terça-feira, 25 de março de 2014
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Ancora do 'Jornal da Record' terá que pagar multa de R$ 600 mil para Globo
Há dez anos contratado da Record, Celso Freitas terá de pagar uma multa para a Globo.
A decisão saiu nesta segunda-feira (24) no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O jornalista foi condenado a pagar metade do que a Globo pediu, ou seja, R$ 600 mil.
A multa é referente a uma quebra de contrato de 2004, quando Celso deixou a Globo e foi para a Record, onde apresentou primeiro o "Domingo Espetacular".
Em 2006, foi para a bancada do "Jornal da Record", onde permanece até hoje.
Segundo a assessoria de imprensa do STJ, a decisão é de última instância e não cabe mais recurso de nenhuma das partes.
Procuradas pela reportagem do "F5", as duas emissoras envolvidas não responderam até o momento.
PP e PDT estariam a caminho de Armando
PP e PDT a caminho de Armando
Ao receber ontem o apoio formal do PT, manifestado numa coletiva da direção do partido, o senador Armando Monteiro Neto, candidato a governador pelo PTB, manifestou confiança na ampliação da aliança com o ingresso do PP e o PDT.
Trata-se de partidos integrantes da base de sustentação do Governo Dilma e que, portanto, não teriam aparentemente dificuldades num alinhamento automático. Mas existem pedras no meio do caminho.
No caso do PP, o presidente estadual, Eduardo da Fonte, lançou a candidatura da missionária Micheli Collins, vereadora no Recife e esposa do deputado estadual Cleiton Collins. O que se diz, entretanto, nos bastidores é que o PP usa a missionária como moeda de barganha, mas como o PSB já definiu a sua chapa completa só restaria o caminho para um entendimento com o bloco trabalhista.
Da Fonte controla o PP com mão de ferro e só estaria esperando uma conversa com o ex-presidente Lula para bater o martelo, cabendo ao seu partido à indicação do candidato a vice-governador na chapa de Armando.
Quanto ao PDT, a legenda já confirmou seu ingresso na coligação do candidato do PSB a governador, Paulo Câmara, através do diretório estadual, presidido pelo prefeito de Caruaru, José Queiroz. A reversão dessa moeda se daria por Brasília, via executiva nacional.
Trombado com Queiroz, o deputado Paulo Rubem abriu essa frente, vem se articulando e tem seu nome cotado também para vice, mas não será tão fácil, porque a revoada do PDT para Armando por uma medida extrema de Brasília poderia ser interpretada como uma intervenção no diretório do Estado, provocando sequelas.
Blog do Magno
segunda-feira, 24 de março de 2014
Secretário de Defesa Social vai a Serra Talhada para tentar combater onda de violência
Preocupado com a onda de violência em Serra Talhada, que neste último final de semana culminou com seis assassinatos, o prefeito do município, Luciano Duque, entrou em contato com a Secretaria de Defesa Social do Estado (SDS) em busca de soluções para a questão.
O secretário de defesa social, Alessandro Carvalho, confirmou que irá à cidade já nesta terça-feira (25), onde participará, às 11h, de uma reunião do Conselho Municipal de Segurança. Também concederá entrevista coletiva à imprensa local para explicar as ações do Estado para combater a situação.
Eduardo Campos desconfia de que o PT quer “vender” a Petrobras
Num claro arroubo de retórica, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse sábado passado, em Salvador, estar desconfiado de que a crise que envolve a Petrobras seja parte de um “jogo” para “vender” a empresa.
Ele se referia ao fato de a Petrobras ter comprado em 2006 uma refinaria, falida, em Pasadena, nos EUA, por US$ 1,18 bilhão.
Essa mesma refinaria tinha custado US$ 42 milhões à empresa belga Astra Oil que se associou à Petrobras. Cada qual tinha 50% do negócio.
Em nota, o Palácio do Planalto informou que a presidente Dilma Rousseff votou a favor da compra da refinaria em 2006, quando presidia o Conselho de Administração da companhia, baseada em um “parecer técnico falho”.
Em seu discurso, o governador de Pernambuco declarou que “há “uma série de desacertos na condução desse setor tão estratégico” para a economia do país, que é o setor de energia.
“Às vezes eu fico sinceramente desconfiado se isso não faz parte de um jogo para desvalorizar a Petrobras e vender a Petrobras. E nós precisamos fazer o jogo correto, republicano, brasileiro, que é proteger a maior empresa pública do país”.
O discurso do governador foi presenciado Marina Silva e o deputado federal Roberto Freire (PPS-SP), presidente nacional do PPS, durante o Seminário Regional Programático de PSB, Rede e PPS, em Salvador
Escritório político de Inocêncio Oliveira continua em plena atividade
Inaldo Sampaio
Mesmo após a confirmação de que pretende deixar a vida pública quando concluir o atual mandato, o deputado Inocêncio Oliveira (PR) continua despachando normalmente em seu escritório político do Recife.
Nesta segunda-feira (24), ele recebeu o deputado estadual Henrique Queiroz (PR), o prefeito de Sairé, Fernando Pergentino (PSB), o prefeito de Jucati, Gerson Henrique, e os ex-prefeitos Eudes Tenório (Venturosa), Jânio Gouveia (Amaraji) e Cláudio Amorim (São Benedito do Sul).
Para coroar a agenda, recebeu também os seus candidatos em Serra Talhada: Sebastião Oliveira (federal) e Rogério Leão (estadual).
Inocêncio de vez em quando perde a paciência com o primo, amigo e herdeiro político, Sebastião, porque sempre consegue falar com ele pelo telefone.
PV lança Eduardo Jorge à Presidência da República
O Partido Verde (PV) oficializou, no último sábado (22), o nome de Eduardo Jorge como pré-candidato da legenda à Presidência da República. Em evento realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), a sigla aproveitou para apresentar um documento com dez diretrizes para elaboração de um programa de governo. Entre as ações destacadas no material estão propostas voltadas à superação da miséria, sobre a crise climática, o aquecimento global e a reforma política.
“Esse é o esqueleto do que vai ser feito, é a iniciativa democrática que vem antes de qualquer campanha. Até porque, antes de termos uma pessoa, um nome, precisamos de uma boa proposta e só receberemos apoio e votos se nossas ideias forem acolhidas pela sociedade”, explicou Eduardo Jorge.
O pré-candidato afirmou ainda a relevância de uma reforma política que consolide o parlamentarismo como modelo a ser seguido, uma vez que configura o regime das “democracias mais consolidadas do mundo”. Segundo ele, o momento de crise de representatividade clama por mudanças e pelo restabelecimento do prestígio do fazer político.
Eduardo Jorge reforçou o compromisso da legenda com a redução do número de ministérios do governo atual, o fortalecimento da economia verde e solidária e o diálogo aberto com o setor do agronegócio brasileiro, mas com foco prioritário na agricultura orgânica e familiar, além de um progressivo banimento do uso de agrotóxico nas plantações.
Outro ponto bastante discutido foi a produção e o uso de energia no país e a apresentação de alternativas mais limpas, baratas e eficientes que o petróleo e o etanol, inclusive com a 'descarbonização' da matriz energética brasileira.
Eduardo Jorge ressaltou, também, sua posição a favor da legalização do uso medicinal e recreativo da maconha, bem como a descriminalização do aborto. Ele criticou o programa Mais Médicos do Governo Federal e a atual administração penitenciária, e reforçou seu compromisso com a abolição do serviço militar obrigatório, o reconhecimento e respeito pelos povos indígenas, negros, portadores de deficiência e liberdade de orientação sexual, o bem estar animal e o combate à violência no trânsito.