quarta-feira, 13 de maio de 2020

Bem humorado em vídeo, Maciel Júnior deixa UTI e segue para o quarto em recuperação do coronavírus


Comentarista estava internado na UTI desde o dia 23 de abril

CORTESIA
O comentarista Maciel Júnior deixou a UTI na noite desta terça (12) - FOTO: CORTESIA

É muita alegria misturada com emoção! Depois de 21 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Esperança, o comentarista da Rádio Jornal e da TV Jornal, Maciel Júnior, deixou a UTI, na noite desta terça-feira (12), e foi transferido para o quarto, onde vai continuar seu tratamento contra o coronavírus.

Vitorioso, Maciel saiu da UTI e foi aplaudido pelos médicos e, como sempre, bem humorado, o comentarista ainda fez uma 'dancinha' em comemoração e segurou uma placa com os dizeres: "Eu venci a Covid-19. Glória a Deus!!!".

Quando deu entrada no Hospital Esperança, Maciel estava de férias da Rádio Jornal e apresentava uma insuficiência respiratória. Depois de fazer o teste para a covid-19, ele precisou utilizar o oxigênio e foi encaminhado para a UTI. Foi entubado no dia 26 de abril. No dia 6 de maio, quando saiu do coma induzido, o apresentador de 52 anos foi extubado.

Agora, a torcida é para que o nosso 'Best' se recupere e continue levando alegria aos amantes do futebol nas ondas da Rádio Jornal e nas telinhas da TV Jornal.

Confira o vídeo


A fita era para ser, inclusive, destruída, diz Bolsonaro sobre vídeo



O presidente Jair Bolsonaro admitiu que pretendia destruir o vídeo da reunião ministerial anexada ao inquérito sobre a suposta interferência na Polícia Federal.

"A fita era para ser, inclusive, destruída. Não sei por que não foi", declarou o presidente durante coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira (12), na porta do Palácio do Planalto.

A gravação foi apontada pelo ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, como prova contra Bolsonaro.

"Poderia ter falado isso [que a fita foi destruída]? Poderia. Mas jamais eu ia faltar com a verdade. Por isso, resolvi entregar a fita. Se eu tivesse falado que foi destruída, iam fazer o quê? Nada. Não tinha o que falar", afirmou o presidente.

Bolsonaro decide entregar exames de Covid-19 ao STF; AGU diz que deram negativo



Renata Agostini e Gabriela Coelho, da CNN em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro decidiu enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF) o resultado de exames que fez para verificar se estava com Covid-19. A entrega dos documentos foi feita ao ministro Ricardo Lewandowski.

Segundo a Advocacia-geral da União (AGU), eles comprovam que o presidente testou negativo para a doença causada pelo novo coronavírus. 

Bolsonaro vinha se recusando a apresentar os exames, apesar de sustentar que ele nunca foi acometido pela Covid-19. O presidente argumentava que tinha direito a sua privacidade.

Lewandowski é o relator da ação em que o jornal O Estado de S.Paulo pediu que a corte suspenda a decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha, que desobrigou o presidente Jair Bolsonaro de apresentar exames feitos para detectar o coronavírus. 

O jornal recorrerá também ao próprio STJ contra a decisão monocrática de Noronha. O recurso será apreciado por um colegiado de ministros do tribunal. 

Na sexta-feira (8), o ministro João Otávio de Noronha suspendeu decisão do TRF-3 que determinava que a União apresentasse os exames de Jair Bolsonaro para a covid-19. Para o ministro, a Administração Pública não pode ser compelida a apresentar o resultado de exames de saúde de ocupante de cargo público, pois isso extrapola seu âmbito de atuação.

O caso começou quando a 14ª vara Cível Federal de SP determinou que o presidente mostrasse os exames, após pedido do jornal. Ao deferir o pedido em 1º grau, a juíza Federal Ana Lucia Petro Betto considerou que o povo tem direito de ser informado quanto ao estado de saúde do representante eleito. 

A AGU recorreu, o TRF-3 manteve a ordem de 1º grau. Diante disso, a AGU recorreu no STJ, que suspendeu a determinação de expor os exames. O jornal, então, recorreu ao STF.

terça-feira, 12 de maio de 2020

Com relatos de vídeo devastador, parlamentares e Moro pressionam por divulgação


A exibição da gravação da reunião ministerial ocorrida em 22 de abril para pessoas envolvidas na investigação das acusações de Sergio Moro contra Jair Bolsonaro foi o principal assunto político desta terça-feira. Após a sessão de mais de duas horas, as primeiras impressões de quem assistiu ao vídeo foram de que as imagens podem ser devastadoras para o presidente Jair Bolsonaro.

Fontes que tiveram acesso à gravação afirmam que, na reunião, Bolsonaro vinculou a troca do comando na PF do Rio de Janeiro à proteção a seus filhos. Ao Estadão, investigadores disseram que o conteúdo complica “gravemente” a situação do presidente.

O escritório do advogado do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro pediu que o vídeo da reunião ministerial ocorrida em 22 de abril seja divulgado. Segundo nota assinada pelo advogado Rodrigo Sánchez Rios, o vídeo confirma integralmente as declarações de Moro na entrevista coletiva de 24 de abril e no depoimento prestado à Polícia Federal em 2 de maio.

Moro tinha afirmado que o presidente Jair Bolsonaro teria tentado interferir politicamente na Polícia Federal, pedindo, inclusive, troca na Superintendência do órgão no Rio de Janeiro. A suspeita é de que Bolsonaro teria feito esta cobrança a fim de proteger sua família de investigações em curso. Segundo o ex-ministro, a acusação poderia ser corroborada pelo vídeo do encontro ministerial ocorrido na semana em que ele deixou o governo.

“Assistimos hoje ao vídeo da reunião interministerial ocorrida em 22 de abril. O material confirma integralmente as declarações do ex-ministro Sérgio Moro na entrevista coletiva de 24 de abril e no depoimento prestado à PF em 2 de maio. É de extrema relevância e interesse público que a íntegra desse vídeo venha à tona. Ela não possui menção a nenhum tema sensível à segurança nacional”, diz a nota da defesa de Moro.

As primeiras reações ao vídeo geraram uma pressão pela divulgação do material também no Congresso Nacional. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) pediu formalmente o fim do sigilo da gravação.

O deputado Marcelo Freixo (Psol-RJ) também foi ao Supremo com o mesmo objetivo.

O caso

O vídeo foi exibido nesta terça-feira (12) na sede da PF em Brasília, ocasião em que Moro, integrantes do governo federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR) estiveram presentes.

Caberá ao relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, decidir se o sigilo do vídeo será quebrado. Por enquanto, ele apenas permitiu que as partes envolvidas tivessem acesso ao material, sem possibilidade de cópia ou reprodução.

A Advocacia-Geral da União (AGU) tentou recorrer ao Supremo para que o governo não precisasse divulgar o vídeo, sob a justificativa de que ele conteria temas sensíveis à segurança nacional. O presidente Bolsonaro resiste em divulgar o material. Há rumores de que Bolsonaro e ministros tenham feito críticas ao próprio Supremo, ao Congresso e à China durante a mesma reunião.

Ministros palacianos são ouvidos esta tarde

Esta tarde, os ministros militares que despacham do Palácio do Planalto depõem no âmbito do inquérito instaurado no STF. São ouvidos por investigadores da PF os chefes da Casa Civil, Walter Braga Netto, do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos.

Os três ministros foram listados por Moro como testemunhas de ameaças proferidas pelo presidente contra ele, caso não concordasse com a troca da direção-geral da PF. Segundo Moro, os ministros indicados participaram das reuniões em que o presidente o pressionou a trocar o comando do órgão.

Em novo recorde, Brasil registra 881 mortes por coronavírus nas últimas 24 horas


De ontem para hoje, são 9.258 novos registros de casos confirmados da doença, informações são do Ministério da Saúde

Redação - O Estado de S.Paulo

E um um novo recorde, o Brasil registrou 881 mortes decorrentes do novo coronavírus nas últimas 24 horas e já contabiliza, ao todo, 12.400 vítimas fatais da covid-19, segundo atualização feita pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira, 12. O número de casos confirmados da doença no País saltou de 168.331 para 177.589, um acréscimo de 9.258 egistros entre ontem e hoje. 

Coronavírus no Brasil

Coronavírus no Brasil Foto: Arte sobre foto de Alissa Eckert, MS; Dan Higgins, MAM/CDC/via REUTERS

 

Com essa atualização, o Brasil ultrapassou a Alemanha em número total de casos confirmados da covid-19 e se tornou o 7º país no mundo com mais casos da doença, segundo levantamento da universidade Johns Hopkins. O país europeu contabilizava 173.034 casos confirmados da covid-19 até 17h30 desta terça.

Também de acordo com dados do levantamento da universidade Johns Hopkins atualizados até 17h30, o Brasil é o sexto na lista de países com mais mortes em função do novo coronavírus, e fica atrás apenas de Estados Unidos (81.805), Reino Unido (32.769), Itália (30.911), França (26.994) e Espanha (26.744).

Puxada por Brasil e Estados Unidos, a região das Américas superou a Europa em número de casos de covid-19, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) . Enquanto o continente americano já somava, no início do dia, 1,74 milhão de casos, o velho continente contabilizava 1,73 milhão. 

Para conter a rapidez do avanço do vírus, evitar a sobrecarga do sistema de saúde e poupar vidas, especialistas e autoridades sanitárias recomendam o isolamento social. 

Uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) com o Instituto MDA divulgada hoje mostra que a maior parte da população brasileira aprova as medidas de isolamento social e defende que elas sejam praticadas por todos, mesmo por aqueles que não estão no grupo de risco para o novo coronavírus. 

A pesquisa indica ainda que o governo Jair Bolsonaro perdeu apoio em meio à pandemia. O percentual daqueles que avaliam o governo como ruim ou péssimo subiu de 31% para 43,4% entre janeiro e maio. 

Contrariando autoridades sanitárias, o presidente tem insistido em discursos de flexibilização das medidas de isolamento social. Ontem, sem consultar o ministro da Saúde Nelson Teich Bolsonaro incluiu academias e salões de beleza na lista de serviços essenciais.

COVID 19 - Idoso chegou com sintomas do vírus no HRDM mas não resistiu e foi a óbito



De acordo informações, colhidas pelo Portal um senhor de 70 anos deu entrada no Hospital Regional Dom Moura, na tarde desta terça-feira 12 de maio de 2020, com sintomas graves de COVID-19. Foi encaminhado para o setor de  raio x, mas devido a gravidade com grave dificuldade para respirar,  o paciente não teve sequer  tempo de ir para a ala de moninotoramento e após reanimação ele não resistiu e foi a óbito. A vítima residia no bairro da Cohab l, em Garanhuns,  Agreste de Pernambuco. Foi colhido material para realização do exame logo mais divulgaremos o resultado se positivo ou negativo para COVID-19.

O Hospital já liberou o corpo para sepultamento, que será realizado no Cemitério Parque das Rosas, em Garanhuns.

Garanhuns bate recorde diário e vai a 70 casos de Covid



A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Epidemiológica, informa que foram confirmados, nesta terça-feira (12), 18 novos casos de Covid-19, em Garanhuns. Todos os casos foram confirmados após resultados de testes rápidos, feitos por laboratórios da rede particular do município. As pessoas que testaram positivo para Covid-19 estão em fase de isolamento/tratamento, e permanecem sob o monitoramento da equipe da Secretaria de Saúde. 

Hoje, o município também registrou a recuperação de oito pessoas que não apresentam mais sintomas da doença. Outros sete casos foram descartados para Covid-19, após resultado de testagem laboratorial. 10 casos seguem aguardando resultado de testagem laboratorial, para posterior confirmação ou descarte da Covid-19.


Atualmente Garanhuns tem 70 casos confirmados de Covid-19. Deste total oito pessoas vieram a óbito, 17 estão recuperadas após cumprirem o período de isolamento domiciliar e não apresentarem mais sintomas; e 45 pessoas que foram confirmadas com Covid-19 estão em fase de tratamento e/ou isolamento. Ao todo, 62 casos já foram descartados, após serem submetidos ao exame e obtiverem resultado negativo.

A Secretaria de Saúde reforça o pedido para que a população permaneça em casa! Se for necessário sair, faça o uso de máscara, lembrando também dos cuidados com a higiene. Todos aqueles que não estão envolvidos com os serviços essenciais devem cumprir as medidas de distanciamento social, de acordo com as orientações das autoridades sanitárias.

Em vídeo, Weintraub pede prisão de ministros do STF e Damares, de governadores


O registro da reunião foi exibido nesta terça, 12, a um restrito grupo de pessoas autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello, relator do inquérito sobre suposta tentativa de interferência política do presidente Jair Bolsonaro na PF



(foto: Reprodução/Agencia Brasil)
(foto: Reprodução/Agencia Brasil)
O vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril registra o ministro da Educação Abraham Weintraub dizendo 'que todos tinham que ir para a cadeia, começando pelos ministros do STF' e a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos Damares Alves defendendo a prisão de governadores e prefeitos, indicam fontes que assistiram nesta terça, 12, à peça chave no inquérito sobre suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal.

Também na reunião, Bolsonaro chamou o governador de 
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São Paulo, João Dória, de 'bosta' e pessoas do governo do Rio de Janeiro de 'estrume'.

O registro da reunião foi exibido nesta terça, 12, a um restrito grupo de pessoas autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello, relator do inquérito sobre suposta tentativa de interferência política do presidente Jair Bolsonaro na PF. A exibição foi realizada no Instituto Nacional de Criminalística da corporação em Brasília, 'em ato único' - conforme determinado por Celso de Mello - com participação de Moro, integrantes da Advocacia-Geral da União e procuradores e investigadores que acompanham o caso.

Investigadores avaliam que o conteúdo da gravação 'escancara a preocupação do presidente com um eventual cerco da Polícia Federal a seus filhos' e que Jair Bolsonaro 'justificou a necessidade de trocar o superintendente da corporação no Rio de Janeiro à defesa de seus próprios filhos' alegando que sua família estaria sendo 'perseguida'.


COM A PALAVRA, A MINISTRA DAMARES ALVES


"A ministra Damares Alves, por meio de sua assessoria, disse que pediu a punição de prefeitos e governadores no contexto de desvios de insumos durante a pandemia e violação de direitos, citando como exemplo atos truculentos contra idosos que não respeitarem as regras de isolamento e distanciamento social. Segundo a assessoria, a ouvidoria do ministério tem 8500 denúncias sobre isso"


COM A PALAVRA, O MINISTRO ABRAHAM WEINTRAUB


"Procurada, a assessoria de comunicação do Ministério da Educação informou que Weintraub não vai se manifestar"