quinta-feira, 3 de setembro de 2026
ÁLVARO PORTO REFORÇA DOBRADINHA COM CRISTIANE MONETA EM ABREU E LIMA
MPPE RECOMENDA REFORÇO NA SEGURANÇA E MEDIDAS DE PROTEÇÃO ANIMAL PARA A VAQUEJADA DE SURUBIM 2026
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) colocou na mesa uma série de recomendações para a realização da tradicional Vaquejada de Surubim 2026. A iniciativa busca garantir que um dos maiores eventos do município seja realizado com segurança para o público, respeito às normas ambientais e sanitárias, proteção aos animais e fiscalização adequada das atividades comerciais.
A Recomendação Administrativa nº 005/2026 foi expedida pela 1ª Promotoria de Justiça de Surubim e publicada nesta terça-feira (1º de setembro) no Diário Oficial do MPPE. O documento é assinado pelo promotor de Justiça Maurício Schibuola de Carvalho e tem como destinatários o Município de Surubim, o responsável pelo evento, João Galdino dos Santos Neto, além dos órgãos envolvidos na organização e fiscalização.
Segundo o Ministério Público, a grande dimensão da vaquejada e o expressivo número de pessoas que tradicionalmente participam do evento aumentam a demanda por serviços públicos e também os riscos relacionados à segurança, mobilidade, atendimento emergencial, estruturas temporárias e proteção dos animais.
A promotoria explica que, diante da impossibilidade de concluir em tempo hábil a formalização de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), optou pela expedição da recomendação como instrumento preventivo e mais rápido para garantir a adoção das providências consideradas necessárias.
Segurança entra no radar do Ministério Público
Entre as principais orientações está a necessidade de um planejamento integrado envolvendo Prefeitura, forças de segurança, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e demais órgãos responsáveis pela fiscalização.
O MPPE recomenda que sejam adotadas medidas para prevenir superlotação, tumultos, incêndios, acidentes e eventuais problemas estruturais durante a programação.
Também estão entre as recomendações a manutenção de um plano de contingência para situações de emergência, policiamento compatível com o público esperado, instalação de videomonitoramento em pontos estratégicos e manutenção de rotas de evacuação devidamente sinalizadas e livres de obstáculos.
O Ministério Público orienta ainda a realização de revistas preventivas nos acessos ao evento.
As estruturas temporárias utilizadas durante a vaquejada, como arquibancadas, camarotes e demais instalações destinadas ao público, deverão contar com os respectivos laudos técnicos, ART ou RRT, além da aprovação do Corpo de Bombeiros e vistoria antes da liberação para utilização.
MPPE faz alerta sobre uso de dinheiro público
Outro ponto considerado relevante na recomendação diz respeito à utilização de recursos públicos.
O documento ressalta que verbas, bens, equipamentos ou servidores municipais não devem ser utilizados para custear ou apoiar estruturas destinadas à exploração econômica privada, a exemplo de camarotes, áreas VIP, bares e restaurantes particulares.
A utilização de espaços ou vias públicas pelo organizador também deverá ocorrer mediante autorização ou permissão regular, observando as taxas e eventuais contraprestações devidas ao município.
A orientação busca evitar que estruturas privadas de exploração comercial sejam beneficiadas diretamente por recursos ou patrimônio público.
Proteção aos animais também está entre as exigências
A atuação do MPPE não se limita à segurança do público. O bem-estar dos animais utilizados nas provas também recebeu atenção especial.
A recomendação estabelece a necessidade de presença permanente de equipe veterinária durante as competições, além da existência de estrutura adequada para atendimento de animais eventualmente acidentados.
O documento prevê ainda a disponibilização de água e alimentação, espaços apropriados para descanso e outras condições necessárias para reduzir o sofrimento e preservar a integridade dos animais.
Entre as medidas destacadas está o uso obrigatório de protetor de cauda nos bovinos. Também ficam proibidos instrumentos e práticas que possam provocar crueldade, agressões ou sofrimento desnecessário aos animais.
Comércio e preços serão fiscalizados
A recomendação também alcança a atividade comercial durante a vaquejada.
Barracas, restaurantes, ambulantes e demais comerciantes deverão ser submetidos à fiscalização, principalmente em relação às condições sanitárias, qualidade dos produtos e preços praticados.
O MPPE orienta que sejam combatidas práticas abusivas, publicidade enganosa, aumentos arbitrários de preços e a comercialização de produtos impróprios para o consumo.
A preocupação é evitar que o grande fluxo de pessoas durante o evento resulte em abusos contra consumidores ou em riscos à saúde pública.
Prazo de cinco dias para resposta
Os destinatários da recomendação terão prazo de cinco dias corridos para comunicar formalmente à 1ª Promotoria de Justiça de Surubim se irão acatar as medidas determinadas pelo Ministério Público.
O MPPE também deixou claro que o descumprimento injustificado das recomendações ou a omissão na adoção das providências necessárias poderá resultar na adoção de medidas judiciais e extrajudiciais.
A Recomendação Administrativa nº 005/2026 está disponível na edição desta terça-feira (1º) do Diário Oficial do Ministério Público de Pernambuco, entre as páginas 14 e 18.
A iniciativa coloca segurança, organização, fiscalização e proteção animal no centro das discussões que antecedem a realização da Vaquejada de Surubim 2026, reforçando a necessidade de que o evento seja acompanhado de planejamento e cumprimento das normas estabelecidas pelos órgãos de controle.
RAQUEL LYRA DIZ NA FIEPE QUE PERNAMBUCO CRIOU AMBIENTE PARA ATRAIR EMPRESAS E PROMETE AMPLIAR INVESTIMENTOS
Por Edney Souto
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) aproveitou a sabatina promovida pela Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), nesta quarta-feira (2), para apresentar ao setor produtivo um balanço das medidas adotadas pelo Governo do Estado e defender que Pernambuco está mais preparado para receber novos investimentos.
Diante de empresários e representantes da indústria, Raquel afirmou que sua gestão atacou entraves históricos para quem deseja empreender no Estado, principalmente nas áreas tributária, ambiental e de infraestrutura. Segundo ela, a estratégia foi criar um ambiente com mais segurança jurídica e menos burocracia.
“A gente fez toda uma modificação de legislação tributária para permitir que quem empreende em Pernambuco possa ter estabilidade jurídica. É tudo que eles sonham”, afirmou.
A governadora destacou ainda a digitalização dos processos de licenciamento ambiental. De acordo com Raquel, o prazo para conclusão dos procedimentos teria caído de cerca de seis meses para 34 dias.
Outro ponto apresentado foi o decreto de liberdade econômica, que, segundo a governadora, alcança quase mil atividades econômicas que deixaram de precisar de licença estadual para funcionar.
Na avaliação de Raquel, a redução da burocracia já teria produzido reflexos na abertura de novos negócios. Ela afirmou que 76 mil empresas foram abertas em Pernambuco somente neste ano, resultado que atribuiu às mudanças implementadas pelo Estado.
Mas a governadora reconheceu que facilitar a abertura de empresas não é suficiente. Para ela, o próximo desafio é garantir infraestrutura para acompanhar o crescimento econômico.
Foi justamente nesse ponto que Raquel enumerou uma série de obras e projetos em andamento ou planejados. Entre eles estão intervenções no sistema viário da Região Metropolitana, a PE-15, terminais integrados, investimentos em mobilidade, além da tarifa única no transporte público com o fim do Anel B.
Raquel também citou a duplicação da BR-232, com a previsão de avanço até Serra Talhada, além dos investimentos nos aeroportos de Caruaru e Serra Talhada. A governadora destacou ainda a inclusão dos aeroportos de Araripina e Garanhuns na concessão federal e a expansão do aeroporto de Petrolina.
Na área portuária, a avaliação foi ainda mais enfática. “Os nossos portos estão prontos”, afirmou.
DISPUTA POR INVESTIMENTOS
Ao falar diretamente aos empresários, Raquel sustentou que Pernambuco voltou a ocupar posição de destaque no Nordeste quando o assunto é investimento e geração de empregos.
A governadora defendeu que o crescimento econômico precisa acontecer de forma descentralizada, permitindo que as diferentes regiões do Estado tenham condições de gerar emprego e renda sem depender exclusivamente da Região Metropolitana do Recife.
“Permitir que as pessoas que moram em Pernambuco e com potência econômica em cada uma das regiões tenham a capacidade de ficar lá, se desenvolver, garantir o emprego, a renda circule na economia local e as pessoas sejam felizes no seu chão”, afirmou.
A declaração também funciona como uma sinalização política para o interior, onde a disputa eleitoral deste ano promete ser acirrada. A capacidade de atrair empresas, gerar empregos e levar investimentos para o Agreste, Sertão, Zona da Mata e demais regiões deverá continuar sendo um dos principais argumentos utilizados pela governadora durante a campanha.
FIM DA ESCALA 6X1
Outro tema que provocou atenção durante a sabatina foi o fim da escala de trabalho 6x1. Apesar de o setor industrial demonstrar resistência à proposta, Raquel declarou ser favorável à mudança.
A governadora, porém, fez questão de destacar que a adoção de uma nova jornada precisará considerar a realidade das empresas e preservar a competitividade do setor produtivo.
“Sei dos desafios que tem porque vai precisar, provavelmente, ter uma necessidade de subsídio que possa garantir competitividade para os nossos negócios”, declarou.
Raquel afirmou que acompanha as discussões em Brasília e classificou o assunto como um tema que terá impacto direto sobre o ambiente econômico brasileiro.
A participação na Fiepe colocou frente a frente duas questões que deverão marcar o debate econômico da eleição: de um lado, a necessidade de ampliar investimentos, empregos e infraestrutura; do outro, a pressão do setor produtivo por redução de custos e maior competitividade.
Para Raquel Lyra, o discurso é claro: o Estado já teria feito a sua parte na redução da burocracia e agora precisa acelerar a infraestrutura para transformar as condições criadas em novos investimentos, empregos e desenvolvimento regional.
MIGUEL COELHO REÚNE SETOR PRODUTIVO DE CARUARU E DEFENDE MEDIDAS PARA FORTALECER ECONOMIA DO AGRESTE
A reunião contou com a participação de empresários ligados ao Polo de Confecções, profissionais da área contábil e representantes de diferentes segmentos da economia. O candidato a deputado estadual Alcides Teixeira Neto também esteve presente. A agenda faz parte da movimentação política em torno do projeto de reeleição da governadora Raquel Lyra.
Durante sua participação, Miguel Coelho levou para o debate a experiência acumulada durante sua gestão à frente da Prefeitura de Petrolina. O candidato defendeu que Pernambuco precisa avançar em áreas consideradas estratégicas para destravar investimentos e criar novas oportunidades de trabalho, citando obras de infraestrutura, ampliação do abastecimento de água, saneamento, desburocratização e simplificação tributária.
“O mesmo trabalho que fiz por Petrolina quero fazer pelo Agreste, por Pernambuco”, afirmou Miguel, ao destacar que pretende levar para outras regiões do Estado uma agenda baseada em investimentos e melhoria da gestão pública.
Um dos principais pontos da conversa foi o Polo de Confecções, considerado um dos motores da economia do Agreste e responsável por movimentar uma extensa cadeia produtiva em Caruaru e nos municípios vizinhos. Miguel ressaltou a necessidade de políticas públicas capazes de estimular o setor, ampliar sua competitividade e criar condições para que as empresas possam crescer e gerar ainda mais empregos.
Além da pauta econômica, o candidato também abordou temas de âmbito nacional. Na área da segurança pública, defendeu o endurecimento das leis contra a criminalidade e o fim das chamadas “saidinhas” de presos. Miguel também se posicionou pela regulamentação das BETs, tema que vem ganhando espaço nas discussões sobre legislação e economia no país.
O encontro em Caruaru reforçou a estratégia de aproximação de Miguel Coelho com setores produtivos do Agreste, região considerada fundamental para a economia pernambucana e que concentra importantes polos comerciais, industriais e de serviços.
MIGUEL COELHO REÚNE SETOR PRODUTIVO DE CARUARU E DEFENDE MEDIDAS PARA FORTALECER ECONOMIA DO AGRESTE
A reunião contou com a participação de empresários ligados ao Polo de Confecções, profissionais da área contábil e representantes de diferentes segmentos da economia. O candidato a deputado estadual Alcides Teixeira Neto também esteve presente. A agenda faz parte da movimentação política em torno do projeto de reeleição da governadora Raquel Lyra.
Durante sua participação, Miguel Coelho levou para o debate a experiência acumulada durante sua gestão à frente da Prefeitura de Petrolina. O candidato defendeu que Pernambuco precisa avançar em áreas consideradas estratégicas para destravar investimentos e criar novas oportunidades de trabalho, citando obras de infraestrutura, ampliação do abastecimento de água, saneamento, desburocratização e simplificação tributária.
“O mesmo trabalho que fiz por Petrolina quero fazer pelo Agreste, por Pernambuco”, afirmou Miguel, ao destacar que pretende levar para outras regiões do Estado uma agenda baseada em investimentos e melhoria da gestão pública.
Um dos principais pontos da conversa foi o Polo de Confecções, considerado um dos motores da economia do Agreste e responsável por movimentar uma extensa cadeia produtiva em Caruaru e nos municípios vizinhos. Miguel ressaltou a necessidade de políticas públicas capazes de estimular o setor, ampliar sua competitividade e criar condições para que as empresas possam crescer e gerar ainda mais empregos.
Além da pauta econômica, o candidato também abordou temas de âmbito nacional. Na área da segurança pública, defendeu o endurecimento das leis contra a criminalidade e o fim das chamadas “saidinhas” de presos. Miguel também se posicionou pela regulamentação das BETs, tema que vem ganhando espaço nas discussões sobre legislação e economia no país.
O encontro em Caruaru reforçou a estratégia de aproximação de Miguel Coelho com setores produtivos do Agreste, região considerada fundamental para a economia pernambucana e que concentra importantes polos comerciais, industriais e de serviços.
HUMBERTO COSTA REFORÇA DEFESA DA SAÚDE E DA TRANSPARÊNCIA DAS EMENDAS DURANTE DEBATE DO G1
O senador Humberto Costa (PT), candidato à reeleição, aproveitou o debate promovido pelo g1 com os candidatos ao Senado por Pernambuco para apresentar um balanço de sua atuação política e reforçar duas bandeiras que considera prioritárias para o estado: a ampliação dos serviços de saúde no interior e a transparência na aplicação das emendas parlamentares.
Durante o debate, realizado no Recife, Humberto destacou sua experiência à frente do Ministério da Saúde e afirmou que a interiorização dos serviços públicos de saúde continua sendo uma das principais necessidades de Pernambuco. Segundo ele, é preciso garantir que a população tenha acesso não apenas à atenção básica, mas também a atendimentos especializados sem precisar se deslocar para a Região Metropolitana.
Ao relembrar sua passagem pelo Ministério da Saúde, o senador citou programas implantados durante sua gestão, como o Samu, o Farmácia Popular e o Brasil Sorridente. Humberto também ressaltou que uma parcela significativa das emendas destinadas por seu mandato foi direcionada para a área da saúde.
“Fui ministro da Saúde e implantei programas como o Samu, o Farmácia Popular e o Brasil Sorridente. Mais da metade das minhas emendas foi destinada à saúde porque sei da importância de garantir serviço de qualidade à população”, afirmou.
Humbero defendeu ainda a necessidade de fortalecer uma rede de atendimento que una prevenção, atenção básica e serviços de média e alta complexidade. Para o candidato, a população que vive no Agreste, Sertão, Zona da Mata e demais regiões do estado precisa ter acesso a uma estrutura de saúde cada vez mais próxima de casa.
Na discussão sobre emendas parlamentares, o petista também procurou destacar a transparência como uma marca de sua atuação no Senado. Humberto afirmou que criou uma plataforma para permitir que a população acompanhe os recursos destinados por seu mandato e saiba onde os investimentos estão sendo aplicados.
“Lancei um site para dar transparência à minha atuação e você pode entrar lá e olhar o que eu fiz em cada cidade”, declarou.
Segundo Humberto, os recursos de seu mandato foram destinados a diferentes áreas, como saúde, educação, infraestrutura e assistência social. O senador afirmou ainda que todos os municípios pernambucanos receberam algum tipo de investimento ou apoio de sua atuação parlamentar.
“Tenho orgulho de dizer que não existe município em Pernambuco que não tenha recebido algum tipo de investimento ou apoio do meu mandato”, disse.
Durante o debate, Humberto também defendeu a manutenção da parceria política com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como caminho para ampliar investimentos e destravar obras em Pernambuco. Na avaliação do senador, a união entre os governos federal e estadual e as prefeituras pode acelerar a chegada de recursos e serviços às regiões mais afastadas do Recife.
Em uma disputa pelo Senado marcada pela presença de nomes conhecidos da política pernambucana, Humberto Costa busca apresentar sua experiência e seu histórico de atuação como diferenciais para conquistar novamente o voto dos pernambucanos. A estratégia passa por mostrar que seu mandato tem presença nos municípios e que a saúde permanece como uma das principais prioridades de sua atuação política
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MENDONÇA SOBE O TOM CONTRA GOVERNO LULA E DISPARA NO G1: “O QUE o PT GOSTA MESMO É DE AUMENTAR IMPOSTOS”
O candidato ao Senado Mendonça elevou o tom contra o governo do presidente Lula durante o debate promovido pelo G1, nesta quarta-feira (2), e colocou a política econômica no centro de sua participação. Ao lado de Marília Arraes, Túlio Gadêlha, Eduardo da Fonte, Humberto Costa e Paulo Rubem Santiago, o ex-governador e ex-ministro fez duras críticas ao aumento da carga tributária e defendeu uma revisão profunda dos gastos públicos.
Mendonça afirmou que o ajuste fiscal não pode ser construído às custas da população mais pobre. Para ele, o caminho passa pelo corte de privilégios e pela revisão das despesas dentro dos próprios Poderes.
“A gente tem que combater isso. Não é cortando nos mais pobres; é cortando os privilégios do Judiciário, do Legislativo e do próprio Poder Executivo”, afirmou.
Na avaliação do candidato, o país precisa recuperar o equilíbrio das contas públicas para ampliar os investimentos em áreas consideradas essenciais, como saúde, segurança, educação, infraestrutura e saneamento básico.
Foi ao tratar da política tributária que Mendonça fez uma das declarações mais contundentes do debate. O candidato afirmou que o governo do PT teria adotado uma política marcada pela criação e elevação de impostos, transferindo o peso da arrecadação para trabalhadores, empresários e empreendedores.
“O que o governo do PT gosta mesmo é de aumentar impostos”, disparou Mendonça. Segundo ele, foram 37 medidas e aumentos de impostos durante a atual gestão, enquanto o governo teria ampliado seus gastos.
Mendonça também utilizou a situação das empresas estatais, entre elas os Correios, como exemplo para sustentar sua crítica ao modelo de gestão das contas públicas adotado pelo governo federal.
O discurso do candidato buscou transformar a discussão fiscal em uma questão diretamente ligada ao bolso do cidadão. Mendonça argumentou que o desequilíbrio das contas públicas acaba refletindo no custo de vida, nos juros e no poder de compra das famílias brasileiras.
“O trabalhador hoje não consegue fechar a conta para pagar os alimentos no final do mês, a conta de luz e de água”, afirmou.
Para Mendonça, uma mudança na condução econômica precisa passar pela responsabilidade fiscal e pela redução de despesas consideradas excessivas dentro da máquina pública. Ele também relacionou o equilíbrio das contas à necessidade de reduzir o impacto dos juros e da inflação sobre as famílias.
“A gente precisa mudar essa realidade, equilibrando as contas públicas, para que a população não pague as maiores taxas de juros do mundo e para que a inflação dos alimentos não corroa o poder de compra”, concluiu.
A participação no debate reforçou uma das principais linhas do discurso de Mendonça nesta eleição: apresentar-se como uma voz de oposição ao modelo econômico do governo Lula e defender, no Senado, uma atuação marcada pela fiscalização dos gastos públicos, cobrança por eficiência e defesa dos interesses de Pernambuco.
Em uma disputa cada vez mais marcada pelo confronto político, Mendonça aproveitou o espaço no G1 para mirar diretamente a política econômica petista e transformar impostos, gastos públicos e custo de vida em munição eleitoral.
Se quiser, também posso fazer uma versão mais ácida, no estilo “Coluna Na Lupa”, explorando o confronto de Mendonça com Humberto Costa e o impacto eleitoral desse discurso.