quinta-feira, 24 de setembro de 2026
ARCOVERDE: ZECA ARRASTA MULTIDÃO EM CAMINHADA NO BAIRRO DO SUCUPIRA EM APOIO A MARCELO E GUSTAVO GOUVEIA
JANJÃO REFORÇA FIDELIDADE AO GRUPO CHAPARRAL E PROMETE UM FOGUETE FOLIA HISTÓRICO EM BOM JARDIM
Com Raquel Lyra e Juliana de Chaparral, mobilização deste sábado deve levar uma verdadeira onda laranja às ruas de Bom Jardim
Bom Jardim vai viver, neste sábado (26), mais um capítulo da movimentação política liderada pelo candidato a deputado estadual Janjão (PSD). O Foguete Folia, tradicional ato de mobilização de sua campanha, promete tomar as ruas do município com a presença da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), da candidata a deputada federal Juliana de Chaparral (União Brasil), do prefeito Arsênio Medeiros (PSD) e de lideranças políticas de diferentes regiões de Pernambuco.
Mais do que uma grande caminhada, o evento também deve servir para deixar evidente uma característica que vem marcando a caminhada política de Janjão: a fidelidade ao grupo do prefeito de Surubim, Chaparral, e a manutenção de uma aliança construída ao longo dos últimos anos.
A presença de Juliana de Chaparral ao lado de Janjão reforça publicamente essa sintonia. Os dois fazem parte de um mesmo campo político e vêm dividindo espaços e mobilizações na campanha, numa demonstração de alinhamento que ultrapassa os limites de Bom Jardim e alcança diferentes municípios do Agreste.
Janjão, que tem ampliado sua presença política em diversas cidades pernambucanas, prepara uma mobilização que pretende ser uma das maiores já realizadas por seu grupo em Bom Jardim. A concentração acontecerá na entrada da cidade, na Curva de Solon, a partir das 17h55. De lá, os apoiadores seguirão pelas ruas em um grande arrastão.
O convite feito por Janjão nas redes sociais aposta na imagem de um “mar laranja” tomando conta de Bom Jardim.
“Vamos realizar o maior Foguete Folia da história de Bom Jardim. Veste a camisa laranja, bota o time na rua e vamos sair numa grande caminhada, vamos invadir as ruas de Bom Jardim, o mar laranja da alegria para que a gente possa celebrar esse momento especial que nossa cidade está vivendo”, afirmou o candidato.
Ao confirmar Raquel Lyra, Juliana de Chaparral e Arsênio Medeiros no evento, Janjão também expõe de maneira clara o desenho político que vem sendo apresentado por seu grupo nesta eleição.
A presença de Juliana ganha peso especial porque reafirma a proximidade entre Janjão e o grupo Chaparral, uma relação política que vem sendo construída com presença conjunta em agendas e articulações pelo estado. Para os aliados, a mobilização deste sábado será mais uma oportunidade de mostrar que essa parceria permanece firme justamente em um momento decisivo da disputa eleitoral.
Em Bom Jardim, a expectativa dos organizadores é de uma grande participação popular. A aposta é repetir a força das mobilizações anteriores de Janjão e transformar o Foguete Folia em uma demonstração pública de organização, presença política e capacidade de mobilização.
Com Raquel Lyra, Juliana de Chaparral e as principais lideranças locais reunidas, o sábado promete colocar Bom Jardim no centro das atenções políticas do Agreste.
A concentração será às 17h55, na Curva de Solon. A ordem é vestir laranja e colocar o time de Janjão na rua.
NA LUPA 🔍| A QUASE EMPATADA ENTRE RAQUEL E JOÃO ESCONDE UMA DISPUTA AINDA MAIOR: O ELEITOR QUE NÃO SE DECIDIU, A ELEIÇÃO PASSOU A NÃO CABER EM UMA PESQUISA
Pesquisa eleitoral tem dessas coisas: às vezes, o número mais importante não está necessariamente no primeiro ou no segundo colocado.
Na nova Quaest, divulgada nesta quarta-feira, Raquel Lyra aparece com 41% e João Campos com 39%. A diferença caiu para apenas dois pontos. É o tipo de resultado que permite comemoração dos dois lados e, ao mesmo tempo, recomenda cautela para quem quiser transformar pesquisa em fotografia definitiva da eleição.
Mas existe um número que talvez mereça mais atenção do que os 41% ou os 39%.
São os 12% que ainda não escolheram candidato.
Faltando dez dias para a eleição, esse contingente permanece praticamente intacto. Não migrou de forma significativa para João, não apareceu de maneira relevante para Raquel e também não provocou alteração expressiva nos percentuais de Ivan Moraes e Renan Hallais.
É como se uma parte do eleitorado ainda estivesse assistindo à disputa da arquibancada.
E isso muda bastante a leitura da reta final.
João cresceu dois pontos. Raquel recuou dois. A diferença, que antes era maior, agora está reduzida. Mas seria precipitado imaginar que todo esse movimento representa uma migração definitiva de votos de um lado para o outro.
Pesquisa registra momento. Não revela o que cada eleitor fará daqui a dez dias.
E talvez seja justamente aí que esteja a grande batalha da campanha.
O ELEITOR QUE AINDA NÃO ENTREGOU O VOTO
A Quaest mostra outro dado interessante: 79% dizem que a escolha já é definitiva, enquanto 20% admitem que ainda podem mudar de voto.
Traduzindo para a linguagem das ruas: uma parte expressiva do eleitorado já fechou questão, mas existe gente que ainda está olhando, comparando, ouvindo e esperando.
Esse eleitor pode estar em qualquer lugar.
Pode ser aquele que ainda não decidiu entre continuidade e mudança. Pode ser quem não se empolgou com nenhum dos dois principais candidatos. Pode ser alguém que só pretende escolher na última semana. Pode ser simplesmente quem ainda não transformou intenção em voto.
E eleição se ganha justamente no detalhe.
JOÃO ENXERGA A PORTA ABERTA
Para João Campos, a pesquisa oferece combustível.
O socialista avançou dois pontos e chegou a 39%, enquanto Raquel caiu para 41%. A diferença numérica ficou pequena e, dentro da margem de erro, configura empate técnico.
O resultado permite que a campanha de João sustente uma narrativa de crescimento e de aproximação.
O peso de Lula, a estratégia de comunicação e a mobilização da militância entram naturalmente no discurso dos aliados do prefeito do Recife.
Mas existe uma questão que ainda precisa ser respondida: quanto desse crescimento é consolidado e quanto ainda depende da movimentação dos eleitores que permanecem indecisos?
Essa resposta não está na pesquisa.
RAQUEL NÃO DESAPARECEU DO MAPA
Também não existe, nos números, qualquer espaço para decretar que a governadora perdeu terreno de maneira definitiva.
Raquel continua numericamente à frente no primeiro turno. Na pesquisa espontânea, quando o eleitor não recebe uma lista de nomes, ela aparece com 32%, contra 25% de João.
Esse dado merece atenção porque mede algo diferente da pesquisa estimulada: a lembrança espontânea do eleitor.
Além disso, a avaliação do governo continua sendo um ativo político importante para a governadora.
Na Quaest, a aprovação da gestão aparece em 61%.
Portanto, a campanha de Raquel também possui argumentos para atravessar os dez dias finais com confiança.
O JOGO AGORA É OUTRO
Até aqui, a eleição foi marcada por pesquisas, alianças, palanques, debates, propaganda e grandes atos.
Agora começa a fase em que cada voto passa a ter um peso ainda maior na narrativa eleitoral.
João precisa transformar aproximação em preferência consolidada.
Raquel precisa preservar sua posição e impedir que a parcela ainda aberta seja atraída pela narrativa de mudança.
E os dois precisam falar com um eleitor que talvez já esteja cansado da guerra política, mas que ainda não decidiu quem receberá seu voto.
É aí que entram os 12%.
Não são necessariamente votos de João.
Não são votos de Raquel.
São votos que, neste momento da pesquisa, ainda não têm dono declarado.
E talvez essa seja a informação mais importante da Quaest.
A eleição está apertada nos números apresentados, mas ainda existe uma parcela relevante do eleitorado que não fechou a conta.
NA LUPA: João ganhou terreno. Raquel continua à frente numericamente. A diferença caiu. A espontânea favorece Raquel. A aprovação do governo continua alta. E 12% seguem sem escolher ninguém.
Portanto, a corrida entrou oficialmente na fase em que cada campanha terá que convencer não apenas quem já está do seu lado, mas principalmente quem ainda está olhando para os dois lados antes de decidir.
Dez dias.
É pouco tempo para quem já decidiu.
Mas pode ser uma eternidade para quem ainda não escolheu.
ZECA ENTREGA NOVO CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL E AMPLIA ESTRUTURA DA EDUCAÇÃO EM ARCOVERDE
UNIDADE NA COHAB II RECEBE INVESTIMENTO DE R$ 4,8 MILHÕES E TERÁ CAPACIDADE PARA ATENDER CERCA DE 250 CRIANÇAS
Arcoverde ganha nesta quinta-feira (24) mais uma obra de peso na área da educação. O prefeito Zeca Cavalcanti inaugura, às 16h, o Centro de Educação Infantil Aída de Andrade Lima Rabello, na Cohab II, uma estrutura que chega para ampliar a oferta de vagas e reforçar o atendimento à primeira infância no município.
Com investimento de R$ 4,8 milhões, o novo equipamento foi projetado para atender aproximadamente 250 crianças, contemplando turmas da Creche I, II e III e da Pré-escola I e II. A entrega representa uma ampliação concreta da estrutura da rede municipal e atende diretamente uma demanda importante das famílias arcoverdenses.
A solenidade de inauguração contará com a presença do prefeito Zeca Cavalcanti e do secretário de Educação de Pernambuco, Gilson Monteiro. A obra é fruto da parceria entre o Governo de Pernambuco, sob a liderança da governadora Raquel Lyra, e a Prefeitura de Arcoverde, fortalecendo uma agenda de investimentos que chega diretamente às comunidades.
O novo Centro de Educação Infantil conta com dez salas de aula, biblioteca, incubadora cultural e espaços multifuncionais, preparados para receber atividades pedagógicas, culturais e comunitárias. A proposta é oferecer não apenas vagas, mas um ambiente adequado para o desenvolvimento das crianças nos primeiros anos da vida escolar.
E tem um detalhe importante: a unidade não chega apenas como obra para ser inaugurada e fotografada. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, o centro começa a funcionar imediatamente após a entrega. As matrículas das vagas disponibilizadas já foram realizadas.
Na prática, isso significa que o investimento de R$ 4,8 milhões já se transforma em atendimento para as famílias que aguardavam novos espaços na educação infantil.
A entrega também reforça uma marca que vem sendo construída pela gestão Zeca Cavalcanti: buscar investimentos e transformar recursos em obras que possam ser percebidas diretamente pela população. Educação infantil é uma área estratégica, porque envolve não apenas a criança, mas também a rotina dos pais, a organização das famílias e a própria capacidade do município de ampliar o acesso à educação desde os primeiros anos.
O nome do equipamento, Centro de Educação Infantil Aída de Andrade Lima Rabello, foi proposto pela vereadora Célia Galindo e aprovado pela Câmara Municipal.
Com a nova unidade, Arcoverde amplia sua rede de educação infantil e abre espaço para aproximadamente 250 crianças em uma estrutura moderna e preparada para atender as necessidades da primeira infância.
A inauguração desta quinta-feira coloca mais uma obra de grande porte no calendário da gestão Zeca Cavalcanti e mostra, na prática, que a disputa política também passa pela capacidade de entregar aquilo que chega à ponta: mais vagas, mais estrutura e mais oportunidades para as famílias de Arcoverde.