segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
REPUBLICANOS LANÇA O VEREADOR DE TIMBAÚBA JOÃO ROBERTO COMO CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL
PERNAMBUCO VIRA A CHAVE DO SISTEMA PRISIONAL E INAUGURA UMA NOVA ERA DE DIGNIDADE, SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE
O ano de 2025 ficará marcado como um divisor de águas na história do sistema prisional de Pernambuco. Após décadas de abandono, improviso e estruturas que já não atendiam a nenhum parâmetro mínimo de dignidade humana ou segurança pública, o Estado decidiu romper definitivamente com o passado. A demolição da Penitenciária Professor Barreto Campelo, na Ilha de Itamaracá, no Litoral Norte, tornou-se o símbolo mais forte desse novo momento. Mais do que derrubar paredes, o governo estadual encerrou um ciclo de negligência que expunha detentos, servidores e a sociedade a riscos permanentes.Conhecida por sua precariedade, superlotação e condições sub-humanas, a antiga unidade representava um modelo falido, incompatível com qualquer política séria de segurança pública. Ao colocá-la no chão, Pernambuco enviou um recado claro: não há mais espaço para estruturas indignas, inseguras e ultrapassadas. O gesto carrega peso político, institucional e simbólico, marcando o início de uma virada estrutural no enfrentamento do problema prisional.Com a chegada de 2026, o Estado entra em um novo ciclo, agora pautado por planejamento, responsabilidade e decisão. Estão em construção 5.754 novas vagas no sistema prisional, um salto histórico que redefine o patamar da política penitenciária pernambucana. As novas unidades, localizadas em Araçoiaba e Itaquitinga, além da ampliação do complexo de Caruaru, seguem um padrão moderno, com foco em segurança, controle, dignidade e melhores condições de trabalho para os profissionais do sistema.A dimensão dessa mudança se torna ainda mais evidente quando comparada ao passado recente. Entre 2015 e 2022, período marcado por crises sucessivas no sistema, foram abertas pouco mais de 1.800 vagas em todo o Estado. Agora, em um único ciclo de investimentos, Pernambuco mais que triplica esse número, atacando a raiz do problema e enfrentando de forma concreta a superlotação carcerária, um dos principais fatores de instabilidade e violência.A iniciativa integra o programa Juntos pela Segurança, eixo central da política estadual de enfrentamento à criminalidade. Ao investir na reestruturação do sistema prisional, o governo reconhece que segurança pública não se faz apenas com policiamento ostensivo, mas também com unidades prisionais capazes de cumprir seu papel legal, garantir direitos básicos e evitar que o cárcere se transforme em escolas do crime.Para a governadora Raquel Lyra, 2025 foi o ano de “virar a chave”. Um período de decisões duras, enfrentamento de problemas históricos e rompimento com práticas que apenas empurravam a crise para frente. Já 2026 surge como o ano da consolidação desse novo caminho, no qual o Estado assume protagonismo, planeja a longo prazo e entrega resultados concretos à população.Ao substituir ruínas por estruturas modernas, Pernambuco não apenas amplia vagas, mas redefine sua postura diante de um dos temas mais sensíveis da gestão pública. A mensagem é direta: o futuro da segurança passa por coragem política, investimentos estruturantes e compromisso com a sociedade. E, como resumiu a governadora, é hora de seguir em frente, sem hesitação. “Vamos pra cima”.
📸: Janaína Pepeu
PERNAMBUCO VIRA A CHAVE DO SISTEMA PRISIONAL E INAUGURA UMA NOVA ERA DE DIGNIDADE, SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE
O ano de 2025 ficará marcado como um divisor de águas na história do sistema prisional de Pernambuco. Após décadas de abandono, improviso e estruturas que já não atendiam a nenhum parâmetro mínimo de dignidade humana ou segurança pública, o Estado decidiu romper definitivamente com o passado. A demolição da Penitenciária Professor Barreto Campelo, na Ilha de Itamaracá, no Litoral Norte, tornou-se o símbolo mais forte desse novo momento. Mais do que derrubar paredes, o governo estadual encerrou um ciclo de negligência que expunha detentos, servidores e a sociedade a riscos permanentes.Conhecida por sua precariedade, superlotação e condições sub-humanas, a antiga unidade representava um modelo falido, incompatível com qualquer política séria de segurança pública. Ao colocá-la no chão, Pernambuco enviou um recado claro: não há mais espaço para estruturas indignas, inseguras e ultrapassadas. O gesto carrega peso político, institucional e simbólico, marcando o início de uma virada estrutural no enfrentamento do problema prisional.Com a chegada de 2026, o Estado entra em um novo ciclo, agora pautado por planejamento, responsabilidade e decisão. Estão em construção 5.754 novas vagas no sistema prisional, um salto histórico que redefine o patamar da política penitenciária pernambucana. As novas unidades, localizadas em Araçoiaba e Itaquitinga, além da ampliação do complexo de Caruaru, seguem um padrão moderno, com foco em segurança, controle, dignidade e melhores condições de trabalho para os profissionais do sistema.A dimensão dessa mudança se torna ainda mais evidente quando comparada ao passado recente. Entre 2015 e 2022, período marcado por crises sucessivas no sistema, foram abertas pouco mais de 1.800 vagas em todo o Estado. Agora, em um único ciclo de investimentos, Pernambuco mais que triplica esse número, atacando a raiz do problema e enfrentando de forma concreta a superlotação carcerária, um dos principais fatores de instabilidade e violência.A iniciativa integra o programa Juntos pela Segurança, eixo central da política estadual de enfrentamento à criminalidade. Ao investir na reestruturação do sistema prisional, o governo reconhece que segurança pública não se faz apenas com policiamento ostensivo, mas também com unidades prisionais capazes de cumprir seu papel legal, garantir direitos básicos e evitar que o cárcere se transforme em escolas do crime.Para a governadora Raquel Lyra, 2025 foi o ano de “virar a chave”. Um período de decisões duras, enfrentamento de problemas históricos e rompimento com práticas que apenas empurravam a crise para frente. Já 2026 surge como o ano da consolidação desse novo caminho, no qual o Estado assume protagonismo, planeja a longo prazo e entrega resultados concretos à população.Ao substituir ruínas por estruturas modernas, Pernambuco não apenas amplia vagas, mas redefine sua postura diante de um dos temas mais sensíveis da gestão pública. A mensagem é direta: o futuro da segurança passa por coragem política, investimentos estruturantes e compromisso com a sociedade. E, como resumiu a governadora, é hora de seguir em frente, sem hesitação. “Vamos pra cima”.
📸: Janaína Pepeu
HRDM APRESENTA CRESCIMENTO EXPRESSIVO NOS ATENDIMENTOS E EXAMES NOS ÚLTIMOS ANOS
POLICIAL MILITAR RECÉM-FORMADA QUE MORREU EM COLISÃO NO RECIFE SERÁ SEPULTADA NO SERTÃO
Após a liberação do corpo pelo Instituto de Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, no centro da capital pernambucana, ainda pela manhã, Leidy Emily seguiu para a cidade de Triunfo, no Sertão do Pajeú, onde será sepultada. Segundo informações repassadas pela funerária Eterno Descanso, responsável pelos procedimentos fúnebres, o velório e o sepultamento estão marcados para esta terça-feira (13), às 16h, em clima de profunda comoção no município sertanejo.
O acidente aconteceu por volta das 2h43, no cruzamento das ruas São Miguel e Quitério Inácio de Melo, no bairro de Afogados. A viatura da Polícia Militar, um veículo modelo Duster, colidiu violentamente com um automóvel Spin no momento em que a equipe se deslocava para uma ação na Avenida Caxangá, uma das principais vias da Zona Oeste do Recife. O impacto foi intenso, resultando na morte imediata da policial.
Leidy Emily estava no início de sua trajetória profissional, carregando o sonho de servir à sociedade e construir uma carreira na segurança pública. A morte precoce interrompe não apenas um projeto de vida, mas também o futuro de uma policial que havia acabado de ingressar oficialmente na corporação, simbolizando a renovação de quadros da PM pernambucana.
O condutor da viatura, o policial militar Renan Farias, ficou ferido e precisou ser retirado do veículo pelas equipes do Corpo de Bombeiros. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital da Restauração, no bairro do Derby, onde recebeu atendimento médico. Seu estado de saúde não foi detalhado, mas ele permanece sob cuidados hospitalares. Já o motorista do veículo Spin envolvido na colisão sofreu apenas ferimentos leves e recusou atendimento médico no local.
A morte de Leidy Emily reacende o debate sobre os riscos enfrentados diariamente por profissionais da segurança pública, mesmo fora de confrontos diretos com a criminalidade. Em deslocamentos, operações e atendimentos de rotina, policiais estão constantemente expostos a situações de perigo, muitas vezes invisíveis para a sociedade.
Em Triunfo, cidade conhecida pelo clima ameno e pela forte identidade cultural, o sepultamento da policial promete reunir familiares, amigos, colegas de farda e moradores consternados pela perda. O sentimento é de tristeza profunda e indignação diante de uma vida ceifada tão cedo, em pleno exercício da função.
A Polícia Militar de Pernambuco deve prestar homenagens à soldado, reconhecendo sua dedicação, ainda que breve, à corporação e ao serviço público. Leidy Emily passa a integrar a dolorosa lista de agentes de segurança que perderam a vida em serviço, deixando um legado de coragem, compromisso e amor à profissão.
VINICIUS LABANCA VOLTA AO TABULEIRO CENTRAL DA POLÍTICA PERNAMBUCANA
CARUARU REAGE À ESCALADA DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO E TRANSFORMA POLÍTICA PÚBLICA EM AÇÃO CONCRETA DE PROTEÇÃO ÀS MULHERES
Embora cinco casos de feminicídio tenham sido registrados em 2025, com o último confirmado em setembro, a resposta do poder público e das forças de segurança foi imediata em todos eles. O dado, ainda que doloroso, evidencia a necessidade de políticas contínuas e estruturadas, capazes de atuar de forma preventiva e reduzir riscos antes que a violência chegue ao seu desfecho mais extremo.
A secretária da Mulher, Luana Marabuco, destaca que o enfrentamento à violência de gênero em Caruaru não se limita à sua pasta. Segundo ela, o compromisso da gestão municipal é transversal e envolve diversas secretarias, com foco não apenas na repressão à violência, mas também no cuidado integral com as mulheres. “A nossa gestão tem compromisso com a vida das mulheres, ampliando as ações em todas as secretarias do município e não só na Secretaria da Mulher, que, além do enfrentamento à violência, ainda atua no foco do cuidado, da cidadania, da autonomia econômica e da saúde da mulher”, afirmou.
Os números reforçam o avanço dessa política pública. Em 2025, o Centro de Referência da Mulher Maria Neuma (CRM) realizou 6.173 atendimentos, superando os 5.606 registrados em 2024. O crescimento reflete tanto o fortalecimento da rede quanto a maior confiança das mulheres nos serviços oferecidos pelo município, que envolvem atendimento psicológico, social e jurídico.
Na área da educação, a prevenção tem sido trabalhada desde cedo. O projeto Maria da Penha Vai às Escolas alcançou 3.008 estudantes em 39 unidades da rede municipal ao longo do ano, levando informação e conscientização sobre direitos, respeito e enfrentamento à violência doméstica. A iniciativa vem se consolidando como uma das principais estratégias de mudança cultural, ao dialogar diretamente com crianças e adolescentes.
Outro indicador relevante foi o salto nas formações sociopolíticas promovidas pela SEMU. Em 2025, 4.704 pessoas participaram dessas atividades, um número mais de três vezes superior ao registrado no ano anterior, ampliando o alcance do debate sobre igualdade de gênero, cidadania e combate à violência.
Além das ações educativas e de acolhimento, o município também investiu em iniciativas de mobilização e fortalecimento da autonomia feminina. Atividades como aulões de defesa pessoal, a realização da 4ª Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres, que reuniu 462 participantes, e o I Congresso do Agreste de Enfrentamento à Violência de Gênero, com 783 inscritos e 87 trabalhos apresentados, posicionaram Caruaru como referência regional no debate e na formulação de políticas públicas para as mulheres.
Um dos maiores avanços institucionais, no entanto, está na articulação com o Judiciário. Implantado em 2024, o Núcleo Integrado dos Oficiais de Justiça (NIOJ) tornou-se um diferencial da política municipal de enfrentamento à violência doméstica. A iniciativa, pioneira em Pernambuco, garante maior agilidade no cumprimento das Medidas Protetivas de Urgência, contando com oficiais de justiça dedicados exclusivamente aos casos de violência contra a mulher. O núcleo atua diretamente na Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Caruaru, reduzindo o tempo de resposta e ampliando a segurança das vítimas.
A experiência exitosa já ultrapassou os limites do município e se tornou referência para outras regiões. O modelo do NIOJ será replicado na Região Metropolitana do Recife, consolidando Caruaru como exemplo de como políticas públicas bem estruturadas podem salvar vidas.
Diante de um cenário nacional alarmante, o município aposta na integração entre prevenção, acolhimento, educação e justiça como caminho para enfrentar a violência de gênero. Em Caruaru, a política pública deixa de ser promessa e se transforma em ação contínua, com foco na proteção, na dignidade e no direito das mulheres à vida.
NEIDE REINO DEIXA A CODEAM DE CABEÇA ERGUIDA E COM A CONSCIÊNCIA DO DEVER CUMPRIDO APÓS INTERFERÊNCIAS POLÍTICAS
Ao longo dos anos, a CODEAM consolidou-se como um espaço plural, onde prefeitos e ex-prefeitos, independentemente de posição política em suas bases eleitorais, sempre encontraram respeito, autonomia e liberdade para exercer suas funções. A própria Secretaria Executiva, até então, era ocupada por ex-gestores que, mesmo atuando como oposição em seus municípios, jamais sofreram qualquer tipo de constrangimento ou pressão. Esse equilíbrio, segundo Neide Reino, foi quebrado.
A ex-secretária relata que sua saída ocorreu por exigência direta do prefeito de Capoeiras, em um movimento que destoou do histórico institucional da entidade. A comunicação da demissão aconteceu no dia 24 de novembro, mas o desligamento oficial só foi efetivado em 5 de dezembro. Antes mesmo que sua família fosse informada formalmente, o episódio já havia sido comemorado e divulgado em blogs locais, ganhando repercussão regional e evidenciando o caráter político da decisão.
Neide faz questão de ressaltar que seu vínculo com a CODEAM era regido pela CLT e que não havia qualquer impedimento legal para sua permanência no cargo. Para ela, a exoneração não teve motivação administrativa ou técnica, mas foi fruto de interesses políticos e de disputas de poder que se sobrepuseram ao espírito municipalista que sempre norteou a instituição.
Com uma trajetória política sólida, Neide Reino não se coloca apenas como personagem do episódio, mas como herdeira e protagonista de uma história que atravessa mais de cinco décadas da política de Capoeiras. Filha de Manoel Reino, ex-vereador, ex-vice-prefeito e ex-prefeito por dois mandatos, integrante de uma família que também teve Neném de Olegário como vereador e prefeito, Neide construiu sua própria caminhada com dois mandatos de prefeita e dois de presidente da própria CODEAM. Uma trajetória que, segundo ela, fala por si e dispensa discursos defensivos.
Mesmo diante da forma como se deu sua saída, Neide adota um tom de firmeza e dignidade. Afirma seguir na luta, com a consciência tranquila e a convicção de que cumpriu seu dever público com responsabilidade, ética e compromisso com os municípios do Agreste Meridional. Em sua despedida, faz questão de agradecer a confiança recebida durante sua passagem pela CODEAM, destacando o apoio de Nogueira e de todos os funcionários da casa.
A saída de Neide Reino, mais do que um ato administrativo, expõe tensões políticas internas e reacende o debate sobre a autonomia das entidades municipalistas diante de pressões externas. Para Neide, no entanto, o episódio não representa derrota, mas a reafirmação de uma postura: a de quem sai de cabeça erguida, com a história preservada e a consciência limpa de quem sempre colocou o interesse público acima de disputas menores.