segunda-feira, 16 de abril de 2018

Jovem é suspeito de matar irmão a golpes de facão em Vertentes



Suposto criminoso ainda teria assassinado a irmã e tentado matar o pai anos atrás.

Por G1 Caruaru

Um pedreiro de 25 anos foi assassinado a golpes de facão na noite do sábado (14) em Vertentes, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Civil, o principal suspeito de ter cometido o crime é o irmão da vítima.


Segundo a polícia, o suposto criminoso ainda teria assassinado a irmã e tentado matar o pai anos atrás. A motivação dos crimes são desconhecidas.

O caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil do município. Até a publicação desta matéria, o suspeito não foi localizado.

Mototaxista é assassinado após briga em bar de Lajedo, no Agreste



Uma mulher de 32 anos que também estava no bar foi vítima de bala perdida. Ela foi socorrida para um hospital em Garanhuns.


JC Online



   O caso será investigado pela delegacia de Lajedo

Um mototaxista de 33 anos foi assassinado a tiros após uma briga dentro de um bar em Lajedo, no Agreste do Estado, nesse domingo (15). Na ocorrência, uma mulher que também estava no local foi atingida de raspão.


Testemunhas informaram à Polícia Militar que o crime foi cometido após três homens que estavam bebendo iniciarem uma briga com a vítima, identificada como Adilson Ferreira. O mototaxista tentou correr, mas foi atingido por dois disparos efetuados por um dos homens e não resistiu.


Uma mulher de 32 anos que também estava no bar acabou sendo atingida por um tiro de raspão no antebraço. Ela foi levada para um hospital em Garanhuns, no Agreste do Estado, mas já recebeu alta após ser medicada.


O suspeito do homicídio conseguiu fugir e ainda não foi localizado. O corpo de Adilson Ferreira foi recolhido pelo Instituto de Medicina Legal (IML).


Pastor do Ibura também foi denunciado por abusos antigos, diz polícia



Mais duas mulheres afirmaram que teriam sido abusadas pelo pastor quando eram menores de idade


JC Online



   O pastor está preso no Centro de Observação e Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, desde sexta-feira (13)

Duas mulheres denunciaram o pastor de 52 anos, preso na sexta-feira (13), no Ibura, zona sul do Recife. As mulheres procuraram o Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA) e afirmaram que teriam sido abusadas pelo acusado quando eram menores de idade. Estas novas denúncias aumentam o número de casos investigados contra o religioso.


No final de março, o pastor, que atua como representante evangélico há 20 anos, já havia sido apontado como autor de abusos sexuais contra pelo menos sete crianças com idades entre seis a 10 anos. De acordo com informações do delegado titular da DPCA, Darlson Macedo, o homem se aproveitava das menores durante atividades relacionadas a Igreja Pentecostal Shalom, no qual era fundador.


Durante coletiva a imprensa nesta segunda-feira (16), o delegado afirmou que em uma de suas investidas, o pastor levava as crianças para a praia e praticava os abusos com elas dentro do mar, se aproveitando da baixa estatura e colocando as vítimas em seu colo. O religioso nega todas as acusações e diz ser vítima de vingança.


O pastor está preso no Centro de Observação e Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, desde sexta-feira (13). A igreja , também localizada no Ibura, foi fechada após as denúncias.


Relembre o caso


Outra mãe também relatou que a filha mais velha dela viu o homem violentando uma das vítimas duas vezes.


A suspeita foi levantada após uma das meninas contar para a mãe o abuso que havia sofrido. A queixa foi registrada no Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA).


Após a primeira denúncia, outras crianças também admitiram que tinham sido vítimas do pastor, e sofriam ameaças caso revelassem para alguém. No boletim de ocorrência foi mencionado um notebook que, segundo o tio de uma das vítimas, teria vídeos pornográficos de adolescentes


MTST ocupa tríplex em Guarujá: 'Se é do Lula é nosso. Se não é por que prendeu?'



Apartamento pertencente à construtora OAS é pivô do processo que levou a prisão do ex-presidente


por Redação RBA 


Fachada do edifício Solaris, em Guarujá, pivô do processo que a Lava Jato tomou como razão para prender Lula

São Paulo – O Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) ocupou na manhã desta segunda-feira (16) o tríplex em Guarujá, litoral sul paulista, atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O imóvel é objeto de leilão para efeito de quitação de dívidas da OAS, o que comprova a sua posse pela empreiteira.

No ato da ocupação, o MTST manda recados para o sistema judiciário, que forçou a denúncia como forma de associar Lula a atos de corrupção na Petrobras – único meio de o processo ficar a cargo do juiz Sérgio Moro. "Se é do Lula é nosso. Se não é por que prendeu?

Em manifestações, Lula já havia sugerido ao MTST que ocupasse o imóvel. O líder do movimento e pré-candidato do Psol à Presidência da República Guilherme Boulos, tem sido um defensor da liberdade de Lula e de seu direito de disputar a eleição.

Segundo Boulos, a condenação do ex-presidente ocorreu sem provas e é fruto de um processo "viciado", conduzido a partir de uma culpa já pré-estabelecida. "A condenação do Lula, na semana passada, pelo Sérgio Moro, na medida em que foi uma condenação sem provas, na medida em que, desde o princípio, o processo foi conduzido com presunção de culpa, de maneira viciada, foi uma condenação política, e não jurídica", afirmou.

A própria força-tarefa da Operação Lava Jato admite não ter conseguido comprovara posse ou uso da unidade pelo ex-presidente. A base da denúncia tem é um testemunho premiado do dono da construtura, Léo Pinheiro, que chegou a mudar depoimento – depois de ter negado num primeiro momento – associação de Lula ao tríplex. Pinheiro aceito acordo com o Ministério Público com objetivo de amenizar sua punição por prática de corrupção. A condenação decretada por Moro acabou levando em conta "atos de ofício indeterminados" e a convicção do procurado Deltan Dallagnol.

processo deixou perplexo o meio acadêmico e jurídico pela inconsistência e pelo cerceamento do direito de defesa. 

Em breve, mais informações

A luta pelo acervo tricolor de Bacalhau



Ex-esposa de Bacalhau, torcedor-símbolo do Santa Cruz, deseja criar museu com o patrimônio dele, que está internado há seis meses e sofre de Alzheimer


por Marília Parente 


Dôra cuida de Bacalhau em tempo integral e deseja que seus pertences sejam expostosChico Peixoto/LeiajaImagens

Jairo Mariano da Silva, 75 anos, tornou-se um personagem folclórico do futebol pernambucano, em que é melhor conhecido pela alcunha de “Bacalhau”, celebrado por suas aventuras improváveis para acompanhar os jogos do Santa Cruz. Entre os feitos, saiu de sua terra natal no Agreste pernambucano rumo ao Recife de bicicleta. Apesar das fotografias e da casa sempre lotada de admiradores, Jairo, de repente, sentiu-se sozinho. “Eu não sei dizer o porquê, quem tem depressão nunca sabe. Ele foi internado e se recusa a comer. Além disso, há oito meses ele sofre de Alzheimer”, conta a ex-esposa de Bacalhua, Maria dos Santos, conhecida como Dôra, que batalha para que o acervo do amigo ganhe um espaço fixo para exposição.


Apesar de separada de Jairo, Dôra se viu obrigada a incluí-lo em seu plano de saúde, como dependente, para mantê-lo internado na Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns, cidade natal do torcedor tricolor. Além disso, ela diz que arca com todos os custos adicionais do tratamento. “Talvez ele já tivesse morrido se dependesse do sistema público de saúde. Muita gente diz que não faria o que faço. Se eu não fizer algo, quem vai fazer?”, lamenta.


Reprodução/Arquivo pessoal

No hospital, faça chuva ou faça sol, noite ou dia, Dôra e um dos quatro filhos costumam ser as únicas companhias de Jairo, cada dia mais distante do personagem que o tornou conhecido e sempre rodeado de gente. “Nem o pessoal da cidade vai visitar. Ele chama familiares que já morreram e lembra do nome dos filhos, mas não consegue reconhê-los”, lamenta Dôra.

Os oito meses de alzheimer, contudo, ainda não conseguiram roubar de Jairo sua maior paixão. “Ele pergunta: ‘o Santa vai jogar hoje?’. Em outros momentos, fica falando sozinho, deitado na cama: ‘Bora, bora, rapaz, se não a gente vai perder o carro’, como se lembrasse do costume que tinha de ir aos jogos”, conta Dôra. Irreconhecível se comparado ao homem gordinho, sempre sorridente, de dentes, unhas e cabelos tingidos de vermelho, branco e preto, Jairo está magro e bastante envelhecido, alimentando-se por sondas. “Ela recusava a comida e não bebia água. Agora até que ele está comendo alguma coisa, como banana e bolacha. Até mamadeira eu comprei, para dar iogurte”, completa.

Incurável, o Alzheimer se agrava impiedosamente com o tempo e impede que Jairo cuide de si mesmo. Cabe à sua fiel amiga a dupla missão de batalhar para que ele receba o tratamento adequado e para que suas memórias, que escapam-lhe aos poucos, sejam, de alguma forma, preservadas. Dôra acredita que isso é possível reunindo suas fotografias e objetos pessoais curiosos, tornando-lhes um acervo de um pequeno museu dedicado à história de um dos maiores torcedores do tricolor pernambucano. “Eu gostaria de fazer um museu, mas estou quase acabando com essa ideia, porque ninguém vai querer fazer isso. Não tenho dinheiro para fazer isso e até agora o Santa Cruz não se interessou, nem a prefeitura. Não tenho ajuda de ninguém, pelo menos para fazer um cantinho para eu deixar as coisas dele”, explica. 

Casa em más condições

Portas quebradas, falhas no sistema elétrico e pinturas esmaecidas. Vazia por praticamente seis meses, a casa de Bacalhau, integralmente pintada com as cores do Santa Cruz, incluindo os móveis, também se desfigura com o passar do tempo. De ponto turístico de Garanhuns, onde o torcedor-símbolo recebia visitantes de todas as regiões do país, atraídos pela inusitada decoração, à ruína, a habitação cede às intempéries, sem manutenção. “Bacalhau chegou a colocar um livro de visitas na porta da casa, para as pessoas assinarem o nome, de onde eram e o time para o qual torciam”, recorda Dôra.

Além das más condições, a estrutura da casa dificulta um possível retorno de seu dono. “Bacalhau fez as camas e prateleiras da casa de cimento. O tempo passou tão rápido que daqui a pouco completa um ano de internação dele. Em algum momento a gente vai precisar fazer um home care, mas como? Para isso, a gente teria que ter um quarto espaçoso, colocar cerâmica e ar-condicionado”, explica Dôra. A solução poderia estar em um quartinho nos fundos da casa. “Não acho certo ele ser o dono e morar nos fundos, mas seria o jeito. Só que teria que ser reformado todo o espaço, feito um banheiro e uma rampa de acesso e não tenho condições financeiras para isso, no momento”, reclama Dôra. 

Assim, é impensável utilizar o espaço como museu. “Meu filho mora lá, não tem como receber ninguém no momento, até pelo estado da casa. Estou pensando em me desfazer das coisas de Bacalhau, porque é muita coisa que tem lá, tudo se acabando”, lamenta Dôra.

A assessoria de imprensa do Santa Cruz informou que o clube não tinha conhecimento do desejo de Dôra de transformar o patrimônio de Bacalhau em um memorial. Até o fechamento desta reportagem, o clube não divulgou se pretende ou não ajudar de alguma forma em prol do possível museu. Em 2016, no entanto, o clube tricolor realizou uma campanha para ajudar no processo de recuperação de Bacalhau

Banhista atacado por tubarão no Grande Recife sabia do risco, diz amigo



Pablo Diego segue internado em estado grave. Período chuvoso é mais propenso a ataques como de domingo (15), na Praia de Piedade, em Jaboatão.

Por Bianka Carvalho e Bruno Grubertt, TV Globo


Bombeiros reforçam alerta sobre áreas de ataque de tubarão após acidente em Jaboatão

O banhista potiguar atacado por um tubarão no domingo (15), na Praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, Grande Recife, veio em busca de emprego em Pernambuco e, de acordo com amigos, foi avisado dos riscos de mergulhar na área, especialmente com o tempo chuvoso. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a época chuvosa, especialmente no segundo trimestre do ano, é um dos períodos que mais propiciam a incidência dos ataques.(Veja vídeo acima)

Pablo Diego Inácio de Melo, 34 anos, estava em Pernambuco desde janeiro deste ano. No domingo, ele passou por cerca de quatro horas de cirurgia para amputação da perna direita. Segundo o hospital, ele segue internado em estado grave nesta segunda-feira (16), respirando com a ajuda de aparelhos e sendo medicado com drogas vasoativas.

Diego, como é chamado pelos amigos, decidiu ir à praia com outros dois colegas, mesmo com o tempo chuvoso. "Foi a segunda vez que ele foi à praia aqui. O pessoal que estava com ele conhecia a situação, avisou. Ele estava ciente do risco, de que não deveria ir para muito fundo. Também havia placas dizendo que era área de risco, principalmente porque a maré estava cheia", disse o microempreendedor Leandro do Nascimento, amigo da vítima.

Ataque de tubarão, no Recife, deixa banhista em estado grave

Chefe de comunicação do Corpo de Bombeiros, o major Aldo Silva explicou que, em períodos em que há maior propensão aos ataques de tubarão, é preciso dobrar a atenção e seguir dicas de segurança. Nos locais sinalizados com placas que informam sobre os riscos de ataques, a população deve evitar o banho de mar.

"A incidência é bastante alta neste período, porque a água está turva e o tempo está nublado. Mesmo que, com o passar do dia, fique ensolarado, não dá tempo de ficar com a transparência natural. O tubarão tem uma visão turva por natureza. Não por acaso, na época em que o surf era permitido nesta área, eles confundiam muito surfistas com as tartarugas, que fazem parte da cadeia alimentar deles", disse Major Aldo.

Ainda segundo os Bombeiros, além dos fatores ambientais, a ação humana também pode atrair os animais.

"Água no umbigo é sinal de perigo, tanto para possíveis afogamentos quanto outros incidentes. Já tivemos acidentes com tubarões com água abaixo do joelho. Por exemplo, uma mulher que foi urinar, pensando que estava segura, mas a urina atrai o tubarão, assim como o sangue. Materiais cintilantes, como anéis e relógios, também são fator de risco".

Homem foi atacado por tubarão na Praia de Piedade, no Grande Recife (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

O ataque

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o chamado para socorrer Pablo Diego foi feito às 14h38. O incidente aconteceu na altura da Igrejinha de Piedade. Depois dos primeiros socorros feitos por duas equipes de bombeiros, a vítima foi levada de helicóptero ao Hospital da Restauração, onde teve a perna direita amputada.

O paciente teve ainda o braço direito revascularizado, por causa da extensão da lesão. A revascularização é feita quando as veias e artérias são unidas para restabelecer a circulação sanguínea. O paciente está internado na UTI, respirando com ajuda de aparelhos e usando drogas vasoativas para manter a pressão arterial. O estado dele é considerado gravíssimo.

As informações foram repassadas pela Secretaria de Saúde do Estado (SES) e os procedimentos foram realizados no Hospital da Restauração, no bairro do Derby, área central do Recife, por uma equipe formada por médicos traumatologistas, cirurgiões vasculares e anestesistas. Os cirurgiões ainda trataram de diversos ferimentos nos dois braços.

Vítima de ataque de tubarão foi colocada em helicóptero antes de ser levada a hospital no Recife (Foto: Reprodução/WhatsApp)

De acordo com o oficial de operações do Grupamento Marítimo (GBmar) que participou do atendimento, capitão Arthur Leone, o homem estava numa área sinalizada por placas. Segundo ele, o homem estava com água na altura da cintura e provavelmente foi mordido primeiro na perna, tentou se defender e em seguida foi mordido nos braços.

Dois outros homens que estavam na água junto com Pablo ajudaram a retirá-lo do mar. Ele foi resgatado consciente. O Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit) vai realizar uma análise do caso. No dia 7 de abril de 2018, o Cemit havia atingido a marca de três anos sem incidentes registrados no continente. Os três últimos casos haviam sido registrados em Fernando de Noronha.

Grande Recife recebeu novas placas de alerta contra tubarões em 2016 (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)

Reforço nos avisos de área perigosa

Em 2016, o Cemit iniciou a instalação de 110 novas placas de alerta aos ataques de tubarão na orla da Região Metropolitana do Recife (RMR). Os equipamentos foram instalados no trecho de Olinda até a Praia de Itapuama, no Cabo de Santo Agostinho, também no Grande Recife, para substituir placas deterioradas ou extraviadas.

Casos recentes

Em janeiro de 2018, um surfista de 20 anos foi ferido por um tubarão no arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco. O jovem, natural da Bahia, surfava na Praia da Conceição no final da tarde de 12 de janeiro quando caiu da prancha e foi mordido. Encaminhado a uma unidade de saúde, o jovem teve alta no mesmo dia por se tratar de um ferimento leve.

Em dezembro de 2015, um turista do Paraná foi atacado por um tubarão na Praia do Sueste, também em Fernando de Noronha. O homem estava mergulhando no momento do ataque e teve a mão e parte do braço amputados. Segundo o International Shark Attack File (Arquivo Internacional de Ataques de Tubarão, em inglês) da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, esse foi o único caso de ataque de tubarão verificado no Brasil em 2015.

Em 2013, uma jovem de 18 anos, de São Paulo, foi atacada por um tubarão na Praia de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Atacada em 22 de julho, ela faleceu no dia seguinte, após ter sido internada no Hospital da Restauração.

Contagem oficial de casos

Em Pernambuco, a contagem começou a ser feita pelo Cemit há 26 anos, quando os casos passaram a ser mais recorrentes no estado. Desde 1992, 24 pessoas morreram vítimas de tubarões no litoral pernambucano. No mesmo período, o órgão registrou 62 incidentes, termo utilizado para enquadrar ocorrências envolvendo seres humanos e tubarões.

Segundo o Cemit, a ocorrência registrada no domingo (15) ainda não faz parte da contagem pois precisa ser estudada, como é de praxe

Cadastro de presos, em Pernambuco, deve ser realizado até 10 de maio

Juiz Júlio Ferreira de Andrade, à direita do desembargador-presidente Adalberto de Oliveira Melo

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) adota medidas para o cadastramento de todos os presos do Estado no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP 2.0) até 10 de maio. Depois de treinamentos realizados em março, no Recife, para aproximadamente 190 juízes e 60 servidores, e em comarcadas do Interior, o Judiciário vai formar grupos de trabalho, aumentar o número de equipes envolvidas no projeto e instalar uma central de operação temporária para agilização do cadastro. 

As iniciativas foram alinhadas em reunião no Palácio da Justiça, no Recife, em 11 de abril, na presença do desembargador-presidente Adalberto de Oliveira Melo e do secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça, juiz Júlio Ferreira de Andrade. O cadastro no BNMP 2.0, medida voltada a garantir a segurança dos dados sobre a população carcerária brasileira, segue determinação da presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, e é prioridade para a gestão neste primeiro semestre.

“O presidente foi muito receptivo e demonstrou disposição na implantação do BNMP”, declarou o secretário-geral Júlio Ferreira de Andrade. “O Tribunal de Pernambuco reconhece a relevância do cadastro nessa nova versão. Dificuldades para implantação existem, especialmente pela mobilização de pessoal sem prejuízo no atendimento à população, mas estamos confiantes e trabalhando para a entrega do cadastro até maio”, afirmou o presidente do TJPE, desembargador Adalberto de Oliveira Melo.

Integrantes do TJPE e do CNJ reunidos no Palácio da Justiça

O encontro contou com a presença do supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), desembargador Mauro Alencar; do assessor da Presidência, juiz Silvio Romero; da assessora da Corregedoria, juíza Sônia Stanford; e do juiz Honório Gomes. Também participaram servidores da Presidência, da Diretoria Geral, da Secretaria de Gestão de Pessoas e da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação do TJPE.

Até a reunião com o secretário-geral, 5% das informações dos presos em Pernambuco haviam sido cadastradas no BNMP 2.0. De acordo com o Geopresídios, sistema de informações do CNJ, há cerca de 29 mil pessoas no sistema penitenciário do Estado, seja em unidades prisionais, penitenciárias, cadeias ou hospitais de custódia.
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Texto: Francisco Shimada | Ascom TJPE
Fotos: Assis Lima | Ascom TJPE

Teto de varanda desaba e mata jovem de 17 anos em Alagoinha



Foto: Reprodução/Instagran

Uma jovem de 17 anos morreu após ser atingida pelo teto de uma varanda na zona rural de Alagoinha, Agreste pernambucano. Júlia Inácio balançava em uma rede com outras duas pessoas quando ocorreu o acidente, no sábado (14).


A jovem foi socorrida para uma unidade de saúde local e transferida para o Hospital Lídio Paraíba, em Pesqueira, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com testemunhas, Júlia e as outras pessoas foram para a rede após o almoço, mas a estrutura não suportou o peso e cedeu.