sexta-feira, 16 de maio de 2014

Delegacia de Cavaleiro começa a recuperar produtos saqueados

Por meio de várias de denúncias, a delegada Beatriz Leite chegou aos diversos produtos saqueados ontem no bairro
Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem
A Delegacia de Cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes, começour a recuperar objetos roubados durante a onda de saques a estabelecimentos comerciais na última quinta-feira (15). A delegada titular, Beatriz Leite, recebeu diversas denúncias na manhã desta sexta (16) e foi nas casas dos saqueadores para apreender os produtos. Quatro pessoas foram presas ontem e duas foram detidas hoje.
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Até o meio dia, já estavam na delegacia dois fogões, um forno microondas, caixas de som, uma parte de um armário de cozinha, dois espremedores de suco, além de vários cabides. A delegada ainda informou que muitas pessoas estavam jogando produtos roubados em uma mata de Cavaleiro, com medo de sanções e represálias da polícia.
O bairro está mais tranquilo, depois da confusão que tomou a localidade ontem. Duas viaturas da Polícia Militar já foram avistadas fazendo rondas. O Exército foi visto em vias próximas à Cavaleiro, mas não há nenhum efetivo da Força Nacional lá.

Duas viaturas da PM foram vistas em Cavaleiro na manhã desta sexta-feira (16) - Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem
GREVE DA PM - As lojas Insinuante, Americanas, Ponto de Promoção e Elektra tiveram produtos saqueados durante toda a quinta-feira. Houve registro de confronto entre a população e os soldados da Força Nacional. Populares chegaram a jogar pedras e agredir profissionais da imprensa, como o fotógrafo Igo Bione e os repórteres Maiara Melo e Alexandre Arditti, do JC.
À tarde, após confusão no Mercado Público de Cavaleiro, um homem foi assassinado a tiros. Rodrigo Wanderley da Silva, 22 anos, morreu com dois tiros na cabeça e o outro jovem ficou ferido nas costas, sendo levado para o Hospital Otávio de Freitas, no Sancho.

Combate à corrupção é o foco da nova propaganda do PT

 
Em dois vídeos que começaram a ser veiculados nesta quinta-feira junto com a propaganda nacional do PT na TV, o partido aposta na fixação de uma imagem de que nunca se combateu tanto a corrupção como nos 11 anos de governo petista. No primeiro vídeo, o ex-presidente Lula aparece discursando para uma multidão, cobrando a recuperação dos princípios que marcaram a criação do PT e que o diferenciava dos outros partidos. No outro, o marqueteiro João Santana filmou gavetas amontoadas para dizer que, no passado, as denúncias de corrupção eram engavetadas.
No vídeo, Lula abandona o tom raivoso que tem adotado para atacar os adversários, e admite que petistas que praticaram atos de corrupção têm de pagar por seus erros para que o PT resgate sua dignidade.
— Esse partido não nasceu para fazer tudo que os outros fazem. Nós precisamos voltar a recuperar no orgulho que foi a razão da existência desse partido. Se alguém dentre nós, cometeu um erro, tem que pagar pelo erro que cometeu.
Para neutralizar o discurso dos adversários, principalmente Eduardo Campos (PSB), que prega a nova política, Lula diz que criaram o PT para ser diferente de tudo que existia.
— Esse partido nasceu para provar que é possível fazer política de forma mais digna. Fazer política com P maiúsculo — diz Lula, encerrando o vídeo de mãos dadas com a presidente Dilma.
A presidente Dilma Rousseff disse que seu governo não é leniente com a alta dos preços, e personagens do vídeo afirmavam que os oponentes da presidente fazem uso político do aumento dos preços, que sofre oscilações normais. (De O Globo - Maria Lima e Flavia Pierry)
Veia o vídeo e leia texto completo clidando aí: Nova propaganda do PT mira no combate à corrupção 

Dilma celebra fracassos dos protestos anti-copa


Estadão Conteúdo.

Apesar dos anúncios de que esta seria uma "super quinta", com protestos significativos nas principais cidades do país, a avaliação da presidente Dilma Rousseff (PT) é de que a mobilização "fracassou". De acordo com informações do Palácio do Planalto, o que se viu, principalmente, foi uma "ação midiática", com anúncios de que problemas graves com manifestações monumentais contra a realização da Copa do Mundo poderiam acontecer, mas que "felizmente não aconteceram".

Apesar deste considerado fracasso, o governo vai dar prosseguimento ao monitoramento criado nas 12 cidades-sede, que incluirá a manutenção de um diálogo permanente com diversos tipos de movimentos sociais para tentar barrar os eventuais violentos protestos que possam ameaçar a realização do evento.

O entendimento do governo é de que é preciso ganhar a batalha na mídia e, por isso, há mobilização das autoridades para que promovam um contra-ataque completo, no sentido de defender a realização da Copa do Mundo e todo o legado a ser deixado por ela.

Diante de tal constatação, a própria presidente comandou, no Palácio do Planalto, a cerimônia de compromisso pelo emprego e trabalho decente no evento, onde afirmou: "Nós não negamos os conflitos, nós temos de conviver com eles". Segundo ela, "não há nenhuma vergonha em divergir" já que "cada um tem uma posição".

"A vergonha está em não reconhecer isso, a vergonha está em não buscar o consenso possível", continuou a presidente, passando a cumprimentar os que estavam ali assinando o acordo que considerou "um exemplo de como se relacionar dentro de uma sociedade democrática em que todos os direitos são respeitados".

Dilma aproveitou o discurso para apelar a todos os brasileiros para que recebessem bem os turistas brasileiros e estrangeiros que assistirão a "Copa das Copas" e avisou que "o legado da Copa é nosso".

"Porque ninguém que vem aqui assistir a Copa leva consigo, na sua mala, aeroporto, porto, não leva obras de mobilidade urbana, nem tampouco estádios. O que eles podem levar na mala? É a garantia e a certeza de que este é um país alegre e hospitaleiro. Pode levar isso na mala. Agora, os aeroportos ficam para nós, as obras de mobilidade ficam para nós, os estádios ficam para nós", pontuou.

Temer quer o apoio de Eduardo no segundo turno

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O vice-presidente da República, Michel Temer, disse em entrevista ao “Jornal do SBT”, que deseja que o ex-governador Eduardo Campos dê apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff em um eventual segundo turno. “Lamento que [Campos, pré-candidato do PSB ao Palácio do Planalto] não esteja ao nosso lado. Esperamos que, se um dia houver segundo turno, que ele, eventualmente se não for ao segundo turno, possa estar ao nosso lado”, afirmou o peemedebista.
Segundo Temer, Campos fez um bom governo em Pernambuco “amparado nas verbas do governo federal” e que ele e Dilma merecem ser reeleitos porque fizeram um governo com “desenvolvimento social” e “desenvolvimento industrial”.
Questionado sobre o presidente do STF, Joaquim Barbosa, o vice-presidente disse que ele foi rigoroso ao analisar o pedido de trabalho do ex-ministro José Dirceu. “Eu penso que ele [Barbosa] tenha sido rigoroso. [...] O rigor não é compatível com a ideia do regime semiaberto”, diz o vice-presidente.(Do Portal BR 247)

Para Humberto Costa, Dilma foi fundamental para fim da greve da PM

Foto: divulgação
Foto: divulgação
Para o senador Humberto Costa (PT), o apoio oferecido pelo Planalto ao Governo de Pernambuco foi fundamental para garantir o fim da greve de policiais militares e bombeiros, nessa quinta-feira (15). A declaração vem no momento em que a presidente Dilma Rousseff (PT) se prepara para enfrentar, nas urnas, o ex-governador Eduardo Campos (PSB).
“A presidente Dilma se dedicou pessoalmente para garantir a segurança. O empenho foi de todo o governo e o apoio foi dado desde o primeiro momento em que foi solicitado pelo governador João Lyra”, afirmou.
Atendendo a um pedido do governador João Lyra Neto (PTB), a presidente liberou o envio de tropas da Força Nacional de Segurança para garantir o policiamento do Estado e liberou homens do Exército para ajudar na segurança.
Líder do PT no Senado, Humberto veio para o Recife junto com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que coordenou o início das operações da Força Nacional. Desde essa quinta, o senador já havia afirmado que Dilma é quem garantiria a segurança em Pernambuco.

Empreiteira doou dinheiro para campanha de membros da CPI da Petrobras. Humberto Costa recebeu R$ 1 milhão

Foto: Agência Senado
Foto: Agência Senado
Da Agência Estado
Um terço dos 12 titulares da CPI da Petrobras do Senado indicados até agora recebeu dinheiro de fornecedoras da estatal nas eleições de 2010. O relator da comissão, José Pimentel (PT-CE), está entre eles. Ele recebeu R$ 1 milhão da Camargo Corrêa, empreiteira que lidera o consórcio responsável por obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, alvo de suspeitas.
A doação da empreiteira equivale a 20% de tudo o que o petista conseguiu arrecadar para a sua campanha ao Senado quatro anos atrás. Outros três titulares da comissão, instalada nesta semana e controlada pelos aliados da presidente Dilma Rousseff, também receberam de fornecedores da Petrobras.
Humberto Costa (PT-PE) também recebeu R$ 1 milhão da Camargo Corrêa para sua campanha ao Senado. A construtora OAS doou outros R$ 500 mil à campanha do senador. Juntas, as duas fornecedoras com contratos com a Petrobras respondem por 30% das doações obtidas pelo petista.
A Camargo Corrêa também contribuiu para as campanhas de Ciro Nogueira (PP-PI), com R$ 150 mil, e Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), com R$ 500 mil, outros dois membros da CPI. Ciro ainda conseguiu recursos R$ 100 mil da Votorantim Cimentos.
Os fornecedores da Petrobras foram responsáveis por 10% de todas as doações feitas em 2010 à campanha de Grazziotin e 6,25% do arrecadado pelo comitê de Nogueira.
Conforme revelou o Estado em abril, os fornecedores da Petrobras respondem por 30% das doações nos pleitos de 2010 e 2012 aos postulantes à Presidência e ao Congresso Nacional. Isso não implica que a estatal tenha direcionado as doações ou que haja ilegalidade, mas revela o potencial de alcance político e econômico da estatal.
A Operação Lava Jato, da Polícia Federal, revelou em março deste ano suspeitas sobre as obras em Abreu e Lima tocadas pela Camargo Corrêa. A partir da intermediação do doleiro Alberto Youssef, a empreiteira teria sido favorecida por superfaturamento nas obras. O favorecimento teria ocorrido, segundo a Polícia Federal, com a ajuda do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ele e Youssef estão presos no Paraná.
A CPI da Petrobras no Senado foi instalada anteontem (14) e é controlada pela maioria governista. Os aliados de Dilma aprovaram convites para ouvir a atual presidente da estatal, Graça Foster, e o seu antecessor, José Sergio Gabrielli.
Também colocaram no plano de trabalho apurações com potencial para atingir adversários de Dilma na sucessão presidencial. Serão investigados o afundamento da plataforma P-36 no governo Fernando Henrique Cardoso, aliado de Aécio Neves (PSDB), e uma obra de dragagem no Porto de Suape, em Pernambuco, paga pela Petrobras em parceria com o governo estadual – até abril comandado por Eduardo Campos (PSB).

Em jantar com peemedebistas, Eduardo Campos compara PT ao PSDB

Foto: Michele Souza/JC Imagem
Foto: Michele Souza/JC Imagem
Da Agência Estado
Em um “petit-comitée” para dez parlamentares do PMDB, o pré-candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, impressionou os peemedebistas pela animação com a pré-campanha e chamou a atenção pelo tom de indignação com a propaganda petista lançada nesta semana. Aos convidados do jantar promovido em Brasília pelo senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Campos comparou a trajetória do PT a do PSDB. “Ele disse que o PT está ficando com o PSDB: copiando o mensalão, o apagão e agora induzindo o medo nas pessoas”, revelou um dos peemedebistas ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
Promovido para ampliar a dissidência do PMDB e angariar novos apoiadores à campanha do PSB, o jantar reuniu, além do anfitrião os senadores Pedro Simon (RS) e Ricardo Ferraço (ES). Da bancada do partido na Câmara foram Alceu Moreira (RS), Danilo Forte (CE), Fábio Trad (MS), Raul Henry (PE), Darcísio Perondi (RS), Osmar Terra (RS) e Geraldo Resende (MS). Acompanharam o presidenciável os deputados do PSB Márcio França (SP) e Beto Albuquerque (RS), este último líder da bancada na Câmara.
Aos novos aliados, Campos reclamou da forma “fascista” de fazer política adotada pelo PT ao amedrontar o eleitorado insinuando que programas sociais acabarão se um candidato de oposição ganhar a eleição presidencial. O pré-candidato usou os termos “terrorismo”, “desrespeito ao eleitor”, “contradição” e “deslealdade” do antigo aliado. “O PT chegou ao fundo do poço. A sensação é que a candidatura do PT está se esfacelando”, comentou Raul Henry. “Me causou espanto essa agressividade”, disse Geraldo Resende.
O pré-candidato ouviu dos convidados que os gestores que participaram da 17ª Marcha dos Prefeitos consideraram que seu discurso se destacou em relação ao do pré-candidato tucano, Aécio Neves. Ontem, Campos prometeu elevar os investimentos em saúde em 10% da receita, disse que não incentivará a política de desoneração de impostos que culmina com a redução dos recursos da União aos municípios e prometeu que abrirá diálogo com os prefeitos.
Num jantar que acabou no início da madrugada, Campos afagou os peemedebistas, disse que precisa garantir a governabilidade em caso de vitória para enfrentar os problemas econômicos. O presidenciável acusou o governo Dilma Rousseff de “destratar a classe política” e de desprezar a base aliada. “Vi um candidato extremamente disposto e animado com a possibilidade de ter uma parte do PMDB caminhando com ele”, afirmou Henry.
O senador Ricardo Ferraço afirmou que o jantar era para peemedebistas “com credibilidade” e “que não se submetem à lógica petista”. Ele aposta que o movimento pró-Campos deve crescer nos próximos dias na sigla. “Quanto mais competitivo ele se torna, mais as pessoas vão se aproximando”, disse Ferraço. “O grupo é recém-iniciado. Lembre-se que a muralha da China começou com uma pedra só”, complementou Perondi. A ideia é promover novos encontros com os “dissidentes” do PMDB governista.
CAMPANHA - Apesar de seguir em terceiro lugar nas pesquisas, Campos demonstrou animação com o andamento da pré-campanha. Ele fez questão de falar da importância de Marina Silva como vice na chapa, destacou que a ex-senadora tem grande penetração entre o eleitorado jovem e nos grandes centros urbanos e que, ao ter seu nome vinculado ao de Marina, a intenção de voto na candidatura do PSB cresce.
Além da preocupação com os rumos da política econômica, Campos previu aos convidados que o ambiente político tende a se deteriorar nos próximos dias. Segundo relatos, o pré-candidato disse que o mal-estar com a ausência de um legado da Copa do Mundo contribuirá para o clima de insatisfação com o governo. “Esse ambiente vai se deteriorar”, concordou Henry.

Exército e Força Nacional continuam em PE após fim da greve da PM


Mesmo com as atividades da Polícia Militar normalizadas em Pernambuco nesta sexta-feira (16), o Exército e a Força Nacional de Segurança Pública continuam colaborando com a segurança na região.
O plantão da Central de Flagrantes da Polícia Civil registrou, durante a madrugada desta sexta-feira (16), após o final da greve da PM, 12 flagrantes e oito pessoas detidas na capital.

A Polícia Civil contabilizou 234 presos, com 102 pessoas sendo autuadas em flagrantes pela Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core).
De acordo com o comando da PM, desde a noite da quinta (15), grupos de policiais voltaram a circular pelo Recife, Região Metropolitana e demais cidades afetadas pela paralisação. Áreas mais críticas, como Abreu e Lima, são prioridades da patrulha da PM.Batalhão da PM no Centro do Recife tem movimento de policiais depois da greve (Foto: Kety Marinho/TV Globo)
Batalhão da PM no Centro do Recife tem movimento de
policiais depois da greve (Foto: Kety Marinho/TV Globo)
Normalmente, vão às ruas 250 viaturas da polícia no Recifeà noite. Na quinta, 230 já haviam voltado à patrulha. No interior do estado, os cerca de 20 mil PMs voltaram ao trabalho ainda na quinta. “Ontem algumas pessoas já foram abordadas nas ruas, as viaturas estão circulando nos bairros. Ainda está em vigor o comando das forças armadas até a retomada do efetivo policial normal. Vamos desenvolver um trabalho em plena sintonia com o reforço que foi tomado, junto com o Exército Brasileiro e a Força Nacional”, informou o comandante da Polícia Militar, o coronel Carlos Pereira.
A Polícia Civil, que por sua vez atuou em conjunto com a Companhia de Operações e Sobrevivência em Área de Caatinga (Ciosac) e a Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core), volta para sua posição na investigação dos crimes.
Policiais Militares voltam ao trabalho no Recife, Região Metropolitana e interior do estado (Foto: Kety Marinho/TV Globo)
Policiais Militares voltam ao trabalho no Recife, Região Metropolitana e interior do estado (Foto: Kety Marinho/TV Globo)
“Hoje nós ficamos na nossa atividade normal, nós voltamos para as delegacias, inclusive para investigar os casos que ocorreram. As pessoas vão ser procuradas pela polícia, nossa diretoria de inteligência está analisando as imagens [veiculadas pela mídia] e essas pessoas estão sendo procuradas. Independente de quem seja, se foi crime, nós vamos investigar e pedir à justiça a prisão dessas pessoas”, disse o chefe da Polícia Civil Osvaldo Moraes. Sobre o balanço da Civil, as pessoas que foram autuadas respondem por assalto, furto e até por formação de quadrilha, dependendo do caso.
Apesar do fim da greve, pessoas ainda tentaram saquear um supermercado na Zona Norte do Recife. Os invasores foram detidos e não há confirmação sobre o roubo de produtos.
Fim do movimento
Grevistas decidiram pelo fim do movimento em assembleia realizada no Centro do Recife (Foto: Débora Soares/G1)
Grevistas decidiram pelo fim do movimento em
assembleia realizada no Centro do Recife
(Foto: Débora Soares/G1)
A comissão independente de policiais e bombeiros militares decidiu encerrar a greve da Polícia Militar, na noite da quinta, em assembleia no Centro do Recife. A reunião foi tumultuada e os líderes do movimento chegaram a ser vaiados por quem queria continuar com a paralisação. Três itens foram acordado com o governo: a reestruturação do Hospital da PM, implantação da gratificação por risco de vida no salário-base e a aprovação, até julho, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), de promoções para os praças.
A categoria, que iniciou o movimento na noite de terça (13), também cobrava aumento de 30% a 50%, dependendo da patente. No entanto, recuou da exigência. Após a paralisação ter sido decretada ilegal pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez, afirmou que o canal de diálogo e negociação com os PMs havia sido encerrado.
Saques e depredações
Soldados do Exército prendem suspeito de arrastões em Olinda (Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem)
Soldados do Exército prendem suspeito de arrastões em Olinda (Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem)