quinta-feira, 4 de junho de 2026
PREFEITO MARCÍLIO VISITA OBRAS DO NOVO CENTRO DE HEMODIÁLISE DE GOIANA
DISPUTA PELO SENADO GANHA AS RUAS E EXPÕE CORRIDA ENTRE EDUARDO DA FONTE E MIGUEL COELHO NA BASE DE RAQUEL LYRA
Até pouco tempo, as movimentações dos dois pré-candidatos aconteciam de forma discreta, em reuniões políticas, articulações partidárias e conversas reservadas. Entretanto, a quarta-feira marcou uma mudança significativa de postura. Eduardo da Fonte apostou em uma campanha de forte apelo visual nas redes sociais ao divulgar uma peça publicitária com a frase “Foguete não tem ré. Eduardo da Fonte é o pré-candidato que mais cresce nas pesquisas”. A publicação foi rapidamente compartilhada por parlamentares e lideranças do Progressistas, ampliando seu alcance e reforçando a mensagem de que o deputado busca consolidar sua posição como um dos principais nomes da disputa ao Senado.
Na imagem, Eduardo aparece com o braço erguido ao lado de um foguete, numa clara tentativa de associar sua trajetória política a uma ideia de crescimento contínuo e ascensão eleitoral. A peça destaca ainda números de uma pesquisa Datafolha, na qual o parlamentar aparece com 22% das intenções de voto, dado utilizado como argumento para fortalecer sua pré-candidatura e demonstrar competitividade no cenário estadual.
O texto divulgado pelo deputado reforça essa narrativa ao destacar investimentos em saúde, inclusão social, desenvolvimento econômico e articulação política. A mensagem procura transmitir a ideia de reconhecimento popular pelo trabalho desenvolvido ao longo dos anos e sinaliza que a construção de sua candidatura já está em andamento, mesmo antes das definições oficiais da chapa governista.
Enquanto isso, Miguel Coelho também ampliou sua presença pública. O ex-prefeito de Petrolina espalhou pelo Recife painéis de LED com a mensagem “União por Pernambuco”, acompanhada de uma fotografia ao lado da governadora Raquel Lyra. A imagem mostra ambos sorridentes, reforçando visualmente a sintonia política entre o presidente estadual do União Brasil e a chefe do Executivo estadual.
Embora a ação de Miguel seja mais discreta do que a ofensiva digital de Eduardo da Fonte, o recado político é igualmente relevante. Ao vincular sua imagem à da governadora em um momento de fortalecimento do governo estadual, o ex-prefeito sinaliza que também deseja ocupar espaço central no projeto de reeleição de Raquel e se apresentar como um dos nomes mais alinhados à gestão.
Nos bastidores da Assembleia Legislativa de Pernambuco, entretanto, o aumento da exposição pública dessa disputa tem provocado apreensão entre aliados do Palácio do Campo das Princesas. Parlamentares governistas avaliam que a antecipação do embate pode gerar desgastes desnecessários dentro da própria base política e dificultar a construção de uma unidade em torno da futura chapa majoritária.
A preocupação cresce especialmente diante do novo cenário político desenhado após pesquisas recentes apontarem um fortalecimento da posição de Raquel Lyra na corrida eleitoral. Com a governadora vivendo um momento considerado positivo por aliados, a tendência é que aumente o interesse de lideranças em ocupar espaços estratégicos na chapa, especialmente as vagas para o Senado.
Deputados ligados ao governo defendem que o foco principal da base deve continuar sendo a reeleição da governadora e alertam para os riscos de uma disputa excessivamente acirrada entre aliados. A avaliação é que, independentemente de quem venha a ser escolhido para compor a chapa, será necessário construir um entendimento político capaz de evitar divisões internas e garantir a unidade do grupo.
O desafio para Raquel Lyra, portanto, não será apenas definir os nomes que estarão ao seu lado em 2026. A governadora também terá a missão de administrar expectativas, equilibrar interesses partidários e preservar a coesão de uma aliança que reúne algumas das principais forças políticas do estado. Enquanto as definições não chegam, Eduardo da Fonte e Miguel Coelho seguem ocupando espaços, testando estratégias e demonstrando que a disputa pelo Senado já começou muito antes do calendário eleitoral oficial.
Baseado na Coluna da Jornalista Terezinha Nunes do Blog Dellas
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Segundo a parlamentar, a agenda foi mal construída e ignorou uma realidade política conhecida na Capital das Confecções: a forte presença do eleitorado conservador e bolsonarista. Para ela, a presença de Humberto Costa na sua chapa, que carrega elevada rejeição em setores da cidade, acabou contaminando o ambiente e contribuindo diretamente para a reação negativa do público.
A declaração chama atenção porque retira de João Campos o protagonismo de um episódio que o atingiu politicamente e transfere a responsabilidade para um dos principais nomes do PT em Pernambuco. Na prática, Jessyca sustenta que João acabou pagando a conta de uma companhia política indigesta para parte dos presentes.
O episódio também expõe um desafio que acompanha a pré-campanha do socialista. João Campos liderava pesquisas, ainda mantém forte presença nas redes sociais e é tratado por aliados como favorito, mas enfrenta resistência em redutos onde o antipetismo continua sendo uma força eleitoral relevante. Em Santa Cruz, segundo a vereadora, essa rejeição falou mais alto.
Ao tentar encontrar um culpado para as vaias, Jessyca foi direta: para ela, o problema não estava apenas no evento, mas principalmente em quem está ao lado de João. A mensagem foi clara: em uma cidade onde o PT encontra forte resistência, Humberto Costa teria se transformado em um peso político difícil de carregar.
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A programação começou logo cedo no tradicional pátio da feira livre, considerado um dos principais centros de convivência e atividade econômica da cidade. Durante a caminhada, o grupo percorreu corredores da feira, conversou com feirantes, comerciantes e consumidores, ouviu reivindicações da população e visitou estruturas importantes para a economia local, como os mercados de carne e de farinha. O estado de conservação desses espaços esteve entre os assuntos mais comentados pelos moradores durante a visita.
Demonstrando proximidade com o cotidiano da população, as lideranças também pararam para saborear o tradicional pastel acompanhado de caldo de cana, uma tradição das manhãs de feira em Pesqueira. O momento serviu para ampliar o contato direto com os cidadãos e ouvir relatos sobre os desafios enfrentados pela população em diferentes áreas.
Após a visita à feira e ao comércio, a comitiva seguiu para a Rádio Urubá FM, onde concedeu entrevista abordando temas relacionados ao futuro de Pesqueira, ao desenvolvimento regional e à conjuntura política local. Em seguida, o grupo participou de gravações na TV Pesqueira, ampliando o diálogo com a população através dos veículos de comunicação do município.
Um dos destaques da agenda foi a presença do delegado Rossine, reconhecido como uma das principais lideranças da oposição pesqueirense. Na última eleição municipal, Rossine protagonizou uma disputa acirrada, ficando a uma diferença mínima da vitória e consolidando uma forte base política no município. Desde então, ele e seu grupo têm mantido atuação firme no acompanhamento das ações da gestão municipal, assumindo papel de protagonismo no debate político local.
A presença conjunta de Bal do Mimoso, Rossine, Niel do Mimoso, Matheus Cavalcanti e diversas lideranças demonstrou a força de articulação da oposição em Pesqueira. A mobilização em torno da visita de Romerinho Jatobá evidenciou a construção de uma aliança política que busca fortalecer projetos para o município e ampliar a representatividade da cidade nos espaços de decisão política de Pernambuco.
Ao longo do dia, a movimentação chamou a atenção de comerciantes, moradores e lideranças comunitárias. Mais do que uma agenda política, a visita foi marcada pelo contato direto com a população, pela escuta das demandas locais e pela demonstração de unidade de um grupo que vem ocupando espaço relevante no cenário político pesqueirense. A passagem de Romerinho Jatobá pela cidade consolidou um momento de aproximação com a população e reforçou os laços com lideranças que hoje representam um dos principais campos de oposição no município.