o jovem está vindo para o Recife. Eduardo se atrasou porque pegou uma carona errada e acabou indo para na Bahia. A expectativa é que ele chegue antes do show do sábado (21), ou para a apresentação do domingo (22).

E a devoção pelo astro não para por aí. Depois do show deste sábado uma parte do grupo permance nas barracas para vê-lo, novamente, no domingo. Os que não ficam para a segunda apresentação arrumam as malas e seguem para Florianópolis, onde o ex-Beatle se apresenta no Estádio da Ressacada, na próxima quarta-feira (25).

Animais soltos em estradas pernambucanas serão apreendidos


Foi sancionada pelo governador Eduardo Campos a Lei 16.625/2012, de autoria do deputado Rodrigo Novaes (PSD), que trata da apreensão de animais criados soltos nas rodovias asfaltadas de Pernambuco. A Lei foi publicada no último dia 17 no Diário Oficial do Estado, de acordo com o site de Alvinho Patriota.

A partir da nova legislação fica disciplinada a criação e circulação de animais de grande porte e que estejam soltos nas propriedades localizadas às margens das rodovias pernambucanas. Animais livres em estradas acarretam risco de acidentes que podem resultar em mortes, principalmente, no Sertão onde a caprinocultura é muito praticada. O deputado Rodrigo Novaes, que é natural do município de Floresta, explica que elaborou o projeto porque os animais soltos nas rodovias têm causado um grande número de acidentes em Pernambuco e era necessário fazer alguma coisa para a situação não continuasse como está.

A lei prevê apreensão dos animais e aplicação de multa no valor de R$ 100 por cada animal apreendido. Os animais poderão ser resgatados pelos proprietários em até cinco dias úteis, caso contrário, serão leiloados. Em caso de reincidência o valor da multa sobe para R$ 300. Resta saber a partir de quando e como será feita a fiscalização.