segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

RIO MAIS PROFUNDO DO BRASIL, COM 120 METROS, SUPERA EM TRÊS VEZES O TAMANHO DO CRISTO REDENTOR

O Rio Amazonas é conhecido por sua largura monumental, mas sua profundidade também impressiona. Em alguns trechos, ele alcança marcas que superam construções icônicas. Isso revela a força natural que molda a região.

A profundidade média gira em torno de 50 metros, valor já considerado expressivo. Mesmo assim, há áreas onde esse número cresce muito além do esperado. Isso ocorre devido ao relevo irregular do oeste do Pará.

Óbidos é o ponto que mais chama atenção. Ali, o rio chega a cerca de 120 metros de profundidade. Trata-se de uma medida que supera três vezes a altura do Cristo Redentor. Essa comparação ajuda a dimensionar o impacto da hidrografia amazônica.

A dinâmica do Amazonas é influenciada por inúmeros fatores naturais. O volume de água, a força das correntezas e a erosão tornam suas margens sempre mutáveis. Por isso, cada área revela uma característica única.

Além da imponência do rio principal, há outro fenômeno relevante: o Rio Hamza. Ele é subterrâneo e acompanha o trajeto do Amazonas. Mesmo longe dos olhos, sua existência desperta grande interesse científico.

O Hamza possui fluxo lento e estrutura muito distinta da superfície. Em alguns pontos, apresenta até 400 quilômetros de largura. Essa dimensão reforça a complexidade do sistema hídrico da região.

Estudos apontam que o subterrâneo amazônico é mais extenso do que se imaginava. As camadas profundas guardam cursos d’água que funcionam de modo silencioso. Mesmo assim, eles influenciam a umidade e o equilíbrio ambiental.

Comparar as profundidades dos rios amazônicos ajuda a entender sua relevância. A escala usada pelos pesquisadores mostra que o Brasil possui um dos sistemas fluviais mais impressionantes do planeta. Isso se reflete no impacto ecológico da área.

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