quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Homicídio em Santa Cruz do Capibaribe

MULHER FOI ASSASSINADA NA PERIFERIA DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE




O bairro Santo Agostinho foi palco para um crime de morte, na manhã desta quarta-feira (30), em Santa Cruz do Capibaribe. A vítima, Maria Aline da Silva Santos,  já foi presa na companhia de outros dois jovens, com drogas e arma de fogo.

A vítima tinha 24 anos de idade e residia no bairro Dona Dom, no mesmo município. O rosto da Aline estava coberto e próximo ao corpo foi localizado uma toalha de banho. Nas proximidades do corpo foi encontrado munições de calibres não divulgados.

Segundo informações de populares, ela foi levada ao local e então assassinada. A autoria e motivação do crime ainda são desconhecidos. Em uma das mãos da vítima, foi possível enxergar alguns números semelhantes a contas; somados, os números resultam em R$ 46,930. A polícia investigará o caso.
Bom dia!

Quinta-feira, 31 de outubro de 2019. Hoje é Dia de Santo Afonso Rodrigues, da Dona de Casa, do Comissário de Voo e Dia das Bruxas. Vivemos a Primavera brasileira.

Na história:

Em 1904, era criada a Lei da vacina contra a varíola no Brasil.

Em 1984, a Volkswagen anunciava a produção do último Fusca, o de número 3.321.251.

Em 1996, acidente com avião da TAM, perto do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, destruía 22 casas e matava 99 pessoas.

Em 2002, Suzane Von Richthofen matava em São Paulo, com golpes de barra de ferro, os pais enquanto dormiam. Os crimes foram cometidos pelos irmãos Cravinhos, um deles namorado de Suzane.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Derrota de Bolsonaro: Bivar recebe aval para expulsar bolsonaristas do PSL


Do Radar

A Justiça do Distrito Federal retirou nesta quarta a liminar que travava os processos de expulsão dos deputados da ala bolsonarista do PSL.

A decisão é de Alex da Costa, da 6ª Vara Cível de Brasília, o mesmo juiz que mandou o partido interromper os procedimentos por não ter notificado os parlamentares com antecedência.

Nova mancha de 55 km pode mostrar origem do óleo no NE


Imagens de satélite levantam hipótese de que chegada de grande quantidade de petróleo à costa nordestina pode ter sido causada por grande vazamento em minas de exploração abaixo do oceano e pode ser oriundo da região do Pré-Sal

outubro 30, 2019 às 10:17 - Por: Redação OP9

O registro mostra um enorme vazamento de óleo, em formato meia lua, com 55 km de extensão e 6 km de largura, a uma distância de 54 km da costa do Nordeste, no sul da Bahia, nas proximidades dos municípios de Itamaraju e Prado. Foto: Lapis/Divulgação

O registro mostra um enorme vazamento de óleo, em formato meia lua, com 55 km de extensão e 6 km de largura, a uma distância de 54 km da costa do Nordeste, no sul da Bahia, nas proximidades dos municípios de Itamaraju e Prado. Foto: Lapis/Divulgação

O Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis), vinculado à Universidade Federal de Alagoas (Ufal), captou imagens de satélite que podem ser capazes de explicar a misteriosa origem das manchas de óleo no litoral nordestino. De acordo com as análises dos pesquisadores, o petróleo que tem chegado á costa, causando o maior desastre ambiental já registrado na região, pode ser oriundo de um vazamento de uma mina no subsolo oceânico. A hipótese contraria a conclusão divulgada pela Marinha de que o material vem de centros de extração na Venezuela e seria resultado de um vazamento em um navio de carga.

O registro do satélite mostra um enorme vazamento de óleo em formato meia lua, com 55 quilômetros de extensão e seis de largura, localizado a uma distância de 54 quilômetros da costa do Nordeste, no sul da Bahia, nas proximidades dos municípios de Itamaraju e Prado. A área ocupada pela da mancha de cerca de 300 km², equivale ao tamanho da cidade de Belo Horizonte.

O vazamento foi identificado pelo meteorologista, pesquisador e professor da Ufal Humberto Barbosa. “Pela primeira vez, encontramos um assinatura espacial diferenciada que mostra que a origem do vazamento pode estar ocorrendo abaixo da superfície do mar. Com isso, levantamos a hipótese de que a poluição pode ter sido causada por um grande vazamento em minas de petróleo ou, pela sua localização, pode ter ocorrido até mesmo na região do Pré-Sal”, alerta ele.

Infográfico mostra como ocorre o processo de fragmentação do óleo no mar. Foto: Lapis/Divulgação

Infográfico mostra como ocorre o processo de fragmentação do óleo no mar. Foto: Lapis/Divulgação

Humberto afirma que a descoberta precisa ser acompanhada por outros especialistas e entidades, como  a Marinha. “As imagens não são contínuas. O satélite leva seis dias para retornar para a mesma faixa e acompanhar a evolução, se há um padrão, se já foi estancado ou continua vazando”. A informação sobre a detecção da mancha foi divulgada em primeira mão pelo Letras Ambientais, plataforma de comunicação dedicada à produção de conteúdo ambiental e sobre sustentabilidade.

Pesquisador defende maior monitoramento do oceano

Humberto já havia encontrado, em análises de imagens registradas nos últimos 60 dias, manchas menores de óleo no mar, a partir de imagens de satélite. Mas como as fotografias feitas anteriormente pelo satélite mostravam o piche já fragmentado, não havia como identificar o padrão nem a origem do vazamento. As imagens foram analisadas retroativamente, desde maio, com dados captados desde a costa do Nordeste brasileiro até o estado do Espírito Santo.

“Essas imagens mostram pequenas quantidades de óleo espalhadas pelo oceano, motivo por que o Brasil precisa estabelecer um monitoramento mais consistente do oceano. Mas a quantidade de petróleo identificada na imagem próximo à costa da Bahia é de uma enorme extensão”, explica Barbosa. Pela localização do óleo, o vazamento aparenta ser bem maior do que um mero derramamento acidental ou proposital de um navio. Pelas conclusões preliminares do pesquisador, trata-se de um vazamento abaixo da superfície do mar, consequência de perfuração de um poço no subsolo do oceano.

A descoberta do Lapis aconteceu na segunda-feira (28). Na manhã de ontem, o laboratório comunicou à Comissão do Senado, responsável pelo acompanhamento da poluição por óleo no Nordeste, a detecção realizada a partir de imagens de satélites.

Marinha nega se tratar de óleo

Em nota enviada à imprensa, a Marinha do Brasil declarou que a mancha não é composta por óleo. Segundo a corporação, foram feitas quatro avaliações diferentes para confirmar que o material não é o mesmo que vem aparecendo nas praias do Nordeste. Leia abaixo a nota na íntegra:

“Em relação à possível mancha que estaria avançando pelo mar da Bahia, informamos que não se trata de óleo. Foram feitas quatro avaliações para confirmar: consulta aos especialistas da ITOF, monitoramento aéreo e por navios na região e por meio de satélite.

É importante frisar que a gravidade, a extensão e o ineditismo desse crime ambiental exigem constante avaliação da estrutura e dos recursos materiais e humanos empregados, no tempo e quantitativo que for necessário”.

Sobrevivente do caso Marielle revelou à polícia briga de vereadora e Carlos Bolsonaro


Carlos e Marielle eram vizinhos de gabinete na Câmara de Vereadores

Marielle Franco foi assassinada em março do ano passado MARIO VASCONCELLOS 


POR GUILHERME AMADO / Isto é

Fernanda Chaves, a assessora que acompanhava Marielle Franco na noite do assassinato e sobreviveu, contou à polícia, em março do ano passado, que a vereadora tivera uma briga pública com Carlos Bolsonaro no começo de seu mandato, em 2017.

O depoimento de Fernanda foi logo após o assassinato.

Carlos e Marielle eram vizinhos de gabinete na Câmara. Segundo Fernanda, ainda em 2017, Carlos, passando pelo corredor, ouviu uma conversa de um assessor de Marielle com uma pesquisadora mexicana. Ao apontar para o gabinete de Carlos, o assessor referiu-se a ele como "fascista". Carlos estava no telefone, mas ouviu e começou a discutir com o funcionário.

"Repete, seu merda. Repete. Você é um merdão, diz na minha cara", gritou Carlos com o funcionário.

O funcionário repetia com calma, e explicava o que havia dito, mas Carlos não ouvia.

Marielle viu a cena e entrou entre os dois. Marielle peitou Carlos e ameaçou chamar a segurança.

Conforme mostraram os repórteres Flávio Costa e Bernardo Barbosa, Carlos Bolsonaro depôs à Polícia Civil em 26 de abril do ano passado sobre o incidente.

Desde então, Carlos parou de entrar no mesmo elevador em que estivesse Marielle ou outra assessora negra da vereadora. Segundo antigos assessores da vereadora, Carlos só entrava no elevador quando estavam assessores brancos de Marielle.

A coluna não conseguiu contato com Carlos Bolsonaro.

Carluxo faz investigação paralela e acessa possíveis provas no caso Marielle

A Pergunta é... Se quem não deve não teme, porque tanta preocupação?

Carlos teve acesso aos registros telefônicos do porteiro do condomínio Vivendas da Barra, onde seu pai e Ronnie Lessa são vizinhos

Foto: Reprodução/TV Globo

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) publicou um vídeo em suas redes sociais nesta quarta-feira (30) que mostra os registros telefônicos da portaria do condomínio Vivendas da Barra, onde seu pai e Ronnie Lessa são vizinhos. Carluxo não cita como conseguiu essas possíveis provas no caso de Marielle Franco, mas tais registros deveriam estar sob domínio da Polícia Civil, responsável pelas investigações.

“Nos registros, é mostrado que às 17:13, uma solicitação de entrada foi feita por uma pessoa de nome Elcio PARA A CASA 65. NEM ANTES, NEM DEPOIS DESSA LIGAÇÃO há tentativa de contato com Bolsonaro. ÁUDIO MOSTRA A CONVERSA DO PORTEIRO COM OUTRA PESSOA”, escreveu Carluxo, desesperado com as acusações que apontam para o seu pai.

Se Bolsonaro acionar Moro para PF ouvir porteiro estará sujeito a impeachment


Para o jurista, o fato demonstra, 'primeiro a tentativa de usar a Polícia Federal para fins privados de defesa e, segundo, para obstaculizar a investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro'


Por: Folha

Arquivo Web
Arquivo Web

O jurista e professor de Direito Constitucional da PUC-SP, Pedro Serrano, considera que, se o presidente Jair Bolsonaro insistir em pedir ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, que acione a Policia Federal para ouvir o porteiro que o envolveu no caso da vereadora Marielle Franco (PSol-RJ) ele estará sujeito a impeachment.

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Serrano afirmou, na manhã desta quarta-feira (30), em entrevista exclusiva à Fórum que, ele estaria incorrendo em “crime de responsabilidade, além dos crimes comuns da conduta, o que significa que ele vai estar sujeito a impeachment, isso porque a conduta é grave e dolosa”, afirmou.

“O que me preocupou”, disse Serrano, “foi o fato de Bolsonaro ter declarado hoje (30) que pediria ao Moro que acionasse a Polícia Federal para ouvir o porteiro, porque ele, obviamente, estaria enganado”. Para o jurista, o fato demonstra, “primeiro a tentativa de usar a Polícia Federal para fins privados de defesa e, segundo, para obstaculizar a investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro”.

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Para Serrano, “se ele realmente fizer isso, sair da cogitação e passar a realizar isso, acho que pela primeira vez, desde do começo do mandato, nós vamos ter, plenamente caracterizado, um crime de responsabilidade, além dos crimes comuns da conduta, o que significa que ele vai estar sujeito a impeachment, isso porque a conduta é grave e dolosa”, afirmou.

Pedro Serrano afirmou ainda que a revelação da denúncia do porteiro “não é caso para prisão preventiva. Este é um tipo de instituto que deve ser usado para situações muito radicais”, afirmou.

Entenda o caso

Em visita à Arábia Saudita, Jair Bolsonaro anunciou que vai usar o aparelho do Estado para “afastar o fantasma que querem colocar no meu colo”, sobre o envolvimento dele como “mentor” do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol-RJ). O presidente afirmou que já acionou o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, para tomar depoimento do porteiro que teria envolvido seu nome.

“Estou conversando com o ministro da Justiça para a gente tomar, via PR, um novo depoimento desse porteiro para esclarecer de vez esse fato, de modo que esse fantasma que querem colocar no meu colo como possível mentor da morte de Marielle seja enterrado de vez”, disse Bolsonaro na madrugada desta quarta-feira (30) – no horário de Brasília -, segundo informações da BBC Brasil no Twitter.

Informação exclusiva do Jornal Nacional dá conta de que um dos envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco, morta em 14 de março de 2018, esteve no condomínio do presidente Jair Bolsonaro no dia do homicídio e se registrou como visitante de Bolsonaro. No entanto, o acusado teria visitado o policial militar Ronnie Lessa, apontado como o autor dos disparos que mataram Marielle.

Homicídio em Garanhuns

CHAMARAM PELO NOME: jovem é morto após abrir porta pra assassinos na Massaranduba, em Garanhuns

Um homicídio foi registrado na manhã de hoje (30), no bairro Massaranduba, em Garanhuns, no Agreste.

O caso aconteceu na Rua Professor Soriano Furtado, nas proximidades do Café Cupido. A vítima foi o jovem Willian Gabriel Costa de Souza, de 21 anos de idade.

Segundo apurou nossa equipe, o jovem estava em casa quando elementos em uma moto de cor escura e maiores dados não anotados chegaram, bateram no portão e chamaram Willian pelo nome.

Ao sair para atender, o jovem foi surpreendido pelos algozes que efetuaram cerca de 05 (cinco) disparos, que o atingiram na região da cabeça, costas e braços.

O jovem morreu na hora. Familiares acionaram a Polícia Civil, que por meio do competente delegado Eric Costa, encaminhou a equipe da 22ª Delegacia de Homicídios que iniciou às investigações.

Segundo a Polícia Civil, Willian tinha envolvimento com tráfico de drogas e era investigado pela PC. NA residência foram encontradas diversas aves silvestres, além de porções de maconha.

Uma equipe do IC realizou o levantamento cadavérico e encaminhou o corpo ao IML em Caruaru por meio de uma funerária contratada pela família.