segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

GILSON MACHADO NETO REFORÇA O PODEMOS E MUDA O JOGO NA DISPUTA FEDERAL EM PERNAMBUCO

Após ficar sem espaço para disputar a próxima eleição pelo PL, o ex-ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, encontrou no Podemos um novo e estratégico abrigo político. A filiação está marcada para o próximo dia 12 de fevereiro e deve marcar não apenas uma mudança partidária, mas um reposicionamento relevante no tabuleiro eleitoral de Pernambuco rumo à Câmara Federal.

Com forte recall eleitoral, impulsionado pela visibilidade nacional adquirida durante sua passagem pelo Ministério do Turismo e pelo histórico de votações expressivas, Gilson chega ao Podemos como uma das principais apostas da legenda. Nos bastidores, a expectativa é de que o ex-ministro possa alcançar, em média, cerca de 200 mil votos, número considerado robusto e capaz de puxar a nominata do partido para um desempenho acima da média.

A chegada de Gilson Machado Neto fortalece um projeto ambicioso do Podemos, que passa a vislumbrar a possibilidade concreta de eleger até cinco deputados federais. O partido já conta com nomes de peso e trajetória consolidada na política pernambucana, como Armando Monteiro, ex-senador e ex-ministro, Marcelo Gouveia, liderança com forte base no Agreste, e Ricardo Teobaldo, que mantém presença constante no debate político estadual.

Além desses quadros, o Podemos surge como possível caminho para outras lideranças que avaliam seus próximos passos eleitorais, a exemplo de Fernando Rodolfo e Guilherme Uchôa, ampliando ainda mais o potencial competitivo da legenda. Soma-se a esse cenário a presença de Guigua, ex-prefeito de Vicência, que agrega densidade política e capilaridade regional ao partido.

Internamente, a avaliação é de que a combinação entre nomes experientes, bases eleitorais consolidadas e a força de votos de Gilson Machado Neto cria um ambiente altamente favorável para o Podemos em 2026. A filiação do ex-ministro não é vista apenas como um movimento individual, mas como uma peça-chave de um projeto maior, que pode reposicionar o partido entre os protagonistas da disputa proporcional em Pernambuco.

Com isso, o Podemos deixa de ser apenas coadjuvante e passa a ser observado como uma legenda capaz de surpreender nas urnas, transformando a aposta em uma estratégia de alto impacto eleitoral.

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