segunda-feira, 2 de março de 2026

JANJÃO ROMPE FRONTEIRAS, UNE OPOSIÇÃO DE SALGADINHO E CONSOLIDA PROTAGONISMO REGIONAL DE OLHO NA ALEPE

O encerramento da 73ª Festa de Nossa Senhora de Fátima, na comunidade do Sítio Muruabera, na zona rural de Salgadinho, foi além do simbolismo religioso. O que se viu no último sábado (28) foi a consolidação de um movimento político que ultrapassa limites municipais e projeta o prefeito de Bom Jardim, Janjão, como liderança regional em ascensão.

Atual gestor de Bom Jardim e pré-candidato a deputado estadual, Janjão não apenas participou da festividade — ele dividiu espaço com lideranças da oposição de Salgadinho, entre elas os ex-prefeitos Luís Belo e Adenilson Pereira, o vereador Vane de Levi e o comerciante Adilson de Mathias. A imagem de unidade, em um território onde ele sequer exerce mandato, foi interpretada como demonstração clara de articulação política além das fronteiras do seu município.

O gesto carrega peso estratégico. Ao dialogar com forças oposicionistas de outra cidade, Janjão sinaliza que sua pré-candidatura não se limitará ao reduto eleitoral de Bom Jardim. Ele amplia pontes, constrói alianças e se apresenta como figura capaz de transitar em diferentes grupos políticos, inclusive em cenários tradicionalmente polarizados.

Durante o evento religioso, realizado na Capela de Nossa Senhora de Fátima, o prefeito circulou com desenvoltura, conversou com moradores, lideranças comunitárias e reforçou sua presença como agente político atento às bases. A 73ª edição da festa, tradicional no calendário da zona rural de Salgadinho, tornou-se também palco de um movimento de consolidação regional.

Nos bastidores, a leitura foi direta: Janjão vem se posicionando como nome competitivo para a Assembleia Legislativa de Pernambuco. A capacidade de atrair apoios fora de seu município reforça a percepção de que sua pré-candidatura ganha musculatura e começa a se desenhar como projeto regional, não apenas local.

Ao aparecer ladeado por lideranças que representam campos políticos distintos dentro de Salgadinho, Janjão envia um recado claro — sua articulação não conhece limites geográficos nem barreiras partidárias quando o objetivo é ampliar diálogo e presença política.

Se a festa foi de fé para os fiéis, para o tabuleiro político do Agreste ela representou algo mais: um prefeito em exercício, com base consolidada em Bom Jardim, testando terreno e ampliando território. E, pelo que se viu no Sítio Muruabera, Janjão não apenas participou de um encerramento religioso — ele consolidou um passo firme rumo à construção de uma liderança regional de olho na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

OSMAR RICARDO ACENDE O PAVIO DA CPI E COLOCA JOÃO CAMPOS CONTRA A PAREDE

O que parecia apenas mais um discurso inflamado de tribuna virou movimento concreto de ruptura política. O vereador Osmar Ricardo (PT), presidente municipal do partido no Recife, deixou de lado os recados cifrados e assinou a CPI que mira o prefeito João Campos (PSB). Foi a 13ª assinatura que faltava para a oposição protocolar o pedido de investigação sobre o polêmico concurso da Procuradoria do Município. E, com isso, o jogo político na capital pernambucana mudou de patamar.

Na semana passada, Osmar já havia avisado, em tom quase profético: “O PT está roxinho”. A frase, uma referência direta à cor lilás usada na campanha da governadora Raquel Lyra (PSD), soou como provocação e sinalização. Questionado se o endurecimento do discurso contra o prefeito não atrapalharia entendimentos políticos, ele foi além: anunciou que poderia romper com João e até comandar uma greve dos servidores municipais. Não era bravata. Era roteiro.

A assinatura da CPI confirma que o vereador decidiu atravessar a linha que separa o aliado do opositor. A comissão pretende investigar possíveis irregularidades na nomeação de um candidato ao cargo de procurador do Recife que, embora estivesse classificado em 63º lugar, acabou assumindo a primeira posição destinada a candidatos com deficiência. O caso ganhou repercussão no fim de 2024 e levou a Prefeitura a recuar. Mesmo assim, o autor do requerimento, o vereador Thiago Medina (PL), sustenta que há pontos obscuros que precisam ser esclarecidos, inclusive sobre eventual parentesco do candidato com integrantes do Judiciário que atuam em processos do município.

O gesto de Osmar caiu como bomba dentro do próprio PT. O presidente estadual da legenda, Carlos Veras, afirmou ter sido comunicado apenas depois da assinatura e classificou a atitude como “pessoal”. Nos bastidores, porém, a avaliação é outra: quando o presidente municipal do partido age, dificilmente fala só por si. A fissura interna, que já existia, agora ficou exposta.

O pano de fundo é maior do que a CPI. O PT pernambucano vive uma disputa silenciosa entre duas alas: uma que flerta com a reeleição de Raquel Lyra e outra que mantém alinhamento com João Campos. O detalhe que torna o episódio ainda mais delicado é que Osmar sempre foi considerado do grupo próximo ao prefeito. Ele só assumiu a vaga na Câmara porque João convidou Marco Aurélio Filho para integrar o secretariado, abrindo espaço para o petista, primeiro suplente da federação PT-PV-PCdoB. Além disso, o irmão de Osmar, Oscar Barreto, ocupa cargo na gestão municipal como secretário de Meio Ambiente. Ou seja: a ruptura não é apenas política, é estrutural.

O desgaste vinha se acumulando. Presidente do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Recife, Osmar criticou publicamente o reajuste salarial oferecido pelo Executivo — 3,26% frente a uma inflação de 4,65% — e chamou a mesa de negociação de “mesa de enganação”. A insatisfação também se espalhou entre outros vereadores petistas, especialmente em relação ao concurso público, considerado bandeira histórica da legenda.

Outro ponto de atrito foram as parcerias com casas de apostas — as chamadas “Bets” — que passaram a exibir suas marcas em parques da cidade. Parte da bancada classificou a medida como “privatização disfarçada” de espaços públicos. A vereadora Liana Cirne chegou a reclamar, nas redes sociais, da presença ostensiva das propagandas em áreas frequentadas por crianças durante o Carnaval.

Agora, além da crise institucional com a CPI, surge a ameaça de retaliação política. Como Osmar é suplente e ocupa a vaga graças a uma articulação do prefeito, comenta-se nos bastidores que João poderia nomear outro secretário para abrir espaço ao retorno de Marco Aurélio à Câmara, devolvendo Osmar à suplência. Procuradas, fontes governistas admitem que “é uma possibilidade”. Se ocorrer, o gesto será lido como resposta direta à assinatura da CPI.

O movimento inesperado durante a sessão plenária desta segunda-feira deixou vereadores da base visivelmente desconcertados. Até então aliado, Osmar tornou-se peça-chave de uma engrenagem que pode constranger o prefeito e tensionar ainda mais a relação entre PT e PSB no Recife.

A crônica anunciada virou capítulo concreto. O que era discurso virou ato. E, em política, atos têm consequências. Resta saber se o gesto de Osmar Ricardo será o início de uma nova configuração de forças no Recife ou apenas mais um episódio de pressão dentro de um jogo maior que envolve 2026, o Palácio do Campo das Princesas e o comando da capital.

Por ora, a única certeza é que a paz entre petistas e socialistas ficou para trás — e o plenário da Casa de José Mariano deve se transformar no principal palco dessa disputa.

CPI DO CONCURSO VIRA BOMBA POLÍTICA NA CÂMARA DO RECIFE E COLOCA JOÃO CAMPOS NO CENTRO DA TEMPESTADE

A segunda-feira (2) começou com cheiro de pólvora no plenário da Câmara do Recife. Vereadores de oposição protocolaram oficialmente o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o prefeito João Campos (PSB). O alvo é um episódio que, desde o fim de 2024, vem rendendo críticas, debates jurídicos e acusações de favorecimento: a alteração no resultado do concurso público para procurador do município, realizado em 2022.

O caso ganhou repercussão quando a gestão municipal nomeou um candidato que havia ficado na 63ª colocação após ele apresentar, dois anos depois da realização do certame, diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). A nomeação ocorreu em detrimento do candidato que havia alcançado o 1º lugar entre as pessoas com deficiência no concurso. À época, a Prefeitura do Recife classificou o episódio como uma “controvérsia estritamente jurídica”, sustentando que a decisão estava amparada em interpretação legal e direitos assegurados.

A oposição, porém, não engoliu a explicação.

Para a instalação da CPI, era necessário o apoio de ao menos um terço dos vereadores da Casa — 13 assinaturas. O número foi alcançado nesta segunda-feira com a adesão do vereador Osmar Ricardo (PT), presidente municipal do partido. A assinatura não passou despercebida. Muito pelo contrário: caiu como uma bomba política.

O movimento de Osmar ocorre em meio às articulações nacionais sobre um possível apoio do PT à candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco em 2026. Nos bastidores, o gesto é visto como um recado duro — e estratégico. Nos últimos dias, o vereador também tem demonstrado aproximação com a governadora Raquel Lyra (PSD), que deve disputar a reeleição. Em outras palavras: a CPI nasce jurídica, mas cresce política.

O QUE ESTÁ EM JOGO

A CPI pretende investigar se houve irregularidade, privilégio indevido ou interpretação forçada da legislação no processo de nomeação. O ponto central é a mudança de enquadramento do candidato após o diagnóstico apresentado dois anos depois da prova — algo que, segundo críticos, pode ter alterado a ordem classificatória original.

Especialistas ouvidos à época divergiram. Alguns defenderam que o direito à inclusão e à acessibilidade deve ser respeitado mesmo que o diagnóstico seja posterior, desde que comprovado. Outros questionaram se o concurso poderia ter seu resultado reordenado tanto tempo depois, afetando candidatos que já aguardavam nomeação.

A CPI deverá convocar secretários, membros da Procuradoria do Município e possivelmente os próprios candidatos envolvidos. Se instalada, terá poder de requisitar documentos e produzir um relatório final que pode ou não recomendar medidas ao Ministério Público.

QUEM ASSINOU A CPI (OS QUE VOTARAM “SIM”)

Assinaram o requerimento para abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito:

  • Agora é Rubem (PSB)

  • Alcides Teixeira (Avante)

  • Alef Collins (PP)

  • Davi Muniz (PSD)

  • Eduardo Moura (Novo)

  • Felipe Alecrim (Novo)

  • Flávia de Nadegi (PV)

  • Fred Ferreira (PL)

  • Gilson Machado (PL)

  • Jô Cavalcanti (PSOL)

  • Osmar Ricardo (PT)

  • Paulo Muniz (PL)

  • Thiago Medina (PL)

O dado curioso — e politicamente explosivo — é que a lista reúne vereadores de espectros ideológicos distintos, da esquerda à direita, formando uma frente improvável contra o Palácio do Capibaribe.

PRESSÃO NO ANO ELEITORAL

Embora a investigação trate de um concurso realizado em 2022, o timing da CPI é tudo menos ingênuo. À medida que 2026 se aproxima e o nome de João Campos ganha musculatura para uma disputa estadual, qualquer ruído vira munição.

Aliados do prefeito afirmam que a gestão agiu dentro da legalidade e que a CPI tem motivação política. Já a oposição sustenta que, se tudo foi feito corretamente, não há por que temer investigação.

Entre a “controvérsia jurídica” e a “manobra política”, a verdade agora passa a ser disputada no campo institucional — e no tribunal da opinião pública.

A pergunta que ecoa nos corredores da Câmara é simples e direta: foi um direito assegurado ou um atalho privilegiado?

A CPI dirá. Ou, pelo menos, tentará.

MANUCA DE ZÉ DO POVO TRANSFORMA SECRETARIA EM TRAMPOLIM POLÍTICO E AMPLIA PROTAGONISMO NO GOVERNO RAQUEL LYRA

O ex-prefeito de Custódia, Manuca de Zé do Povo, tem ampliado sua vitrine política desde que assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco. À frente da pasta estratégica do governo estadual, Manuca deixou de ser apenas uma liderança consolidada no Sertão do Moxotó para se tornar uma peça com circulação em diferentes regiões do Estado, costurando apoios, fortalecendo bases e ampliando sua presença institucional.

Prefeito de Custódia entre 2017 e 2024, ele construiu uma trajetória administrativa que, segundo aliados, foi marcada por entregas estruturadoras e fortalecimento dos serviços públicos municipais. A experiência acumulada no Executivo municipal passou a ser utilizada como credencial técnica no Governo do Estado, onde tem defendido políticas voltadas à qualificação profissional, geração de renda e estímulo ao empreendedorismo como instrumentos concretos de transformação social.

Na secretaria, Manuca intensificou agendas institucionais, visitas técnicas e articulações com setores produtivos. O discurso é alinhado com a necessidade de preparar mão de obra para novas demandas do mercado, ao mesmo tempo em que amplia oportunidades para pequenos empreendedores. A estratégia não é apenas administrativa: é também política. Cada agenda no Interior carrega simbolismo, aproxima lideranças locais e consolida pontes para um projeto maior.

Nos bastidores, seu nome já circula com força para as eleições de 2026. Embora não tenha oficializado pré-candidatura, Manuca é apontado como possível postulante a uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco ou até mesmo à Câmara dos Deputados. A movimentação é vista como natural por aliados, que observam um crescimento gradual de sua influência e uma presença cada vez mais consistente fora do eixo tradicional de atuação.

O respaldo da governadora Raquel Lyra tem sido decisivo nesse processo. A confiança depositada no secretário fortalece seu capital político e o posiciona como quadro estratégico dentro da gestão estadual. Em um governo que busca consolidar marca administrativa e ampliar bases no Interior, Manuca surge como nome capaz de dialogar tanto com lideranças municipais quanto com o setor produtivo.

O cenário de 2026 ainda está distante no calendário, mas já movimenta peças no tabuleiro político pernambucano. E, nesse jogo, Manuca de Zé do Povo parece ter entendido que visibilidade institucional, entregas concretas e presença regional são ingredientes fundamentais para quem pretende dar um passo além. Se o destino será a Alepe ou Brasília, o tempo dirá. Por enquanto, ele segue transformando uma secretaria técnica em plataforma de projeção estadual.

EDUARDO HONÓRIO ANUNCIA PRÉ-CANDIDATURA A DEPUTADO FEDERAL COM APOIO DE ANTÔNIO MORAES E LULA DA FONTE

O deputado federal e vice-presidente estadual do Progressistas, Lula da Fonte (PP) recebeu, nesta segunda-feira, na sede do partido, o ex-prefeito de Goiana, Eduardo Honório(UB) em um encontro marcado pelo diálogo e pelo fortalecimento de alianças políticas em Pernambuco. A pré-candidatura de Eduardo Honório a deputado federal foi referendada também com o apoio do deputado estadual Antônio Moraes(PP).

Eduardo Honório construiu uma grande trajetória pública em Goiana, onde foi prefeito por dois mandatos, consolidando uma gestão reconhecida por investimentos estruturadores e ações voltadas para o desenvolvimento econômico e social do município. Sua atuação à frente da prefeitura reforçou o protagonismo de Goiana no cenário estadual, especialmente em um momento de crescimento industrial e geração de empregos. Nas eleições suplementares do ano passado, Eduardo Honório, apoiou e elegeu o seu sucessor, Marcílio Régio(PP).

Nesse contexto, a pré-candidatura de Eduardo Honório à Câmara Federal é vista como estratégica para ampliar a representatividade do município de Goiana e de todo Litoral Norte de Pernambuco em Brasília, fortalecendo a defesa de pautas importantes para região.

O encontro reforça a articulação política em torno de nomes com trajetória consolidada e compromisso com o desenvolvimento do estado, ampliando o diálogo entre lideranças e fortalecendo projetos voltados ao crescimento de Pernambuco. A federação União Progressistas, sob o comando dos deputados federais, Eduardo e Lula da Fonte, vem largado na frente no que se trata da construção de chapas proporcionais para deputados estaduais e federais, sendo o projeto de Eduardo Honório extremamente competitivo para representar Goiana e toda a região no Congresso Nacional.

FELIPE CARRERAS ACIONA QUATRO MINISTROS E COBRA RESPOSTA RÁPIDA PARA CIDADES ATINGIDAS PELAS CHUVAS NO AGRESTE

Diante dos estragos provocados pelas fortes chuvas que atingiram o Agreste Meridional de Pernambuco nos últimos dias, o deputado federal Felipe Carreras intensificou a articulação em Brasília e mobilizou quatro ministérios do Governo Federal em busca de apoio emergencial para os municípios afetados.

Nesta segunda-feira (02), o parlamentar encaminhou ofícios aos ministros Waldez Góes (Integração e do Desenvolvimento Regional), Jader Barbalho Filho (Cidades), José Múcio Monteiro (Defesa) e Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome), solicitando uma ação coordenada e imediata para socorrer a população prejudicada.

Nos documentos, Carreras destaca a necessidade de uma força-tarefa envolvendo a liberação de recursos para ações emergenciais, reforço à Defesa Civil, envio de assistência humanitária e suporte direto às famílias que perderam bens ou tiveram suas casas danificadas. O pedido contempla especialmente os municípios de Jupi, Jucati, Calçado, Lajedo e Garanhuns, com atenção redobrada ao Distrito de São Pedro, onde os impactos das chuvas têm sido ainda mais severos.

Além da formalização dos ofícios, o deputado solicitou agendas presenciais com os quatro ministros ainda nesta semana, em Brasília. A intenção é tratar pessoalmente da situação e acelerar as providências necessárias, evitando que a burocracia atrase o socorro às cidades atingidas.

Segundo o parlamentar, desde os primeiros registros de alagamentos e transtornos, o mandato vem mantendo contato direto com prefeitos e lideranças locais, acompanhando os danos e levantando as principais demandas. A articulação busca garantir que os municípios tenham condições de reconstruir áreas afetadas, restabelecer serviços essenciais e oferecer suporte às famílias mais vulneráveis.

A mobilização em nível federal ocorre em um momento de preocupação crescente na região, onde moradores relatam prejuízos materiais, dificuldades de deslocamento e insegurança diante da instabilidade climática. A expectativa agora é que o Governo Federal responda com celeridade aos pleitos apresentados e viabilize o apoio necessário para minimizar os impactos das chuvas no Agreste pernambucano.

PREFEITO DR. ELTON MARTINS E RAQUEL LYRA FORTALECEM PARCERIA E GARANTEM NOVOS COMPUTADORES PARA SALAS DE VACINAÇÃO EM ÁGUAS BELAS

No dia de hoje, a saúde pública de Águas Belas ganhou um reforço importante com a chegada de 20 novos computadores destinados às salas de vacinação do município. O investimento integra o programa estadual Qualifica APS e foi celebrado pelo prefeito Dr. Elton Martins, que participou da cerimônia de entrega ao lado da governadora Raquel Lyra e da secretária estadual de Saúde, Elisângela Brandão.

Durante o evento, o prefeito destacou que os equipamentos representam mais do que modernização tecnológica: significam mais agilidade no atendimento, melhor controle das informações e mais qualidade no serviço prestado à população. Segundo Dr. Elton Martins, a informatização das salas de vacina fortalece o trabalho das equipes de saúde, facilita o registro de dados no sistema do SUS e contribui diretamente para o acompanhamento mais eficiente da cobertura vacinal no município.

“Estamos reforçando a estrutura da saúde e garantindo mais agilidade, controle e qualidade no atendimento ao nosso povo”, afirmou o gestor, ressaltando que a parceria com o Governo do Estado tem sido decisiva para ampliar investimentos em áreas essenciais.

A iniciativa faz parte do Qualifica APS, programa voltado à qualificação da Atenção Primária à Saúde em Pernambuco, que vem promovendo melhorias estruturais, tecnológicas e de gestão nas unidades básicas em todas as regiões do Estado. A entrega dos computadores para as salas de vacinação busca assegurar maior precisão no registro das doses aplicadas, reduzir falhas operacionais e otimizar o acompanhamento de campanhas, especialmente em períodos de intensificação vacinal.

Ao lado da governadora, Dr. Elton Martins reforçou o reconhecimento ao apoio estadual. Ele destacou que o comprometimento da gestão de Raquel Lyra com os municípios tem permitido avanços concretos na ponta, onde a população mais precisa. Para o prefeito, ações como essa demonstram que a parceria institucional vai além do discurso e se traduz em resultados práticos para a comunidade.

A presença da secretária Elisângela Brandão também foi apontada como fundamental para o alinhamento técnico das ações. Segundo a gestão municipal, a integração entre Estado e município tem fortalecido a rede local de saúde e garantido que Águas Belas acompanhe as diretrizes mais modernas de organização da atenção básica.

Com a chegada dos equipamentos, a expectativa é que as salas de vacinação do município passem a operar com maior eficiência, reduzindo tempo de atendimento e ampliando a capacidade de monitoramento das metas vacinais. Em um cenário em que a imunização é peça-chave para a prevenção de doenças e proteção coletiva, o investimento reforça o compromisso conjunto entre Prefeitura e Governo do Estado em garantir uma saúde pública cada vez mais estruturada e acessível.

ÁLVARO PORTO DIZ QUE ALEPE ESTÁ PRONTA PARA VOTAR PROJETO DE INCENTIVOS EM FAVOR DO SETOR SUCROALCOOLEIRO

Em reunião com representantes do setor sucroalcooleiro estadual e parlamentares, nesta segunda-feira (02.03), o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto (PSDB), ressaltou que a Casa está mobilizada para votar Projeto de Lei que assegure aos produtores incentivos capazes de compensar perdas e ampliar a produção. 

Segundo Porto, logo que o governo do estado encaminhar o PL, o texto será submetido às comissões e, em seguida, ao plenário. “Estamos solidários aos pleitos do setor e dispostos a construir soluções que permitam a superação dos prejuízos e a retomada do crescimento da produção”, disse.

O setor espera apoio do Executivo para as perdas decorrentes da estiagem, da queda no valor da tonelada da cana e do tarifaço dos Estados Unidos sobre o açúcar. De acordo com o presidente da Alepe, os incentivos devem provocar um impacto positivo sobre a cadeia produtiva, que responde por mais 70 mil empregos diretos e outros 200 mil indiretos, englobando mais de 60 municípios. 

“A Assembleia tem plena consciência da crise que põe em risco um setor que é estratégico para Pernambuco na geração de divisa e empregos. Exatamente por isso, necessitamos de medidas que solucionem esta crise com urgência. Estamos no aguardo do Projeto de Lei do Executivo para dar encaminhamento e garantir os incentivos esperados pelos produtores”, afirmou Porto.
Participaram da reunião, Alexandre Andrade Lima, presidente da Associação do Fornecedores de Cana (AFCP); Paulo Giovanni Tapety Reis, vice-presidente da ACFP e diretor financeiro da Cooperativa do Agronegócio dos Associados da Associação dos Fornecedores; Givanildo Marques dos Santos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Palmares; Gerson Carneiro Leão, presidente dos Sindicato dos Cultivadores de Cana de Pernambuco; Gregório Maranhão, consultor da ACFP; e Marcelo Guerra, superintendente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindaçucar). 

Entre os deputados compareceram Antônio Morais (PP), Henrique Queiroz Filho (PP), Alberto Feitosa (PL), Luciano Duque (Solidariedade) e Jarbas Filho (MDB).


Fotos: Lucas Patrício