De acordo com as informações detalhadas durante coletiva de imprensa, a investigação teve origem em uma denúncia anônima, procedimento considerado comum e previsto na rotina dos órgãos de controle e segurança pública. A SDS destacou que, a partir do recebimento da informação, foram adotadas medidas preliminares de verificação, respeitando os protocolos estabelecidos na legislação e também o entendimento consolidado pelos tribunais superiores sobre esse tipo de apuração inicial.
Para Joãozinho Tenório, a forma como o caso foi conduzido demonstra responsabilidade institucional e compromisso com a legalidade. O deputado ressaltou que as forças de segurança têm o dever de averiguar qualquer denúncia que envolva possível uso irregular de recursos públicos, independentemente de quem seja citado. Segundo ele, o fato de a apuração ter sido encerrada após a checagem reforça que o trabalho foi técnico e não direcionado. “Confiamos no trabalho sério da Polícia Civil. Apurar não é perseguir, é cumprir a lei. E, quando não há elementos, o correto é encerrar, como foi feito”, declarou.
O parlamentar também frisou que deixar de investigar uma denúncia poderia configurar omissão por parte do poder público. Na avaliação dele, a atuação da Polícia Civil e da SDS mostra que as instituições funcionam com equilíbrio, tanto para investigar quanto para reconhecer quando não há fundamentos que justifiquem a continuidade de um procedimento. Para Tenório, essa postura fortalece a credibilidade do sistema de segurança e transmite à população a mensagem de que a lei vale para todos, mas que também há respeito às garantias individuais.
Outro ponto enfatizado pelo deputado foi a necessidade de cautela na divulgação de informações sobre ações policiais. Ele alertou para o risco de interpretações distorcidas que possam gerar desgaste indevido às instituições e aos profissionais envolvidos. Na visão do parlamentar, a transparência demonstrada pela SDS ao prestar esclarecimentos públicos contribui para evitar ruídos e reforça a confiança social no trabalho das forças de segurança.
Ao final, Joãozinho Tenório reafirmou que a sociedade pernambucana espera das instituições seriedade, responsabilidade e compromisso com a verdade. Para ele, o desfecho da Operação Nova Missão, com a devida explicação dos procedimentos adotados, mostra que o sistema de segurança atua dentro da legalidade e que a apuração de denúncias, quando feita com critérios técnicos, é um instrumento de proteção do interesse público e não de perseguição política.
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