segunda-feira, 7 de setembro de 2026
ARCOVERDE CELEBRA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL COM SOLENIDADE CÍVICA NA PRAÇA DA BANDEIRA
ÁLVARO PORTO ACELERA CAMPANHA, OCUPA AS RUAS E REFORÇA MUSCULATURA POLÍTICA EM QUATRO MUNICÍPIOS
Presidente da Alepe cumpre maratona de atos ao lado de prefeitos, lideranças e aliados de João Campos e dá demonstração de força eleitoral no Agreste e na Mata Sul
O domingo de Álvaro Porto foi daqueles que dizem muito mais do que uma simples agenda de campanha. Entre caminhadas, comícios, discursos e muito corpo a corpo, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco percorreu quatro municípios e deixou uma mensagem política clara: a campanha entrou em ritmo acelerado e o deputado está disposto a usar sua capacidade de articulação para consolidar sua base eleitoral e ampliar espaços no interior do Estado.
Candidato à reeleição pelo MDB, Porto começou o dia em Ribeirão, na Mata Sul, ao lado da prefeita Carol Jordão. A caminhada pelas ruas colocou o parlamentar frente a frente com moradores e apoiadores, mas também serviu para reafirmar uma relação política construída a partir da parceria entre o mandato estadual e a administração municipal.E é justamente aí que está uma das marcas da estratégia de Porto nesta eleição: transformar alianças políticas em mobilização de rua. A presença ao lado de prefeitos e lideranças não é apenas simbólica. Em uma eleição proporcional, ter grupo político organizado nos municípios pode fazer diferença na hora de transformar apoio em voto.
De Ribeirão, a caravana seguiu para Riacho das Almas. No município, Álvaro Porto participou de comício ao lado do líder da oposição e ex-candidato a prefeito Alberes Gomes e do deputado federal Felipe Carreras, que também disputa a reeleição.
O palanque ganhou uma dimensão ainda maior com a defesa da candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco. Porto e seus aliados passaram a tratar a eleição estadual como parte estratégica da própria construção política do grupo, buscando conectar as campanhas proporcionais à disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.
Nos bastidores, essa composição tem um significado evidente: quanto mais forte estiver o palanque de João Campos nos municípios, maior tende a ser o espaço político dos candidatos que caminham ao lado dele. E Álvaro Porto vem ocupando esse espaço com intensidade.Mas foi em Lajedo que a agenda ganhou uma dimensão particularmente expressiva.
No início da noite, Porto chegou ao município ao lado de Felipe Carreras e de João Campos para uma mobilização que contou com a participação do prefeito Erivaldo Chagas. Antes do comício, uma caminhada tomou as ruas e reuniu uma multidão vestida de verde, cor que identifica o grupo político do prefeito.A imagem das ruas ocupadas e da militância mobilizada acabou funcionando como uma espécie de fotografia política do momento: prefeito, deputados e candidato ao Governo dividindo o mesmo palanque e apresentando unidade ao eleitorado.
Durante os discursos, Álvaro Porto ressaltou a parceria construída com Erivaldo Chagas e a atuação conjunta com Felipe Carreras em favor de Lajedo. A mensagem foi de continuidade, mas também de ampliação dessa relação política caso João Campos chegue ao Governo de Pernambuco.
A defesa de João Campos voltou a aparecer como um dos principais pontos do discurso. A avaliação apresentada pelos aliados é de que uma nova administração estadual poderia estabelecer uma relação mais próxima com os municípios e ampliar investimentos e ações governamentais no interior.
E a agenda ainda não havia terminado.
A última parada foi Canhotinho, onde Álvaro Porto participou de comício e arrastão ao lado da prefeita Sandra Paes e do candidato a deputado federal Gabriel Porto. Pelas ruas do bairro Eliza Holanda, a chamada “nação amarela” encerrou a maratona em clima de festa e forte mobilização.
Quatro municípios em um único domingo. Quatro palanques diferentes. Prefeitos, ex-candidatos, lideranças de oposição, deputados e o candidato ao Governo compartilhando espaços e discursos.
Mais do que uma agenda cheia, Porto mostrou uma estratégia.
O presidente da Alepe está percorrendo o Estado para consolidar aquilo que talvez seja seu principal patrimônio eleitoral: a capacidade de construir pontes com grupos políticos municipais e transformar essas alianças em presença efetiva nas ruas.
A eleição para a Assembleia Legislativa será disputada voto a voto e município a município. Nesse cenário, cada prefeito aliado, cada liderança mobilizada e cada caminhada com participação popular passa a ter peso dentro da estratégia de reeleição.
Ao mesmo tempo, Álvaro Porto se coloca como um dos nomes que trabalham pela construção do palanque de João Campos no interior. A movimentação deste domingo deixou evidente que a disputa proporcional e a majoritária estão cada vez mais conectadas.
Porto está jogando em duas frentes: busca renovar o mandato e, paralelamente, fortalece o grupo que pretende chegar ao Governo de Pernambuco.
Se a fotografia das ruas servir como termômetro, o domingo foi positivo. Agora, como sempre acontece em eleição, a grande pergunta é quanto dessa mobilização conseguirá se transformar em voto quando as urnas forem abertas.
Foto: Peu Ricardo
Fotos: Lajedo, Canhotinho, Riacho das Almas e Ribeirão.
BADRA VOLTA A PERNAMBUCO, CONTRARIA O CENÁRIO DOS PRINCIPAIS INSTITUTOS E REABRE VELHAS DÚVIDAS SOBRE SUA PROXIMIDADE COM O PSB
Pesquisa divulgada ontem coloca João Campos na frente de Raquel Lyra, mas resultado destoa de uma sequência de levantamentos e ressuscita um histórico que acompanha o instituto desde São Paulo
A pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Badra em Pernambuco fez muito mais do que colocar números numa tabela eleitoral. O levantamento mexeu com o cenário político porque apresentou um resultado que contraria a tendência observada em pesquisas recentes de institutos de grande repercussão nacional e, ao mesmo tempo, trouxe de volta ao debate um velho personagem conhecido do meio político: o próprio histórico da Badra e suas controvérsias envolvendo o PSB.
Segundo o levantamento, João Campos aparece com 44,2% das intenções de voto, enquanto Raquel Lyra registra 41,1%. A diferença de 3,1 pontos recoloca o candidato socialista em vantagem numérica na disputa pelo Governo de Pernambuco.
O problema não está em um instituto apresentar um número diferente. Pesquisa eleitoral não é sentença judicial, muito menos resultado de eleição. Institutos podem chegar a resultados diferentes porque utilizam metodologias, amostras, períodos de coleta e modelos de ponderação distintos.
A questão começa quando um levantamento isolado aparece na contramão de uma sequência de pesquisas que vinha apontando outro movimento na corrida eleitoral.
E é aí que a Badra precisa explicar mais do que os números.
Precisa explicar sua história.
O PASSADO QUE VOLTA A BATER À PORTA
A relação entre a Badra e o universo político do PSB paulista não é uma invenção criada agora em Pernambuco. O assunto já foi parar na Justiça Eleitoral e também foi amplamente noticiado pela imprensa.
Em 2020, durante a disputa pela Prefeitura de São Paulo, uma pesquisa do instituto foi suspensa pela Justiça após questionamentos apresentados pela chapa de Bruno Covas. Na ocasião, foram apontados problemas relacionados à ordem das perguntas e aos critérios utilizados no levantamento. A decisão posteriormente foi revertida e a pesquisa acabou liberada.
Mas a história não terminou ali.
Reportagem da Folha de S.Paulo mostrou que Maurício Juvenal, ligado à direção da Badra, mantinha relação de amizade e proximidade profissional com Márcio França, então uma das principais figuras do PSB paulista. Juvenal havia ocupado funções em estruturas comandadas por França quando este esteve à frente do governo paulista.
Em 2020, a Justiça Eleitoral também chegou a suspender uma propaganda da campanha de França após suspeitas de que a peça pudesse ter utilizado informações de uma pesquisa ainda não divulgada. A acusação foi negada, e os envolvidos sustentaram que não havia qualquer interferência ou irregularidade.
O assunto voltou a ganhar repercussão anos depois. Em 2024, a Folha noticiou que Márcio França havia nomeado para um cargo em seu ministério um aliado que também trabalhava para a Badra, retomando justamente o histórico das controvérsias envolvendo o instituto e o político socialista.
É importante fazer a ressalva: nada disso autoriza afirmar que a pesquisa atual em Pernambuco tenha sido manipulada ou que exista fraude. Não há base para essa acusação.
Mas também seria ingenuidade fingir que esse histórico não existe.
O PROBLEMA NÃO É A PESQUISA SER DIFERENTE
Pesquisa diferente não significa pesquisa errada.
O eleitor pernambucano, entretanto, tem o direito de perguntar por que determinados números aparecem justamente quando outros levantamentos apontam uma direção distinta.
E essa pergunta ganha ainda mais força porque a disputa entre Raquel Lyra e João Campos está extremamente apertada.
O levantamento da RealTime Big Data divulgado em junho, por exemplo, mostrou João Campos com 45% e Raquel com 40%, dentro de uma disputa bastante competitiva.
Ou seja: a eleição está longe de estar definida.
Mas existe uma diferença entre reconhecer uma disputa apertada e simplesmente aceitar qualquer número como fotografia definitiva do momento.
É justamente por isso que instituto de pesquisa precisa ter credibilidade.
Não basta apresentar percentuais, margem de erro e registro eleitoral. Pesquisa também vive de confiança.
E quando o instituto possui um histórico público de questionamentos envolvendo um determinado campo político, a responsabilidade sobre a transparência precisa ser ainda maior.
EM PERNAMBUCO, A PERGUNTA É INEVITÁVEL
João Campos é presidente nacional do PSB e candidato ao Governo de Pernambuco. Portanto, qualquer levantamento que coloque o socialista na frente naturalmente terá grande repercussão dentro da própria estrutura partidária.
Isso, por si só, não significa absolutamente nada de irregular.
O que chama atenção é a combinação de três elementos: um instituto com histórico de questionamentos envolvendo figuras do PSB, uma pesquisa que surge destoando de parte relevante do ambiente de pesquisas e um resultado imediatamente transformado em munição política.
É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas matemática.
Passa a ser política.
E política, como se sabe, vive também de percepção.
QUEM MEDE A CORRIDA TAMBÉM ENTRA NA CORRIDA
Há uma frase que deveria acompanhar toda pesquisa eleitoral: o eleitor não vota na pesquisa.
Ele vota na urna.
Por isso, nem a liderança de João Campos na Badra significa vitória do socialista, nem uma eventual liderança de Raquel em outros institutos significa que a governadora já ganhou a eleição.
A pesquisa é uma fotografia.
Mas, quando várias fotografias começam a mostrar determinado movimento e uma delas apresenta uma imagem completamente diferente, o mínimo que se espera é que o fotógrafo esteja disposto a explicar como chegou àquele enquadramento.
É isso que a Badra precisa fazer em Pernambuco.
Não basta divulgar números.
É preciso abrir a metodologia, explicar a amostra, detalhar os critérios e permitir que especialistas possam analisar o levantamento.
Quanto mais questionamentos existem em torno de um instituto, maior deveria ser sua disposição para prestar esclarecimentos.
Porque credibilidade não se exige.
Credibilidade se constrói.
A ELEIÇÃO AINDA ESTÁ ABERTA
O mais curioso de toda essa história é que ninguém precisa acreditar cegamente na Badra — nem nos outros institutos.
O eleitor pode comparar.
Pode olhar os levantamentos anteriores.
Pode observar tendências.
Pode verificar metodologia.
Pode esperar as próximas pesquisas.
E, principalmente, pode desconfiar de quem trata pesquisa como resultado eleitoral antecipado.
A Badra voltou ao cenário pernambucano e conseguiu produzir um efeito imediato: além de medir a disputa, colocou em discussão o próprio instituto que fez a medição.
E talvez essa seja a parte mais incômoda da história.
Quando uma pesquisa precisa dividir as manchetes com as perguntas sobre a credibilidade de quem a realizou, o debate deixa de ser apenas quem está na frente.
Passa a ser também:
quem está fazendo a conta, como está fazendo a conta e por que essa conta está tão diferente das outras?
Em uma eleição que promete ser decidida no detalhe, essas perguntas não são periféricas.
São centrais. É desse jeito!
domingo, 6 de setembro de 2026
MULTIDÃO TOMA AS RUAS DE BARREIROS EM CAMINHADA COM RAQUEL LYRA E EDUARDO DA FONTE AO LADO DO PREFEITO CARLINHOS DA PEDREIRA
RAQUEL FAZ GRANDE CAMINHADA NO CABO DE SANTO AGOSTINHO E DESTACA INVESTIMENTOS DA SUA GESTÃO NO MUNICÍPIO
RAQUEL FAZ GIRO NA MATA SUL E REFORÇA COMPROMISSO DE SEGUIR TRANSFORMANDO A REGIÃO
PORTA A PORTA DE VIVIANE FACUNDES GANHA AS RUAS DE GRAVATÁ E MOSTRA FORÇA DO GRUPO DE JOSELITO
A concentração aconteceu na Rua Santa Helena e, de lá, os apoiadores seguiram pela Rua Padre Augusto Soares, percorrendo o bairro e mantendo contato direto com moradores. A movimentação teve clima de campanha e serviu para apresentar o nome de Viviane Facundes ao eleitorado gravataense.
Representando a candidata, o prefeito Joselito Gomes participou ativamente da caminhada ao lado do vice-prefeito João Paulo de Lemos. A presença dos dois principais nomes da administração municipal reforçou o caráter político da mobilização e sinalizou que o grupo pretende colocar sua estrutura nas ruas em defesa da candidatura.
Durante o percurso, apoiadores conversaram com moradores e apresentaram as propostas de Viviane Facundes. A estratégia do “Porta a Porta” aposta justamente no contato direto com a população, buscando transformar a presença nas comunidades em votos nas urnas.
A mobilização faz parte da agenda de campanha da candidata ao longo das eleições de 2026 e deve continuar percorrendo diferentes localidades de Gravatá. O movimento também funciona como uma demonstração de organização e capilaridade política do grupo governista no município.
Com a campanha avançando e as ruas começando a ganhar cada vez mais movimentação, Viviane Facundes aposta na força da militância e no apoio das lideranças locais para ampliar sua presença no cenário eleitoral de Pernambuco.
SALGUEIRO AMPLIA FROTA E PREFEITO APRESENTA 34 VEÍCULOS CONQUISTADOS EM APENAS UM ANO E OITO MESES DE GESTÃO
Renovação da frota contempla áreas como Saúde, Educação, Assistência Social e infraestrutura; veículos foram obtidos por meio de emendas e parcerias com os governos Federal e Estadual
A manhã deste sábado (5) foi marcada por uma demonstração da capacidade de renovação da estrutura pública em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. O prefeito Fabinho Lisandro levou às ruas da cidade uma frota formada por 34 veículos incorporados ao patrimônio municipal desde o início de 2025, resultado de investimentos articulados por meio de emendas parlamentares e parcerias com os governos Federal e Estadual.
A apresentação serviu também como uma espécie de prestação de contas à população. Ao longo de um ano e oito meses de administração, o município conseguiu ampliar significativamente a quantidade de veículos disponíveis para atender setores considerados essenciais da gestão.
Entre as entregas apresentadas neste sábado estão uma ambulância do Programa Colo de Mãe, uma UTI móvel, uma UTI do SAMU com suporte avançado, uma ambulância básica do SAMU e um novo micro-ônibus destinado ao transporte de estudantes.
O reforço na área da Saúde chama atenção pelo impacto direto que os veículos podem representar na prestação dos serviços à população. Além das novas ambulâncias apresentadas, a frota municipal recebeu outros veículos destinados ao atendimento de urgência e emergência e ao transporte de pacientes.
Na Educação, a ampliação também foi expressiva. Ao todo, 13 ônibus e micro-ônibus foram incorporados à estrutura municipal, fortalecendo principalmente o transporte dos estudantes da rede pública e ampliando a capacidade de deslocamento dos alunos da zona urbana e rural.
A renovação não ficou restrita aos setores de Saúde e Educação. A administração municipal também incorporou veículos para a Coordenadoria da Mulher e para a Assistência Social, além de máquinas e equipamentos destinados às ações de infraestrutura e manutenção.
No conjunto apresentado pela gestão estão dois caminhões-pipa, um rolo compactador, um trator e uma retroescavadeira, equipamentos que passam a integrar a estrutura operacional do município e podem ser utilizados em serviços de manutenção, recuperação de estradas e outras demandas da população.
Na área da Saúde, a relação inclui seis ambulâncias, uma motocicleta, uma van, dois micro-ônibus, duas ambulâncias do SAMU e uma ambulância do Programa Colo de Mãe.
Segundo a gestão municipal, a conquista da frota é resultado da articulação política para garantir recursos e equipamentos para Salgueiro. Os veículos foram obtidos por meio de emendas parlamentares e parcerias institucionais com os governos Federal e Estadual.
Mais do que um desfile de veículos, o ato deste sábado acabou funcionando como uma vitrine dos investimentos realizados pela atual administração na estrutura municipal. Em um município de grande extensão territorial e com demandas variadas entre a sede e a zona rural, a disponibilidade de veículos e máquinas representa uma ferramenta importante para garantir a execução dos serviços públicos.
A marca de 34 veículos em um ano e oito meses coloca a renovação da frota como um dos números que a gestão de Fabinho Lisandro pretende apresentar como resultado concreto de sua administração. A estratégia é mostrar que a articulação por recursos externos pode transformar diretamente a capacidade de atendimento do município.
Com a nova frota, Salgueiro passa a contar com uma estrutura ampliada para áreas estratégicas, especialmente Saúde, Educação, Assistência Social e infraestrutura, setores que dependem diretamente de veículos e equipamentos para que os serviços cheguem à população.