Câmara foi recebido pelo prefeito de Calçado, José Elias (PP), em um encontro com vereadores, ex-prefeitos e lideranças da região, para apresentar a chapa da Frente Popular e ouvir as demandas da população para inclusão em seu Plano de Governo. "Se o senhor me perguntar qual a principal necessidade desta cidade, eu respondo sem pestanejar: não é a saúde, não são estradas. Calçado tem um clamor por água", disse o gestor municipal ao socialista. "Se esta é a prioridade de Calçado, José Elias, então vamos fazer. Nosso compromisso é governar em parceria com os municípios, assim como fez o ex-governador Eduardo Campos (PSB) e Fernando Bezerra Coelho (PSB), que será senador por Pernambuco e nos ajudará em Brasília, trazendo recursos para sanarmos os problemas de abastecimento que ainda permanecem no Estado", lembrou. |
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Câmara promete: água para Pau Ferro, Jupi e Jucati
Filho de Eduardo Campos nega ter pleiteado cargo na Juventude Socialista
João Campos negou que tivesse pleiteado o cargo na Juventude Socialista por meio da carta a seguir:
Coordenador de Eduardo cai após o 'vai ter coca Aécio?'
Eduardo atira no proprio pé
Marina rompe aliança com PSB
Ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a política acreana Marina Silva rompeu com o presidenciável Eduardo Campos (PSB-PE) no acordo que ambos fecharam quanto às eleições deste ano, no Estado de São Paulo. No comunicado que Marina distribuiu, neste sábado, ela anunciou que a Rede (facção política ainda sem rumo definido) não seguirá a aliança entre o PSB e o governador Geraldo Alckmin, do PSDB paulista.
Campos e Alckmin concordaram que o deputado Marcio França (PSDB-SP) será candidato a vice ou ao Senado na chapa tucana. Marina não gostou e publicou a nota, intitulada “Decisão do diretório do PSB de SP de apoiar o projeto político do PSDB no Estado”.
Leia, a seguir, a íntegra do documento:
“Juntamente com todos os integrantes da Rede Sustentabilidade, discordo da indicação aprovada ontem na reunião do diretório estadual do PSB de São Paulo de apoiar o projeto político do PSDB. Para nós, isso é um equívoco. Consideramos necessário manter independência e lançar uma candidatura própria, que dê suporte ao projeto de mudança para o Brasil liderado por Eduardo Campos, e que dê ao povo de São Paulo a chance de fazer essa mudança também no âmbito estadual.
“A Rede Sustentabilidade não seguirá essa indicação. Em todo o país, estamos debatendo o assunto e apoiando nossos companheiros de São Paulo na busca de uma alternativa que supere a velha polarização PT-PSDB, e que proporcione apoio efetivo à candidatura de Eduardo Campos, que demonstre uma nova forma de fazer política e, principalmente, que represente os ideais de democracia e sustentabilidade expressos no programa de nossa Aliança.
“Esperamos que os companheiros do PSB, em sua convenção estadual, não levem adiante essa proposta. Nesse sentido, manteremos o diálogo aberto e respeitoso. Mas, desde já, deixamos clara nossa posição de que, caso essa indicação não seja revertida, seguiremos caminho próprio e independente em São Paulo.
“A nova força política que emerge no Brasil, interpretando o desejo de mudança tantas vezes manifestado por milhões de pessoas, encontrará também em São Paulo sua legítima expressão”.
Marina Silva
domingo, 8 de junho de 2014
PSB e o conto do vigário
O CONTO DO VIGÁRIO
Diversas lideranças foram convidadas pelas lideranças do PSB para se filiarem a agremiação no intuito de disputarem uma das 49 vagas da ALEPE e uma das 25 vagas da Câmara Federal. Tudo isso se deu dentro da data limite de 5 de outubro de 2013.Pois bem logo após o termino do prazo essas lideranças entraram em ritmo de pre-campanha nas mais variadas áreas de Pernambuco. Pois estamos a beira das convenções e muitos sequer foram recebidos por Sileno Guedes, Presidente Estadual do PSB que sempre que e provocado por essas lideranças despacha logo para assessores de menor patente que escutam os desabafos e fingem que vão levar ao conhecimento do alto escalão, no entanto quando a liderança se retira o assunto morre ali. Um importante líder do Agreste disse essa semana que o "conto do vigário" e comum junto com a tapinha nas cotas iniciais, depois tudo vira um inferno para aqueles que de boa Fe acreditaram que seriam tratados com o valor de suas representações. O fato e que nas próximas horas haverá surpresas e o PSB não está tão seguro pra cantar de galo no terreno movediço dessa eleição de 2014. As próximas pesquisas definirão o grau de tratamento de muitas lideranças. E isso aí.
sábado, 7 de junho de 2014
Frente Popular de Pernambuco um barril de pólvora
As declarações bombásticas da Vereadora Marília Arraes(PSB) não se constituem em fato isolado de forma alguma nessa campanha que começa a tomar forma nos próximos dias. Uma fonte em reserva, comunicou ao blog que no momento que forem divulgadas as listagens de candidatos aptos a convenção de Paulo Câmara, na próxima semana, poderá haver uma debandada em massa de socialistas e governistas para as fileiras do PTB. O problema está exatamente na falta de democracia interna na legenda, sobretudo na formação da chapa dos proporcionais a Câmara Federal e a Assembleia Legislativa.
O comentário nos bastidores e bombástico: vários ex-prefeitos que se filiaram a legenda para disputar uma vaga na assembleia legislativa serão impedidos de disputar as eleições para não atrapalhar acordos, acertos e principalmente para, como afirmou Marília, não afetar os "ungidos" que na verdade são escolhidos a dedo pelo critério de não fazerem sombra as atuais lideranças e ficarem adstritos ao comando cego e único.
A nova política dentro do PSB e uma caixa de dinamite, dizem aliados que prometem romper a qualquer momento. Há nos bastidores ainda o comentário de que um importante deputado federal socialista seria chamado nós próximos dias para desistir de sua reeleição para não atrapalhar um dos "ungidos" pela autoritária central de decisões. O problema não e só na capital, em todas as regiões, inclusive no sertão, na mata sul e Norte, haverá vetos a importantes nomes. Outro fator bastante comentado e a falta de atenção e reconhecimento a novas lideranças. No agreste meridional e em Garanhuns há vários socialistas e aliados , ex-prefeitos insatisfeitos até a goela. Muitas novidades virão por aí, que o diga Inocêncio Oliveira, tratado como descartado em todas as articulações políticas internas. Inocêncio em seu silencio diz reservadamente que merece respeito pela sua história e pelo seu passado em favor de Pernambuco. E isso aí..
