A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, terá uma segunda-feira marcada por compromissos que simbolizam três grandes pilares de sua gestão: segurança, participação popular e valorização cultural. O dia começa cedo, às 7h, no Quartel da Polícia Militar, no bairro do Derby, em Recife, onde ela comandará a cerimônia de lançamento operacional de 441 soldados recém-formados. Esses policiais fazem parte do contingente de 2.299 profissionais que passaram por treinamento e agora passam a reforçar a segurança pública, com atuação voltada, especialmente, para a Região Metropolitana. O momento representa uma resposta direta às demandas por mais presença policial nas ruas, atendendo a reivindicações históricas da população.
Logo após o ato na capital, a chefe do Executivo estadual segue para a Zona da Mata Norte, onde dará continuidade ao programa Ouvir para Mudar, desta vez no município de Carpina. O encontro, marcado para as 10h na Escola Técnica Estadual Maria Eduarda Ramos de Barros, será um espaço de escuta e participação da população, que poderá definir as obras e ações prioritárias para o próximo ano. Além disso, o governo apresentará um balanço das iniciativas já implementadas na região, reforçando o compromisso com a transparência e com a construção de políticas públicas a partir do diálogo direto com os pernambucanos.
A tarde será dedicada à cultura, com a abertura oficial da 18ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, às 15h, no tradicional Cinema São Luiz, na Rua da Aurora, em Recife. O evento marca o início de uma programação voltada para a valorização da memória e da identidade cultural do Estado. Um dos pontos altos será a diplomação dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco, reconhecimento que garante não apenas a preservação de saberes e práticas tradicionais, mas também apoio financeiro e institucional para mestres, grupos e guardiões que carregam a história viva do povo pernambucano. A cerimônia reafirma o compromisso do governo em fortalecer o vínculo entre modernidade e tradição, ampliando o espaço da cultura no cotidiano da sociedade.
A agenda da governadora nesta segunda-feira sintetiza a amplitude de áreas em que o governo atua de forma simultânea. Desde a segurança pública, com o reforço de novos policiais, passando pela escuta ativa da população nas regiões do interior, até a celebração das raízes culturais que fazem de Pernambuco um estado singular no cenário nacional. O roteiro mostra uma gestão que busca atender demandas imediatas, sem perder de vista o investimento em processos estruturantes que dialogam com a história, a participação cidadã e o futuro.
Governadora Raquel Lyra tem “comido o pão que o diabo amassou” –
Coincidência ou não, todos os governadores (temidos) que antecederam Raquel tiveram um relacionamento menos conturbado com a Assembleia Legislativa
Por Terezinha Nunes
-“É melhor ser temido do que amado, se não se pode ter as duas coisas” – ensinou Nicolau Maquiavel, o famoso filósofo e historiador italiano em sua obra “O Príncipe” publicada em 1532 e considerada um guia sobre como chegar e se manter no poder. Numa época em que o poder, como foi até recentemente aqui no estado, era coisa quase exclusiva dos homens, talvez até pela necessidade de serem temidos, os governadores que só tiveram a carreira interrompida quando Raquel Lyra se elegeu em 2022, eram conhecidos como “homens de cara fechada”. Após conhecer Jarbas Vasconcelos que fora visitá-lo durante o exílio, Miguel Arraes confessou a Dona Madalena : “esse é mais chato do que eu”. Ambos exibiam gargalhadas ao ouvir piadas ou contar causos políticos mas em 90% do tempo mantinham o semblante carregado.
Coincidência ou não, todos os governadores (temidos) que antecederam Raquel tiveram um relacionamento menos conturbado com a Assembleia Legislativa. Desde que se elegeu em 2022 com o apoio de apenas três deputados, a governadora tem, na linguagem corriqueira, “comido o pão que o diabo amassou”- como se fala popularmente. Na onda da independência legislativa que juntou 30 deputados antes mesmo da posse, ela já começou, ao contrário dos antecessores, sem eleger alguém de sua confiança para a presidência da Alepe. O eleito foi consagrado pelos deputados, sem qualquer vínculo com o Palácio, apesar de colega de partido da governadora. Ela ainda conseguiu fazer a presidência das três principais comissões da casa, respirando melhor nos dois primeiros anos mas, desde o início de 2025, as comissões estão entregues a uma oposição cada vez mais hostil.
Empréstimos emperrados
“Jamais poderíamos imaginar que pedidos de empréstimo de governadores gerassem problemas em Pernambuco. A Assembleia recebia os mesmos e aprovava com urgência e por unanimidade como vinham do Palácio” – recorda-se o decano da casa, deputado Antonio Moraes, fazendo uma comparação com os R$ 3.2 bi de empréstimo que a governadora enviou para a Alepe – o primeiro há mais de três meses – e ainda não foram votados.
Imaginava-se que haveria uma trégua quando o relator deputado Waldemar Borges disse que liberaria seu relatório esta semana e ele o fez mas mudando o objetivo: estabeleceu que 50% dos recursos fossem para obras municipais quando a governadora se refere a ações estruturadoras, como o Arco Metropolitano. A semana também foi marcada pela confirmação da CPI da Publicidade, criada pela Oposicão, o que acirrou ainda mais os ânimos.
Matuto: “essa mulher”
Moraes elenca muitos motivos para a situação chegar aonde chegou, inclusive a falta de diálogo entre o presidente Álvaro Porto e a governadora, hoje praticamente rompidos, mas acha que há uma questão latente por trás : “ é o fato dela ser mulher. Foi testada de todas as formas, acharam que ela se quebraria fácil mas isso não ocorreu. Ela, ao contrário, tem crescido na adversidade e vai crescer mais e está levando o desespero à oposição”. Na linha do que fala Moraes, esta semana 29 deputados assinaram uma moção de repúdio ao deputado Junior Matuto, do PSB , que, em aparte à deputada Dani Portela, usou palavras de baixo calão referindo-se à governadora e a tratou como “essa mulher”.
Na outra ponta da linha, como um dos principais líderes da Oposição, o deputado Waldemar Borges tem visão diferente sobre o que ocorreu desde que Raquel assumiu. Afirma que a governadora “nunca teve disposição para o diálogo e os problemas começaram quando ela não respeitou o tamanho das bancadas para escolher os presidentes das comissões, impondo seus nomes. Acredito que ela tem aversão ao PSB ( o partido elegeu 14 deputados e tem a maior bancada até hoje) e com isso apequenou sua gestão. Trata adversários como inimigos. Eu me dispus no início a me entender com ela mas não houve reciprocidade”.
Pontes e muros
Segundo ele, “ as cabeceiras das pontes estavam montadas mas ela preferiu erguer muros. Quando falava conosco era para se referir ao PSB de forma hostil. Podia hoje estar com a Alepe pacificada e cuidando das entregas”. Antonio Moraes lembra, a respeito disso, que “ normalmente os presidentes das Assembleias é que faziam a ponte do Palácio com a Alepe. No tempo de Eduardo Campos eu era oposição mas consegui uma audiência com o governador. Ele me mostrou um quadro no gabinete e disse: “você já conhecia esse quadro? Eu disse não e ele falou : acho que só uns oito deputados conhecem ele”. O parlamentar entendeu que é porque só oito deputados teriam ido ao gabinete: “Guilherme Uchoa resolvia tudo e só nos comunicava”- conclui.
Não é à-toa que Waldemar Borges se refere ao PSB, o partido que não deu a Raquel o direito de disputar a Prefeitura de Caruaru. Por isso, certamente, as coisas ficaram travadas entre ela e a legenda, desaguando com sua eleição em 2022. E o PSB não fez por menos na Alepe. A articulação da independência legislativa passou pela bancada do partido, a maior da casa, e que tem força até hoje. A ideia de tomada das comissões passou pelos socialistas que para isso se juntaram até com o PL de Bolsonaro. Antonio Moraes afirma que a situação de hoje é obra muito mais dos socialistas do que dos demais partidos de oposição: eles resolveram antecipar o debate eleitoral que, antes do tempo, prejudica qualquer Governo”.
Visões personalistas
A cientista política Priscila Lapa entende que, assim como ocorre no Brasil, “Pernambuco vive sob uma visão personalista da política”. Isso estaria contribuindo, entre outras coisas, segunda ela, “para a Oposição mostrar indisposição com as ações da governadora que visam o bem estar do estado, o que não é razoável e nem desejável”. Ela lamenta termos chegado a isso: “fala-se na pessoa da governadora e não no trabalho que ela está fazendo. Não se discute o estado, não se faz uma análise mais estruturante do mesmo. Discute-se mais sobre como eu ajo ou como eu reajo, sempre sob o prisma da personificação”.
Na sua visão, “há uma perda substancial na essência do debate político. Não se fala em visões de mundo, em modelos de sociedade, mas sim em questões políticas calcadas em visões menores”. No seu entender, indo por este caminho, é muito difícil haver diálogo e bom senso”. Constata ainda que “a governadora nessa situação tem dificuldade de trabalhar. A impressão que dá é que a classe política não está unida a respeito de quase nenhuma questão, ao contrário do que acontece em outros estados.
Texto de Terezinha Nunes, compartilhado do Jornal do Commercio em 17/08/2025 Foto: Miva Filho Secom/
O presidente da Compesa, Alex Campos, deixará o comando da empresa nos próximos dias, mas continuará ligado à estatal. Ele assumirá de imediato a presidência do Conselho de Administração da companhia, mantendo-se envolvido no processo de encaminhamento interno após a concessão.
Segundo o que foi apurado pelo blog, Alex havia assumido compromisso com a governadora Raquel Lyra (PSD) de preparar o processo de concessão da Compesa, que será levado a leilão. Avaliando ter cumprido essa etapa, ele seguirá colaborando por meio do Conselho.
Paralelamente, Campos aceitou convite do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (sem partido), para atuar na iniciativa privada. A mudança, além da nova oportunidade profissional, permitirá que ele fique mais próximo da família, que permaneceu em Brasília após sua transferência para o Recife.
A expectativa é de que o novo presidente da Compesa seja escolhido entre os atuais diretores da companhia, que acompanharam de perto todas as etapas do processo de concessão
A polícia prendeu nesta sexta-feira a principal suspeita de assassinar a conselheira tutelar de Angelim, Rosimere Bizarria, conhecida como Merinha. A operação contou com a participação de forças policiais de Pernambuco, Piauí e Maranhão, resultando na captura de uma mulher de 24 anos apontada como a responsável pelos disparos que tiraram a vida da conselheira. A prisão aconteceu na divisa entre os estados do Piauí e Maranhão, após um trabalho conjunto das autoridades policiais. Segundo o portal garanhuense Comando Policial, a acusada se chama Júlia Nathália Miranda Brasil, embora a maioria dos blogs não tenha divulgado seu nome. A suspeita morou e trabalhou em Angelim, mas também residiu por algum período em Garanhuns, onde manteve contato com familiares e conhecidos da região.
Merinha tinha 42 anos quando sofreu o atentado, em novembro do ano passado, sendo alvejada com tiros pelas costas. Após o ataque, ela foi levada ao Hospital Dom Moura, em Garanhuns, mas faleceu 11 dias depois devido à gravidade dos ferimentos. O crime chocou a sociedade angelinense, conselheiros tutelares de todo o Estado e políticos locais, gerando uma forte mobilização por justiça e esclarecimento do caso. No final de 2024, o então prefeito Douglas Duarte e seu sucessor eleito, Carlos Henrique, cobraram providências das autoridades, com especial atenção do Governo do Estado, para identificar os responsáveis e compreender os reais motivos do homicídio.
Embora a polícia ainda não tenha divulgado oficialmente a motivação do crime, pelo menos um site informou que teria sido por vingança, sem detalhar o que teria provocado a represália. Rosimere era amplamente reconhecida pelo seu trabalho como conselheira tutelar e pela dedicação às crianças e adolescentes do município. O crime aconteceu diante da filha menor da vítima, tornando o atentado ainda mais impactante para a família e a comunidade. A prisão desta sexta-feira representa um avanço nas investigações e poderá esclarecer se outras pessoas estiveram envolvidas na execução do assassinato.
Merinha era lembrada por sua postura ética e pelo respeito que conquistou entre os colegas conselheiros de diversas cidades de Pernambuco. Durante meses, a sociedade cobrou respostas das autoridades, que intensificaram as investigações em busca de justiça para a conselheira. A operação interestadual demonstra o comprometimento das forças policiais em resolver casos de grande repercussão e violência. A prisão da suspeita foi realizada de maneira estratégica, garantindo a captura sem maiores riscos à segurança pública. A polícia segue trabalhando para apurar detalhes sobre a participação da acusada e se há outras pessoas envolvidas no crime. O desfecho desta fase das investigações é aguardado com expectativa pela população de Angelim e por todos que acompanhavam o caso. A ação policial reforça o esforço das autoridades para combater crimes graves e dar respostas à sociedade. As próximas etapas das investigações devem revelar informações adicionais sobre os reais motivos que levaram à execução de Rosimere Bizarria e se o crime teve participação de terceiros.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), lamentou a atuação de “maus brasileiros” junto ao governo dos Estados Unidos, ao ser questionado por jornalistas sobre a reunião do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent.
“Primeiro, lamentar que maus brasileiros trabalhem contra o interesse do país, de maneira injusta”, disse Alckmin. Neste sábado (16), o vice-presidente visitou uma concessionária para acompanhar as vendas de carros que integram o programa “Carro Sustentável”.
Eduardo e o secretário se encontraram na última quarta-feira (13), nos Estados Unidos.O encontro foi divulgado pelo deputado licenciado. A Casa Branca não confirmou a agenda.
O chefe do Tesouro americano cancelou uma reunião que teria com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A conversa, que seria virtual, aconteceria no mesmo dia do encontro de Bessent com Eduardo.
Após o cancelamento, Haddad criticou o que chamou de “militância antidiplomática”, em referência à atuação de Eduardo em Washington. Os americanos justificaram o cancelamento alegando falta de agenda.
Um vereador de Carpina, município localizado na Zona da Mata de Pernambuco, foi preso na última quinta-feira (14) suspeito de integrar um complexo esquema de fraudes envolvendo o Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito, o DPVAT. A operação, batizada de “Sinistro”, mobilizou a Polícia Civil do estado e resultou na detenção de 19 pessoas, incluindo médicos, fisioterapeutas e até um policial civil. Segundo a investigação, o vereador preso é Wagner Emanoel Henrique Aleixo da Silva, filiado ao PSOL, eleito nas eleições de 2024 com 779 votos, que atua profissionalmente como fisioterapeuta.
De acordo com informações da Polícia Civil, Wagner e outros quatro fisioterapeutas estariam diretamente envolvidos na elaboração de documentos que comprovavam, de forma fraudulenta, a realização de sessões de fisioterapia por vítimas de acidentes de trânsito, algumas das quais poderiam sequer existir. As solicitações das sessões eram feitas por médicos, que participavam do esquema fornecendo atestados e laudos médicos falsos para sustentar os pedidos de indenização junto às seguradoras.
A operação revelou que o grupo não se limitava a falsificação de laudos; boletins de ocorrência, prontuários médicos e outros documentos oficiais eram produzidos ou manipulados para dar aparência de legalidade aos processos de indenização. Entre os principais suspeitos estão Jonnathan Nascimento Gomes de Lima, apontado como líder do esquema e responsável por acessar prontuários de unidades de saúde, o que possibilitava identificar possíveis vítimas, e o médico Victor Felipe Crispim Clemente, também considerado um dos articuladores das fraudes.
Além deles, o policial civil Severino Evaldo do Nascimento teve participação crucial na execução do esquema, sendo responsável pelo registro de boletins de ocorrência na delegacia de Glória do Goitá, na Mata Norte, documentos que serviam de base inicial para os pedidos fraudulentos de indenização. A investigação aponta que a atuação coordenada entre profissionais da saúde e da segurança pública permitiu que o grupo operasse por meses, possivelmente causando prejuízos significativos ao seguro DPVAT e ao erário público.
A Câmara Municipal de Carpina, a defesa do vereador e sua família divulgaram nota informando que não irão se manifestar enquanto o inquérito judicial estiver em andamento, ressaltando o direito à ampla defesa e ao contraditório de Wagner. Durante a operação, as autoridades também investigaram outros envolvidos que, embora não tivessem função pública, contribuíam para a falsificação de documentos e registro de procedimentos médicos inexistentes.
Fontes da Polícia Civil confirmaram que os alvos da operação tinham papéis bem definidos dentro da organização criminosa: médicos e fisioterapeutas eram responsáveis por gerar relatórios e laudos falsos, enquanto o policial civil estruturava os registros oficiais que davam início aos pedidos de indenização. A ação da “Operação Sinistro” evidencia um esquema sofisticado, que envolvia planejamento, conhecimento técnico e coordenação entre diversas áreas profissionais.
O caso despertou atenção pela participação de um representante eleito pelo povo e reforça a complexidade das investigações em fraudes ligadas a seguros e benefícios destinados a vítimas de acidentes. Durante as diligências, os policiais apreenderam documentos, computadores e outros materiais que ajudarão a esclarecer a extensão do esquema e identificar novas vítimas, reais ou fictícias. O trabalho da polícia segue com a análise detalhada de todos os documentos e registros relacionados aos pedidos de indenização fraudulentos, além da investigação de possíveis conexões com outros casos similares em Pernambuco.
Agentes da Polícia Ambiental e da Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH) suspenderam neste sábado (16) a derrubada de árvores na Rua 20 de Janeiro, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, e aplicaram multa de cerca de R$ 500 mil contra a gestão do prefeito João Campos. A ação ocorreu após denúncias de moradores e envolveu a retirada de vegetação em área destinada à construção dos habitacionais Vila Aeronáutica I e II, dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, na antiga Vila dos Sargentos.
Segundo a Polícia Ambiental, a obra possui autorização da Prefeitura, mas não apresentou a licença ambiental emitida pela CPRH, documento necessário para validar a legalidade do corte. Diante da irregularidade, os fiscais suspenderam imediatamente a derrubada das árvores. Com informações do Portal de Prefeitura.
Em vídeo publicado em suas redes sociais, o secretário de Meio Ambiente de Pernambuco, Daniel Coelho (PSD), explicou que o Estado apoia a construção de moradias populares, mas que é necessário cumprir a legislação ambiental. “Em um dos terrenos, a Prefeitura tem a licença e a documentação; nos demais, não. Os equipamentos que estão aqui estavam fazendo uma obra sem a correta licença. Por isso, os equipamentos estão apreendidos”, afirmou. Coelho acrescentou que apenas o lote com licença pode ter intervenções, mas sem o maquinário que estava sendo usado irregularmente, e que a CPRH já lavrou o auto, cabendo à Prefeitura se defender
O Deputado Cayo Albino ultilizou a plenária da última quinta-feira (14) na Assembleia Legislativa (Alepe), para cobrar o governo do Estado por não incluir Garanhuns (Agreste Meridional) como uma das cidades contempladas para aplicar as provas do primeiro Concurso Unificado de Pernambuco. O certame visa a oferecer 455 vagas em mais de 40 cargos ou especialidades dos níveis médio e superior e serão aplicadas em 10 municípios pernambucanos.
Albino lembrou que Garanhuns é a nona cidade mais populosa do Estado, com infraestrutura para a realização das provas e questionou o critério usado para a escolha das cidades selecionadas. “Nossa gente precisa e quer a chance de competir em pé de igualdade”, cobrou