Presente na abertura do evento, Miguel afirmou que o sucesso da Fenearte vai além dos recordes de público e vendas. Para ele, os resultados refletem um ambiente econômico mais favorável, impulsionado pelo fortalecimento do turismo, do comércio e da confiança dos investidores no estado.
"A Fenearte representa muito mais do que uma feira. Ela mostra a capacidade que Pernambuco tem de transformar talento em oportunidade, tradição em renda e cultura em desenvolvimento econômico. Os números alcançados este ano confirmam que o estado vive um momento positivo", destacou.
Miguel também fez questão de reconhecer o trabalho desenvolvido pelo Governo de Pernambuco para ampliar a estrutura do evento. Segundo ele, o apoio da gestão da governadora Raquel Lyra foi determinante para fortalecer uma iniciativa que já faz parte do calendário nacional e internacional da cultura.
Realizada no Centro de Convenções, em Olinda, a Fenearte reuniu mais de cinco mil artesãos de Pernambuco, de outros estados brasileiros e de mais de 20 países, movimentando diversos segmentos da economia, como hotelaria, gastronomia, transporte e comércio. Além da venda de peças artesanais, a programação incluiu oficinas, exposições, desfiles e apresentações culturais, ampliando a experiência dos visitantes.
Na avaliação de Miguel Coelho, o desempenho da feira confirma que investir na economia criativa gera retorno concreto para a população. "Cada peça vendida representa renda para milhares de famílias. Cada visitante que chega movimenta hotéis, restaurantes, motoristas e o comércio. É um ciclo positivo que beneficia Pernambuco por inteiro", afirmou.
Os resultados da Fenearte reforçam o papel do evento como um dos maiores instrumentos de valorização da cultura popular brasileira e evidenciam o potencial do artesanato pernambucano como atividade econômica capaz de gerar riqueza, preservar tradições e abrir novos mercados dentro e fora do país.