quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
GOVERNADORA RAQUEL LYRA PRESTIGIA POSSE DE CARLOS NEVES COMO PRESIDENTE DO TCE-PE
MINISTRO SILVIO COSTA FILHO E DEPUTADO WILLIAM BRÍGIDO INICIAM FORMAÇÃO DE CHAPA DE DEPUTADO ESTADUAL DO REPUBLICANOS
RODRIGO PINHEIRO ENTRA EM RECESSO E DAYSE SILVA ASSUME PREFEITURA DE CARUARU DURANTE PERÍODO ADMINISTRATIVO
A transição temporária ocorre dentro do previsto na legislação e segue o rito institucional adotado pela administração municipal, sem impacto no funcionamento das secretarias ou na execução de projetos em andamento. A Prefeitura reforça que todas as áreas seguirão operando normalmente, mantendo atendimentos à população, execução de obras, ações sociais e serviços essenciais.
Ao assumir interinamente a chefia do Executivo, Dayse Silva passa a responder diretamente pelas decisões administrativas durante o período, acompanhando de perto as demandas da cidade e a rotina da gestão. A vice-prefeita já atua de forma integrada com as equipes técnicas e políticas do governo municipal, o que garante estabilidade administrativa e alinhamento com o planejamento estabelecido pela atual gestão.
O recesso do prefeito Rodrigo Pinheiro é caracterizado como breve e programado, não representando afastamento definitivo nem alteração no direcionamento político-administrativo da Prefeitura. Ao final do período, o gestor retoma normalmente suas funções à frente do Executivo municipal.
A Prefeitura de Caruaru destacou, por meio de nota oficial, que a alternância temporária no comando do município reforça o compromisso com a responsabilidade institucional, a transparência e o respeito à população, assegurando que Caruaru continue avançando sem interrupções, mesmo durante mudanças pontuais na condução administrativa.
VEREADOR ACUSA JOÃO CAMPOS DE CRIME DE RESPONSABILIDADE E LEVA CASO AO MINISTÉRIO PÚBLICO POR SUPOSTA FRAUDE EM CONCURSO
Segundo a representação, João Campos teria desrespeitado frontalmente a ordem de classificação do certame ao nomear o candidato Lucas Vieira, aprovado na 63ª colocação, para ocupar uma vaga que, de acordo com o edital e a legislação vigente, seria destinada a outro concorrente. O nome apontado pelo vereador é o de Marko Venício, classificado dentro da cota reservada a pessoas com deficiência (PCD), o que tornaria a nomeação questionada uma violação direta às regras do concurso público.
Eduardo Moura sustenta que a conduta do prefeito não se trata de um simples erro administrativo, mas de um ato consciente que “furou a fila” do concurso, ferindo princípios básicos da administração pública, como legalidade, impessoalidade e moralidade. Para o parlamentar, a nomeação configura crime de responsabilidade, uma vez que a legislação federal é clara ao vedar a admissão de servidores em desacordo com a lei.
O vereador detalha que o documento protocolado no MPPE, sob o número 3926686, reúne uma cronologia minuciosa dos fatos, a fundamentação legal e o enquadramento jurídico da conduta atribuída ao prefeito. O principal pilar da denúncia é o artigo 1º, inciso XIII, do Decreto-Lei nº 201/1967, que classifica como crime de responsabilidade “nomear, admitir ou designar servidor contra expressa disposição de lei”. Na avaliação de Moura, foi exatamente isso que ocorreu no caso do concurso para procurador do município.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o vereador afirmou que a iniciativa no Ministério Público representa a segunda frente de enfrentamento jurídico contra João Campos. A primeira foi o pedido de impeachment apresentado na Câmara Municipal do Recife no último dia 2 de janeiro, que também tem como base a mesma nomeação contestada. Segundo Moura, as duas ações caminham de forma independente, mas se complementam no objetivo de responsabilizar o prefeito.
O parlamentar fez questão de destacar que as consequências da representação no MPPE podem ser severas. Caso a denúncia seja acolhida e avançar, João Campos pode enfrentar desde o afastamento do cargo até a cassação do mandato e a perda dos direitos políticos, a depender do desfecho das investigações e de eventual ação judicial. Para Eduardo Moura, o episódio marca um divisor de águas na relação entre o Legislativo e o Executivo municipal. “O prefeito precisa entender que não está acima da lei. A folga acabou”, afirmou de forma contundente.
A acusação aprofunda o desgaste político do prefeito do Recife em um momento sensível do cenário local, ampliando o debate sobre o respeito às regras dos concursos públicos e a responsabilidade dos gestores diante da lei. Agora, a bola está com o Ministério Público, que deverá analisar o material apresentado e decidir se há elementos suficientes para instaurar procedimento investigatório contra o chefe do Executivo municipal.
URGENTE - MORAES DETERMINA TRANSFERÊNCIA DE BOLSONARO PARA A PAPUDA E STF INICIA NOVA FASE DO CUMPRIMENTO DA PENA
Bolsonaro estava custodiado na sede da Polícia Federal em Brasília desde o dia 22 de novembro, quando teve a prisão preventiva decretada após tentar violar a tornozeleira eletrônica que utilizava por determinação judicial. O episódio foi considerado pelo STF uma afronta direta às medidas cautelares impostas anteriormente e acelerou o endurecimento das decisões judiciais contra o ex-presidente.
Três dias após a prisão, o processo em que Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe de Estado chegou ao fim no Supremo, sem possibilidade de novos recursos. Com isso, passou a valer imediatamente a pena de 27 anos e três meses de reclusão, uma das mais severas já aplicadas a um ex-presidente da República na história democrática do país. A condenação também envolveu outros crimes relacionados aos atos que atentaram contra a ordem constitucional e o Estado Democrático de Direito.
A decisão de Alexandre de Moraes autorizou a transferência para uma unidade que oferece condições diferenciadas de custódia, respeitando prerrogativas previstas em lei para ex-chefes de Estado, como a permanência em instalações especiais, fora do convívio com presos do sistema comum. Ainda assim, a mudança não altera o regime de cumprimento da pena, que segue sob rígido controle do Judiciário.
Nos bastidores, a defesa de Bolsonaro vinha pressionando por alternativas, incluindo pedidos de prisão domiciliar, alegando questões de saúde e dificuldades no período em que ele permaneceu na Polícia Federal. Os pedidos, no entanto, foram rejeitados pelo ministro, que entendeu não haver respaldo legal para a concessão do benefício neste momento, além de afirmar que o Estado possui condições de garantir assistência médica adequada ao detento.
A transferência para a Papudinha ocorre em meio a forte repercussão política e jurídica. Aliados do ex-presidente classificam a decisão como excessiva, enquanto integrantes do meio jurídico avaliam que o STF busca dar uma resposta firme e definitiva aos crimes contra a democracia, reforçando a mensagem de que não há distinção de tratamento diante de atentados às instituições.
Com a mudança, o caso Bolsonaro entra em uma fase mais estável do ponto de vista processual, mas segue no centro do debate nacional. A execução da pena de um ex-presidente da República, sob determinação direta do Supremo Tribunal Federal, consolida um dos momentos mais simbólicos e tensionados da história política recente do Brasil.
DÉBORA ALMEIDA LIDERA DEFESA DE BOM CONSELHO NA ALEPE E RAQUEL LYRA GARANTE APOIO DECISIVO AO PROJETO DE ÁGUA
Débora atuou de forma constante nos debates e articulações internas, reforçando a urgência da obra e destacando o impacto social da falta de água em diversos bairros de Bom Conselho. Sua atuação foi fundamental para manter o projeto em evidência no Parlamento estadual, garantindo respaldo político e institucional para que os recursos fossem assegurados.
Outro pilar essencial para o avanço da iniciativa foi o apoio direto da governadora Raquel Lyra. Sensível às demandas do Agreste Meridional, a chefe do Executivo estadual garantiu o suporte técnico do Governo de Pernambuco, viabilizando a aquisição da estação de tratamento de água e o avanço para a fase de implantação da nova rede de abastecimento. A participação do Estado foi determinante para dar robustez ao projeto e assegurar sua execução dentro dos padrões técnicos necessários.
A soma de esforços entre o mandato de Débora Almeida na Alepe, a articulação política em torno do projeto e o comprometimento da governadora Raquel Lyra reforça um modelo de atuação integrada em favor de Bom Conselho. Mais do que uma obra de infraestrutura, o investimento representa um passo decisivo para garantir dignidade, saúde e qualidade de vida à população, transformando uma antiga reivindicação em uma conquista concreta para o município.
VEREADOR ACUSA JOÃO CAMPOS DE CRIME DE RESPONSABILIDADE E LEVA CASO AO MINISTÉRIO PÚBLICO POR SUPOSTA FRAUDE EM CONCURSO
Segundo a representação, João Campos teria desrespeitado frontalmente a ordem de classificação do certame ao nomear o candidato Lucas Vieira, aprovado na 63ª colocação, para ocupar uma vaga que, de acordo com o edital e a legislação vigente, seria destinada a outro concorrente. O nome apontado pelo vereador é o de Marko Venício, classificado dentro da cota reservada a pessoas com deficiência (PCD), o que tornaria a nomeação questionada uma violação direta às regras do concurso público.
Eduardo Moura sustenta que a conduta do prefeito não se trata de um simples erro administrativo, mas de um ato consciente que “furou a fila” do concurso, ferindo princípios básicos da administração pública, como legalidade, impessoalidade e moralidade. Para o parlamentar, a nomeação configura crime de responsabilidade, uma vez que a legislação federal é clara ao vedar a admissão de servidores em desacordo com a lei.
O vereador detalha que o documento protocolado no MPPE, sob o número 3926686, reúne uma cronologia minuciosa dos fatos, a fundamentação legal e o enquadramento jurídico da conduta atribuída ao prefeito. O principal pilar da denúncia é o artigo 1º, inciso XIII, do Decreto-Lei nº 201/1967, que classifica como crime de responsabilidade “nomear, admitir ou designar servidor contra expressa disposição de lei”. Na avaliação de Moura, foi exatamente isso que ocorreu no caso do concurso para procurador do município.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o vereador afirmou que a iniciativa no Ministério Público representa a segunda frente de enfrentamento jurídico contra João Campos. A primeira foi o pedido de impeachment apresentado na Câmara Municipal do Recife no último dia 2 de janeiro, que também tem como base a mesma nomeação contestada. Segundo Moura, as duas ações caminham de forma independente, mas se complementam no objetivo de responsabilizar o prefeito.
O parlamentar fez questão de destacar que as consequências da representação no MPPE podem ser severas. Caso a denúncia seja acolhida e avançar, João Campos pode enfrentar desde o afastamento do cargo até a cassação do mandato e a perda dos direitos políticos, a depender do desfecho das investigações e de eventual ação judicial. Para Eduardo Moura, o episódio marca um divisor de águas na relação entre o Legislativo e o Executivo municipal. “O prefeito precisa entender que não está acima da lei. A folga acabou”, afirmou de forma contundente.
A acusação aprofunda o desgaste político do prefeito do Recife em um momento sensível do cenário local, ampliando o debate sobre o respeito às regras dos concursos públicos e a responsabilidade dos gestores diante da lei. Agora, a bola está com o Ministério Público, que deverá analisar o material apresentado e decidir se há elementos suficientes para instaurar procedimento investigatório contra o chefe do Executivo municipal.
DANNILO GODOY, EX-PREFEITO DE BOM CONSELHO, GARANTE MAIS DE R$ 16 MILHÕES PARA VIRAR A CHAVE DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA NO MUNICÍPIO
Com a experiência de quem já esteve à frente da Prefeitura de Bom Conselho, Dannilo tem acompanhado de perto cada etapa do projeto. A estação de tratamento de água já foi adquirida e, neste momento, os trabalhos avançam para a fase de implantação da nova rede, considerada essencial para garantir regularidade e segurança hídrica à população.
A ação conta com o apoio direto do Governo de Pernambuco, por meio da governadora Raquel Lyra, que assegura suporte técnico e institucional para viabilizar a execução do sistema definitivo. A parceria entre o mandato parlamentar e o Governo do Estado tem sido apontada como decisiva para destravar investimentos de grande porte no Agreste Meridional.
Enquanto a obra não é concluída, medidas emergenciais seguem sendo adotadas para minimizar os impactos da falta de água. O reforço no abastecimento com carros-pipa continuará atendendo as áreas mais afetadas, garantindo que famílias não fiquem totalmente desassistidas durante o período de transição.
Ao comentar o anúncio, Dannilo Godoy ressaltou que o investimento vai além da infraestrutura. Para ele, água é sinônimo de dignidade, saúde pública e qualidade de vida. O deputado reafirmou o compromisso de seguir trabalhando por Bom Conselho, utilizando sua vivência como ex-prefeito e sua atuação na Assembleia Legislativa para transformar antigas demandas da população em ações concretas e duradouras.