quinta-feira, 20 de novembro de 2025
JEGO 2025 SEGUE MOVIMENTANDO GOIANA COM NOVAS MODALIDADES E MAIS DE 2.500 ESTUDANTES
GANHE O MUNDO: GOVERNO DE PERNAMBUCO ENVIA 119 ESTUDANTES DA REDE ESTADUAL PARA INTERCÂMBIO NO CANADÁ
REVOREDO E GABI DA PELE PRETA LANÇAM SINGLES PELO SELO STUDIO TEAR, EM NOVEMBRO
Selo independente lança “Poema Ingênuo”, de Revoredo e Kleber Albuquerque, e “Tumbeiro”, de Gabi da Pele Preta, no Dia da Consciência Negra
A parceria entre Revoredo e Gabi da Pele Preta segue gerando frutos e chamando a atenção para a música produzida no Interior de Pernambuco. No mês de novembro, ambos lançam singles pelo Studio Tear, selo independente do Agreste do estado: “Poema Ingênuo”, de Revoredo e Kleber Albuquerque, no dia 15 de novembro, e “Tumbeiro”, de Gabi da Pele Preta, no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro.“O Studio Tear nasceu de um desejo de costurar territórios e sonoridades. Somos um selo do interior, mas com o olhar voltado para o mundo. Acreditamos na potência dos artistas agrestinos, na força das narrativas locais e na autonomia criativa. Nosso papel é provocar, sustentar e ecoar essas vozes que brotam da terra, que falam de amor, memória e resistência”, conta Stephany Metódio, produtora, gestora e idealizadora do Studio Tear, que há uma década fortalece a cadeia da música produzida fora dos grandes centros.
Lançamentos
Revoredo
No dia 15 de novembro, foi ao ar em todas as plataformas digitais o single “Poema Ingênuo”, parceria entre o pernambucano Revoredo e o paulista Kléber Albuquerque, que inaugura o ciclo de canções do projeto “Fino Fio”, previsto para o início de 2026.
Produzida por Revoredo e Webster Santos, a faixa é um encontro entre o lirismo nordestino e a poesia urbana paulista, entre os violões e o cello que conduz a emoção do ouvinte. “Poema Ingênuo” abre uma nova fase de Revoredo como compositor e produtor, mais leve e solar, mas ainda profundo e inventivo. É uma canção que emociona e que amplia o universo poético dele dentro do catálogo do Tear”, diz Stephany Metódio.
“Essa música é sobre o amor em estado de pureza — aquele que se oferece sem pedir nada em troca. Ela fala sobre as pequenas belezas que nos sustentam: o riso de uma criança, o cheiro de flor, o sol que volta. Além de ser o primeiro single de um projeto que chamo de novela musical ‘Fino fio’, a canção é também um poema cantado para lembrar que ainda há doçura no mundo”, detalha Revoredo.
A faixa é um aperitivo de ‘Fino Fio’, uma novela musical de Revoredo que mergulha nas nuances do amor e da paixão. Cada faixa é um capítulo dessa travessia — um equilíbrio delicado entre o sentir e o cair. Entre novembro e janeiro, o artista lançará uma canção por mês até a chegada da novela completa, que trará parcerias com músicos e intérpretes de diferentes regiões do país.
🔗 Pré-save: https://tr.ee/poemaingenuo
🎧 Disponível em todas as plataformas digitais a partir de 15 de novembro de 2025.
Gabi da Pele Preta
No Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, Gabi da pele Preta apresenta o single “Tumbeiro”, como um manifesto sonoro pela memória, resistência e espiritualidade afro-brasileira. A canção é um marco na trajetória da artista caruaruense, uma das vozes mais respeitadas da música pernambucana contemporânea.
Composta por Revoredo e Fernanda Limão, “Tumbeiro” é uma travessia entre dor e libertação, um canto que ecoa as vozes ancestrais que resistiram ao Atlântico. Produzida por Revoredo, com arranjos de sopros de William Souza (Sheik), a música reúne uma constelação de artistas negros — Alexandre Rodrigues (sopros), Peu Drums (baixo), Nino Alves (percussão), Issadora Melo, Vinícius Barros e Marcelo Rangel (vocais de coro), além do convidado especial Zé Manoel (piano) — criando uma sonoridade ritualística e cinematográfica.
“Tumbeiro é uma canção que fala de travessia, mas também de retorno. É o grito de quem foi silenciado e agora canta de volta. Eu sinto que essa música me atravessou antes mesmo de eu gravá-la — como se fosse uma herança que eu precisava devolver em forma de canto.”
🔗 Pré-save: https://tr.ee/tumbeiro
🎧 Disponível em todas as plataformas digitais a partir de 20 de novembro de 2025.
Sobre o Studio Tear
Com sede em Garanhuns (PE), no Agreste, o Studio Tear foi fundado em 2015 como um espaço de criação e experimentação artística e se consolidou como selo em 2020. Desde então, tem atuado na produção, formação e difusão da música independente do interior de Pernambuco.
Ao longo dos anos, o Tear assinou a produção e o gerenciamento de carreiras de vários artistas do Agreste pernambucano e atualmente tem no seu catálogo os projetos de Gabi da Pele Preta, Revoredo e o Encruzilhada Agreste (Gabi & Revoredo), além de promover diversos projetos musicais e teatrais da região.
O selo se define como “um fio que costura o som, a memória e o futuro”. Seu trabalho tem sido reconhecido por sua abordagem humanizada, pela valorização das identidades culturais e pelo compromisso em descentralizar a produção musical brasileira.
Mais do que um selo, o Studio Tear é um movimento que atua como produtora, formadora e gestora de carreiras artísticas. Idealizado e dirigido por Stephany Metodio, Katarina Barbosa e Alexandre Revoredo, o selo funciona como incubadora de talentos e como plataforma de difusão, oferecendo suporte em todas as etapas da rede produtiva — da gravação à circulação.
Além dos lançamentos fonográficos, o Tear também promove formações sobre o mercado da música, gestão de carreiras, mostras e festivais, criando pontes entre o Agreste e o Brasil. “O Tear é um lugar de escuta e de liberdade. Aqui a gente grava com verdade, sem moldes, com o coração pulsando no ritmo do Agreste. A proposta é fazer música que tenha sentido, que tenha chão, e que possa circular com qualidade e afeto. O Tear é onde a gente costura o som com a alma”, comenta Revoredo, produtor musical e artista do selo.
Links para fotos:
Revoredo - Fotos (José de Holanda/Divulgação)
Gabi da Pele Preta - Fotos (Rafa Braba/Divulgação)
Kleber Albuquerque - Fotos (Vivi Correia/Divulgação)
Contato para entrevistas:
Juliano Muta, jornalista - (81) 9914.69774
ALEPE REALIZA SEGUNDA REUNIÃO DA FRENTE PARLAMENTAR DA MICRO E PEQUENA EMPRESA COM FOCO NO SETOR INDUSTRIAL
Alepe aprofunda diálogo com setor industrial em segunda reunião da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) avançou mais uma etapa no esforço de ouvir e diagnosticar as demandas do setor produtivo ao realizar, nesta semana, a segunda reunião da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa. O encontro, comandado pela deputada Débora Almeida, consolidou a proposta de aproximar o Legislativo das realidades enfrentadas pelos empreendedores, com foco específico no segmento industrial — considerado estratégico para o crescimento econômico do estado.Com a sala tomada por representantes de diferentes cadeias produtivas, a reunião reafirmou o compromisso da Frente com um processo de escuta ativo e contínuo. Débora Almeida ressaltou que essa abordagem setorial permite mapear gargalos com precisão e construir propostas de políticas públicas alinhadas às necessidades reais do mercado. “Nosso foco são as micro e pequenas empresas, que buscam crescer e ampliar sua atuação. Estamos trabalhando para melhorar o ambiente de negócios, reduzir burocracias e gerar mais emprego e renda para a população. O debate de hoje é fundamental, e precisamos ser parceiros desse crescimento”, afirmou a parlamentar, defendendo que o desenvolvimento estadual passa obrigatoriamente pelo fortalecimento da base empresarial.
Entre os participantes, o presidente do Conselho Temático da Micro, Pequena e Média Empresa Industrial (Copem), Paulo Pereira, destacou a abertura ao diálogo como marca da atuação da Frente. Para ele, o protagonismo da coordenadora na articulação entre governo, indústria e entidades representativas tem ampliado o alcance das discussões. “Essa comissão terá a cara da deputada Débora Almeida, que escuta todos os atores envolvidos. Precisamos escalar e melhorar nossa gestão, conhecer melhor a necessidade dos consumidores e internacionalizar as empresas. Estamos prontos para desenvolver estratégias que façam o Estado e as indústrias caminharem lado a lado”, observou.O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Gino Paluci Junior, apresentou números que reforçam a dimensão nacional do setor. Segundo ele, o Brasil conta com mais de 9 mil empresas fabricantes, responsáveis por cerca de 400 mil empregos diretos e por um faturamento anual estimado em R$ 300 bilhões. Paluci enfatizou que micro e pequenas indústrias formam a base da cadeia produtiva e precisam de condições mais favoráveis para avançar. “O setor de máquinas e equipamentos é estratégico para o desenvolvimento nacional. Micro e pequenas empresas são a base da pirâmide, não só em Pernambuco, mas em todo o Brasil. Precisamos de políticas que favoreçam o ambiente industrial”, defendeu.
A cadeia têxtil também marcou presença por meio do presidente da Indústria do Vestiário de Pernambuco, João Costa, que apresentou dados expressivos sobre o impacto do segmento no estado. Segundo ele, cerca de 400 mil pessoas estão direta ou indiretamente vinculadas ao setor, que movimenta aproximadamente R$ 1,2 bilhão por ano. O dirigente reforçou que a modernização das estruturas industriais e a ampliação do acesso a mercados são desafios urgentes, especialmente para pequenos produtores.A reunião foi marcada por um ambiente de convergência em torno da necessidade de integrar setores e mobilizar instituições públicas para destravar entraves históricos. A deputada Débora Almeida afirmou que novas agendas serão realizadas ao longo das próximas semanas, cada uma com foco em um segmento específico da economia. A expectativa é que a Frente Parlamentar consolide um relatório robusto, capaz de subsidiar projetos de lei, ajustes regulatórios e iniciativas de fomento.
Com o diálogo avançando e as portas abertas para novos encontros, a Alepe se posiciona como peça importante na construção de um ambiente de negócios mais dinâmico, competitivo e alinhado às transformações da indústria contemporânea — espaço no qual micro e pequenas empresas desempenham papel central.
Fotos: Matheus Augusto
BOM PRATO: PERNAMBUCO ATINGE MARCO HISTÓRICO COM MAIS DE 1 MILHÃO DE REFEIÇÕES SERVIDAS POR MÊS
O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA - RONALDINHO BIRUNDA
O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, é uma data de reflexão, respeito e valorização da história e da cultura afro-brasileira. É um momento para reconhecer as lutas, conquistas e a enorme contribuição do povo negro na formação do nosso país.
RAQUEL LYRA DESEMBARCA EM BOM JARDIM PARA DIA INTENSO DE AGENDAS E INAUGURAÇÕES; ARENA UMARIENSE FÁBIO LIMA MARCA NOVO CAPÍTULO NO ESPORTE DO AGRESTE
A programação, cuidadosamente articulada pelo prefeito Janjão, foi pensada para apresentar à gestora estadual um conjunto de ações, potenciais econômicos e avanços estruturais que retratam o novo momento vivido pelo município — um Bom Jardim que se reorganiza, cresce e passa a ganhar mais protagonismo regional.
Recepção oficial e primeiros compromissos
As atividades começam às 9h, na sede da Prefeitura Municipal, onde Raquel Lyra será recepcionada por Janjão, secretários, vereadores e lideranças locais. O encontro marca não apenas um gesto institucional, mas um alinhamento político-administrativo que tem fortalecido a relação entre o Governo do Estado e Bom Jardim.Segundo fontes ligadas ao governo municipal, o prefeito apresentará à governadora demandas prioritárias e projetos que buscam ampliar investimentos em infraestrutura, turismo e desenvolvimento social — pilares da gestão que tem buscado modernizar o município.
Parque Pedra do Navio: potencial turístico em evidência
Às 10h20, a comitiva segue para o Parque Municipal Pedra do Navio, uma das joias naturais de Bom Jardim. A visita reforça a aposta de Janjão no turismo ecológico como vetor de crescimento econômico.A presença da governadora no local deve acelerar novos diálogos sobre conservação ambiental, valorização paisagística e infraestrutura turística. A ideia é transformar o parque em um polo de visitação permanente, atraindo visitantes e gerando oportunidades para a população local.
Economia em foco: visita à Fábrica J. Confort
O roteiro continua às 11h, no Distrito da Encruzilhada, com a visita à Fábrica de Colchões J. Confort Estofados, empreendimento que gera empregos e contribui diretamente para o desenvolvimento da economia bom-jardinense.
Raquel Lyra conhecerá de perto o processo produtivo da empresa e deve discutir com empresários e trabalhadores caminhos para ampliar a competitividade das indústrias locais. Para Janjão, valorizar empresas que apostam no município é fundamental para o fortalecimento do setor produtivo regional.
Ponto alto do dia: inauguração da Arena Umariense Fábio Lima
Às 12h, o Distrito de Umari se torna o centro das atenções com a inauguração oficial da Arena Umariense Fábio Lima.
O novo equipamento esportivo é considerado um divisor de águas para a juventude do distrito e comunidades vizinhas, abrindo espaço para competições, projetos sociais, formação de atletas e eventos culturais.
A presença da governadora reforça o caráter simbólico do momento: é a consolidação de uma obra esperada há anos, entregue pela gestão de Janjão com estrutura moderna e pensada para promover inclusão, lazer e qualidade de vida.
Lideranças locais destacam que a homenagem a Fábio Lima, figura querida e lembrada por sua dedicação ao esporte comunitário, dá à arena um significado ainda mais profundo.
Encerramento com integração social
Finalizando a programação, às 14h, a governadora, o prefeito e toda a comitiva participam de um almoço na Fazenda Sapucaia, localizada no Sítio Lajes, próximo ao Distrito da Encruzilhada. O momento deve reunir autoridades, moradores e representantes de diversos setores para fortalecer vínculos e celebrar o avanço das políticas municipais.
Um domingo que reforça compromissos
A passagem de Raquel Lyra por Bom Jardim simboliza um alinhamento estratégico que pode render novos frutos para a cidade. Para o prefeito Janjão, é a oportunidade de mostrar resultados, apresentar demandas e reafirmar que Bom Jardim vive um novo tempo — de obras, de diálogo e de protagonismo no Agreste Setentrional.
A inauguração da Arena Umariense Fábio Lima, por sua vez, sela esse momento com um gesto forte: entregar um equipamento público que transforma vidas e dá orgulho à população.
Um domingo para entrar na história.
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
Mais do que uma lembrança do passado, o dia destaca a urgência de olhar para a realidade atual. Mesmo representando a maioria da população brasileira, pessoas negras seguem enfrentando barreiras profundas que se manifestam na renda, no acesso à educação, na saúde, na representatividade política e, de forma alarmante, na segurança pública. A cada ano, estatísticas reforçam o impacto do racismo estrutural, mostrando que ainda há muito a ser transformado.
Ao mesmo tempo, o 20 de novembro é uma celebração da força cultural que molda a identidade brasileira. A influência africana está presente na culinária, na música, nas danças, na religiosidade, na moda, na linguagem e nas tradições que atravessaram séculos e hoje fazem parte do cotidiano nacional. Em várias cidades, o dia é marcado por rodas de capoeira, cortejos de afoxé, debates, oficinas, apresentações artísticas e encontros comunitários que reafirmam a ancestralidade e o orgulho negro.
A educação tem papel fundamental nesse processo. A obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira nas escolas abriu caminhos para que crianças e adolescentes conheçam figuras essenciais como Dandara, Luiz Gama, Carolina Maria de Jesus, Abdias do Nascimento, Lélia Gonzales, Marielle Franco e tantas outras vozes que constroem a história do Brasil. Ao iluminar essas trajetórias, o país cria condições para que as novas gerações cresçam mais conscientes, mais críticas e mais preparadas para enfrentar o racismo.
O Dia da Consciência Negra é, assim, um convite à memória e ao compromisso. Um convite para valorizar quem sempre sustentou grande parte da riqueza cultural brasileira e, ao mesmo tempo, para enfrentar as desigualdades que insistem em se repetir. É um dia para celebrar conquistas, reconhecer esforços e, principalmente, fortalecer a luta por um país verdadeiramente justo, igualitário e antirracista.