De acordo com o levantamento, Lula aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 30%, diminuindo de 12 para 9 pontos a vantagem do atual presidente em comparação com a pesquisa realizada em julho. O movimento é visto como um sinal de fortalecimento do principal nome da oposição no cenário nacional, em um momento em que a campanha começa a ganhar intensidade.
No cenário de segundo turno, Lula também mantém vantagem sobre todos os adversários testados pela Quaest. No confronto direto com Flávio Bolsonaro, o presidente venceria por 44% a 39%. Apesar da liderança, a margem caiu em relação ao levantamento anterior, quando o petista aparecia oito pontos à frente do senador. Agora, a diferença é de cinco pontos, indicando uma disputa mais equilibrada caso a eleição fosse realizada hoje.
O levantamento também mediu a avaliação do governo federal. Os números mostram estabilidade nos índices de aprovação e desaprovação. Atualmente, 48% dos entrevistados aprovam a gestão de Lula, enquanto 47% desaprovam o governo, configurando um cenário de forte polarização entre os eleitores.
Outro dado que chama atenção é a percepção sobre uma eventual reeleição do presidente. Segundo a pesquisa, 55% dos entrevistados afirmam que Lula não merece conquistar um novo mandato, enquanto uma parcela menor entende que o petista deve permanecer à frente do país por mais quatro anos.
Os números reforçam que, apesar de Lula seguir como favorito nos cenários apresentados pela Quaest, a oposição demonstra capacidade de crescimento, especialmente com o desempenho de Flávio Bolsonaro, que encurta a distância tanto no primeiro quanto no segundo turno. O quadro indica uma disputa que tende a se acirrar nos próximos meses, à medida que as candidaturas ganham musculatura e o debate eleitoral se intensifica em todo o país.
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