QUANDO GOVERNAR É COLOCAR COMIDA NA MESA: RAQUEL LYRA E LULA TRANSFORMAM O COMBATE À FOME EM POLÍTICA DE ESTADO
DA DIGNIDADE HUMANA AO PROJETO DE FUTURO
Poucas agendas são tão poderosas, humanas e politicamente transformadoras quanto o combate à fome. Em um país marcado por desigualdades históricas, garantir comida no prato deixa de ser apenas política social e passa a ser um gesto concreto de governar com responsabilidade. É nesse terreno que Raquel Lyra, em Pernambuco, e Luiz Inácio Lula da Silva, no plano nacional, constroem uma agenda que une sensibilidade social, planejamento e visão de futuro. Mais do que programas assistenciais, o que se vê é a consolidação de um novo pacto social, onde o Estado assume, sem hesitação, o dever de cuidar de quem mais precisa.
O COMBATE À FOME COMO PRIORIDADE ABSOLUTA DE GOVERNO
Desde o início de seus mandatos, tanto Lula quanto Raquel Lyra deixaram claro que o enfrentamento da fome não seria periférico. Em Pernambuco, a política de segurança alimentar passou a ter orçamento, metas e continuidade. No Brasil, Lula recolocou o tema no centro das decisões nacionais. O resultado é uma convergência rara: governos alinhados em propósito, método e sensibilidade social, colocando a vida das pessoas acima de qualquer cálculo menor.
COZINHAS COMUNITÁRIAS: A PRESENÇA DO ESTADO ONDE ELE SEMPRE FALTOU
O salto de pouco mais de 60 para mais de 250 cozinhas comunitárias em funcionamento em Pernambuco simboliza mais do que expansão de estrutura. Representa a chegada do Estado em bairros periféricos, áreas rurais, comunidades tradicionais e territórios historicamente esquecidos. É comida diária, previsível e digna, entregue com organização e respeito. Uma política que não aparece apenas em datas simbólicas, mas que funciona todos os dias.
BOM PRATO: EFICIÊNCIA, ESCALA E RESULTADO SOCIAL
O Programa Bom Prato, com mais de 20 milhões de refeições servidas, tornou-se referência de política pública eficiente. Com investimento robusto, gestão técnica e interiorização das ações, o programa mostra que é possível unir escala, qualidade e responsabilidade fiscal. Para Raquel Lyra, o Bom Prato virou marca de governo. Para Lula, é reflexo direto de uma diretriz nacional que devolveu centralidade à segurança alimentar que é referência em Pernambuco.
PARCERIA COM A SOCIEDADE CIVIL: GOVERNAR COM QUEM ESTÁ NA PONTA
Outro acerto estratégico foi integrar cozinhas solidárias e organizações comunitárias à política oficial. Em vez de competir com quem já atua nos territórios, o governo optou por fortalecer redes locais, garantindo apoio financeiro, estrutura e reconhecimento institucional. Essa escolha aproxima o poder público da realidade das pessoas e cria políticas mais humanas, eficientes e legitimadas socialmente.
INCLUSÃO, DIVERSIDADE E RESPEITO AOS TERRITÓRIOS
Levar políticas de segurança alimentar a territórios indígenas, comunidades rurais e periferias urbanas é reconhecer que o Brasil real é diverso. A instalação de cozinhas em áreas indígenas e tradicionais reforça o compromisso com a inclusão e o respeito cultural. É um Estado que não impõe, mas dialoga. Não assiste de longe, mas caminha junto.
DA EMERGÊNCIA À POLÍTICA PERMANENTE
Um dos maiores méritos dessa agenda é romper com o improviso. A fome deixa de ser tratada como crise pontual e passa a integrar o planejamento estratégico do Estado. Secretarias fortalecidas, programas articulados e financiamento contínuo apontam para uma política pensada para durar. Raquel Lyra constrói em Pernambuco o que Lula defende para o Brasil: políticas que sobrevivem aos governos.
RESULTADOS QUE FORTALECEM A CONFIANÇA POPULAR
Quando a política pública funciona, o reconhecimento vem naturalmente. A população sente no cotidiano a diferença: menos insegurança, mais dignidade, mais presença do Estado. Isso fortalece a confiança nas instituições e nos governantes. Não é marketing vazio. É resultado concreto, medido em refeições servidas, famílias atendidas e territórios assistidos.
2026 NO HORIZONTE: CONTINUIDADE COMO VALOR POLÍTICO
É natural que políticas bem-sucedidas fortaleçam projetos de continuidade. Mas, neste caso, o mérito está no caminho escolhido. Raquel Lyra e Lula não constroem capital político prometendo o futuro; entregam no presente. Ao transformar o combate à fome em política estruturante, ambos sinalizam que governar é cuidar — e que cuidar também é planejar o amanhã.
PASSANDO A LUPA
Em tempos de descrença e polarização, há algo profundamente simbólico e poderoso em governos que escolhem enfrentar a fome com seriedade, técnica e humanidade. Raquel Lyra, em Pernambuco, e Lula, no Brasil, mostram que a política pode — e deve — começar pelo essencial. Colocar comida na mesa não é apenas um gesto social. É uma decisão de governo, um projeto de país e uma afirmação de que a dignidade humana ainda é o centro da boa política. É isso!
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