No início de 2011, a Anvisa apresentou uma proposta de cancelamento do registro deste tipo de remédio, sob a justificativa de que a medicação causaria riscos à saúde dos usuários.
Se aprovada a comercialização, o médico responsável pela prescrição teria que assinar um termo de responsabilidade e o paciente também, para certificar que estariam conscientes dos riscos do uso da substância.
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