Uma famosa revista de fofocas sobre novelas noticiou em sua mais recente edição essa bomba!! César irá recuperar a sua visão e vai acabar com a raça de Aline, o médico irá parar de tomar os medicamentos que Aline dá para ela a noite e vai começar a fingir que está tomando seu Whisky, mas irá derrama-lo, Aline muito ocupada em ficar com Ninho não irá perceber, o médico vai fingir que continua cego e vai pegar Aline com Ninho
domingo, 22 de dezembro de 2013
NOVELA - Corno do Cesar recupera visão e flagra Aline
Bancada da bola: ases do tetra e do penta no palanque
Delgado detalha um lance curioso: a filiação de Romário ao PSB. Conta que foi escalado pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), para tabelar com o ex-artilheiro, que andava meio arredio, e convencê-lo a permanecer na agremiação. “A conversa foi até a 1h e, depois, recomeçou às 7h, quando Eduardo convidou Romário para presidir o partido no Rio de Janeiro.” (Do Correio Braziliense)
Tamarineira só vira parque em 2016
Prometido para ser entregue aos recifenses no final do ano passado, o Parque da Tamarineira, no bairro de mesmo nome, na Zona Norte do Recife, só deve começar a ser construído no segundo semestre de 2014. A licença ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente foi emitida semana passada. O projeto executivo do parque ficará pronto até junho. Depois, será lançada a licitação. Com previsão de 24 meses para conclusão da obra, a população só vai desfrutar do novo espaço no final de 2016, com quatro anos de atraso.
Destinado inicialmente a abrigar um shopping center, o parque será instalado onde atualmente funciona o Hospital Psiquiátrico Ulysses Pernambucano e o Centro de Prevenção, Tratamento e Reabilitação do Alcoolismo, localizados, respectivamente, nas Avenidas Conselheiro Rosa e Silva e Cônego Barata. Museu, centro de convivência, anfiteatro, livraria e brinquedos para crianças são alguns dos equipamentos previstos. O projeto arquitetônico foi escolhido por meio de um concurso.
A licença ambiental contempla o plano de arborização do parque. O terreno mede 10 hectares, dos quais mais da metade (5,4 hectares) é de área verde. Um matinha existente no local, com 2 hectares, será preservada.
Segundo a diretora de Planejamento e Projeto da Empresa de Urbanização do Recife (URB), Norah Neves, 80 árvores de pequeno ou médio porte serão retiradas. “Mas no final, o parque terá mais verde do que há atualmente. Vamos tirar 80 que estão comprometendo a acessibilidade, os atuais prédios ou os novos que serão construídos. Em contrapartida, vão ser plantadas 300 novas árvores, como palmeiras e espécies frutíferas, por exemplo”, explica Norah. “Hoje são cerca de 800 árvores. Quando o parque for inaugurado, serão 900”, destaca a diretora da URB.
O orçamento para construção do parque e das unidades de saúde é de R$ 60 milhões. A prefeitura vai desembolsar parte desse montante. O restante será captado via governo federal. Em outubro do ano passado, o então prefeito João da Costa afirmou que R$ 30 milhões já teriam sido assegurados por meio de emendas parlamentares. “Com o projeto executivo em mãos, vamos atrás de recursos”, diz Norah.
Marina Silva é exonerada da rede pública de ensino do Acre
Nando Chiappetta/DP/D.A Press
Nesta sexta (20), o governo daquele estado publicou no “Diário Oficial” a exoneração da ex-ministra do quadro de professores da Secretaria de Educação.
Professora da rede pública desde 1982, Marina deixou as salas de aula após ser eleita deputada estadual, em 1990.
Desde o início de sua carreira política, Marina tem recorrido a afastamentos do cargo sem ônus aos cofres públicos. As informações são da Folha de S. Paulo.
Eleita senadora em 1994, foi reeleita em 2002. Com o fim do mandato no início de 2011, após ficar em terceiro lugar na disputa pela Presidência, Marina solicitou um novo período de afastamento, desta vez recorrendo à “licença para tratar assuntos particulares”.
O mecanismo está previsto no Estatuto do Servidor Público do Estado do Acre.
Para o advogado Edinei Muniz, especialista em administração pública, a ex-ministra do Meio Ambiente deveria ter sido processada por abandono de emprego, pois não voltou a lecionar em fevereiro, quando expirou a licença.
Segundo ele, houve um crime contra a administração pública, ao Marina não ser notificada pela Secretaria de Educação por abandono de emprego.
Além disso, Muniz afirma que a secretaria cometeu improbidade administrativa ao conceder a exoneração com efeito retroativo a fevereiro, o que não poderia ter ocorrido.
Procurado pela Folha, o secretário Daniel Zen (Educação) disse não ter ocorrido a improbidade administrativa, já que Marina não recebeu salário no período.
“Só existe abandono de emprego quando a pessoa está recebendo. Não houve nenhuma dano aos cofres públicos por ela [Marina] não estar incluída na folha de pagamento”, diz.
O secretário afirma não lembrar quando a ex-ministra entrou com pedido de exoneração.
De acordo com ele, o decreto só foi publicado em dezembro por demora no trâmite do processo “dentro da burocracia da administração pública”.
Em Rio Branco, onde realizou seu recadastramento biométrico, a ex-senadora disse nesta sexta-feira (20) que houve demora no pedido de exoneração por não ter sido notificada pela secretaria.
“Com a agenda que tenho, não me atentei quando isso [a licença] ia terminar. Mas eu tinha no meu radar de que eram apenas por dois anos. Mas obviamente eu não era funcionária renumerada e não estava dando nem prejuízo aos cofres públicos”, afirmou.
“Quando me dei conta de que havia extrapolado o período de licença, entrei com o pedido de exoneração”, completa.
Em início de carreira, a função ocupada por Marina renderia salário de R$ 2.000. Durante a década de 1980 ele ensinou História aos alunos da sétima e oitava série do antigo ensino fundamental.
'Papai Noel' faz hemodiálise e dá carinho aos pacientes em SC
Há mais de 20 anos Valdevino prefere ser chamado de 'Papai Noel'.
Ele tem insuficiência renal e faz hemodiálise três vezes por semana
G1 SC
Segundo funcionários do Pró-Rim que acompanham Valdevino, a barba é de verdade e ele se apresenta assim durante o todo o ano. Mas são nos meses que antecipam o Natal que ele troca os trajes normais pela roupa do personagem. Depois de ficar doente, ele continua trabalhando como Papai Noel, mas precisou reduzir as horas de trabalho e eventos. Em vez de passar 12 horas em shoppings, agora ele faz pequenos eventos, além de continuar as peregrinações constantes.
Papai Noel (Foto: Fundação Pró-Rim/Divulgação)
No Pró-Rim, ele é exemplo de superação. Por causa da diabetes, não pode comer nenhum tipo de doce. Apesar disso, sempre tem um punhado de balas no bolso para distribuir. "Mas a maioria tem diabetes, então ele dá só para quem sabe que tem criança em casa. Ele está sempre sorrindo, não reclama da dificuldade de vir três vezes por semana, durante quatro horas, para o tratamento. Diz que gosta muito de viver e, se precisa disso, vai fazer. Nós aqui sabemos o quanto é uma vida difícil, em meio a muito sofrimento. E ele está sempre incentivando a todos", disse uma funcionária da Fundação.
Para os que têm alguma dúvida que ele é o Papai Noel, ele propõe: "Pode puxar a barba! Se for de verdade, pode ser o Papai Noel", diz ele, sorrindo. Mas avisa: "Papai Noel é o bom velhinho durante todo o ano, não deve ser só no dia de Natal", conclui.
Apaixonado por carros, colecionador vende 'minis' e garante renda extra
Do G1 Vale do Paraíba e Região (*)
saiba mais
Ele começou a reunir os pequenos automóveis em 1996, mas foi em 2009
que decidiu unir a paixão com uma oportunidade de ganhar mais dinheiro.
Ao abrir uma empresa para a esposa, ele se cadastrou com fornecedores e
começou a receber e revender modelos pela internet através de redes
sociais e sites de venda.As vendas chegaram a representar 30% dos ganhos mensais do designer, que atua na construção civil. "Sempre achei muito caro os preços praticados no país, sendo que eu sabia o valor que as mesmas minis eram vendidas lá fora. E aí, meu intuito sempre foi poder trazer aos colecionadores minis com valores mais acessíveis", disse, por telefone, ao G1. Reis ainda trabalha no acabamento interno das miniaturas, investindo em detalhes como som, rodas e lataria.
Miniaturas ganham acabamento interno antes da
venda. (Foto: Renato Celestrino/G1)
Mas, quem tem gosto por essa modalidade precisa investir para
'estacionar' um dos modelos na garagem. O modelo mais caro dentre as 35
miniaturas que ele tem atualmente é uma EcoSport, avaliada em R$ 400. A
coleção de Anderson já teve 55 unidades e rendeu bons ganhos para o
designer. "Já consegui vender uma única unidade por R$ 560,00", conta.venda. (Foto: Renato Celestrino/G1)
Paul Walker
Quase um mês após a morte do ator Paul Walker, de 40 anos, estrela da franquia 'Velozes e Furiosos', Reis afirma que a procura e os preços por modelos dos filmes aumentaram. Ele já fez a encomenda de quatro carros. "Na verdade, as minis que ele [Paul Walker] usou sempre foram as mais procuradas, e também as mais raras de se encontrar. A procura já aumentou, e o valor das minis de veículos usados por ele no filme já tiveram um aumento de pelo menos 50% no preço", afirmou o colecionador.
Mesmo com a paixão e os ganhos, o designer lamenta a visão que o colecionismo ainda tem no país. "Infelizmente o colecionismo tem enfraquecido a cada ano, talvez por motivos financeiros, pois realmente se trata de um hobby caro para quem se dedica. Outro ponto que até hoje se evidencia é o preconceito, pois muitos classificam as miniaturas como brinquedos ou coisa de criança", completa o colecionador.
(*) Colaborou Renato Celestrino
Em ano de Copa do Mundo, ex-jogadores de futebol buscam vitória nas urnas
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| Ex- Atacante Marques do Atletico - MG é o segundo deputado mais votado de Minas |
Daniel Camargos -
Ainda restam algumas dúvidas sobre quem o técnico Luiz Felipe Scolari convocará para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo no ano que vem. Porém, goleiros, laterais, zagueiros, meias, atacantes e cartolas já estão escalados pelos partidos políticos para disputarem outra competição: as eleições de outubro. Em Minas Gerais, os principais candidatos a integrar a bancada da bola são, justamente, os presidentes dos principais clubes da cidade: Gilvan de Pinho Tavares (PV), do Cruzeiro, e Alexandre Kalil (PSB), do Atlético Mineiro. No Rio de Janeiro, craques que brilharam em um passado recente e disputaram posições na Seleção também estão escalados para competir por votos: Bebeto, Romário e Edmundo. Ou melhor: o atual deputado estadual Bebeto (Solidariedade); o deputado federal e presidente do PSB fluminense, Romário; e Edmundo, recém-filiado ao PDT.
“Eu me realizei como deputado estadual”, garante Marques (PTB), ex-atacante do Atlético, que está no primeiro mandato. Ele espera se manter na cadeira em 2015. Marques tem vários colegas da bancada da bola entre os 77 parlamentares da Assembleia Legislativa de Minas. Um deles é o deputado estadual João Leite (PSDB). No quinto mandato seguido, o ex-goleiro do Galo já foi vereador e secretário de esportes de Belo Horizonte. Conseguiu com o tempo se desvincular do eleitorado da torcida e desbravar novas áreas, como a dos evangélicos.
A meta de Marques também é ampliar o espectro de votos. “Eu acho que abandonar os torcedores é impossível. Eles me acompanharam a vida inteira e vão continuar acompanhando. Mas eu quero conquistar votos com o meu trabalho”, diz Marques, que destaca entre seus feitos ter viabilizado a construção de 130 academias em praças, parques e pistas de caminhada.
Quase 107 milhões de votos são disputados por pré-candidatos à presidência
Presidenciáveis
enfrentam cenários turbulentos nas joias da coroa, os 10 estados mais
populosos que concentram 76% do eleitorado nacional. Governado pelo PSDB
há 20 anos, São Paulo é o local mais disputado
:
Dos 140 milhões de
eleitores confirmados pelo Tribunal Superior Eleitoral, quase 107
milhões estão concentrados em 10 colégios eleitorais, as joias da coroa
para os pré-candidatos a presidente da República em 2014. Três deles
estão no Sudeste (São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro); três no
Nordeste (Bahia, Pernambuco e Ceará); os três do Sul (Rio Grande do Sul,
Paraná e Santa Catarina); e um no Norte, o Pará. E nenhum dos três
principais nomes na corrida ao Planalto tem situação segura nos maiores
conglomerados eleitorais brasileiros.
A principal disputa, sem dúvida, é São Paulo, estado dominado pelo PSDB há 20 anos. O governador Geraldo Alckmin tenta a reeleição e mantém uma situação confortável, com pouco mais de 40% das intenções de voto. É palanque certo para Aécio, principalmente depois que o ex-governador José Serra desistiu da disputa presidencial. “Não há como negar que o Aécio está mais leve. Agora, é colocar a campanha na rua e fazê-la pegar na veia da população”, declarou o presidente do Instituto Teotônio Vilela, deputado Sérgio Guerra (PE).
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), já não esconde que o desejo é estar na campanha. Como a reforma ministerial ainda não foi feita, as caminhadas pelo interior do estado — onde o PT é mais fraco — estão restritas aos fins de semana. Petistas e tucanos também acompanham, de perto, com certo incômodo, as movimentações do peemedebista Paulo Skaff. Apesar de ser outro aliado da presidente, ele comprou briga com as duas legendas que polarizam a eleição nacional.
Para o PT, a queixa é sobre os ataques de Skaff ao reajuste do IPTU. Para o PSDB, a reclamação é de que o presidente da Fiesp está utilizando o espaço de publicidade da entidade que preside para roubar uma bandeira levantada pelo PSDB na Câmara Municipal. “Skaff tem que chegar a 25 ou 26% nas intenções de voto (por enquanto tem 17%) se quiser ter chances reais”, diagnosticou o presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO).
A principal disputa, sem dúvida, é São Paulo, estado dominado pelo PSDB há 20 anos. O governador Geraldo Alckmin tenta a reeleição e mantém uma situação confortável, com pouco mais de 40% das intenções de voto. É palanque certo para Aécio, principalmente depois que o ex-governador José Serra desistiu da disputa presidencial. “Não há como negar que o Aécio está mais leve. Agora, é colocar a campanha na rua e fazê-la pegar na veia da população”, declarou o presidente do Instituto Teotônio Vilela, deputado Sérgio Guerra (PE).
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), já não esconde que o desejo é estar na campanha. Como a reforma ministerial ainda não foi feita, as caminhadas pelo interior do estado — onde o PT é mais fraco — estão restritas aos fins de semana. Petistas e tucanos também acompanham, de perto, com certo incômodo, as movimentações do peemedebista Paulo Skaff. Apesar de ser outro aliado da presidente, ele comprou briga com as duas legendas que polarizam a eleição nacional.
Para o PT, a queixa é sobre os ataques de Skaff ao reajuste do IPTU. Para o PSDB, a reclamação é de que o presidente da Fiesp está utilizando o espaço de publicidade da entidade que preside para roubar uma bandeira levantada pelo PSDB na Câmara Municipal. “Skaff tem que chegar a 25 ou 26% nas intenções de voto (por enquanto tem 17%) se quiser ter chances reais”, diagnosticou o presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO).
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