domingo, 8 de março de 2026
RAQUEL LYRA ANUNCIA EM OLINDA OBRAS DE R$ 1,4 MILHÃO PARA CONTENÇÃO DE ENCOSTAS E REFORMA DO SANTUÁRIO MÃE RAINHA
ALTA DO DIESEL JÁ CHEGA A R$ 1 EM ALGUNS POSTOS E ACENDE ALERTA NA ECONOMIA
Levantamento recente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que o preço médio do diesel no país subiu nas últimas semanas, passando de cerca de R$ 6,03 para aproximadamente R$ 6,08 por litro, refletindo uma tendência de alta no mercado de combustíveis. Mesmo com essa variação considerada moderada na média nacional, o impacto nos postos pode ser maior em determinadas localidades.
De acordo com reportagens e relatos do setor de combustíveis, em alguns estados o diesel já registrou aumentos próximos de R$ 0,90, e há casos em que o preço chegou a subir até R$ 1 por litro em comparação com valores praticados anteriormente. A diferença ocorre porque cada posto repassa os custos conforme as compras feitas junto às distribuidoras e as variações regionais do mercado.
Entre os principais fatores que explicam a pressão sobre o diesel está a alta do petróleo no mercado internacional. O barril do tipo Brent, referência global, voltou a subir nas últimas semanas impulsionado por tensões geopolíticas e incertezas sobre a oferta mundial de energia. Esse cenário acaba elevando o custo de produção e importação de derivados como diesel e gasolina.
Outro ponto importante é que o Brasil ainda depende parcialmente de diesel importado para atender à demanda interna. Estimativas do setor indicam que entre 20% e 25% do diesel consumido no país vem do exterior, o que torna o mercado nacional sensível às oscilações do petróleo e do dólar.
Nesse contexto, a política de preços da Petrobras também entra no debate sempre que há mudanças no mercado internacional. A estatal afirma que acompanha permanentemente o cenário global antes de decidir por eventuais reajustes nas refinarias, buscando evitar oscilações bruscas para o consumidor.
A alta do diesel preocupa especialmente o setor de transporte rodoviário, responsável por movimentar a maior parte das cargas no Brasil. Quando o combustível sobe, o custo do frete tende a aumentar e esse impacto costuma chegar ao consumidor final por meio do preço de alimentos, materiais de construção e outros produtos do dia a dia.
Economistas avaliam que, se o petróleo continuar em trajetória de alta nas próximas semanas, o diesel pode seguir pressionado no mercado brasileiro. O cenário acende um alerta não apenas para o setor de transportes, mas também para a inflação, já que o combustível tem influência direta nos custos logísticos e na formação de preços em toda a economia.
TV ANUNCIA AO VIVO MORTE DE APRESENTADOR LOGO APÓS EXIBIR SEU PROGRAMA; VEJA
A morte do jornalista Manoel Branco, de 57 anos, foi anunciada de forma inesperada na programação da TV Clube na tarde da última sexta-feira (6). A notícia foi divulgada poucos minutos depois da emissora exibir o programa apresentado por ele.
O comunicado aconteceu durante a abertura do telejornal Jornal da Clube, apresentado por André Costa. Logo no início da edição, o âncora informou aos telespectadores sobre o falecimento do colega.
“A gente abre essa edição com uma triste notícia. Morreu agora há pouco, em Ribeirão Preto, o apresentador Manoel Branco”, disse o jornalista.
Ele também destacou que o público havia acabado de acompanhar o programa apresentado por Manoel minutos antes da confirmação da morte.
Vídeo:
Causa da morte
De acordo com informações divulgadas pela emissora, Manoel Branco sofreu um infarto em sua residência. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre velório ou sepultamento.
Durante o telejornal, a direção do Sistema Clube de Comunicação também manifestou pesar pela perda do profissional e prestou solidariedade à família.
Trajetória na comunicação
Manoel Branco trabalhava na afiliada da Band em Ribeirão Preto e comandava um programa dedicado à cultura e à culinária do interior paulista.
Segundo a emissora, ele era conhecido por valorizar tradições regionais e apresentar histórias ligadas à gastronomia local de forma simples e próxima do público.
Natural de São Joaquim da Barra, no interior de São Paulo, o comunicador também teve passagem por emissoras de rádio, onde apresentou programas jornalísticos e esportivos ao longo da carreira
PSOL REJEITA FEDERAÇÃO COM PT, PCdoB E PV, MAS CONFIRMA APOIO A LULA NO PRIMEIRO TURNO DE 2026
A resolução aprovada pelo diretório destaca que o posicionamento político da legenda está alinhado à estratégia adotada pelo partido nos últimos anos, que tem como eixo central o enfrentamento à extrema-direita no cenário político brasileiro. No documento, o PSOL afirma que o apoio antecipado ao atual presidente representa uma continuidade da linha política construída desde as últimas disputas eleitorais, quando diferentes setores da esquerda passaram a atuar de forma coordenada para barrar projetos considerados radicais ou antidemocráticos.
De acordo com o texto aprovado pela direção partidária, apoiar Lula ainda no primeiro turno é visto como um passo coerente com essa estratégia. O documento sustenta que a prioridade política da legenda tem sido, ao longo dos últimos anos, unir forças com outros segmentos progressistas para enfrentar o avanço da extrema-direita e garantir a defesa de pautas democráticas, sociais e ambientais no país.
A decisão, no entanto, não ocorreu sem debate interno. Dentro do PSOL havia correntes que defendiam uma aproximação institucional mais profunda com os partidos que compõem a federação liderada pelo PT. Um dos principais defensores dessa tese era o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, figura de destaque do partido e liderança nacional que tem defendido, nos últimos anos, uma maior articulação entre as legendas da base governista.
Para Boulos e seus aliados políticos, a formação de uma federação com PT, PCdoB e PV poderia fortalecer o campo progressista nas eleições nacionais e regionais, ampliando a capacidade de organização eleitoral, além de unificar estratégias políticas e programáticas. Mesmo assim, a maioria do diretório optou por preservar a autonomia partidária do PSOL, evitando uma integração formal que exigiria decisões conjuntas em diversas esferas da política.
As federações partidárias, criadas por legislação recente no Brasil, funcionam como uma espécie de união política entre duas ou mais siglas por um período mínimo de quatro anos. Nesse modelo, os partidos passam a atuar praticamente como uma única estrutura política, compartilhando estratégias eleitorais, decisões sobre candidaturas e até a divisão de recursos do fundo partidário e do tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão.
Na prática, essa modalidade de aliança exige que as siglas envolvidas tomem decisões coletivas sobre candidaturas, inclusive nas disputas majoritárias, o que impede que cada partido lance candidatos próprios ou apoie nomes diferentes em determinadas eleições. Esse fator pesou na avaliação de setores do PSOL, que preferiram manter maior liberdade para definir estratégias regionais e municipais nos próximos pleitos.
Mesmo optando por não integrar a federação com PT, PCdoB e PV, o PSOL decidiu abrir mão de lançar candidatura própria à Presidência da República em 2026. A medida foi apresentada pela direção partidária como uma forma de reforçar a unidade entre partidos e movimentos que se identificam com o campo progressista, evitando a fragmentação de votos no primeiro turno.
Outro ponto importante deliberado na mesma reunião foi a continuidade da federação entre o PSOL e a Rede Sustentabilidade. A aliança entre as duas legendas foi renovada por mais quatro anos, garantindo a manutenção do bloco político que já atua de forma conjunta no Congresso Nacional e em disputas eleitorais recentes.
A federação PSOL-Rede tem sido considerada estratégica para as duas siglas, principalmente no que diz respeito à ampliação da representação parlamentar e à consolidação de pautas comuns, como a defesa do meio ambiente, da democracia participativa e de políticas sociais voltadas à redução das desigualdades.
Com a decisão deste sábado, o PSOL busca manter um equilíbrio entre a colaboração política com o governo federal e a preservação de sua identidade partidária. Ao mesmo tempo em que reafirma apoio à reeleição de Lula, a legenda também sinaliza que pretende seguir atuando com autonomia no debate político nacional, mantendo espaço para críticas, propostas próprias e articulações independentes dentro do campo progressista.
PEC DA SEGURANÇA E A POLÍCIA MUNICIPAL ACENDEM ALERTA ENTRE GUARDAS MUNICIPAIS EM TODO O PAÍS
A principal inquietação da categoria está no fato de que o texto aprovado não garante a transformação automática das guardas municipais existentes em polícias municipais. Na prática, a proposta cria uma nova estrutura institucional, mas condiciona a mudança das atuais corporações a um processo de acreditação que ainda depende de regulamentação por meio de lei federal.
O presidente da Associação Nacional de Guardas Municipais (AGM Brasil), Reinaldo Monteiro, avalia que esse modelo pode criar um longo período de indefinição para os profissionais que já atuam nos municípios. Segundo ele, caso a PEC seja aprovada pelo Senado da forma como saiu da Câmara, as guardas precisarão cumprir uma série de exigências que ainda nem foram regulamentadas, o que pode tornar o processo lento e burocrático.
Monteiro afirma que o procedimento dependerá de critérios que deverão ser definidos em uma futura legislação federal e que também envolverão os Conselhos Estaduais de Segurança Pública. Na visão da entidade, a tramitação e a regulamentação desse conjunto de regras podem levar muitos anos para serem concluídas, o que deixaria as guardas municipais em uma espécie de limbo institucional durante esse período. Para ele, enquanto a lei federal não estabelecer os parâmetros definitivos, os agentes continuarão sendo considerados guardas municipais, sem o reconhecimento formal como policiais municipais.
Outro ponto levantado pela associação é que a proposta não acompanha o entendimento já consolidado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu as guardas municipais como integrantes do sistema de segurança pública. Para a entidade, a ausência de reconhecimento direto na PEC cria uma barreira burocrática que desconsidera o papel já desempenhado por esses profissionais na proteção do patrimônio público e no apoio às políticas de segurança nas cidades.
O texto aprovado na Câmara estabelece que a Polícia Municipal deverá atuar principalmente no policiamento ostensivo e comunitário. A criação dessas corporações, no entanto, não será automática e dependerá da iniciativa das prefeituras, que terão de cumprir uma série de requisitos para implantar ou transformar suas estruturas de segurança.
Um dos principais critérios exigidos é a comprovação de capacidade financeira por parte dos municípios. As prefeituras precisarão demonstrar que possuem receita própria suficiente para garantir a manutenção da corporação, incluindo custos operacionais, estrutura administrativa e pagamento de pessoal. Além disso, as futuras polícias municipais deverão passar por processos periódicos de acreditação junto aos Conselhos Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social, seguindo um padrão nacional que ainda será definido por legislação federal.
Durante a tramitação da proposta, houve mudanças relevantes em relação ao texto original apresentado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Inicialmente, a criação das polícias municipais estava restrita a cidades com mais de 100 mil habitantes. No entanto, o relator da matéria na Câmara, o deputado pernambucano Mendonça Filho, retirou essa limitação, permitindo que municípios de qualquer porte possam criar suas próprias corporações, desde que comprovem capacidade financeira para sustentá-las.
A proposta também estabelece que, nos municípios onde já existam guardas municipais, será necessário comprovar o cumprimento integral da legislação que regulamenta essas instituições. Outro ponto importante é a proibição da existência simultânea de órgãos municipais de segurança com funções sobrepostas. Isso significa que a cidade não poderá manter duas estruturas com atribuições semelhantes dentro do mesmo sistema de segurança.
O texto ainda determina que tanto as guardas municipais quanto as futuras polícias municipais estarão submetidas ao controle externo do Ministério Público, garantindo mecanismos de fiscalização sobre suas atividades.
Atualmente, uma das principais limitações enfrentadas pelos municípios está no fato de que a Constituição não prevê explicitamente a existência de polícias municipais. Por esse motivo, decisões do Supremo Tribunal Federal impedem que as guardas sejam oficialmente denominadas como polícia. A PEC da Segurança busca justamente alterar o artigo 144 da Constituição para incluir as polícias municipais entre os órgãos que compõem o sistema nacional de segurança pública.
Caso a mudança seja aprovada também pelo Senado e posteriormente promulgada, os municípios que criarem suas polícias comunitárias ou transformarem suas guardas em novas corporações terão respaldo constitucional para integrar formalmente o sistema de segurança pública brasileiro.
Os dados mais recentes mostram que a presença das guardas municipais ainda é limitada no país. O Diagnóstico Nacional das Guardas Municipais, divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em outubro do ano passado, identificou a existência de 1.238 instituições espalhadas pelo Brasil, o que representa pouco mais de 22% dos municípios brasileiros.
Em Pernambuco, o cenário é semelhante. Levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) em 2025 revelou que 97 dos 184 municípios pernambucanos ainda não contam com guarda municipal, o que evidencia a desigualdade estrutural na organização da segurança pública em nível local.
Nesse contexto, a discussão sobre a criação das polícias municipais reacende o debate sobre a participação direta dos municípios na segurança pública e sobre os desafios administrativos, financeiros e legais que envolvem essa possível mudança no modelo brasileiro de proteção à população.
AVANÇOS NA SAÚDE DE GARANHUNS, FELIPE CARRERAS VISITA OBRAS DO HOSPITAL DE AMOR E DO HOSPITAL MUNICIPAL
UMA FOTO E MUITOS SIGNIFICADOS, REARRANJO NA OPOSIÇÃO MOVIMENTA CENÁRIO POLÍTICO EM PESQUEIRA
A imagem foi feita durante um encontro realizado na residência do ex-prefeito Bal do Mimoso. No registro aparecem, além do próprio Bal, os vereadores Niel do Mimoso, Mateus e Gel Napoleão, todos ao lado de Rossine. A reunião foi apresentada publicamente como um momento de diálogo e construção política, com a mensagem de que “a política é feita de pontes e construção”, destacando também a intenção de trabalhar em conjunto pela segurança do cidadão e por um futuro melhor para Pesqueira.
Embora à primeira vista pareça apenas uma reunião entre lideranças políticas e aliados, a fotografia rapidamente ganhou uma leitura mais profunda entre analistas e observadores da política pesqueirense. Para muitos, o encontro revela um movimento de reorganização dentro do campo oposicionista, que vinha sendo apontado por alguns como fragmentado ou com pouca capacidade de articulação.
O registro divulgado nas redes sociais acabou transmitindo justamente a ideia oposta. A presença conjunta de lideranças com atuação política em diferentes áreas do município sinaliza que o grupo pode estar buscando fortalecer pontes e ampliar o diálogo em torno de um projeto político comum.
Um dos aspectos mais comentados nos bastidores foi a presença do ex-prefeito Bal do Mimoso e do vereador Niel do Mimoso ao lado de Rossine. Para parte dos analistas políticos locais, o gesto simboliza um movimento de autonomia política em relação ao tradicional grupo que historicamente exerce forte influência na política da cidade, muitas vezes chamado nos meios políticos de “grupo do cacique”.
Além disso, a participação dos vereadores Mateus e Gel Napoleão reforça a percepção de que o encontro teve caráter político mais amplo, reunindo lideranças que possuem bases eleitorais e influência em diferentes comunidades de Pesqueira.
Outro elemento que chama atenção é a decisão de tornar pública a imagem nas redes sociais. Em tempos de comunicação digital, registros fotográficos publicados por lideranças políticas costumam carregar mensagens estratégicas e funcionam como sinais claros de alinhamentos, aproximações ou novos caminhos que começam a ser construídos.
Nesse contexto, a fotografia passa a representar mais do que um simples encontro. Ela sugere que a oposição em Pesqueira pode estar se reorganizando, ampliando suas articulações e demonstrando disposição para construir novas alianças.
Se por um lado a imagem registra apenas um momento específico, por outro ela abre espaço para diversas interpretações e alimenta as expectativas sobre os próximos passos das lideranças envolvidas. Na política, gestos aparentemente simples costumam carregar mensagens importantes.
Por isso, para muitos observadores da cena política local, aquela reunião registrada em uma única fotografia pode representar muito mais do que um encontro casual. Pode ser o retrato de uma nova fase de articulações e rearranjos que começam a ganhar forma no tabuleiro político de Pesqueira, mostrando que a oposição, longe de desaparecer, pode estar encontrando novos caminhos para se fortalecer.
SILVIO COSTA FILHO REFORÇA FORÇA DE PERNAMBUCO COM ENTREGA DE EQUIPAMENTOS BILIONÁRIOS NO PORTO DE SUAPE
O empreendimento, instalado dentro do Complexo Industrial Portuário de Suape, entra agora em sua fase final de construção e promete inaugurar uma nova etapa tecnológica no transporte marítimo da região. O terminal privado, autorizado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, recebeu investimentos superiores a R$ 2 bilhões e tem previsão de iniciar suas operações no segundo semestre de 2026. Quando estiver plenamente operacional, o equipamento terá capacidade inicial para movimentar até 400 mil TEUs por ano, ampliando significativamente a capacidade logística do estado e fortalecendo a competitividade de Pernambuco nas rotas comerciais internacionais.
A presença do ministro Silvio Costa Filho no evento reforça o peso político e econômico da iniciativa. Integrante do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro tem destacado a importância de ampliar a infraestrutura portuária brasileira como ferramenta de desenvolvimento regional e geração de empregos. O projeto da APM Terminals em Suape, além de fortalecer o comércio exterior, também teve forte impacto na economia local durante sua construção, gerando mais de dois mil empregos diretos e milhares de vagas indiretas ao longo das obras.
Um dos pontos mais inovadores do terminal está na adoção de tecnologia sustentável. Com investimento adicional de R$ 241 milhões em equipamentos, toda a estrutura foi projetada para operar de forma totalmente eletrificada, eliminando o uso de combustíveis fósseis e alinhando o empreendimento às metas ambientais globais da empresa, que pretende alcançar a neutralidade de carbono até 2040. Trata-se do primeiro terminal portuário da América Latina concebido para funcionar integralmente com energia elétrica, um passo considerado decisivo para modernizar e tornar mais sustentável a logística marítima no continente.
Entre os equipamentos entregues estão dois guindastes do tipo STS (Ship to Shore), utilizados na operação direta de navios porta-contêineres, além de sete guindastes RTGs (Rubber Tyred Gantry Cranes), fundamentais para a movimentação e organização de contêineres nos pátios portuários. O complexo contará ainda com duas Reach Stackers, equipamentos essenciais para empilhamento e deslocamento de contêineres, além de empilhadeiras de grande porte e uma frota de 14 Terminal Tractors responsáveis pelo transporte interno das cargas.
Outro diferencial tecnológico é que parte dessas máquinas será operada por controle remoto a partir de salas de controle especializadas. Esse sistema reduz riscos operacionais, melhora as condições de trabalho e aumenta a eficiência das operações logísticas, permitindo um nível de automação que coloca o terminal entre os mais modernos da América Latina.
Com essa infraestrutura, o novo terminal também estará apto a receber embarcações de maior porte, ampliando a capacidade de atracação e movimentação de cargas do Porto de Suape. A expectativa é que a operação fortaleça a posição estratégica de Pernambuco como hub logístico no Atlântico Sul, atraindo novas rotas marítimas e consolidando o estado como um dos principais centros de distribuição de cargas do país.
A entrega dos equipamentos simboliza, portanto, mais que uma etapa da obra: representa um avanço estrutural para a economia pernambucana. Ao combinar investimento bilionário, inovação tecnológica e compromisso ambiental, o novo terminal da APM Terminals projeta o Porto de Suape para um novo patamar na logística internacional, consolidando a presença do Brasil em um mercado cada vez mais competitivo e conectado.