O ataque ocorreu justamente quando feirantes começavam a se organizar para a tradicional feira de fim de ano, realizada nas proximidades da agência bancária. O estrondo provocado pelas explosões ecoou pela cidade, despertando moradores e espalhando medo entre comerciantes e populares que já estavam no local. Assustados, muitos correram para se proteger, temendo novos disparos ou outras explosões.
De acordo com relatos de testemunhas, o grupo criminoso agiu com precisão e em poucos minutos deixou o local, aproveitando a baixa movimentação da madrugada. A força das explosões causou danos significativos à estrutura do prédio do banco, que ficou parcialmente destruído, evidenciando o alto poder dos artefatos utilizados.
Logo após o crime, a Polícia Militar foi acionada e realizou o isolamento da área, impedindo a circulação de pessoas e garantindo a segurança da população. O local foi preservado para os trabalhos da perícia, que buscou identificar detalhes que possam ajudar na investigação, como o tipo de explosivo utilizado e a dinâmica da ação.
Equipes policiais iniciaram diligências e buscas na região com o objetivo de localizar os suspeitos, que fugiram logo após o ataque. Até aquele momento, as autoridades não haviam confirmado se os criminosos conseguiram subtrair dinheiro da agência.
O caso ficou sob investigação dos órgãos de segurança pública, que passaram a apurar a participação do grupo e possíveis ligações com outras ações semelhantes registradas no interior de Pernambuco. O episódio reforçou o clima de insegurança e voltou a acender o alerta sobre ataques a bancos em cidades do Agreste, especialmente em períodos de maior movimentação econômica, como o fim de ano.
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