247 - O primeiro-ministro iraquiano em exercício, Adel Abdul-Mahdi, recomendou que tropas dos Estados Unidos saiam do país. Em discurso ao Parlamento, Abdul-Mahdi afirmou que o general iraniano Qasem Soleimani tinha viajado para Bagdá com o objetivo de entregar uma mensagem do Irã à Arábia Saudita sobre uma proposta para diminuir as tensões na região.
Soleimani deveria se encontrar com o primeiro-ministro na manhã em que foi assassinado. As informações foram publicadas no Et Urbs Magna.
A revelação destrói a alegação dos EUA de que eles tomaram “ação defensiva decisiva” para impedir um ataque supostamente orquestrado por Soleimani.
O assassinato pode gerar conflitos de proporções incalculáveis, até porque o Irã disse que não vai mais respeitar limites para o enriquecimento de urânio.
Por sua vez, o Itamaraty afirmou que é preciso combater o terrorismo, numa clara submissão aos Estados Unidos, do governo Donald Trump. A posição de Jair Bolsonaro pode prejudicar o comércio com o Irã, o principal importador de milho do Brasil.
Ana Arraes, mãe de Eduardo Campos, diz que será candidata ao Governo de Pernambuco e escancara racha na família Campos-Arraes
jamildo
A ex-deputada federal pelo PSB e ministra do Tribunal de Contas da União Ana Arraes, filha do ex-governador Miguel Arraes e mãe do ex-governador Eduardo Campos, expôs com todas as letras a cisma que existe hoje na relação entre as famílias Campos-Arraes e entre os socialistas após a morte do filho.
“Ai é um problema dele (se vai gostar ou não). Eu quero saber é quem é mais antigo. Quem tem mais o que mostrar, em termos parlamentares”, afirmou, em entrevista exclusiva ao blog nesta terça-feira.
Quando falava do desejo de cuidar da população, Ana Arraes lembrou um episódio do passado, quando foi abordada por crianças no interior que lhe pediam merenda escolar. Ela disse que foi a Eduardo Campos governador e pediu que instituísse merenda para todos aqueles que estudassem na rede pública e que assim foi feito, ao custo de R$ 5 milhões inicialmente. Neste meio tempo, aproveitou um projeto de lei do ex-presidente Lula, que por esforço seu nas comissões parlamentares chegou a ir ao plenário para virar lei.
João Campos e Ana Arraes no cortejo que levou o corpo de Eduardo Campos ao cemitério de Santo Amaro, no Recife, onde foi enterrado (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Sobre as pretensões da deputada federal Marília Arraes, que também pleiteia o cargo de prefeita do Recife e se apresenta como uma das pré-candidatas, pelo PT, Ana Arraes diz que é um direito dela e que todos tem direito de disputar, mas o nome do ex-governador Arraes não pode ser usado sem critérios. Marília é neta de Miguel Arraes e prima de João Campos.
“Quero dizer que a origem política é minha. Eu sou filha de Arraes, eu sou mãe de Eduardo Campos. O nascedouro é meu!”
Sem citar diretamente João Campos ou Marília Arraes, ela dá a receita para um mandato bem sucedido.
“… é um mandato que ainda não representa nada. Tem que estudar Pernambuco, tem que estudar o Estado inteiro, para adquirir uma personalidade própria. Quando você vai pela primeira vez, não tem ligações, como quando você vai pela segunda vez. É necessário se integrar à população, às suas necessidades e se tonar efetivo e eficaz”, sugeriu. Os dois familiares estão em primeiro mandato.
Ana Arraes evitou fazer alguma avaliação sobre o primeiro mandato do neto, ou se ele estava preparado para ser prefeito do Recife. “Não vou fazer diagnóstico. Tem que perguntar a ele”.
Na conversa informal, Ana Arraes evitou especular sobre as eleições em Olinda, onde Antôno Campos volta a ter o nome especulado para a disputa. Nas eleições passadas, o filho chegou a disputar o cargo pelo PSB, mas não obteve sucesso. “(Antônio Campos) foi traído mesmo, pelo PSB. Mas está cedo (para avaliações) vamos esperar mais um pouquinho”.
“Ela não … (começa a falar, mas corta o próprio pensamento)”, diz inicialmente, antes de recompor a linha de raciocínio.
“O legado de Arraes é tão explicito que, quando Eduardo Campos foi candidato (ao governo do Estado) eu também fui candidata (a deputada federal). Essa parte atual eu não tenho nada a dizer”, afirma em seguida.
Ana Arraes disse que não pretende mais falar e causar polêmica, mas acrescenta que não lhe falta resolução.
“Sou calma, meço o que vou fazer, mas quando eu faço, eu faço com muito zelo”.
O plano de vacinação foi anunciado nesta quarta durante reunião entre autoridades e moradores de condomínio onde morreram os animais
JC Online
Vacinação começa no próximo sábado para os moradores do Clube de Campo Alvorada, e depois vai, gradativamente, se expandir para toda a cidade Foto: Bobby Fabisack/JC Imagem
Moradores do Clube de Campo Alvorada, no bairro de Aldeia, em Camaragibe, no Grande Recife, onde pelo menos 14 saguis foram encontrados mortos no fim de dezembro de 2019, esperam com um misto de tranquilidade e apreensão o resultado do laudo sobre a motivação do óbito dos animais. Na manhã desta quarta-feira (8), os moradores se reuniram com gestores das Secretarias de Saúde do Estado (SES) e de Camaragibe para discutir plano de vacinação contra febre amarela, que pode ter causado a morte dos animais. Vacinação começa no sábado (11).
De acordo com o diretor de Vigilância em Saúde de Camaragibe, Geraldo Vieira, saguis não transmitem a doença, mas os óbitos desses animais também servem de evento sentinela para monitorar a possibilidade de circulação do vírus na região, antes mesmo de humanos adoecerem. Por isso, o Governo de Pernambuco e a Prefeitura de Camaragibe vão vacinar moradores da região onde foram encontrados os animais mortos.
A gerente de Vigilância das Arboviroses, Claudenice Pontes, informou na manhã desta quarta-feira, que a vacinação começa no próximo sábado (11) para os moradores do Clube de Campo Alvorada, e depois vai, gradativamente, se expandir para toda a cidade. As vacinas também já estão sendo aplicadas em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, e Palmares, na Zona da Mata do Estado, após um estudo apontar que estas cidades fazem parte da rota por onde o vírus poderia entrar em Pernambuco.
Entre as hipóteses, também estão possíveis surtos de herpes e infecção por dengue, além de envenenamento. Nessa terça-feira (7) a SES informou que técnicos do Programa Estadual de Controle das Arboviroses estiveram em Aldeia para coletar os animais, com o objetivo de fazer as análises no Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE) para averiguar o que pode ter provocado as mortes.
Para o médico, José Marques Costa, morador do clube há 30 anos, a direção do local tranquilizou os moradores ao acionar rapidamente os órgãos responsáveis por investigar o caso. "Não é comum essa coisa de morrer sagui e tantos assim de uma só vez. Mas ficamos tranquilos porque a direção do clube tomou a providência de acionar os órgãos responsáveis por essa questão no mesmo dia", falou. "Agora, o material dos animais que morreram está sendo pesquisado, então estamos no aguardo para que venha a posição oficial para dizer o que aconteceu", completou.
Já o administrador de empresas Audemaro Ferreira Filho, que mora no Campo Alvorada há oito anos, afirmou estar ansioso pela chegada do laudo que atestará o motivo das mortes do saguis. "Estamos apreensivos esperando o laudo. Vamos aguardar e se for febre amarela, vamos nos vacinar", disse Audemaro, que afirmou ainda não receber orientações do clube ou do Poder Público. "Infelizmente, não temos sido orientados sobre o que fazer, só que devemos aguardar o laudo."
Caso inédito
Apesar de esperaram o resultado da análise de formas diferentes, os dois moradores ressaltam que é preciso ter prudência antes de falar o que pode ter acontecido. E afirmaram que em todo o tempo em que moram no clube nunca houve um episódio semelhante.
"Nesses 30 anos que moro aqui, nunca tivemos conhecimento de algo assim. Mas temos que ser cautelosos e não nos antecipar ao que falam os órgãos de saúde", disse José Marques Costa.
"Isso não costuma acontecer aqui. Moro aqui há 8 anos e nunca vi algo assim, mas vamos aguardar o laudo para ter certeza do que aconteceu", falou também Audemaro Ferreira Filho.
Os moradores explicaram que os saguis costumam andar em bandos e, eventualmente, entram nas residências e levam coisas quando estão com fome. Para o Audemaro, por isso, alguém pode ter envenenado os animais.
"Tem muita gente que não gosta de sagui, porque eles entram nas casas, às vezes pegam coisas. Então alguém pode ter colocado comida envenenada para eles. Como eles andam em bando, de 15 a 20, um comeu e os outros seguiram", falou.
A opinião é semelhante à do médico José Marques Costa, que reafirma a necessidade do laudo para evitar informações falsas. "Sendo médico, eu tenho muito cuidado para não entrar na área dos outros e falar besteira. Mas pelo que foi dito, pode ter sido febre amarela, mas também envenenamento ou até briga entre os animais, que são tribais. Então, eu acho que devemos esperar um pouco pelas autoridades para não haver fake news nessas suposições", pontuou.
Apesar do que pensam os moradores, o diretor de Vigilância em Saúde de Camaragibe, Geraldo Vieira, acredita que a hipótese de envenenamento é a mais fraca entre as que são consideradas pela investigação.
Sem casos
A SES informa que não registra casos autóctones de febre amarela em Pernambuco desde 1938. Ou seja, não há a circulação do vírus da doença no Estado desde então. Destaca-se também que os macacos não transmitem a doença para os humanos, sendo vítimas também do vírus. Importante lembrar, ainda, que Pernambuco realiza, desde 2017, a vigilância em epizootia para monitorar a mortalidade de primatas não humanos, sem óbito relacionado à febre amarela desses animais no Estado.
Quais são os sintomas da febre amarela?
Início súbito de febre
Calafrios
Dor de cabeça intensa
Dores nas costas
Dores no corpo em geral
Náuseas e vômitos
Fadiga e fraqueza
A maioria das pessoas melhora após estes sintomas iniciais. No entanto, cerca de 15% apresentam um breve período de horas a um dia sem sintomas e, então, desenvolvem uma forma mais grave da doença.
A recomendação é que, depois de identificar alguns desses sintomas, a pessoa procure um médico na unidade de saúde mais próxima e informe sobre qualquer viagem para áreas de risco nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas, e se foram observadas mortes de macacos próximo aos lugares visitados, assim como picadas de mosquito.
Na noite da terça-feira 07 de Janeiro de 2020, ocorreu um acidente que matou duas mulheres e um bebê morreram, após a caminhonete em que estavam colidir em um caminhão, na BR-412, em São João do Cariri, Cariri da Paraíba.
Segundo informações, tinha outra criança no veículo e ficou ferida, mas foi socorrida e encaminhada para o Hospital de Trauma de Campina Grande.
A caminhonete colidiu com o caminhão do tipo caçamba. Estavam no veículo um homem, duas mulheres, uma criança e um bebê todos da mesma família. As duas mulheres, que eram mãe e filha, morreram logo após o acidente.
De acordo com o G1, a criança, de 5 anos, e o bebê, de um ano, foram socorridos para o Hospital Geral de Serra Branca. De acordo com a unidade hospitalar, o bebê morreu no hospital. Já a criança foi reanimada e transferida para o Hospital de Trauma de Campina Grande, onde permanece internado na UTI em estado de saúde considerado grave.
Ainda estava no veículo o motorista, que era o pai das crianças e esposo de uma das mulheres. Ele teve apenas ferimentos leves. A Polícia Civil ainda não sabe o que teria causado o acidente e confirmou que as vítimas eram da cidade de Sertânia, Pernambuco.
Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) retomou o seu engajamento nas redes sociais e voltou à carga contra a comunicação do Palácio do Planalto
Por: Folhapress
Carlos e Jair BolsonaroFoto: Reprodução/Instagram
Após sua relação com o presidente Jair Bolsonaro ter passado por um abalo no ano passado, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) retomou o seu engajamento nas redes sociais e voltou à carga contra a comunicação do Palácio do Planalto.
Crítico desde o início do governo à condução dos canais institucionais da Presidência da República, ele tornou a divulgar realizações da gestão federal e a fazer reparo público sobre a postura da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), comandada pelo publicitário Fabio Wajngarten.
O empenho do vereador ocorreu após ele ter ficado quase um mês ausente das redes sociais. Segundo assessores presidenciais, Carlos submergiu depois de ter protagonizado um desentendimento com Bolsonaro, que se irritou após o filho ter publicado na conta oficial do pai manifestação favorável à prisão após condenação em segunda instância.
Na época, o presidente queria evitar o assunto na esfera pública para não se indispor com o STF (Supremo Tribunal Federal), que analisava a questão e decidiu por rejeitar a possibilidade.
Segundo relato feito à Folha, após o episódio, Bolsonaro pediu ao filho que desse menos opiniões nas redes sociais.
A ausência de Carlos ocorreu no mesmo período em que a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) das Fake News intensificou a coleta de depoimentos de ex-aliados do presidente, entre eles a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP).
Segundo a parlamentar paulista, que já entrou em diversos atritos com Carlos e os filhos de Bolsonaro nas redes sociais, o vereador tentou montar uma espécie de rede de espionagem no Palácio do Planalto. Isso incluiria grampos e dossiês.
Nas palavras de um aliado do presidente, após o desentendimento com o pai, Carlos chegou a ficar cerca de 45 dias sem falar com Bolsonaro. O mesmo interlocutor relatou que o episódio deprimiu o presidente e que ambos decidiram fazer as pazes no fim do ano passado. Eles, porém, não passaram o Natal juntos.
Bolsonaro ficou em Brasília e viajou para a base naval de Aratu, em Salvador. Carlos comemorou a festividade com o irmão e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Eles postaram fotos nas redes sociais. O senador Flavio Bolsonaro (sem partido-RJ) não aparece em foto da família.
A avaliação do núcleo moderado do governo federal, formado por integrantes da cúpula militar e da equipe econômica, é que, em sua volta às redes sociais, o vereador iniciou uma tentativa de retomar a sua influência sobre o governo.
A sua primeira ofensiva foi sobre a comunicação institucional, a quem se referiu em dezembro como uma "bela de uma porcaria". A estrutura de comunicação do Palácio do Planalto é subordinada à Secretaria de Governo, comandada atualmente pelo general Luiz Eduardo Ramos.
O antecessor do ministro, o também general Carlos Santos Cruz, foi exonerado do cargo justamente após ter protagonizado um desentendimento com Carlos. Hoje, ele se tornou uma das principais vozes críticas à atual gestão.
"Se eu fosse comunicação do governo, o que sempre foi uma bela de uma porcaria, só neste vídeo trabalharia umas cinco mensagens facilmente", escreveu Carlos, referindo-se a uma das entrevistas diárias de Bolsonaro na entrada do Palácio do Alvorada.
No dia seguinte, em outra mensagem, ele escreveu que não é nem quer ser da "comunicação presidencial". A crítica do filho do presidente ficou sem resposta do Palácio do Planalto, que preferiu ignorá-la.
A postura também foi adotada por outros ministros atacados anteriormente por Carlos, em uma tentativa de não se indispor com Bolsonaro. Neste início de ano, a rede social do filho do presidente foi preenchida por informações sobre medidas adotadas pela gestão federal.
Nesta terça-feira (7), inclusive, a conta oficial do Ministério da Saúde compartilhou mensagem de Carlos sobre o repasse de recursos a hospitais do país para a realização de cirurgias eletivas.
Apesar de Carlos ter submergido durante quase um mês, o chamado "gabinete da raiva", que é tutelado pelo filho do presidente, continuou agindo no Palácio do Planalto.
O bunker ideológico é formado por três auxiliares presidenciais que mantêm viva a militância digital.
Carlos foi responsável pela estratégia de comunicação online que ajudou a eleger o pai. Mesmo após a vitória de Bolsonaro, o vereador continuou tendo acesso às redes sociais do presidente.
O filho 02 é o mais agressivo dos filhos de Bolsonaro nas redes sociais –por lá, costuma rechaçar a imprensa, criticar adversários e desautorizar aliados do pai.
O implante serviria para impedir que ela se perdesse dentro da casa dele
NE10 INTERIOR
Por Antonio Virginio Neto
Implante serviria para evitar que ela se perdesse dele (Foto: Reprodução)
Conde Chiquinho Scarpa decidiu implantar um chip de GPS no pé de sua namorada, a corretora de imóveis Luana Risério, para encontrá-la onde quer que ela esteja. A tecnologia tem o objetivo de evitar que a mulher se perca dentro da casa dele, um palacete de diversos cômodos avaliado em mais de R$ 63 milhões
Além do chip, implantado sob a pele de Luana, Chiquinho ainda tem acesso a um aplicativo de localização ligado diretamente no celular dela.
De acordo com Chiquinho Scarpa, ele pode passar até um ano sem pisar em alguns dos cômodos de sua casa. Para ele, o implante é justificável também porque Luana já se perdeu dele diversas vezes dentro do palacete.
Nas redes sociais, a notícia causou polêmica e internauta já começam a criar memes e comentários a respeito do acontecimento.
Boeing 737 da Ukraine International Airlines tinha como destino Kiev, na Ucrânia, com 176 pessoas a bordo; não há sobreviventes. Queda aconteceu horas depois de Irã disparar mísseis contra base com tropas americanas no Iraque.
Parte do Boeing 737 que caiu logo após a decolagem em Teerã, no Irã — Foto: Reprodução/Reuters
A imprensa iraniana noticiou a queda de um avião Boeing 737 perto do aeroporto de Teerã, capital do Irã, na manhã de quarta-feira (8, horário local). A queda teria acontecido pouco após a decolagem do aeroporto Imam Khomeini, segundo a agência Isna.
Reza Jafarzadeh, porta-voz da Organização de Aviação Civil do Irã, disse à televisão estatal que havia 167 passageiros e 9 tripulantes. Ainda segundo as autoridades iranianas, não há sobreviventes.
O voo 752 da Ukraine International Airlines partiu com quase uma hora de atraso, às 6h12, e tinha como destino o Aeroporto Internacional Boryspil, em Kiev, na Ucrânia.
O site da emissora do Catar Al-Jazeera, citando a imprensa iraniana, diz que a queda aconteceu perto de Parand, um subúrbio de Teerã.
Em seu perfil no Twitter, a Boeing escreveu que está ciente das notícias sobre o acontecido no Irã e que está coletando mais informações.
Segundo o ministro ucraniano Vadym Prystaiko, no voo havia passageiros de 7 nacionalidades: 82 do Irã, 63 do Canadá, 11 da Ucrânia (9 tripulantes), 10 da Suécia, 4 do Afeganistão, 3 do Reino Unido, e outros 3 da Alemanha.
Equipes de resgate na área onde Boeing 737 caiu em Teerã, no Irã — Foto: Nazanin Tabatabaee/Reuters
Imagem de julho de 2017 mostra Boeing 737 da Ukraine International Airlines, semelhante à aeronave envolvida num desastre perto do Aeroporto de Teerã nesta quarta-feria (8) — Foto: Jack Guez/AFP
Mapa mostra local do desastre com avião ucraniano perto de Teerã — Foto: G1
Uma aeronave ucraniana que fazia um voo comercial saindo de Teerã em direção à Kieve, na Ucrânia, caiu na madrugada desta quarta-feira (08), próximo ao Aeroporto Internacional Imam Khomeini. Segundo informações da Rede Al Jazeera, o Boeing 737, caiu próximo à Parand, na cidade no condado de Robat Karim, província de Teerã , Irã.
Segundo informações da Globo News, o avião apresentou problemas técnicos logo após decolar, por volta das 7h do horário local. A aeronave levava 180 pessoas e a tripulação da companhia aérea Ukraine International Airlines (UIA). Ainda não há informações sobre vítimas.
Um vídeo publicado nas redes sociais mostra o momento exato da queda da aeronave. Nas imagens é possível ver que o objeto explodiu logo após cair no chão.
Esta não é a primeira vez que uma aeronave do mesmo modelo apresenta problemas técnicos. No mês de julho de 2018, outro avião da mesma empresa, que seguia de Kiev à Bangkok precisou realizar um pouso de emergência devido à pane em um dos motores.
De acordo com El Pais, a Boeing, fabricante da aeronave, já havia enfrentado problemas com a suspensão do regulador de aviação civil do 737 MAX, um dos modelos mais vendidos pela empresa. Na últim segunda-feira, o The New York Times publicou uma investigação sobre os riscos de segurança deste modelo, envolvido em dois acidentes de avião na Etiópia e na Indonésia que vitimaram 376 pessoas.