quarta-feira, 21 de outubro de 2026

MARCELO GOUVEIA DEFENDE PAZ POLÍTICA PARA RAQUEL LYRA E REFORÇA ARTICULAÇÃO POR GUSTAVO GOUVEIA NA ALEPE


Presidente estadual do Podemos e deputado federal eleito afirma que o partido quer contribuir para a governabilidade da governadora e admite apoiar outro nome para a presidência da Assembleia, caso haja indicação de Raquel.

O segundo mandato de Raquel Lyra (PSD) começa a movimentar os bastidores da política pernambucana. Presidente estadual do Podemos e deputado federal eleito, Marcelo Gouveia afirmou que o partido pretende ajudar a governadora a construir um ambiente de estabilidade política e garantir condições para governar Pernambuco sem os conflitos que marcaram parte da primeira gestão.

“Nós vamos trabalhar para dar paz ao Governo Raquel Lyra”, declarou Marcelo, durante entrevista ao Podcast Dose Dupla. Segundo ele, a legenda está disposta a contribuir com o que for necessário para fortalecer a governabilidade e melhorar a relação do Palácio do Campo das Princesas com a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Nos bastidores, porém, uma das prioridades do Podemos está bem definida: a eleição do deputado estadual Gustavo Gouveia, irmão de Marcelo, para a presidência da Alepe. A disputa pela sucessão de Álvaro Porto promete movimentar as articulações políticas nas próximas semanas, especialmente diante da tentativa de Raquel Lyra de construir um consenso entre os integrantes de sua base.

Marcelo deixou claro que, embora trabalhe pelo nome do irmão, o partido não pretende transformar a disputa em um ponto de confronto com a governadora. Caso Raquel indique outro candidato, afirmou, os seis deputados estaduais do Podemos estarão dispostos a acompanhar a decisão.

Ao analisar os problemas enfrentados pelo governo nos últimos quatro anos, Marcelo atribuiu parte das dificuldades ao desgaste na relação política com a Assembleia Legislativa. Ele mencionou as mudanças nas articulações em torno da presidência da Casa e o alinhamento de lideranças parlamentares com grupos adversários do governo.

Na avaliação do dirigente, a relação entre Executivo e Legislativo perdeu equilíbrio ao longo da legislatura, contribuindo para o agravamento das tensões políticas.

Marcelo também reconheceu a mudança de postura de Raquel Lyra durante o primeiro mandato. Segundo ele, a governadora começou priorizando a reorganização administrativa e a participação de técnicos na gestão, mas, com o passar do tempo, ampliou o diálogo com a classe política e passou a compreender melhor a importância das articulações.

“Eu, se estivesse no lugar de Raquel Lyra, seria mais a Raquel Lyra dos últimos dois anos”, aconselhou. Para ele, a experiência acumulada pela governadora e o aprendizado com as dificuldades enfrentadas poderão resultar em uma gestão ainda mais eficiente.

O presidente do Podemos avaliou que Pernambuco avançou durante o primeiro mandato e destacou que a governadora chega ao novo ciclo com mais experiência e disposição para acertar. Na sua leitura, o próximo governo tem potencial para apresentar resultados ainda melhores.

A declaração de Marcelo Gouveia revela o tamanho do desafio político que Raquel Lyra terá pela frente: consolidar sua base, evitar novos embates com a Alepe e organizar a disputa pelo comando do Legislativo sem provocar divisões entre os aliados.

A eleição da presidência da Assembleia será um dos primeiros grandes testes dessa articulação. E, nesse jogo, o Podemos quer participar ativamente, defendendo Gustavo Gouveia, mas sinalizando que a palavra final para manter a unidade da base poderá passar pela governadora.

No segundo mandato, Raquel terá a oportunidade de transformar o discurso de pacificação em uma aliança política mais sólida. Resta saber se os interesses dos diferentes grupos que hoje se apresentam como aliados conseguirão caminhar na mesma direção.

terça-feira, 20 de outubro de 2026

LULA ATRAVESSA PONTE ENTRE PETROLINA E JUAZEIRO E REFORÇA A CAMPANHA PELA REELEIÇÃO NO NORDESTE


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpriu, nesta terça-feira (20), uma agenda de forte simbolismo político no Vale do São Francisco. Ao lado de parlamentares, lideranças políticas e apoiadores, Lula atravessou a ponte que liga Petrolina, em Pernambuco, a Juazeiro, na Bahia, em um ato de mobilização na reta final da campanha para o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o próximo domingo (25).

A caminhada reuniu apoiadores dos dois estados e foi marcada por manifestações de apoio ao presidente. A agenda também representou a última atividade de campanha de Lula em Pernambuco antes da votação.

Durante o percurso, o presidente reafirmou o compromisso com o desenvolvimento do Nordeste e a ampliação das oportunidades para a população da região.

“A gente vai continuar fazendo com que o Nordeste se transforme, tendo as mesmas oportunidades de todo o Brasil”, declarou Lula ao chegar a Juazeiro.

A senadora pernambucana Teresa Leitão (PT) acompanhou a mobilização e destacou a participação popular nas duas cidades. Para ela, o clima encontrado em Petrolina e Juazeiro demonstra o engajamento dos apoiadores na reta final da disputa.

“É um ato bonito, simbólico. As ruas estão vermelhas, cheias de gente. É muita alegria!”, afirmou a senadora, que também classificou a mobilização como um sinal de expectativa de vitória.

O ato contou com a presença do senador Humberto Costa (PT), reeleito para o Senado, da senadora eleita Marília Arraes (PDT), do presidente nacional do PSB, João Campos, e dos governadores Jerônimo Rodrigues (PT), da Bahia, e Rafael Fonteles (PT), do Piauí.

Também participaram o senador Jaques Wagner (PT-BA), o senador eleito Rui Costa (PT-BA), o deputado federal Carlos Veras, presidente estadual do PT e coordenador da campanha de Lula em Pernambuco, além de parlamentares e outras lideranças políticas.

A escolha do Vale do São Francisco reforçou o simbolismo regional da agenda. Petrolina e Juazeiro, separadas pelo Rio São Francisco, mantêm uma relação econômica e social histórica, sendo referências na produção agrícola e no desenvolvimento do interior nordestino.

A mobilização ocorreu ainda no dia em que o Bolsa Família completou 23 anos. Criado em 2003, durante o primeiro governo Lula, o programa tornou-se uma das principais políticas de transferência de renda do país, com foco no combate à fome e à pobreza.

Com a eleição se aproximando, Lula intensifica a presença nas ruas e a articulação com lideranças políticas para conquistar votos na reta final. A caminhada entre Pernambuco e Bahia buscou transformar a ligação entre as duas cidades em um símbolo da defesa de seu projeto político para o Brasil.

AO LADO DE LULA, MARÍLIA ARRAES PARTICIPOU DE GRANDE CAMINHADA QUE MARCOU O ÚLTIMO ATO DA CAMPANHA À REELEIÇÃO DO PETISTA EM PE E NA BA

Milhares de pessoas acompanharam o percurso entre Juazeiro e Petrolina, em clima marcado pela esperança e pela mobilização em defesa da reeleição do presidente
O Sertão do São Francisco transformou em mobilização popular o apoio à reeleição do presidente Lula nesta terça-feira (20). Ao lado da senadora eleita Marília Arraes (PDT) e vários outros aliados, o petista reuniu milhares de pessoas em uma grande caminhada que começou em Juazeiro, na Bahia, e terminou em Petrolina, em seu último ato de campanha nos dois estados. A presença da população e o entusiasmo da militância deram força à agenda, em um clima de esperança e disposição para a reta final do segundo turno.

Com Lula e Marília, participaram da mobilização o presidente nacional do PSB, João Campos, que disputou o Governo de Pernambuco; o governador reeleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT); o governador eleito do Piauí, Piauí Rafael Fonteles (PT); o deputado federal reeleito e presidente do PT pernambucano, Carlos Veras; o senador reeleito Humberto Costa (PT); e a líder do Governo no Senado, Teresa Leitão (PT). A presença das lideranças evidenciou a unidade política em torno da reeleição do presidente.

Mais uma vez ao lado de Lula nas ruas, Marília chegou à mobilização respaldada pelos 2.325.127 votos que a elegeram senadora por Pernambuco e pela expressiva vitória em Petrolina, onde foi a candidata ao Senado mais votada, com 81.797 votos. A caminhada também evidenciou a força eleitoral de Lula nas duas margens do São Francisco: no primeiro turno, o presidente conquistou 60,2% dos votos válidos em Petrolina e 63,30% em Juazeiro.

A demonstração de apoio encerrou um dia de grandes mobilizações do presidente no Nordeste, iniciado com uma caminhada em São Luís, no Maranhão. No Vale do São Francisco, o ânimo de militantes e moradores alimentou a confiança da campanha na reta final da disputa presidencial.

Antes do ato, em entrevista à imprensa local, Marília agradeceu a votação recebida e reafirmou seu compromisso com demandas fundamentais de Petrolina, como o acesso a água e o apoio a obras estruturadoras, incluindo o novo hospital regional. A senadora eleita destacou que seu mandato estará a serviço de todos os pernambucanos, com atenção às necessidades de cada região e articulação para transformar essas prioridades em entregas à população.

Na coletiva em Juazeiro, Lula colocou a defesa do Bolsa Família e o combate à pobreza no centro do debate. O presidente criticou declarações que atribuiu a Flávio Bolsonaro contra o benefício e defendeu as políticas de transferência de renda. Também reiterou ter autorizado a abertura de seus sigilos bancário e telefônico ao Tribunal Superior Eleitoral e voltou a desafiar o adversário a fazer o mesmo.

Fotos: Crysli Viana

PP E UNIÃO BRASIL ABANDONAM ALCOLUMBRE NA DISPUTA PELO SENADO; ALIANÇA COM LULA COBRA SEU PREÇO


A disputa pelo comando do Senado Federal em 2027 ganhou um novo capítulo em Brasília. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), enfrenta dificuldades para garantir sua recondução ao cargo diante do distanciamento entre sua atuação política e os interesses da federação União Progressista, formada pelo PP e pelo União Brasil. A movimentação foi noticiada pelo Metrópoles em reportagem publicada na segunda-feira (19).

O problema tem nome e endereço político: enquanto Alcolumbre mantém interlocução com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os dirigentes nacionais da federação caminham em direção oposta e sinalizam apoio a Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial. O movimento pode comprometer a articulação do senador para continuar à frente do Congresso Nacional.

A divergência deixa evidente que a eleição para o comando do Senado não será decidida apenas pelas relações institucionais construídas ao longo do mandato. O alinhamento político para o próximo governo também entrou na conta, e Alcolumbre pode acabar enfrentando a disputa sem o respaldo formal de sua própria federação.

A federação tem 12 senadores e pode mudar o jogo

A União Progressista deverá iniciar 2027 com 12 senadores, sendo seis do PP e seis do União Brasil, considerando os parlamentares que permanecem com mandato. Embora não seja suficiente para decidir sozinha a eleição, a bancada representa um grupo importante nas negociações para a escolha do próximo presidente do Senado.

Segundo a apuração do Metrópoles, Alcolumbre tem intensificado conversas com os parlamentares eleitos para a próxima legislatura e buscado garantir apoios individuais. A reportagem relata que a distribuição de gabinetes e a presidência de comissões estão entre os pontos envolvidos nas articulações. Essas informações são atribuídas à apuração jornalística e não representam confirmação de acordos formalizados.

Sem o apoio da federação, o senador ainda poderá tentar a reeleição por meio de negociações diretas com outros parlamentares. O desafio será reunir votos suficientes em um Senado no qual o PL deverá contar com a maior bancada em 2027.

Escala 6x1 e PEC da Segurança entram no tabuleiro

A relação de Alcolumbre com o governo Lula também aparece no centro das divergências. Nas últimas semanas, o presidente do Senado colocou em discussão a proposta de redução da jornada de trabalho, com o fim da escala 6x1, e retirou de pauta a PEC da Segurança Pública.

A decisão sobre a PEC provocou um confronto com o senador Rogério Marinho (PL-RN), aliado de Flávio Bolsonaro e líder da oposição. Questionado sobre uma possível solicitação do governo para retirar a proposta da pauta, Alcolumbre afirmou que a decisão havia sido tomada por iniciativa própria, no exercício da Presidência do Senado.

O episódio evidencia como decisões legislativas passaram a se misturar às negociações pela sucessão no comando da Casa. Para os grupos políticos envolvidos, a eleição de fevereiro de 2027 será também uma oportunidade de definir o perfil da liderança do Senado na próxima legislatura.

Quem poderá disputar a cadeira de Alcolumbre?

Entre os nomes mencionados nas articulações está Rogério Marinho, do PL do Rio Grande do Norte, que coordena a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. A senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura no governo Jair Bolsonaro, também aparece nas conversas sobre a sucessão.

A movimentação ainda não significa que exista uma candidatura definida ou que a derrota de Alcolumbre esteja consumada. O presidente do Senado continua buscando apoio e pode construir alianças para além das orientações oficiais de seu partido.

O ponto central é que a eleição deixou de ser apenas uma discussão sobre a continuidade de um presidente no cargo. Ela passou a envolver o alinhamento entre partidos, o futuro governo federal e a relação do Congresso com o Supremo Tribunal Federal.

Nos bastidores de Brasília, o recado é claro: a disputa pelo Senado já começou, e o apoio dos partidos poderá depender tanto das alianças presidenciais quanto dos acordos sobre o comando do Legislativo. Alcolumbre terá de demonstrar que ainda consegue reunir uma maioria própria, mesmo diante do distanciamento de dirigentes da federação à qual pertence.

Fonte: Metrópoles, Folha de S.Paulo e Rádio Senado.

ELEIÇÕES 2026: TRE-PE ALERTA PARA MUDANÇAS EM LOCAIS DE VOTAÇÃO EM TRÊS MUNICÍPIOS DE PERNAMBUCO

FLÁVIO BOLSONARO APAGA POSTS EM QUE CHAMAVA BOLSA FAMÍLIA DE “BOLSA-FARELO” E REACENDE POLÊMICA

Publicações antigas criticavam o programa social e acusavam o PT de manter beneficiários dependentes do auxílio. Agora, candidato tenta assegurar que o benefício será mantido.

O passado voltou a bater à porta de Flávio Bolsonaro (PL) em plena disputa presidencial. O senador e candidato à Presidência apagou de sua conta no X, antigo Twitter, publicações nas quais atacava o Bolsa Família e utilizava a expressão “bolsa-farelo” para se referir ao programa social e a iniciativas semelhantes. A informação foi divulgada pela imprensa nacional nesta segunda-feira (19) e repercutiu nesta terça-feira (20). 

As mensagens foram publicadas entre 2011 e 2014, quando Flávio exercia mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro. Em uma delas, de junho de 2013, ele acusava o PT de perpetuar a pobreza por meio do programa, mantendo famílias dependentes do auxílio para garantir votos.

Em outra publicação, feita em 2011, o então deputado criticava o programa Renda Melhor, criado pelo governo fluminense para complementar a renda de famílias atendidas pelo Bolsa Família. Flávio classificava a iniciativa como clientelismo eleitoral e defendia limitar o período de recebimento do benefício.

A exclusão das mensagens foi identificada a partir de um arquivo que o Estadão havia produzido em junho deste ano, com o histórico das publicações do senador. O material permitiu comparar os registros antigos com o conteúdo que permanece disponível em seu perfil. 

MUDANÇA DE DISCURSO EM PLENA CAMPANHA

O episódio ganha peso político porque ocorre justamente quando Flávio tenta afastar a imagem de adversário dos programas de transferência de renda.

Na segunda-feira (19), o senador publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que os beneficiários do Bolsa Família podem ficar tranquilos porque o benefício está garantido. A manifestação veio após a repercussão de declarações de sua coordenadora econômica, Daniella Marques, sobre mudanças nas regras de permanência no programa.

A proposta apresentada pela equipe prevê uma regra de transição de dois anos para pessoas que conseguirem emprego formal ou decidirem empreender, com possibilidade de retorno automático ao benefício caso voltem a perder renda, conforme explicado pela campanha. A ideia foi apresentada como incentivo à autonomia financeira, mas provocou questionamentos sobre os critérios e os limites da proposta.

A campanha de Flávio foi procurada pela imprensa para explicar a exclusão das publicações antigas, mas não havia apresentado esclarecimentos sobre o motivo até a divulgação das reportagens. 

O PASSADO DIGITAL VIROU PROBLEMA ELEITORAL

Em uma eleição marcada pela disputa pelo voto popular, especialmente entre os eleitores de menor renda, publicações antigas podem ganhar novo significado. O que foi escrito nas redes sociais permanece como registro público e pode ser recuperado justamente quando um candidato tenta consolidar uma nova imagem.

No caso de Flávio Bolsonaro, a controvérsia coloca em evidência a distância entre as críticas feitas anos atrás ao Bolsa Família e o discurso atual de garantia do benefício.

A questão política que fica é direta: como convencer os eleitores de que existe um compromisso firme com um programa social quando publicações do próprio candidato mostram uma postura crítica no passado?

Na disputa presidencial, apagar uma postagem não significa apagar a história. E, quando o assunto é o dinheiro que ajuda milhões de famílias brasileiras a colocar comida na mesa, cada palavra tem peso eleitoral.

Blog do Edney — A notícia verdade.

EM BOM JARDIM, BISPO DE NAZARÉ DA MATA FAZ APELO PELA SOBERANIA DO BRASIL E CONVOCA FIÉIS À PARTICIPAÇÃO NO SEGUNDO TURNO

Durante romaria que reuniu mais de 3 mil pessoas em Bom Jardim, Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena fez uma reflexão sobre democracia, soberania nacional e a importância de preservar a união das famílias.

Bom Jardim, no Agreste Setentrional de Pernambuco, foi palco de uma celebração religiosa marcada por uma reflexão sobre o momento político brasileiro. Neste domingo (18), durante a Romaria Diocesana das Famílias, realizada na Paróquia de Sant’Ana, o bispo da Diocese de Nazaré da Mata, Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, chamou a atenção dos fiéis ao abordar a soberania nacional e a participação popular no segundo turno das eleições.

Diante de um ginásio lotado, o religioso declarou durante a homilia: “Nada de entregar o nosso país aos Estados Unidos! O nosso país é soberano!” A fala foi recebida com aplausos e, segundo o relato da celebração, os fiéis se levantaram para aplaudir o bispo.

O evento transformou Bom Jardim em ponto de encontro da comunidade católica regional. A romaria reuniu mais de 3 mil fiéis de 35 municípios e mais de 50 paróquias que integram a Diocese de Nazaré da Mata, envolvendo comunidades do Agreste Setentrional e da Zona da Mata Norte. A celebração também foi transmitida ao vivo pelo YouTube da paróquia.

BOM JARDIM NO CENTRO DA REFLEXÃO SOBRE DEMOCRACIA

A escolha de Bom Jardim como sede da romaria deu ao município destaque em um momento de intensa mobilização política no país. Durante a homilia, Dom Francisco reforçou a importância de os brasileiros comparecerem às urnas no próximo domingo (25), exercendo o direito ao voto de maneira consciente e responsável.

O bispo também chamou a atenção para a necessidade de garantir tranquilidade e agilidade na votação, diante das filas registradas no primeiro turno.

BISPO ALERTA PARA O ÓDIO E A DIVISÃO NAS FAMÍLIAS

Além da defesa da soberania brasileira, a mensagem levada aos fiéis em Bom Jardim trouxe um alerta contra o extremismo, a intolerância e a polarização política. O religioso destacou a importância de preservar os laços familiares, mesmo quando existem divergências de opinião e posicionamentos eleitorais diferentes.

A reflexão reforçou que nenhuma disputa política deve ser motivo para romper relações entre pais e filhos, irmãos e parentes. A família precisa continuar sendo um espaço de amor, diálogo, respeito e paz.

A defesa da independência nacional também esteve entre os pontos centrais da fala, com um chamado à reflexão sobre os interesses brasileiros e o direito de o país decidir seus próprios caminhos.

A Romaria Diocesana das Famílias deixou, assim, uma mensagem que ultrapassou os limites da celebração religiosa. Em Bom Jardim, a fé se encontrou com o debate sobre cidadania, democracia e soberania nacional, em um apelo para que os brasileiros participem das eleições sem permitir que as diferenças políticas destruam a convivência e a união familiar.

Por Edney Souto 

EX-PREFEITO DE ANGELIM, SAMUEL SALGADO, ESTÁ INTERNADO NA UTI; AMIGOS SE UNEM EM ORAÇÃO PELA SUA RECUPERAÇÃO

O ex-prefeito de Angelim, Samuel Salgado, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Unimed, na unidade localizada na Praça Chora Menino. A notícia mobilizou amigos e pessoas próximas, que torcem por sua pronta recuperação.

Segundo as informações recebidas pelo Blog do Edney, Samuel apresenta um quadro de glicose muito elevada, problemas respiratórios e alterações importantes nos níveis de potássio, situação que exige cuidados médicos e acompanhamento intensivo.

A informação chegou ao Blog do Edney por meio de Eudson Catão, ex-prefeito de Palmeirina e grande amigo de Samuel Salgado.

Neste momento delicado, o Blog do Edney se une aos amigos, familiares e leitores em uma corrente de fé e oração pela recuperação de Samuel. Que Deus lhe conceda força, amparo e saúde para superar esse momento difícil e retornar em breve ao convívio de todos que gostam dele.

Estamos em oração por você, Samuel!  Que sua recuperação aconteça o mais rápido possível.

Edney Souto | Blog do Edney