segunda-feira, 9 de junho de 2014

Câmara promete: água para Pau Ferro, Jupi e Jucati

 No terceiro dia de giro pelo Agreste Meridional, o pré-candidato da Frente Popular de Pernambuco ao Governo do Estado, Paulo Câmara (PSB), assumiu o compromisso de, quando for eleito, realizar um dos desejos mais fortes da população do município de Calçado e região. Ele garantiu que uma de suas primeiras ações será viabilizar a implantação da adutora que levará água da barragem Pau Ferro à cidade, assim como às vizinhas Jupi e Jucati. "Faremos isso logo em 2015. Será uma das primeiras coisas que vamos fazer porque trata-se de uma necessidade emergencial", justificou.
Câmara foi recebido pelo prefeito de Calçado, José Elias (PP), em um encontro com vereadores, ex-prefeitos e lideranças da região, para apresentar a chapa da Frente Popular e ouvir as demandas da população para inclusão em seu Plano de Governo. "Se o senhor me perguntar qual a principal necessidade desta cidade, eu respondo sem pestanejar: não é a saúde, não são estradas. Calçado tem um clamor por água", disse o gestor municipal ao socialista.
"Se esta é a prioridade de Calçado, José Elias, então vamos fazer. Nosso compromisso é governar em parceria com os municípios, assim como fez o ex-governador Eduardo Campos (PSB) e Fernando Bezerra Coelho (PSB), que será senador por Pernambuco e nos ajudará em Brasília, trazendo recursos para sanarmos os problemas de abastecimento que ainda permanecem no Estado", lembrou.

Filho de Eduardo Campos nega ter pleiteado cargo na Juventude Socialista


Sileno-Guedes - reprodução internet
O acadêmico de engenharia João Henrique Campos, filho do ex-governador Eduardo Campos, negou por meio de carta enviada ao presidente regional do PSB, Sileno Guedes, que tivesse pleiteado vaga na Juventude Socialista de Pernambuco como declarara dois dias antes a vereadora (e sua prima) Marília Arraes (PSB).
Segunda a vereadora, o filho do governador seria um “jovem, sem envolvimento na juventude partidária” e por esse motivo não tinha legitimidade para aspirar ao cargo de secretário da organização.
Esse teria sido um dos motivos da desistência da vereadora de pleitear uma vaga da Câmara Federal. Ela vinha em rota de colisão com a direção nacional do PSB, que jamais se dispôs a considerar a hipótese de sua candidatura.
João Campos negou que tivesse pleiteado o cargo na Juventude Socialista por meio da carta a seguir:
Caro Sileno,
I- Confirmo o recebimento de correspondência datada de 27/5, enviada por nosso companheiro Paulo Henrique, secretário da JSB, com o convite para que eu colocasse meu nome à disposição para constar nas discussões que levarão à composição de uma chapa de consenso para a Juventude do PSB.
II- Informo que fiquei honrado e agradecido, ciente de que a possibilidade que me foi oferecida só aumenta a minha responsabilidade dentro do partido.
III- Entendo o convite como um reconhecimento dos esforços que tenho feito, desde muito jovem, para somar minhas energias à de tantos outros companheiros que vêm colocando o PSB como um dos maiores partidos da política brasileira.
IV- Sabem os nossos companheiros que, em parte por causa de minha história pessoal, mas principalmente por convicção política, tenho participado de todos os grandes movimentos conduzidos pelo partido, com destaque para as vitoriosas campanhas do ex-governador Eduardo Campos, em 2006 e 2010, e mais recentemente na do prefeito Geraldo Júlio, em 2012.
V- Em razão dessa participação, tenho sido consultado em diversas ocasiões a disponibilizar meu nome para a disputa de espaços e posições políticas pelo PSB. A mídia local tem publicado frequentemente notícias a este respeito, mesmo que eu nunca tenha feito nenhuma manifestação neste sentido, não por não me julgar com legitimidade para tal tarefa, mas por razões inteiramente pessoais.
VI- Há alguns meses, fui incentivado pelo próprio partido e por algumas lideranças do interior e da Região Metropolitana para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. No entanto, tive a maturidade e a humildade de não aceitar por entender que este não seria o melhor momento para este projeto.
VII- Ser filho e bisneto de quem sou me orgulha muito mas não é o suficiente, neste momento, para me fazer candidato. Pelo contrário, prefiro me preparar melhor para assumir o grande desafio que é o de defender o legado de Miguel Arraes e Eduardo Campos. Só farei isso quando entender que estou pronto, respeitando todos os processos democráticos de escolha. Apresentarei meus argumentos e espero ser reconhecido pelos meus méritos e não pelas minhas ligações familiares.
VIII- Tenho 20 anos e estou fazendo engenharia na UFPE, curso que embora não limite minha militância, exige muita dedicação e empenho de minha parte. Neste momento, priorizo minha formação profissional até para assegurar minha independência. Penso que ninguém deve depender de mandato para viver ou qualquer outra função pública para ter papel político.
IX- Em razão de tudo isso, peço a compreensão dos companheiros para não aceitar a tarefa neste momento e me mantenho à disposição da JSB para participar de todas as lutas conduzidas pelo PSB para fazer Pernambuco e o Brasil avançarem na luta por democracia e justiça social”.
Saudações socialistas!
João Henrique Campos

Coordenador de Eduardo cai após o 'vai ter coca Aécio?'

: 'Vai ter coca, Aécio Neves', escreveu o jornalista Marco Bahé, então coordenador de mídias sociais da campanha de Eduardo Campos (PSB), em post que foi apagado logo em seguida do Facebook. Mais tarde ele se justificou na rede social dizendo que a mensagem era de caráter pessoal e deveria ter sido publicada em grupo fechado para amigos. Bahé também alegou que já tinha se afastado da campanha do socialista 'há vários dias'.  (Do Portal BR 247) 

Eduardo atira no proprio pé

      Tiro no pé
Em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, o candidato do PSB a presidente da República, Eduardo Campos, e sua vice Marina Silva, exibiram de público um rompimento político. Em nota oficial, a Rede de Sustentabilidade, que a rigor nem existe oficialmente como partido, expôs as vísceras do desentendimento: a aliança do PSB com o PSDB em apoio à reeleição do governador Geraldo Alckmin.
Eduardo e Marina não falam mais a mesma língua. É tensa a relação. Encrenqueira e fundamentalista, a ex-senadora não levou um voto a mais para o socialista. As pesquisas são um retrato disso. Antes do acordo, Eduardo tinha 7% das intenções de voto e após 90 dias em campanha ao lado dela se mantém no mesmo patamar.
Números não mentem. O que Marina acrescentou? Nada. A rigor, os problemas não se resumem a São Paulo. A cabeça dura de Marina impediu que o candidato do PSB ganhasse um palanque extremamente competitivo no Rio Grande do Sul, já abocanhado por Aécio Neves: o da senadora Ana Amélia (PP), líder absoluta em todas as pesquisas para o Governo do Estado.
Ali, Eduardo teve que se aliar ao candidato do PMDB, José Ivo Sartori, que se apresenta com uma candidatura olímpica. Em Minas, Marina torrou tanto a paciência de Eduardo que o fez romper o acordo com Aécio, pelo qual o PSDB apoiaria o PSB em Pernambuco e lá a legenda socialista também não lançaria candidato próprio a governador.
Eleição se ganha somando e não subtraindo. Quando tentou a reeleição em Pernambuco frente a Jarbas Vasconcelos, tido como um candidato forte, mas que e revelou frágil por falta de apoios, Eduardo montou a maior coligação que se tem notícia na história mais recente da política estadual.
A estratégia para minguar Jarbas foi soma, mas Marina acha que eleição se vence com teses fundamentalistas, ortodoxas e estreitas, ou seja, adepta da subtração. O tempo vai passando a impressão que Marina pode ter sido uma grande utopia, uma grande frustração. Na verdade, um tiro de Eduardo no próprio pé.
AINDA HÁ TEMPO– O PSB mandou encomendar uma pesquisa para testar um cenário com Eduardo candidato a presidente sem Marina na vice, segundo revela o site da revista Veja. Se for verdade, o candidato socialista pode estar se convencendo que não irá a lugar nenhum com o apoio da ex-senadora. E quer se salvar enquanto há tempo!

Marina rompe aliança com PSB

Ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a política acreana Marina Silva rompeu com o presidenciável Eduardo Campos (PSB-PE) no acordo que ambos fecharam quanto às eleições deste ano, no Estado de São Paulo. No comunicado que Marina distribuiu, neste sábado, ela anunciou que a Rede (facção política ainda sem rumo definido) não seguirá a aliança entre o PSB e o governador Geraldo Alckmin, do PSDB paulista.
Campos e Alckmin concordaram que o deputado Marcio França (PSDB-SP) será candidato a vice ou ao Senado na chapa tucana. Marina não gostou e publicou a nota, intitulada “Decisão do diretório do PSB de SP de apoiar o projeto político do PSDB no Estado”.
Leia, a seguir, a íntegra do documento:
“Juntamente com todos os integrantes da Rede Sustentabilidade, discordo da indicação aprovada ontem na reunião do diretório estadual do PSB de São Paulo de apoiar o projeto político do PSDB. Para nós, isso é um equívoco. Consideramos necessário manter independência e lançar uma candidatura própria, que dê suporte ao projeto de mudança para o Brasil liderado por Eduardo Campos, e que dê ao povo de São Paulo a chance de fazer essa mudança também no âmbito estadual.
“A Rede Sustentabilidade não seguirá essa indicação. Em todo o país, estamos debatendo o assunto e apoiando nossos companheiros de São Paulo na busca de uma alternativa que supere a velha polarização PT-PSDB, e que proporcione apoio efetivo à candidatura de Eduardo Campos, que demonstre uma nova forma de fazer política e, principalmente, que represente os ideais de democracia e sustentabilidade expressos no programa de nossa Aliança.
“Esperamos que os companheiros do PSB, em sua convenção estadual, não levem adiante essa proposta. Nesse sentido, manteremos o diálogo aberto e respeitoso. Mas, desde já, deixamos clara nossa posição de que, caso essa indicação não seja revertida, seguiremos caminho próprio e independente em São Paulo.
“A nova força política que emerge no Brasil, interpretando o desejo de mudança tantas vezes manifestado por milhões de pessoas, encontrará também em São Paulo sua legítima expressão”.
Marina Silva

domingo, 8 de junho de 2014

PSB e o conto do vigário

O CONTO DO VIGÁRIO

Diversas lideranças foram convidadas pelas lideranças do PSB para se filiarem a agremiação no intuito de disputarem uma das 49 vagas da ALEPE e uma das 25 vagas da Câmara Federal. Tudo isso se deu dentro da data limite de 5 de outubro de 2013.Pois bem logo após o termino do prazo essas lideranças entraram em ritmo de pre-campanha nas mais variadas áreas de Pernambuco. Pois estamos a beira das convenções e muitos sequer foram recebidos por Sileno Guedes, Presidente Estadual do PSB que sempre que e provocado por essas lideranças despacha logo para assessores de menor patente que escutam os desabafos e fingem que vão levar ao conhecimento do alto escalão, no entanto quando a liderança se retira o assunto morre ali. Um importante líder do Agreste disse essa semana que o "conto do vigário" e comum junto com a tapinha nas cotas iniciais, depois tudo vira um inferno para aqueles que de boa Fe acreditaram que seriam tratados com o valor de suas representações. O fato e que nas próximas horas haverá surpresas e o PSB não está tão seguro pra cantar de galo no terreno movediço dessa eleição de 2014. As próximas pesquisas definirão o grau de tratamento de muitas lideranças. E isso aí.

sábado, 7 de junho de 2014

Frente Popular de Pernambuco um barril de pólvora

As declarações bombásticas da Vereadora Marília Arraes(PSB) não se constituem em fato isolado de forma alguma nessa campanha que começa a tomar forma nos próximos dias. Uma fonte em reserva, comunicou ao blog que no momento que forem divulgadas as listagens de candidatos aptos a convenção de Paulo Câmara, na próxima semana, poderá haver uma debandada em massa de socialistas e governistas para as fileiras do PTB. O problema está exatamente na falta de democracia interna na legenda, sobretudo na formação da chapa dos proporcionais a Câmara Federal e a Assembleia Legislativa.
O comentário nos bastidores e bombástico: vários ex-prefeitos que se filiaram a legenda para disputar uma vaga na assembleia legislativa serão impedidos de disputar as eleições para não atrapalhar acordos, acertos e principalmente para, como afirmou Marília, não afetar os "ungidos" que na verdade são escolhidos a dedo pelo critério de não fazerem sombra as atuais lideranças e ficarem adstritos ao comando cego e único.
A nova política dentro do PSB e uma caixa de dinamite, dizem aliados que prometem romper a qualquer momento. Há nos bastidores ainda o comentário de que um importante deputado federal socialista seria chamado nós próximos dias para desistir de sua reeleição para não atrapalhar um dos "ungidos" pela autoritária central de decisões. O problema não e só na capital, em todas as regiões, inclusive no sertão, na mata sul e Norte, haverá vetos a importantes nomes. Outro fator bastante comentado e a falta de atenção e reconhecimento a novas lideranças. No agreste meridional e em Garanhuns há vários socialistas e aliados , ex-prefeitos insatisfeitos até a goela. Muitas novidades virão por aí, que o diga Inocêncio Oliveira, tratado como descartado em todas as articulações políticas internas. Inocêncio em seu silencio diz reservadamente que merece respeito pela sua história e pelo seu passado em favor de Pernambuco. E isso aí..