De acordo com a nota, a situação mais delicada foi registrada no Distrito de São Pedro, onde o transbordamento abrupto do Rio Canhoto provocou alagamentos e atingiu mais de 200 famílias. A maioria dos moradores buscou abrigo em casas de parentes, enquanto outros serão contemplados com o benefício do aluguel social. Além disso, a gestão municipal informou que está assegurando a distribuição de cestas básicas, colchões, cobertores e outros itens essenciais para minimizar os prejuízos enfrentados pelas vítimas. Apesar da gravidade do cenário, não houve necessidade de abertura de abrigo temporário até o momento.
No bairro Aloísio Pinto, três residências foram desocupadas preventivamente. As famílias foram retiradas por medida de segurança e estão sendo acompanhadas de perto pela Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, que realiza o suporte necessário para garantir acolhimento e proteção.
A Prefeitura também apontou que os pontos considerados mais críticos neste momento são os bairros Magano e Santo Antônio, além do Distrito de São Pedro, onde o volume de água foi mais intenso. Desde a madrugada, equipes da Defesa Civil, juntamente com as secretarias de Infraestrutura, Obras e Serviços Públicos, atuam de forma integrada nas áreas atingidas, realizando vistorias técnicas, monitoramento de risco e serviços emergenciais para reduzir os impactos provocados pelas chuvas.
O município segue em estado de atenção, com monitoramento constante das áreas vulneráveis. A orientação oficial é que, em caso de qualquer ocorrência ou situação de risco, a população acione imediatamente a Defesa Civil para que as providências sejam tomadas com rapidez.
A gestão municipal reforçou que permanece mobilizada e acompanhando a evolução do quadro climático, priorizando a segurança das famílias e a recuperação das áreas afetadas.
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