A Medida Provisória explicita as mudanças na estrutura dos ministérios, incluindo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, comandado pela pastora Damares Alves
Por: Emannuel Bento - Diario de Pernambuco
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
A Medida Provisória de nº 870/19, assinada por Jair Bolsonaro (SPL) nesta terça-feira (1), retirou a população LGBT da lista de políticas e diretrizes destinadas à promoção dos Direitos Humanos. A MP explicita as mudanças na estrutura dos ministérios, incluindo o novo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, comandado pela pastora Damares Alves. A edição foi publicada no Diário Oficial da União ainda nesta terça (clique aqui para conferir na íntegra).
Dentre as políticas e diretrizes destinadas à promoção dos direitos humanos estão incluídos explicitamente as "mulheres, criança e adolescente, juventude, idoso, pessoa com deficiência, população negra, minorias étnicas e sociais e Índio". As pessoas LGBT, que antes eram citadas nas estruturas de Ministérios e Secretarias Especiais da Presidência, foram excluídas.
Na estrutura do novo ministério existem seis secretarias nacionais: Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres; Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente; Secretaria Nacional da Juventude; Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial; Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa.
Antes, a pauta LGBT estava com status de diretoria e era submetida a Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos. Caso essa pauta possua alguma estrutura de gestão ou seja trabalhada pela gestão nacional, estará provavelmente sob a tutela das seguintes secretarias: Secretaria Nacional de Proteção Global e Secretaria Nacional da Família.
O Conselho Nacional de Combate a Discriminação continua, mas de acordo com o decreto tem a função de formular e propor diretrizes de ação governamental. A execução de ações para a população LGBT depende de pastas especificas que ainda não foram detalhadas.
Chegou na redação desse blog a informação que ex-primeira dama do município de Terezinha, Valquíria Martins, esposa de Alexandre Martins, ex-prefeito, foi encontrada morta em seu quarto no apartamento que estava morando com o esposo, localizado na rua Dr. Manoel Borba, centro de Bom Conselho. O corpo ainda está no local. Alexandre Martins e Valquíria Martins, estão morando em Bom Conselho desde a morte do filho Andrey Martins, ocorrida em fevereiro de 2018. O casal vinha se sustentando com a perda do filho a base de remédio, apoio da família e muita oração. Agora, vem esse abalo a família Martins da cidade de Terezinha. Somente o IC irá dizer o motivo da causa da morte, mas há uma suspeita de suicídio por uso de medicamentos. Valquíria Martins é a loira do lado direito da foto / Com informações do Blog do Cláudio André O Poeta.

Reserva de silagem que agricultor guardava já está chegando ao fim — Foto: Reprodução/TV Gazeta
