quarta-feira, 18 de março de 2026

TALITA FONSECA SURPREENDE AO APOIAR ANTONIO COELHO E MOVIMENTO PODE SINALIZAR UNIÃO DO GRUPO COELHO AO PSD

A prefeita de Camutanga, Talita Fonseca (PV), surpreendeu ao anunciar apoio ao deputado estadual Antonio Coelho (União Brasil). O gesto sinaliza uma possível aproximação do grupo dos Coelho com a governadora Raquel Lyra (PSD).

Talita, até então aliada de Jeferson Timóteo (PP), partido que tende a se alinhar a João Campos (PSB), rompe o antigo alinhamento político. O apoio a Antonio Coelho, irmão de Miguel Coelho, presidente estadual do União Brasil, reforça expectativas de que o grupo passe a integrar a base da governadora.

Fontes próximas indicam que Miguel Coelho deve oficializar a aliança com Raquel ainda esta semana, consolidando um movimento que pode redesenhar o cenário político no Agreste.


JOÃO CAMPOS AMPLIA ARTICULAÇÕES, TENTA SEGURAR ALIADOS E VÊ DISPUTA POR VAGAS NA CHAPA SE INTENSIFICAR EM PERNAMBUCO

Depois de meses marcados por especulações, articulações discretas e intensos movimentos de bastidores, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), decidiu assumir protagonismo na reorganização de seu grupo político e iniciou uma ofensiva para evitar perdas estratégicas rumo às eleições de 2026. O foco principal tem sido conter o avanço de insatisfações entre nomes de peso que despontam como pré-candidatos ao Senado, ao mesmo tempo em que tenta acomodar novos atores que também reivindicam espaço na chapa majoritária.

De acordo com informações do Blog Dantas Barreto, um dos movimentos centrais foi a abertura de diálogo com Marília Arraes, que já integra o PDT. A reunião recente teve como objetivo ouvir suas demandas e apresentar alternativas políticas que possam mantê-la no campo de alianças liderado por João Campos, diante do seu peso eleitoral e da liderança em pesquisas.

Nos bastidores, a expectativa é que o mesmo gesto seja estendido ao ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e ao ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, ambos também cotados para disputar o Senado e líderes de seus respectivos partidos no Estado. A estratégia do prefeito passa por ouvir as insatisfações e, principalmente, oferecer garantias de espaço na majoritária.

Isso porque, apesar de ter circulado por Pernambuco ao lado desses aliados e incentivado suas projeções políticas, cresce a percepção de que compromissos já estariam sendo encaminhados com outros nomes. Entre eles, o senador Humberto Costa, cuja presença é vista como natural para assegurar o alinhamento com o PT, e o deputado federal Eduardo da Fonte, que surge como peça estratégica diante do peso político da possível federação entre PP e União Brasil.

A eventual consolidação da chamada União Progressista pode ser determinante nesse tabuleiro. Com uma bancada expressiva na Câmara Federal, a federação garantiria amplo tempo de televisão e rádio, um ativo considerado decisivo em campanhas majoritárias. Esse fator fortalece Eduardo da Fonte, mesmo diante da resistência de outros pré-candidatos, que veem sua chegada como tardia, porém privilegiada. Por outro lado, Marília Arraes, apesar de sua força eleitoral, enfrenta limitações estruturais relacionadas ao tempo de propaganda do PDT, enquanto o Republicanos, partido de Silvio Costa Filho, também não alcança o mesmo peso.

Se o cenário já era complexo, ganhou novos contornos com a entrada do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto, na disputa por espaço. Álvaro passou a ser citado como mais um nome com expectativa de figurar na chapa, especialmente na vaga de vice, sendo considerado uma liderança que precisa ser prestigiada dentro do arranjo político.

A vice, aliás, tornou-se um dos pontos mais sensíveis da negociação. Além de Álvaro Porto, o nome de Silvio Costa Filho também aparece como possibilidade para a composição, dentro de uma engenharia política que pode envolver mudanças estratégicas, inclusive com redirecionamento de candidaturas. Nos bastidores, há relatos de que João Campos teria avançado em propostas mais ousadas, como a oferta de uma vaga ao Senado para Marília Arraes e a indicação de Silvio como vice — movimento que geraria impactos diretos na relação com o PT e no espaço de Humberto Costa.

Outra hipótese ventilada envolve a não consolidação da federação União Progressista. Nesse cenário, Silvio Costa Filho poderia disputar uma vaga na Câmara Federal, abrindo caminho para que seu grupo indicasse Carlos Costa, seu irmão, como candidato a vice. As tratativas seguem em ritmo acelerado, com diferentes possibilidades sendo avaliadas e ajustadas conforme o avanço das conversas.

Enquanto isso, a governadora Raquel Lyra (PSD) acompanha atentamente cada movimento. No seu entorno, a leitura é de que qualquer falha na articulação de João Campos pode abrir espaço para uma reconfiguração no cenário político, atraindo nomes insatisfeitos e fortalecendo ainda mais o seu projeto de reeleição.

Com múltiplos interesses em jogo e um número limitado de vagas, o prefeito do Recife enfrenta o desafio de montar um quebra-cabeça político delicado, no qual cada decisão pode significar tanto a consolidação de uma ampla aliança quanto o risco de rupturas capazes de redesenhar completamente a disputa eleitoral em Pernambuco.

JULIANA DE CHAPARRAL ACOMPANHA RAQUEL LYRA EM AUTORIZAÇÃO DE OBRAS NO HOSPITAL REGIONAL DO AGRESTE

A prefeita de Casinhas e pré-candidata a deputada federal, Juliana de Chaparral (União Brasil), e o prefeito de Bom Jardim e pré-candidato a deputado estadual, Janjão, participaram nesta segunda-feira (16) da agenda da governadora Raquel Lyra (PSD) no município de Limoeiro, no Agreste Setentrional. O destaque do evento foi a autorização para o início das obras de requalificação do Hospital Regional José Fernandes Salsa, com investimento de R$ 24 milhões.

A reforma do hospital prevê a modernização de setores essenciais, incluindo emergência, ambulatório, laboratório e a implantação de um moderno Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI), prometendo agilizar os atendimentos médicos na região. A capacidade da unidade será ampliada de 91 para 135 leitos, reforçando o atendimento à população do Agreste.

Juliana de Chaparral ressaltou a importância dos investimentos do Governo do Estado. “É muito importante ver a governadora Raquel Lyra investindo forte na saúde do Agreste, cuidando de quem mais precisa”, afirmou, destacando a articulação política e o compromisso com a população.

Janjão, que busca uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco, destacou a relevância da parceria entre os municípios e o Governo do Estado. “Este investimento é um passo fundamental para garantir saúde de qualidade a todos. É também um exemplo de como a política pode transformar vidas quando unimos forças”, declarou o prefeito de Bom Jardim, reforçando seu projeto estadual.

O evento contou ainda com a presença da vice-governadora Priscila Krause e de outros prefeitos da região, entre eles Cleber Chaparral (Surubim), Biu Abreu (Orobó), Lindonaldo (Frei Miguelinho), Dr. Histenio Sales (Vertente do Lério) e Elias Meu Fii (Pombos), consolidando o alinhamento político no Agreste.

Raquel Lyra destacou que a requalificação do hospital integra um amplo conjunto de ações voltadas à modernização da saúde pública em Pernambuco. Segundo a governadora, iniciativas como esta reforçam o compromisso do governo com o bem-estar da população e fortalecem a infraestrutura hospitalar da região.



EDUARDO DA FONTE REAGE A EXONERAÇÕES DE RAQUEL LYRA, NEGA ACORDO COM JOÃO CAMPOS E ELEVA TOM NA DISPUTA POLÍTICA EM PERNAMBUCO

O cenário político de Pernambuco ganhou novos contornos de tensão nesta semana após a decisão da governadora Raquel Lyra de exonerar indicados do Partido Progressistas (PP) em órgãos estratégicos do Estado, como o Ceasa, o Lafepe e o Porto do Recife. A medida provocou reação imediata do presidente estadual da sigla, o deputado federal Eduardo da Fonte, que classificou a iniciativa como “precipitada” e reforçou que o momento político ainda exige cautela, diálogo e articulação mais ampla.

Em declaração ao Blog Dantas Barreto, Eduardo da Fonte tratou de afastar especulações sobre uma possível aproximação com o grupo do prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo do Estado, João Campos. Segundo ele, apesar das movimentações intensas nos bastidores, não há qualquer acordo firmado. “Todo mundo está conversando com todo mundo. Não tem acordo com João Campos”, afirmou, deixando claro que o jogo político segue aberto e em construção.

O parlamentar também chamou atenção para o timing da decisão do Governo do Estado, destacando que as exonerações ocorreram no mesmo dia em que o Tribunal Superior Eleitoral marcou para o próximo dia 26 a homologação da Federação União Progressista — aliança que reunirá PP e União Brasil. Para Eduardo, a coincidência levanta questionamentos e reforça a necessidade de cautela antes de qualquer definição mais contundente sobre alianças para 2026.

Com experiência acumulada em seis eleições, o dirigente progressista fez questão de enfatizar sua independência nas decisões políticas. “Estou nesse processo há seis eleições e ninguém vai me pautar sobre o que vou fazer”, declarou, sinalizando que não pretende se deixar pressionar por movimentos externos, sejam eles do Palácio do Campo das Princesas ou de grupos adversários.

Eduardo da Fonte destacou ainda que qualquer discussão sobre alianças, composição de chapas ou definição de candidaturas majoritárias só ocorrerá após a formalização da federação partidária. Ele reforçou que, a partir desse momento, as decisões passarão a ser tomadas de forma colegiada, levando em consideração fatores estratégicos como tempo de televisão e acesso ao Fundo Eleitoral — elementos decisivos em disputas de grande porte.

Nesse contexto, o deputado deixou claro que não há portas fechadas para nenhum grupo político em Pernambuco. A sinalização amplia o leque de possibilidades e mantém o PP — e futuramente a federação — como peça-chave no xadrez eleitoral do Estado. “Tudo fica do jeito que está”, resumiu, indicando que o partido seguirá dialogando com diferentes forças até que haja um cenário mais consolidado.

Outro ponto que permanece em aberto é a disputa pelo Senado. Eduardo evitou antecipar qualquer definição sobre o tema, ressaltando que não pretende impor uma candidatura pessoal. “Não serei candidato de mim mesmo”, disse, reforçando que a decisão também dependerá das negociações internas da federação.

Enquanto isso, o movimento político segue dinâmico. A Federação União Progressista contará, além de Eduardo da Fonte, com o ex-prefeito de Petrolina e presidente do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, que já se coloca como pré-candidato ao Senado e, inclusive, recebeu convite da própria governadora Raquel Lyra para integrar a base governista.

Diante desse cenário, a política pernambucana entra em uma fase ainda mais estratégica, marcada por gestos, sinais e reposicionamentos. As exonerações promovidas pelo governo, longe de encerrar um ciclo, parecem ter aberto um novo capítulo de negociações, onde cada movimento será decisivo para a formação das alianças que irão definir os rumos das eleições de 2026.

LULA DA FONTE DESTACA CRESCIMENTO DO PP, FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTAS E NOME DE EDUARDO PARA O SENADO

O deputado federal Lula da Fonte reforçou, nesta terça-feira (17), a força do Partido Progressistas (PP) em Pernambuco e o avanço da federação União Progressistas, em entrevista que evidencia o fortalecimento do bloco político às vésperas das eleições de 2026. Segundo o parlamentar, o PP tem atraído adesões estratégicas e trabalha para ampliar sua representação tanto na Assembleia Legislativa quanto na Câmara dos Deputados.

“Estamos recebendo muitas adesões nos últimos dias. Filiamos grandes quadros, como a deputada estadual Gleide Ângelo, e a expectativa é ampliar nossa bancada em todos os níveis”, afirmou Lula da Fonte, ressaltando a estratégia de fortalecimento do partido dentro do cenário estadual e nacional.

Além do crescimento do PP, o deputado destacou a consolidação da federação União Progressistas como um movimento que promete se tornar uma das maiores forças políticas do país desde a redemocratização. “É um movimento que vem pavimentando uma grande força política nacionalmente. Estamos às vésperas da homologação no TSE, e as adesões têm sido constantes”, disse.

Questionado sobre a pré-candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte ao Senado, Lula da Fonte não escondeu otimismo. Apesar de Eduardo ainda não ter anunciado oficialmente sua disputa, as pesquisas indicam desempenho positivo e apoio expressivo de prefeitos em todo o estado. “Ele vem aparecendo muito bem em todas as pesquisas, sem dizer hora nenhuma que é candidato. No momento certo, anunciará sua pré-candidatura, e depois sua candidatura. Não tenho dúvidas do apoio que tem entre gestores municipais”, declarou.

A entrevista também trouxe à tona a importância da pauta municipalista, com Lula da Fonte destacando a parceria com prefeitos e a atuação da AMUPE. “Estamos aqui na posse do meu amigo, o prefeito Pedro Freitas. Temos uma grande parceria em Aliança e em todo o estado de Pernambuco para resgatar as pautas municipalistas no Congresso Nacional e também na AMUPE”, comentou.

Sobre a relação com o PSB dentro da federação, o deputado foi enfático ao afirmar que qualquer decisão será tomada de forma coletiva. “Não é uma decisão individual, nem minha, nem do deputado Eduardo da Fonte. Vamos tomar a decisão no momento certo, após a janela partidária, para filiar o máximo de quadros possível. Esta é nossa prioridade agora”, concluiu, reforçando a estratégia de união e crescimento do bloco político em Pernambuco.


SOCORRO E RAIMUNDO PIMENTEL REFORÇAM PSD E SE ALINHAM AO PROJETO DE RAQUEL LYRA PARA 2026

A política pernambucana vivenciou, nesta terça-feira (17), um marco significativo com a oficialização da filiação da deputada estadual Socorro Pimentel e do ex-prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, ao Partido Social Democrático (PSD). O ato não apenas simboliza a união do casal com a base política da governadora Raquel Lyra, mas também sinaliza o fortalecimento do projeto eleitoral da sigla para as eleições de 2026.

Socorro Pimentel, que atualmente exerce a função de líder do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco, anunciou sua intenção de disputar uma vaga na Câmara Federal. A parlamentar ressaltou que sua decisão de se filiar ao PSD foi motivada pelo alinhamento político com a governadora e pela confiança no plano de desenvolvimento implementado em todo o estado.

“Recebi com muita responsabilidade o convite da governadora Raquel Lyra para disputar uma vaga como deputada federal. Acredito no trabalho que ela vem realizando em Pernambuco e tenho convicção de que o povo pernambucano reconhecerá esse esforço com a sua reeleição. Nosso compromisso é seguir trabalhando pelo desenvolvimento do estado e pela melhoria de vida da nossa gente”, afirmou Socorro, destacando a seriedade com que encara o novo desafio político.

Já Raimundo Pimentel, que buscará seu quarto mandato como deputado estadual, afirmou que a filiação fortalece o grupo político e reafirma o compromisso de continuar representando a população pernambucana. O ex-prefeito enfatizou que sua trajetória sempre esteve voltada para a defesa dos municípios e das comunidades, e que o novo capítulo no PSD permitirá dar sequência a esse trabalho.

“Estamos iniciando um novo momento político, com muita disposição para continuar trabalhando por Pernambuco. Coloco meu nome novamente à disposição para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, buscando dar continuidade ao trabalho que temos desenvolvido ao longo dos últimos anos em defesa dos municípios e da população”, declarou Raimundo.

A entrada do casal Pimentel no PSD evidencia uma reorganização das forças políticas no estado e fortalece a articulação em torno do projeto de continuidade da atual gestão da governadora Raquel Lyra. Com essa movimentação, a sigla amplia sua base eleitoral e consolida estratégias importantes para a disputa de 2026, sinalizando que o grupo está unido e focado em apresentar soluções consistentes para o desenvolvimento de Pernambuco.

O ato, realizado em clima de entusiasmo político, reforça a relevância do PSD como polo central na política estadual e mostra que Socorro e Raimundo Pimentel estão posicionados estrategicamente para desempenhar papéis-chave nas próximas eleições, seja na esfera federal ou estadual.

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ROMERO SALES E CÉLIA SALES SE FILIAM AO PSD E REFORÇAM ALIANÇA COM O DESENVOLVIMENTO DE PERNAMBUCO

Em um movimento que promete fortalecer o cenário político pernambucano, o deputado estadual Romero Sales Filho e a ex-prefeita do Ipojuca, Célia Sales, anunciaram oficialmente sua filiação ao PSD, partido da governadora Raquel Lyra, nesta terça-feira, 17 de março. A decisão foi construída com base em diálogo, análise política e um compromisso claro com o futuro do Estado, consolidando um novo momento na trajetória do grupo político da família Sales.

A governadora Raquel Lyra, que se filiou ao PSD em março de 2025 e assumiu a presidência estadual da legenda, tem sido a figura central desse projeto político que busca consolidar Pernambuco em uma rota de desenvolvimento consistente, com obras estruturadoras, investimentos estratégicos e políticas públicas que impactam diretamente a vida da população.

Segundo Romero Sales Filho, a escolha pelo PSD não é apenas uma decisão partidária, mas uma definição de alinhamento político e responsabilidade com Pernambuco. “Essa é uma decisão tomada com serenidade, oração e compromisso com Pernambuco. Não se trata apenas de uma escolha partidária, mas de uma definição de lado. Estamos nos unindo a um projeto que entendemos ser o mais preparado para manter Pernambuco no rumo do crescimento, da organização e das entregas que o povo espera”, afirmou.

Célia Sales também reforçou a importância de seguir ao lado da governadora e do projeto liderado por ela. “Esse novo passo na minha caminhada política carrega uma missão muito clara: cuidar do nosso povo, representar Pernambuco em Brasília e seguir trabalhando com responsabilidade por quem mais precisa. É uma alegria caminhar ao lado da governadora Raquel Lyra, uma mulher que me inspira pela sua força, coragem e compromisso com o nosso estado”, declarou.

O grupo Sales reconheceu publicamente a importância das legendas pelas quais caminharam até aqui. Romero Sales Filho deixa o União Brasil destacando o papel do deputado Miguel Coelho em sua trajetória, enquanto Célia Sales se despede do Progressistas com reconhecimento ao trabalho de Eduardo da Fonte. Ambos enfatizam que o momento exige colocar Pernambuco acima de qualquer conveniência partidária. “Somos gratos aos partidos que nos acolheram e às lideranças com quem caminhamos até aqui. Mas, neste momento, colocamos Pernambuco acima de qualquer conveniência partidária. Atendemos ao chamado da governadora Raquel Lyra por entender que este é o caminho que melhor serve ao nosso Estado”, complementou Romero.

A chegada de Romero e Célia ao PSD reforça a estratégia de construção de um campo político organizado em torno de resultados concretos, capacidade de gestão e compromisso com o futuro de Pernambuco. O movimento também sinaliza a disposição do grupo em ocupar posições de destaque dentro de um projeto que busca ampliar alianças, fortalecer políticas públicas e acelerar as transformações esperadas pela população pernambucana.

O anúncio consolida ainda mais a imagem do PSD como um polo de convergência para lideranças comprometidas com a continuidade de políticas de desenvolvimento, infraestrutura e bem-estar social, reforçando a narrativa de que Pernambuco vive um novo ciclo de crescimento e oportunidades sob a liderança da governadora Raquel Lyra.


MARÍLIA ARRAES REFORÇA COMPROMISSO COM O CAMPO PROGRESSISTA E CANDIDATURA AO SENADO

Em declaração enfática nesta terça-feira, a deputada federal Marília Arraes reafirmou seu compromisso com a candidatura ao Senado, destacando que a disputa vai além de uma ambição pessoal e se configura como uma responsabilidade com o futuro político de Pernambuco e do Brasil. “A candidatura ao Senado não é somente minha, já pertence ao povo de Pernambuco. É uma questão de responsabilidade com a próxima década do Brasil, representar o campo progressista num ambiente em que se tomam as maiores decisões do País”, afirmou a parlamentar.

Marília enfatizou que sua estratégia vai além da própria eleição e visa fortalecer o conjunto do campo progressista na política nacional. “Por isso, estou fazendo todas as articulações e movimentos necessários para que tenhamos êxito não somente com o projeto encabeçado por mim, mas para que o campo progressista ocupe a maioria absoluta das vagas da Casa Alta”, destacou.

A deputada, conhecida por sua atuação ativa no Congresso e pelo engajamento em pautas sociais, tem se consolidado como uma das principais lideranças da esquerda pernambucana. Seus movimentos recentes indicam uma campanha estratégica, focada em articulações políticas, alianças regionais e diálogo com a população para ampliar a presença progressista no Senado.

Analistas políticos apontam que a candidatura de Marília Arraes pode se tornar um ponto central na disputa estadual, dado seu perfil combativo e a capacidade de mobilização em diferentes segmentos da sociedade. Além disso, o fortalecimento do campo progressista no Senado é visto como crucial para influenciar decisões estratégicas em temas como educação, saúde, infraestrutura e políticas sociais nos próximos anos.