segunda-feira, 4 de maio de 2026

RAQUEL LYRA RECEBE MINISTRO EM MEIO À CRISE DAS CHUVAS E BUSCA REFORÇAR APOIO FEDERAL A MUNICÍPIOS ATINGIDOS

Em meio ao cenário de emergência provocado pelas fortes chuvas que atingiram Pernambuco nos últimos dias, a governadora Raquel Lyra intensifica as articulações institucionais para ampliar a resposta do poder público. Nesta segunda-feira (4), a gestora recebe, no Palácio do Campo das Princesas, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, em uma reunião que deve tratar diretamente do apoio federal aos municípios mais afetados.

O encontro acontece em um momento crítico, após o Governo de Pernambuco decretar situação de emergência em 27 cidades atingidas pelas chuvas, medida que busca acelerar a liberação de recursos e facilitar a execução de ações emergenciais. A reunião está marcada para as 17h, na sede do governo estadual, no Recife.

A presença do ministro reforça a necessidade de integração entre os governos estadual e federal diante da gravidade dos impactos registrados. Com danos significativos em diversas regiões, principalmente na Região Metropolitana e na Zona da Mata, a expectativa é de que o encontro resulte em encaminhamentos concretos para fortalecer as ações de assistência às famílias afetadas e a recuperação das áreas atingidas.

Entre os pontos que devem ser discutidos estão o envio de recursos emergenciais, apoio técnico para reconstrução de infraestrutura danificada e ampliação das operações de defesa civil. A articulação também busca garantir maior agilidade nos processos, reduzindo entraves burocráticos que costumam dificultar a execução de medidas em momentos de crise.

A agenda reforça o movimento da governadora em colocar a resposta às chuvas como prioridade absoluta da gestão neste momento, mobilizando esforços em diferentes níveis de governo para enfrentar os efeitos da tragédia e dar suporte às populações atingidas.

A reunião simboliza, ainda, a importância do alinhamento institucional em situações de calamidade, onde a atuação conjunta se torna decisiva para garantir respostas rápidas e eficazes diante das necessidades urgentes da população.

RACHADURA POLÍTICA EM AFOGADOS, ALIADOS ABANDONAM ROMERO SALES E REDEFINEM FORÇAS NA DISPUTA LOCAL

O cenário político de Afogados da Ingazeira ganhou novos contornos com um movimento que repercutiu fortemente nos bastidores e promete influenciar diretamente a disputa eleitoral no município. O vereador Zé Negão e seu filho, Edson Henrique, oficializaram o rompimento com o deputado estadual Romero Sales Filho para declarar apoio ao pré-candidato Marconi Santana.

A decisão, interpretada como uma mudança significativa de posicionamento político, provocou reações imediatas e acirrou ainda mais o ambiente eleitoral na cidade. O gesto é visto por aliados de Romero como uma ruptura inesperada, especialmente pelo histórico de proximidade política entre os envolvidos.

Mesmo diante da saída de aliados estratégicos, Romero Sales Filho já articula sua reorganização no município. A resposta veio rápida: o deputado deve reforçar sua base ao se alinhar com o pré-candidato a deputado federal Danilo Simões, apontado como uma das principais lideranças da oposição local.

A movimentação desenha um novo mapa político em Afogados da Ingazeira, com dois campos mais bem definidos e uma disputa que tende a ganhar intensidade nos próximos meses. De um lado, o grupo que passa a orbitar em torno de Marconi Santana, agora fortalecido com novas adesões. Do outro, Romero Sales Filho reorganizando suas alianças e apostando em novas parcerias para manter competitividade.

Nos bastidores, o episódio é tratado como um daqueles momentos que revelam a dinâmica real da política local, onde alianças podem ser revistas, interesses reposicionados e estratégias redefinidas conforme o avanço do calendário eleitoral.

Com o rompimento, Afogados da Ingazeira entra de vez em um clima de disputa aberta, onde cada movimento passa a ter peso decisivo e cada apoio pode fazer diferença no resultado final das urnas.

REGINA DA SAÚDE CONCEDE ENTREVISTA E DEVE APRESENTAR PROPOSTAS PARA CHEGAR À ALEPE

A pré-candidata a deputada estadual Regina da Saúde será a entrevistada desta terça-feira em um dos espaços de maior repercussão no debate político regional. A participação acontece às 11h da manhã, em conversa com o jornalista Alberes Xavier, transmitida pela Rede Pernambuco de Rádios e pelo Blog Alberes Xavier.

A expectativa em torno da entrevista é alta, especialmente pelo momento político que antecede as definições eleitorais e pela crescente movimentação de nomes que buscam espaço na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Regina chega ao debate com a missão de apresentar suas ideias, reforçar sua identidade política e detalhar as bandeiras que pretende defender caso conquiste uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Nos bastidores, aliados apontam que a pré-candidata deve abordar temas ligados à saúde pública, área onde construiu sua trajetória e consolidou sua imagem, além de discutir demandas sociais e estruturais que impactam diretamente a população do Agreste e de outras regiões do estado. A entrevista também surge como oportunidade para ampliar seu alcance político e dialogar com diferentes segmentos da sociedade.

O espaço deve permitir ainda que Regina apresente sua visão sobre o cenário estadual, os desafios enfrentados pelos municípios e o papel do Legislativo na construção de políticas públicas mais eficientes. A tendência é que o tom da conversa combine prestação de contas, posicionamento político e projeção de propostas.

Em um período marcado por articulações intensas e pré-campanhas cada vez mais presentes no cotidiano político, a entrevista se transforma em vitrine estratégica. Mais do que uma simples participação em rádio, o momento pode ajudar a consolidar o nome de Regina da Saúde como uma das vozes em ascensão na disputa por uma cadeira na ALEPE.

RAQUEL LYRA CORRE CONTRA O TEMPO EM BRASÍLIA PARA GARANTIR RECURSOS E SOCORRER CIDADES ATINGIDAS PELAS CHUVAS

Diante do rastro de destruição deixado pelas fortes chuvas que atingiram Pernambuco na última sexta-feira e sábado, a governadora Raquel Lyra decidiu agir rapidamente e embarca para Brasília nesta terça-feira com uma missão clara: destravar recursos federais para socorrer os municípios mais afetados da Região Metropolitana do Recife e da Mata Norte.

O cenário é de urgência. As chuvas já deixaram seis mortos e cerca de 1.900 pessoas desabrigadas, além de prejuízos significativos em infraestrutura urbana, estradas, moradias e serviços essenciais. Em meio à crise, cada hora conta, e a liberação de recursos se torna peça central para acelerar a resposta do poder público.

Antes mesmo da viagem à capital federal, a governadora adotou uma medida considerada estratégica: decretou situação de emergência nos municípios atingidos. A decisão não apenas reconhece oficialmente a gravidade da situação, como também abre caminho para que os repasses federais sejam realizados com mais agilidade, reduzindo entraves burocráticos que normalmente atrasariam a chegada da ajuda.

Ainda assim, o desafio está longe de ser simples. Prefeitos das cidades atingidas sabem, por experiência, que transformar recursos emergenciais em obras concretas exige enfrentar uma série de etapas técnicas e administrativas. Projetos precisam ser elaborados, analisados, aprovados e, só então, liberados para execução. É um processo que, mesmo em situações críticas, costuma esbarrar em exigências legais e trâmites demorados.

A ida de Raquel Lyra a Brasília, portanto, não é apenas protocolar. Trata-se de uma tentativa de encurtar caminhos, buscar apoio direto junto ao governo federal e garantir que os recursos cheguem com a rapidez que a situação exige. Nos bastidores, a expectativa é de que o diálogo institucional possa acelerar liberações e viabilizar ações mais imediatas nas áreas mais atingidas.

Enquanto isso, nos municípios, a realidade segue desafiadora. Famílias desalojadas, áreas alagadas e serviços comprometidos exigem respostas urgentes e coordenadas. A corrida agora é contra o tempo, para que a ajuda não fique presa na burocracia e consiga, de fato, chegar onde mais importa: na ponta, junto à população que enfrenta os efeitos mais duros da tragédia.

DESENROLA 2.0 COMEÇA HOJE COM PROMESSA DE DESCONTOS DE ATÉ 90% E NOVAS REGRAS PARA LIMPAR O NOME DOS BRASILEIROS

Começa nesta segunda-feira (4) uma nova etapa de uma das principais apostas do governo federal para enfrentar o alto nível de endividamento no país. O programa Desenrola Brasil entra em uma versão ampliada, conhecida como “Desenrola 2.0”, trazendo condições mais agressivas de renegociação e ampliando o alcance para diferentes tipos de dívida que hoje pressionam o orçamento das famílias.

A iniciativa, conduzida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, surge em um cenário em que milhões de brasileiros convivem com restrições de crédito, juros elevados e dificuldade de reorganizar a vida financeira. A proposta é direta: permitir que pessoas físicas renegociem débitos com descontos que podem chegar a até 90% do valor total, além de oferecer condições de pagamento mais acessíveis.

Nesta nova fase, o programa passa a incluir uma variedade maior de dívidas. Entram no pacote débitos de cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal, rotativo e até contratos vinculados ao Fies, ampliando o leque de pessoas que podem se beneficiar da política pública. A estratégia também aposta na substituição de dívidas com juros mais altos por novas condições, limitando as taxas a até 1,99% ao mês.

O público-alvo é formado por pessoas com renda de até cinco salários mínimos que tenham dívidas em atraso entre 91 dias e dois anos. Para viabilizar as renegociações, o governo utiliza o Fundo de Garantia de Operações, mecanismo que garante segurança às instituições financeiras e estimula a adesão ao programa.

Entre os pontos que mais chamam atenção nesta nova fase está a possibilidade de utilizar parte do saldo do FGTS para reduzir ou quitar dívidas. O limite estabelecido é de até 20% do valor disponível, uma medida que busca dar fôlego imediato ao consumidor, ao mesmo tempo em que levanta debate sobre o uso de recursos originalmente destinados à proteção do trabalhador.

Outro aspecto que marca o Desenrola 2.0 é a imposição de uma condição inédita: os participantes do programa ficarão impedidos de utilizar plataformas de apostas online pelo período de um ano. A medida reflete uma preocupação do governo com o impacto do endividamento associado ao crescimento desse tipo de atividade no país.

A nova etapa do programa chega com a expectativa de ampliar significativamente o número de brasileiros com acesso ao crédito e capacidade de reorganizar suas finanças, em um momento em que o consumo e a estabilidade econômica das famílias se tornam peças-chave para o desempenho da economia nacional.

POSSÍVEL CANDIDATURA DE CIRO GOMES MEXE NO TABULEIRO E ACENDE ALERTA NA DISPUTA PRESIDENCIAL

A possível entrada de Ciro Gomes na corrida presidencial voltou a movimentar os bastidores da política nacional e já provoca reações dentro do Partido dos Trabalhadores. Embora ainda não tenha confirmado oficialmente sua candidatura, o cenário desenhado a partir dessa hipótese começa a alterar estratégias e leituras eleitorais, especialmente no campo governista.

Entre integrantes do PT, a avaliação que ganha força é a de que Ciro pode desempenhar um papel diferente daquele visto em eleições anteriores. Em vez de impactar diretamente o eleitorado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o entendimento interno aponta que sua eventual candidatura teria maior capacidade de atrair votos de setores hoje mais próximos da direita, atingindo com mais intensidade o eleitorado do senador Flávio Bolsonaro.

Essa leitura não surge por acaso. Nos bastidores, a campanha de Lula tem recorrido a pesquisas internas para simular diferentes cenários eleitorais. Os chamados trackings indicam que a presença de Ciro na disputa pode fragmentar uma parcela do eleitorado mais conservador, alterando o equilíbrio da corrida e, em certa medida, criando um ambiente mais favorável ao atual presidente.

A percepção de mudança no perfil eleitoral de Ciro Gomes também contribui para esse novo cálculo. Aliados do governo avaliam que o ex-ministro passou a dialogar com segmentos que antes não estavam no centro de sua base, o que poderia redesenhar seu papel na disputa nacional.

Enquanto isso, o próprio Ciro mantém o suspense sobre seu futuro político. Em declarações recentes, ele afirmou que deve tomar uma decisão até a primeira quinzena de maio, avaliando se entra na disputa presidencial ou se concentra forças no cenário estadual, no Ceará. O discurso adotado pelo ex-governador tem sido marcado por críticas contundentes ao ambiente político nacional, que ele classifica como polarizado e desgastado.

Durante evento em São Paulo, Ciro não poupou palavras ao relembrar sua experiência na última eleição e ao comentar o cenário atual, destacando preocupações com a segurança pública e a influência do crime organizado em estruturas institucionais. A fala reforça o tom crítico que tem caracterizado sua postura recente.

A movimentação ocorre também após um convite formal do presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, que busca viabilizar o nome de Ciro como alternativa competitiva ao Palácio do Planalto pela legenda.

Com isso, o cenário eleitoral começa a ganhar novos contornos, ainda que de forma preliminar. A eventual candidatura de Ciro Gomes não apenas adiciona mais um nome de peso à disputa, como também reconfigura estratégias, alianças e expectativas em um ambiente político já marcado por forte polarização e intensas articulações nos bastidores.

EM UM ANO DE PRESSÃO E RESULTADOS, WOLNEY QUEIROZ DESTACA AVANÇOS NA PREVIDÊNCIA E PROMETE ZERAR FILA DO INSS

Ao completar um ano à frente do Ministério da Previdência Social, o ministro Wolney Queiroz faz um balanço marcado por números expressivos, metas ambiciosas e uma rotina que ele próprio define como a mais intensa de sua trajetória pública. Desde que assumiu o cargo, em maio de 2025, por indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a gestão tem sido pautada pela tentativa de ampliar o alcance da proteção social e responder a uma das principais demandas da população: o acesso rápido aos benefícios previdenciários.

No centro dessa estratégia está o esforço para reorganizar o atendimento e corrigir distorções históricas. Um dos pontos mais destacados pelo ministro foi a devolução de mais de R$ 3 bilhões a beneficiários que sofreram descontos indevidos, uma medida que atingiu diretamente milhares de brasileiros e ajudou a recuperar a confiança no sistema.

Outro eixo importante da gestão foi a ampliação do acesso a serviços em regiões isoladas. O programa PrevBarco ganhou protagonismo ao levar atendimento previdenciário a áreas remotas do país, acumulando cerca de 115 mil atendimentos em comunidades onde o Estado tradicionalmente tem dificuldade de chegar. A iniciativa reforça uma mudança de lógica, em que o serviço público passa a ir até o cidadão, e não o contrário.

Os números gerais também chamam atenção. Ao longo desse primeiro ano, foram realizados aproximadamente 7,6 milhões de atendimentos, refletindo uma demanda reprimida e a necessidade de respostas mais ágeis por parte da estrutura previdenciária. Dentro desse conjunto, uma ação de forte impacto social foi a concessão de pensões vitalícias a quase duas mil famílias de crianças afetadas pela síndrome congênita do zika vírus, garantindo um amparo permanente a um grupo historicamente vulnerável.

No campo institucional, a gestão também buscou deixar sua marca. Entre as medidas sancionadas está a ampliação da licença-paternidade para 20 dias, com previsão de pagamento do salário-paternidade, um avanço que dialoga com políticas de fortalecimento familiar e responsabilidade compartilhada.

Para enfrentar um dos maiores gargalos do sistema, o tempo de espera para análise de benefícios, o ministério investiu na recomposição da equipe técnica, com a nomeação de 500 novos peritos médicos. A medida busca acelerar a fila de processos e dar mais celeridade ao atendimento, um dos compromissos mais cobrados pela população.

Mesmo diante dos avanços apresentados, o principal desafio permanece em aberto. A fila do INSS segue como símbolo das dificuldades estruturais da Previdência. O ministro, no entanto, mantém o discurso firme e direto ao reafirmar a meta de zerar a espera durante o atual governo.

O primeiro ano de gestão de Wolney Queiroz revela um cenário de avanços concretos, mas também de pressão constante por resultados. Entre promessas e entregas, o desempenho da Previdência continuará sendo um dos principais termômetros da relação entre governo e população nos próximos anos.

GOVERNO DE PERNAMBUCO FORTALECE AÇÕES DE RECONSTRUÇÃO EM MUNICÍPIOS ATINGIDOS PELAS CHUVAS

Após dias de intensas chuvas na Região Metropolitana do Recife e Zona da Mata, o Governo de Pernambuco continua realizando operações emergenciais para reconstrução de áreas em municípios atingidos. Neste domingo (3), a governadora Raquel Lyra vistoriou os serviços de recuperação das estradas de acesso aos Engenhos Novo e Folguedo, na cidade de Goiana, e conversou com a população no local. Mais cedo, a gestora comandou reunião no Recife com secretarias e órgãos do governo para dar continuidade às definições dos trabalhos. Na próxima terça-feira (5), a governadora cumpre agenda em Brasília para solicitar recursos ao governo federal para restabelecimento da normalidade. No sábado (2), o governo decretou situação de emergência em 27 municípios afetados pelas inundações, com prazo de 180 dias.
“Estamos aqui em uma estrada vicinal na cidade de Goiana, junto com as comunidades de Engenho Novo e Folguedo. Temos dezenas de famílias ilhadas após as chuvas que atingiram Pernambuco. Já estamos com as máquinas trabalhando para restabelecer o direito de ir e vir da população e só vamos sair daqui quando concluirmos todas essas reconexões. E estamos com muitos outros serviços para reconstruir perdas, como entregas de colchões e kits de limpeza. Vamos continuar trabalhando incansavelmente para restabelecimento da normalidade da vida das pessoas”, destacou a governadora Raquel Lyra.
Em uma estrada de Goiana, a atuação do Governo de Pernambuco foi intensificada após demandas apresentadas pela população ainda na manhã de hoje. Durante a vistoria, a chefe do Executivo estadual verificou o trabalho de equipes sendo realizado com cinco equipamentos, entre caminhões e retroescavadeiras, destinados à recuperação das estradas de acesso aos Engenhos Folguedo e Novo. Os danos foram provocados pelo transbordamento de um açude na Usina Maravilha, que comprometeu a infraestrutura viária e isolou comunidades.
"Goiana foi a cidade mais afetada pelas fortes chuvas que atingiram Pernambuco nos últimos dias. Hoje, estamos com máquinas trabalhando para recuperar os acessos aos povoados que estão isolados da sociedade. O Governo de Pernambuco está chegando na maior velocidade possível a esses locais para atender a quem mais precisa”, pontuou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Rodrigo Ribeiro. 
Ajuda humanitária - Mais de 7,6 mil itens de ajuda humanitária já foram entregues pela gestão estadual como parte das ações emergenciais desde o dia 1º. As entregas contemplam itens essenciais, como colchões, itens de higiene e limpeza. As equipes técnicas seguem mobilizadas em todo o Estado, realizando o monitoramento das áreas de risco. "No depósito da Defesa Civil, o Governo de Pernambuco mantém um estoque permanente para atender pelo menos 6 mil pessoas em situação de emergência. No antigo galpão não cabiam nem 500 colchões. Com as ocorrências deste final de semana uma parte desse estoque já seguiu para os municípios que estão solicitando ajuda”, ressaltou a vice-governadora Priscila Krause.
Canal do Fragoso - O Governo de Pernambuco está realizando uma força-tarefa emergencial coordenada com a mobilização de 42 equipamentos - entre escavadeiras hidráulicas, retroescavadeiras e caçambas volantes – que aceleram a retirada de sedimentos e baronesas no Canal do Fragoso, em Olinda. O trabalho tem o objetivo de otimizar o escoamento das águas.
Até o momento, o Estado de Pernambuco contabilizou, através do Corpo de Bombeiros, o resgate de 814 pessoas, sendo 808 pessoas com vida e seis óbitos. Em paralelo, a Defesa Civil registrou 1.632 pessoas desabrigadas, além de 7.908 pessoas desalojadas.