domingo, 8 de fevereiro de 2026

GOIANA REALIZOU O II BAILE MUNICIPAL POPULAR DE RUA NO PÁTIO DA MISERICÓRDIA

A cidade de Goiana realizou, no sábado (7), o II Baile Municipal Popular de Rua, celebrando a alegria, a cultura popular e o verdadeiro espírito do carnaval. O evento aconteceu no Pátio da Misericórdia e reuniu a população em uma noite marcada por muita música, animação e valorização das tradições carnavalescas do município.

A programação contou com apresentações de Júnior Canibal, Bia Villa-Chan e Versão Brasileira, que animaram o público no palco principal. Durante os intervalos, uma orquestra de frevo manteve o clima carnavalesco contagiante, garantindo que a folia seguisse sem pausa ao longo da noite.

Presente no evento ao lado da primeira-dama Ana Silveira, o prefeito Marcílio Régio destacou a importância de fortalecer as manifestações culturais populares.
“O Baile Municipal é um momento de encontro, alegria e pertencimento. É a valorização da nossa cultura, feita para o povo e com o povo, celebrando aquilo que Goiana tem de mais bonito: sua tradição e sua gente”, afirmou o prefeito.

Um dos momentos mais aguardados da noite foi a coroação do Rei Momo Ivan e da Rainha do Carnaval Jaqueline, realizada durante o Baile Municipal, na presença da população, marcando oficialmente o reinado da alegria no Carnaval Goiana 2026.

O II Baile Municipal Popular de Rua foi realizado pela Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Cultural, reforçando o compromisso da gestão municipal com o acesso democrático à cultura e o fortalecimento das tradições carnavalescas.

Além do prefeito e da primeira-dama, vice-prefeita, secretários municipais e vereadores também marcaram presença no evento, demonstrando o apoio do poder público às manifestações culturais e às tradições carnavalescas do município

GOVERNADORA RAQUEL LYRA PRESTIGIA FINAL DO X1 BRAZIL NA ARENA DE PERNAMBUCO, EM PALCO HISTÓRICO DO ESPORTE

Final contou com público de mais de 11 mil pessoas e foi transmitida ao vivo para oito países
A governadora Raquel Lyra prestigiou, neste sábado (7), a final do X1 Brazil, realizada na Arena de Pernambuco, evento que marcou um capítulo histórico para o esporte nacional ao levar, pela primeira vez, a modalidade para dentro de um estádio de futebol. A competição reuniu 32 dos principais atletas do país, consolidando Pernambuco como palco de grandes eventos esportivos e de iniciativas que aliam esporte, inclusão social e geração de oportunidades para jovens talentos.
“A Arena de Pernambuco hoje é sede da final brasileira do X1, e é claro que não podia ser em outro lugar além daqui. Quem revelou esse esporte para o mundo agora é sede de um esporte que é inclusão, que traz a galera da periferia, que envolve a juventude, que permite a gente ter uma festa linda como essa. Viva o X1”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
Com um público de mais de 11 mil pessoas, o evento contou com apoio institucional do Governo de Pernambuco. Para a diretora da Arena, missionária Michele Collins, a final teve também um forte simbolismo social. “Estamos muito felizes em receber a final do X1 Brazil, permitindo que tantos jovens, principalmente da periferia, possam estar aqui, torcendo e vibrando. É muito bom trazer as pessoas para este espaço tão importante que é a Arena de Pernambuco”, afirmou.
A secretária de Esportes, Ivete Lacerda, ressaltou o crescimento da modalidade e o papel do Estado no fortalecimento do setor. “O X1 vem crescendo bastante e hoje vemos isso aqui, em um sábado à noite, com a Arena cheia. O Governo do Estado vem impulsionando esse movimento de empoderamento do esporte e chega junto com programas como o Bolsa Atleta para fortalecer ainda mais”, destacou.

A decisão contou com jogos preliminares envolvendo atletas do ranking profissional do X1 Brazil e com a grande final entre o pernambucano Daniel Coringa e Berô Paraíba. O troféu foi recebido pelo atleta Berô. 

Segundo o presidente do X1 Brazil, Hugo Leonardo Loureiro, ter a Arena de Pernambuco como palco mostra o crescimento da modalidade. “Hoje a transmissão da final foi feita para 8 países ao vivo. É um motivo de uma conquista muito grande porque conseguimos o nosso objetivo, que é tirar o X1 das comunidades e fazer com que ele seja uma ferramenta de transformação social na vida de muita gente”, afirmou.

Também estavam presentes no evento o deputado estadual Pastor Cleiton Collins; os secretários estaduais de Mobilidade e Infraestrutura, André Teixeira Filho, e de Turismo e Lazer, Kaio Maniçoba; o prefeito de Camaragibe, Diego Cabral; e o vereador do Recife, Alef Collins.

Fotos: Hesíodo Góes/Secom

GOVERNADORA RAQUEL LYRA PRESTIGIA FINAL DO X1 BRAZIL NA ARENA DE PERNAMBUCO, EM PALCO HISTÓRICO DO ESPORTE

Final contou com público de mais de 11 mil pessoas e foi transmitida ao vivo para oito países
A governadora Raquel Lyra prestigiou, neste sábado (7), a final do X1 Brazil, realizada na Arena de Pernambuco, evento que marcou um capítulo histórico para o esporte nacional ao levar, pela primeira vez, a modalidade para dentro de um estádio de futebol. A competição reuniu 32 dos principais atletas do país, consolidando Pernambuco como palco de grandes eventos esportivos e de iniciativas que aliam esporte, inclusão social e geração de oportunidades para jovens talentos.
“A Arena de Pernambuco hoje é sede da final brasileira do X1, e é claro que não podia ser em outro lugar além daqui. Quem revelou esse esporte para o mundo agora é sede de um esporte que é inclusão, que traz a galera da periferia, que envolve a juventude, que permite a gente ter uma festa linda como essa. Viva o X1”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
Com um público de mais de 11 mil pessoas, o evento contou com apoio institucional do Governo de Pernambuco. Para a diretora da Arena, missionária Michele Collins, a final teve também um forte simbolismo social. “Estamos muito felizes em receber a final do X1 Brazil, permitindo que tantos jovens, principalmente da periferia, possam estar aqui, torcendo e vibrando. É muito bom trazer as pessoas para este espaço tão importante que é a Arena de Pernambuco”, afirmou.
A secretária de Esportes, Ivete Lacerda, ressaltou o crescimento da modalidade e o papel do Estado no fortalecimento do setor. “O X1 vem crescendo bastante e hoje vemos isso aqui, em um sábado à noite, com a Arena cheia. O Governo do Estado vem impulsionando esse movimento de empoderamento do esporte e chega junto com programas como o Bolsa Atleta para fortalecer ainda mais”, destacou.

A decisão contou com jogos preliminares envolvendo atletas do ranking profissional do X1 Brazil e com a grande final entre o pernambucano Daniel Coringa e Berô Paraíba. O troféu foi recebido pelo atleta Berô. 

Segundo o presidente do X1 Brazil, Hugo Leonardo Loureiro, ter a Arena de Pernambuco como palco mostra o crescimento da modalidade. “Hoje a transmissão da final foi feita para 8 países ao vivo. É um motivo de uma conquista muito grande porque conseguimos o nosso objetivo, que é tirar o X1 das comunidades e fazer com que ele seja uma ferramenta de transformação social na vida de muita gente”, afirmou.

Também estavam presentes no evento o deputado estadual Pastor Cleiton Collins; os secretários estaduais de Mobilidade e Infraestrutura, André Teixeira Filho, e de Turismo e Lazer, Kaio Maniçoba; o prefeito de Camaragibe, Diego Cabral; e o vereador do Recife, Alef Collins.

Fotos: Hesíodo Góes/Secom

RAQUEL LYRA REAGE À DATAFOLHA COM TOM DE CAUTELA E FOCO NA GESTÃO: “VAMOS SEGUIR TRABALHANDO”

Em meio à repercussão da mais recente pesquisa Datafolha sobre o cenário eleitoral em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSD) adotou um discurso de sobriedade, cautela e foco administrativo. Durante rápida conversa com a imprensa em Caruaru, no Agreste do Estado, a chefe do Executivo estadual evitou comemorações antecipadas e reforçou que o momento é de dedicação integral ao governo, não de disputas políticas.

A pesquisa, que apontou crescimento do nome de Raquel Lyra e uma redução na vantagem do prefeito do Recife, João Campos (PSB), principal adversário no cenário projetado para 2026, movimentou os bastidores políticos. Ainda assim, a governadora fez questão de minimizar o impacto imediato dos números e direcionar a atenção para as responsabilidades do cargo que ocupa.

“A gente precisa seguir trabalhando”, resumiu Raquel Lyra, em uma declaração curta, mas carregada de simbolismo político. A fala revela uma estratégia clara: transmitir à população a imagem de uma gestora concentrada em entregas, distante do clima eleitoral que começa a ganhar força no Estado.

Raquel também destacou que este não é o momento de discutir eleições ou alianças partidárias. Segundo ela, a prioridade segue sendo governar Pernambuco, enfrentando desafios históricos em áreas como infraestrutura, saúde, educação e desenvolvimento econômico. A postura busca reforçar o discurso de gestão e compromisso com resultados, enquanto as pesquisas ainda refletem um cenário em construção.

Nos bastidores, aliados avaliam que a reação comedida da governadora demonstra maturidade política e consciência de que pesquisas são retratos momentâneos. A estratégia é manter o ritmo de trabalho e ampliar ações no interior do Estado, onde Raquel tem intensificado agendas e investimentos, fortalecendo sua presença fora da Região Metropolitana do Recife.

Ao optar pelo silêncio estratégico e por uma fala objetiva, Raquel Lyra sinaliza que pretende deixar os números falarem por si, apostando que o desempenho administrativo será o principal argumento quando o debate eleitoral, de fato, ocupar o centro da cena política pernambucana.

“SEM LULINHA PAZ E AMOR”: LULA ELEVA O TOM, TRATA 2026 COMO CAMPO DE BATALHA E APOSTA NA NARRATIVA DA SOBERANIA

Durante a celebração dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores, neste sábado (7), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou de lado qualquer discurso conciliador e fez uma das falas mais duras desde o início do terceiro mandato. Diante de militantes, dirigentes e aliados históricos, Lula classificou as eleições de 2026 como uma verdadeira “guerra” e avisou, sem rodeios, que o tempo do “Lulinha paz e amor” ficou para trás.

O discurso, marcado por tom combativo e frases diretas, teve como pano de fundo a disputa política que já começa a se desenhar no país. Para o presidente, o próximo pleito não será apenas uma escolha entre projetos administrativos, mas uma batalha de narrativas sobre o futuro do Brasil, sua democracia e sua soberania. Lula afirmou estar pessoalmente motivado para o embate e destacou que não pretende permitir o retorno do que chamou de “mentira” ao comando do país, em referência indireta ao governo anterior.

Ao falar em “campo de guerra”, o petista deixou claro que enxerga o processo eleitoral como um enfrentamento duro, em que a militância e a base do partido precisarão estar organizadas, mobilizadas e politicamente atentas. Segundo ele, não basta listar realizações de governos passados ou conquistas recentes. O presidente alertou que resultados administrativos, por si só, não garantem vitória nas urnas, reforçando a importância do discurso político como elemento central da disputa.

Nesse contexto, Lula trouxe novamente ao centro do debate a defesa da soberania nacional. Em um dos momentos mais aplaudidos do evento, afirmou que o Brasil não tem dono e jamais será colonizado por qualquer país ou interesse externo. A fala foi interpretada como um recado tanto ao eleitorado interno quanto ao cenário internacional, reforçando a ideia de um Brasil que dialoga com o mundo, mas preserva sua autonomia política e econômica.

Para Lula, será justamente essa narrativa que pode definir o resultado de 2026. Ele defendeu que o PT e seus aliados precisam comunicar de forma clara que o país é soberano, independente e disposto a cooperar globalmente, sem submissão. O presidente frisou que não se trata de isolamento, mas de respeito mútuo nas relações internacionais, alinhado aos interesses nacionais.

O discurso também funcionou como um chamado à militância petista, reacendendo o espírito de mobilização que marcou momentos decisivos da história do partido. Ao completar 46 anos, o PT foi apresentado por Lula não apenas como uma legenda política, mas como um instrumento de luta permanente, agora diante de um novo e decisivo desafio eleitoral.

Com a declaração de que “acabou o Lulinha paz e amor”, o presidente sinaliza uma mudança clara de postura para os próximos meses: menos conciliação, mais enfrentamento político e uma aposta forte no embate de ideias. A mensagem é direta: para Lula, 2026 não será apenas uma eleição — será uma disputa decisiva pelo rumo do Brasil.

NARRATIVA MAL CALCULADA ACELERA MOVIMENTOS DE 2026 E APROXIMA AINDA MAIS EDUARDO DA FONTE DA GOVERNADORA RAQUEL LYRA

A prévia da disputa pelo Governo de Pernambuco em 2026 ganhou novos contornos após a declaração do prefeito do Recife e pré-candidato ao Palácio do Campo das Princesas, João Campos (PSB), durante o Baile Municipal, no último sábado (7). Ao afirmar que “Eduardo da Fonte estará com Raquel, e Miguel com o nosso time”, João tentou antecipar palanques e delimitar campos políticos, mas acabou produzindo um efeito inverso ao desejado.

A fala, interpretada nos bastidores como uma tentativa de enquadrar e isolar o deputado federal Eduardo da Fonte (União Brasil) no cenário estadual, foi vista por aliados e observadores como uma narrativa desastrosa, que ignorou o peso real do parlamentar na política pernambucana. Mais do que isso: acabou aproximando ainda mais o grupo político de Eduardo da Fonte da governadora Raquel Lyra (PSD), fortalecendo um eixo que já vinha sendo construído de forma gradual e pragmática.

Ao chegar ao evento acompanhado de Miguel Coelho, João Campos buscou simbolizar a consolidação de sua aliança com o ex-prefeito de Petrolina e com setores do União Brasil em nível nacional, apostando na interlocução direta com a presidência do partido, comandada por Antônio Rueda. No entanto, ao separar publicamente Miguel e Eduardo em campos opostos, João expôs uma leitura apressada do tabuleiro político e subestimou a força do comando local do União Brasil em Pernambuco.

Na prática, o efeito foi claro. Lideranças ligadas a Eduardo da Fonte interpretaram a declaração como um gesto de rompimento definitivo e, longe de enfraquecer o deputado, o episódio solidificou ainda mais sua convergência com o projeto político da governadora Raquel Lyra. O que antes era tratado com cautela passou a ganhar contornos mais nítidos: há hoje uma sintonia crescente entre o grupo de Eduardo e o Palácio do Campo das Princesas.

Essa movimentação não surpreende quem acompanha a política estadual de perto. Eduardo da Fonte é, há anos, o fiel da balança das eleições em Pernambuco, com bases consolidadas em todas as regiões do Estado, forte presença municipalista e capacidade comprovada de transferir apoio político. Tentativas de reduzi-lo a um coadjuvante ou tratá-lo como peça descartável costumam produzir o efeito oposto: reforçam sua centralidade no jogo.

Enquanto João Campos aposta em gestos públicos, frases de impacto e na construção de um campo político ancorado em alianças nacionais, Eduardo segue operando no território onde as eleições se decidem: os municípios, as bases eleitorais e as articulações silenciosas. É nesse ambiente que sua força se traduz em poder real, e não em discursos.

O resultado imediato da declaração foi acelerar definições. Ao tentar empurrar Eduardo da Fonte para um lado do tabuleiro, João acabou facilitando a consolidação de um bloco político robusto ao redor da governadora Raquel Lyra, com musculatura eleitoral e capilaridade suficientes para pesar decisivamente em 2026.

Assim, o cenário que se desenha é claro: de um lado, João Campos tenta organizar sua frente e dar sinais de controle do jogo; do outro, Eduardo da Fonte emerge ainda mais fortalecido, agora com vínculos mais estreitos com o governo estadual. No xadrez da política pernambucana, a jogada que pretendia isolar acabou unindo — e quem soube capitalizar o erro foi a governadora e o grupo que, hoje, ninguém ignora quando o assunto é eleição em Pernambuco.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

EM MANARI, CÍCERO DO SINDICATO FECHA FILEIRAS COM BRUNO MARQUES E CONSOLIDA APOIO DA OPOSIÇÃO LOCAL

O cenário político de Manari começa a ganhar contornos mais definidos rumo às próximas eleições estaduais. Uma das principais lideranças da oposição no município, Cícero do Sindicato, veio a público reafirmar, de forma contundente, o apoio dele e do seu grupo político ao pré-candidato a deputado estadual Bruno Marques, reforçando que a aliança construída ao longo dos últimos anos segue firme e coesa.

Com trajetória marcada por disputas eleitorais importantes no município — tendo sido candidato a prefeito em 2012, 2016 e 2020, além de candidato a vice-prefeito em 2024 —, Cícero destacou que o grupo político que, em pleitos anteriores, caminhou ao lado do ex-deputado estadual Rodrigo Novaes, hoje mantém seu compromisso com Bruno Marques. Segundo ele, trata-se de uma decisão amadurecida, coletiva e alinhada com os interesses da população manariense.

Cícero ressaltou que Bruno Marques não é apenas um nome em construção no campo eleitoral, mas alguém que já apresenta resultados concretos para Manari, mesmo sem ocupar mandato. Um dos pontos mais enfatizados foi a atuação do médico na área da saúde, especialmente na articulação e viabilização de cirurgias eletivas e procedimentos de média complexidade. De acordo com o líder político, mais de 100 famílias carentes do município já foram beneficiadas, reduzindo filas, sofrimento e a dependência de longas esperas no sistema público.

Durante sua declaração, Cícero também fez questão de esclarecer ruídos recentes no campo da oposição local. Ele afirmou que a decisão do ex-candidato a prefeito anteriormente apoiado pelo grupo, que optou por romper compromissos assumidos com Bruno Marques, foi unilateral e não representa, de forma alguma, o pensamento majoritário da oposição em Manari. Para ele, o episódio não altera o alinhamento político construído ao longo de quase duas décadas.

Ao falar sobre o futuro, Cícero demonstrou confiança no crescimento político de Bruno Marques em todo o Estado. Segundo ele, o pré-candidato vem se destacando pela juventude, pela formação médica e pelo engajamento em pautas voltadas ao fortalecimento do Sertão pernambucano, o que tem ampliado sua visibilidade e aceitação popular. Na avaliação do líder político, a tendência é que esse trabalho seja reconhecido nas urnas.

“Bruno Marques é um jovem médico que já conquistou respeito pelo que faz, não pelo que promete. Mesmo antes de exercer um mandato, ele já tem serviços prestados a Manari e ao Sertão. A partir de 2027, tenho plena convicção de que ele estará nos representando na Assembleia Legislativa de Pernambuco, e o povo saberá retribuir tudo isso”, afirmou.

Cícero concluiu destacando que sua posição não se limita a uma opinião individual, mas expressa o sentimento coletivo de homens e mulheres que constroem a oposição em Manari há mais de 18 anos. Para ele, o apoio a Bruno Marques simboliza a continuidade de um projeto político que busca representatividade, resultados concretos e maior atenção às demandas históricas do município.

LUTO EM DOBRO MARCA ARARIPINA: PAI É VELADO E FILHO MORRE HORAS DEPOIS NO MESMO LOCAL VELANDO O PAI

A cidade de Araripina, no Sertão de Pernambuco, amanheceu mergulhada em tristeza neste sábado (7), após uma sequência de acontecimentos que abalou profundamente a população. O que começou como uma despedida marcada pela saudade transformou-se em uma tragédia ainda maior, com duas mortes na mesma família em um curto intervalo de tempo.

Na sexta-feira (6), familiares, amigos e conhecidos se reuniam nas dependências da Assistência Familiar Anjo da Guarda (AFAGU) para prestar o último adeus a José Severino Filho, o popular “Zezinho da Eletrônica”, figura bastante conhecida na cidade, que faleceu aos 79 anos. O clima de comoção já era intenso, refletindo a importância e o carinho que Zezinho construiu ao longo da vida em Araripina.

Durante o velório, porém, a dor ganhou contornos ainda mais dramáticos. Emanuel Carvalho, de 37 anos, filho de Zezinho, conhecido por muitos como Manuel, passou mal de forma repentina em meio à cerimônia. Ele chegou a receber atendimento médico imediato, mas, apesar dos esforços, não resistiu e faleceu poucas horas depois, deixando familiares e amigos em estado de choque.

A causa oficial da morte de Emanuel ainda não foi confirmada pelas autoridades de saúde. Informações preliminares, no entanto, apontam para um possível infarto, que teria sido provocado pelo forte impacto emocional diante da perda do pai, com quem mantinha uma relação próxima e marcada por afeto.

O episódio comoveu ainda mais a população ao se espalhar a informação de que, pouco antes de passar mal, Emanuel havia usado as redes sociais para homenagear Zezinho, em uma mensagem carregada de emoção, gratidão e despedida. O gesto, agora visto como um registro final de amor entre pai e filho, ampliou a comoção nas redes e nas ruas da cidade.

A tragédia gerou uma grande onda de solidariedade em Araripina e em toda a região do Araripe. Mensagens de apoio, pesar e consternação se multiplicaram, reforçando o sentimento coletivo de perda diante de um episódio raro e profundamente doloroso. O luto duplo deixou marcas em uma comunidade que, acostumada a se reunir em momentos de alegria e fé, agora se une para confortar uma família devastada por uma fatalidade que transformou um velório em um dos dias mais tristes da história recente do município.

(Via: Blog do Roberto Gonçalves)