segunda-feira, 22 de junho de 2026
SÃO JOÃO DE GRAVATÁ 2026 LEVOU MULTIDÃO AO PÁTIO DE EVENTOS EM MAIS UMA NOITE DE SHOWS
EM QUEIMADA DE JUREMA, DEPUTADA DÉBORA ALMEIDA ENTREGA CAMINHÃO FRIGORÍFICO E INAUGURA UNIDADE DE BENEFICIAMENTO DE FRUTAS
PREFEITURA DE GARANHUNS ENTREGA REQUALIFICAÇÃO DE ESCOLA MUNICIPAL NO BAIRRO DA LIBERDADE
MAIS DE 40 MIL PESSOA LOTAM AS RUAS DE ARCOVERDE NA MAIOR CAMINHADA DO FORRÓ DO BRASIL
POR QUE O MIX MATEUS MUDOU DE NOME EM ALGUNS ESTADOS? ENTENDA A ESTRATÉGIA QUE DEU ORIGEM AO NOVO ATACAREJO
A mudança é resultado da parceria empresarial consolidada entre o Grupo Mateus e o Novo Atacarejo. Após a conclusão da operação que garantiu ao Grupo Mateus o controle de 51% da empresa pernambucana, foi iniciada uma ampla reorganização das marcas utilizadas pelos dois grupos. A decisão foi concentrar as operações de atacarejo em Pernambuco, Paraíba e Alagoas sob a bandeira Novo Atacarejo, marca que já possuía forte reconhecimento entre os consumidores nordestinos.
A estratégia busca simplificar a comunicação com o público e fortalecer a presença da rede em uma região considerada estratégica para o crescimento do setor. Com uma única marca atuando nos três estados, a companhia ganha maior eficiência em campanhas de marketing, negociações comerciais, logística e gestão operacional. Além disso, a unificação permite aproveitar a força regional construída pelo Novo Atacarejo ao longo dos últimos anos.
Para os clientes, a mudança acontece principalmente na identidade visual. Fachadas, uniformes, materiais promocionais e sinalização interna passam a seguir o padrão da nova marca. O funcionamento das lojas, entretanto, permanece normal, sem interrupções nos serviços ou no atendimento. As unidades continuam oferecendo os mesmos produtos e mantendo suas operações regulares.
O movimento também reforça a disputa no segmento atacarejista nordestino, um dos mais competitivos do país. A união entre Grupo Mateus e Novo Atacarejo cria uma estrutura ainda mais robusta para enfrentar gigantes nacionais do varejo alimentar, ampliando a capacidade de expansão e aumentando o poder de negociação junto a fornecedores.
Em Alagoas, onde a mudança chamou mais atenção recentemente, a rede mantém presença consolidada e segue apostando no crescimento do mercado local. O mesmo ocorre em Pernambuco e na Paraíba, estados que fazem parte do plano de expansão integrado da companhia. A expectativa é que a adoção definitiva da marca Novo Atacarejo fortaleça ainda mais a identificação dos consumidores com a rede e contribua para o avanço dos investimentos na região.
Dessa forma, o desaparecimento da bandeira Mix Mateus em parte do Nordeste não significa uma redução das operações do grupo, mas sim uma estratégia de consolidação. O Novo Atacarejo passa a representar a força conjunta de duas empresas que decidiram unir experiência, estrutura e presença de mercado para ampliar sua atuação em uma das regiões mais promissoras do varejo brasileiro.
GILSON MACHADO CHAMA POSSÍVEL CANDIDATURA BOLSONARISTA AO GOVERNO DE PERNAMBUCO DE “FANTOCHE” E EXPÕE RACHADURA NA DIREITA ESTADUAL
Em entrevista concedida ao jornalista Mário Flávio, do Blog do Mário Flávio, o ex-ministro classificou a estratégia como equivocada e sem potencial competitivo. Sem poupar palavras, Gilson afirmou que uma eventual candidatura construída apenas para atender interesses partidários ou nacionais acabaria se transformando em uma candidatura “fantoche”, sem força política suficiente para disputar de forma efetiva o comando do Palácio do Campo das Princesas.
A declaração repercute em um momento de intensa articulação nos bastidores da política pernambucana. Com o cenário eleitoral começando a ganhar forma, lideranças da direita, do centro e da esquerda buscam consolidar espaços e alianças capazes de influenciar a sucessão estadual. Para Gilson Machado, entretanto, o tempo para a construção de um projeto robusto da direita conservadora em Pernambuco já teria passado. Segundo ele, faltou planejamento e unidade para viabilizar um nome competitivo que pudesse enfrentar os principais grupos políticos que disputam o eleitorado pernambucano.
Ao afirmar que a direita perdeu o “timing” da disputa estadual, o ex-ministro sinaliza que a fragmentação do campo conservador pode acabar favorecendo adversários que já possuem estrutura política consolidada. Na avaliação apresentada por Gilson, uma candidatura sem musculatura eleitoral teria pouca capacidade de crescimento durante a campanha e acabaria funcionando apenas como elemento decorativo no processo eleitoral.
As declarações também revelam divergências internas entre lideranças que integram ou orbitam o campo bolsonarista em Pernambuco. Enquanto parte dos dirigentes defende a construção de uma candidatura própria para fortalecer a presença da direita no Estado e garantir visibilidade ao projeto nacional do grupo político, outros setores entendem que a estratégia pode resultar em isolamento e perda de influência na disputa local.
O posicionamento de Gilson Machado ganha relevância por partir de uma das figuras mais conhecidas do bolsonarismo pernambucano. Além de ter ocupado o Ministério do Turismo durante o governo Bolsonaro, ele mantém forte ligação com o ex-presidente e continua sendo uma das principais referências do segmento conservador no Estado. Sua opinião, portanto, tende a repercutir entre lideranças partidárias, militantes e eleitores identificados com a direita.
Ao mencionar que uma candidatura desse perfil poderia beneficiar diretamente o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), Gilson introduz outro elemento importante no debate eleitoral. O socialista aparece como um dos nomes mais competitivos para a sucessão estadual e vem ampliando sua presença política em diversas regiões de Pernambuco por meio de agendas públicas, encontros com lideranças e ações de pré-campanha.
A fala do ex-ministro evidencia que, mais do que a disputa entre campos ideológicos distintos, a eleição de 2026 também será marcada por intensas discussões dentro dos próprios grupos políticos. Na direita pernambucana, a definição sobre qual estratégia adotar para enfrentar os adversários promete continuar sendo tema de debates, negociações e divergências nos próximos meses.
Com o calendário eleitoral avançando e as articulações ganhando intensidade, declarações como a de Gilson Machado mostram que o jogo político em Pernambuco está longe de alcançar consenso. Pelo contrário, a disputa pela liderança do campo conservador e pela construção de um projeto viável para o Estado deverá continuar ocupando espaço central nas conversas de bastidores e nos movimentos que moldarão a corrida pelo Governo de Pernambuco em 2026.
PRISCILA ENTRA NA CORRIDA CONTRA O TEMPO E GANHA PROTAGONISMO NA RETA FINAL DO GOVERNO RAQUEL LYRA
A movimentação ocorre em um momento decisivo para a administração estadual. Faltando apenas duas semanas para o encerramento do período permitido pela legislação eleitoral para a realização de atos administrativos por quem disputará a reeleição, o Governo busca acelerar entregas e consolidar resultados em diversas regiões do Estado. Nesse contexto, Priscila tornou-se uma peça-chave na execução da agenda governamental, dividindo responsabilidades e ampliando a presença institucional da gestão.
Nas últimas semanas, enquanto Raquel Lyra concentrou parte significativa de sua agenda no Sertão pernambucano, Priscila assumiu compromissos em diferentes frentes. Uma das agendas mais emblemáticas aconteceu no Hospital da Restauração, no Recife, onde a vice-governadora entregou a nova Sala Laranja, estrutura que integra o processo de modernização da maior unidade hospitalar de emergência do Estado. Durante a solenidade, destacou que a iniciativa representa mais do que uma reforma física, simbolizando uma mudança no fluxo de atendimento e na qualidade dos serviços oferecidos à população.
A atuação da vice-governadora também alcançou municípios do Agreste. Em Bom Conselho, Terezinha e Brejão, ela participou da entrega de títulos de propriedade a famílias da zona rural e acompanhou a retomada do programa Leite para Todos, uma das ações voltadas à segurança alimentar e ao fortalecimento da agricultura familiar. As agendas reforçaram a presença do Governo em cidades estratégicas da região e aproximaram a gestão estadual de demandas históricas da população.
No Recife, Priscila representou a governadora em compromissos de grande relevância institucional. Ela acompanhou a visita do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, ao Porto do Recife, participou de agendas ligadas ao Hospital Oswaldo Cruz e vistoriou as obras de recuperação das estações do sistema BRT, consideradas essenciais para a melhoria da mobilidade urbana na Região Metropolitana.
O crescimento da participação de Priscila Krause nas agendas do Governo também produz reflexos no cenário político. Se antes circulavam especulações sobre uma eventual mudança na composição da chapa majoritária para as eleições deste ano, o protagonismo assumido pela vice-governadora tem contribuído para reduzir rumores e fortalecer sua posição dentro do grupo político liderado por Raquel Lyra.
Nos bastidores, as discussões mais intensas passaram a girar em torno das vagas para o Senado. A disputa mobiliza lideranças importantes da base governista e concentra as atenções de partidos aliados. Entre os nomes mais citados estão Túlio Gadêlha, Eduardo da Fonte, Miguel Coelho e o senador Fernando Dueire, que acompanha atentamente as movimentações políticas e aguarda definições que poderão redesenhar o tabuleiro eleitoral pernambucano.
Enquanto essas articulações avançam, Priscila segue ampliando sua visibilidade administrativa e política. Ao assumir a linha de frente de importantes entregas e representar o Governo em agendas estratégicas, a vice-governadora demonstra confiança e alinhamento com o projeto liderado por Raquel Lyra. Mais do que cumprir uma função institucional, ela se consolida como uma das principais figuras da gestão estadual neste momento decisivo.
Na prática, a corrida contra o tempo não é apenas do Governo para concluir obras e entregar resultados antes das restrições eleitorais. É também uma oportunidade para Priscila Krause reforçar sua presença política, ampliar seu protagonismo e mostrar capacidade de articulação administrativa. Em um cenário marcado por disputas e definições eleitorais, a vice-governadora transforma cada agenda em uma demonstração de força, consolidando espaço e aguardando o anúncio oficial que poderá confirmar sua permanência ao lado de Raquel Lyra na chapa que buscará a continuidade do projeto político em Pernambuco.