domingo, 12 de novembro de 2017

Oposição estranha silêncio do governador sobre a “Torrentes”



Coluna Fogo Cruzado

Dos parlamentares que fazem oposição ao governo de Paulo Câmara, o que mais bateu forte diante do silêncio do governador sobre a “Operação Torrentes”, da Polícia Federal, que investiga indícios de irregularidades nas obras de reconstrução das cidades da Mata Sul após a grande cheia de 2010, foi Sílvio Costa. Ele estranhou o silêncio do governador ante a cena que se verificou em frente ao Palácio do Campo das Princesas na manhã na última quinta-feira: viaturas da Polícia Federal cercaram a sede do Governo do Estado em busca de documentos da Casa Militar que foi o órgão que coordenou a “Operação Reconstrução” na Mata Sul sete anos atrás. Para o deputado, o silêncio do governador sobre fato tão grave revela que o Estado não tem um líder para conduzir os seus destinos e sim uma figura que foi eleita para “receber ordens” do então governador Eduardo Campos. Ele diz também que Paulo Câmara está na obrigação de vir a público, por meio de uma coletiva de imprensa, para dar explicações sobre os fatos apurados pela Polícia Federal até agora. Até porque, disse ele, a última vez que o Palácio foi cercado foi em 1964 quando militares insubordinados lá estiveram para depor o então governador Miguel Arraes.


sábado, 11 de novembro de 2017

Feira da Sulanca de Caruaru vai abrir aos domingos



 

A Feira da Sulanca de Caruaru vai abrir aos domingos a partir do último final de novembro


Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem

Da Editoria de Economia

A Feira da Sulanca de Caruaru vai abrir aos domingos a partir do último final de semana de novembro. “Vamos funcionar das 6 horas às 13 horas aos domingos e segundas até o dia 24 de dezembro”, explica o presidente da Associação dos Sulanqueiros de Caruaru, Pedro Moura. Tradicionalmente, a segunda é o dia da feira de confecções daquela cidade.

“Também adotamos esse novo horário para acompanhar os lojistas do entorno do parque da feira que decidiram abrir aos domingos e também porque as feiras de Toritama e Santa Cruz já funcionam aos domingos na alta temporada”, afirma Pedro Moura. A alta temporada inclui os períodos próximos às festas de São João e de final de ano.

Cerca de 500 lojistas atuam próximo ao parque da Feira da Sulanca de Caruaru que tem números que chamam a atenção. São cerca de 10 mil vendedores, incluindo muitos pequenos empreendedores que costuram as confecções que comercializam.

A estimativa é de que uma feira movimente cerca de R$ 20 milhões nos períodos de baixa e até R$ 50 milhões nas altas temporadas, segundo a Associação dos Sulanqueiros de Caruaru.

Na alta temporada, a feira de Caruaru recebe um público estimado em 70 mil pessoas, enquanto na baixa a quantidade de consumidores varia de 25 mil a 30 mil. Também transitam pelo local cerca de 6 mil veículos por dia do evento, de acordo com a Associação dos Sulanqueiros

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SEGURANÇA

A decisão de abrir aos domingos foi tomada ontem numa reunião que contou com a presença de empresários e de alguns representantes do poder público em Caruaru. Logo depois da reunião, o Capitão Farias Júnior deu uma entrevista à Rádio Jornal. Ele disse que “o 4º Batalhão da Polícia Militar (PM) não tem estrutura para fazer sozinho o policiamento de dois dias de feira, mas que essa questão será encaminhada ao comandante do batalhão para fazer um planejamento” adequado.

“A feira só vai funcionar com segurança. Vamos conversar com o secretário de segurança pública e com o governador. O São João de Caruaru tem 30 dias e tem segurança”, argumenta Pedro Moura.

Caruaru junto com Toritama e Santa Cruz do Capibaribe são as cidades responsáveis pelo vigor do polo de confecções do Agreste. Nas duas primeiras, as Feiras da Sulanca já abrem aos domingos, há mais de três anos, nas altas temporadas

Moradores de Palmares saqueiam carga de eletroeletrônicos após acidente na BR-101






Uma grande carga de vestimentas e artigos eletroeletrônicos foi saqueada por moradores e motoristas que trafegavam pela BR-101, em Palmares, na Mata Sul do estado, após um acidente de trânsito, na manhã de quinta-feira (09/11). Uma mulher ficou ferida e foi hospitalizada em estado de choque.  

Por volta das 11h, o motorista de uma carreta carregada com diversos produtos eletrônicos, entre computadores, celulares e TVs, tombou na rodovia federal, próximo à Japaranduba, em uma das entradas de acesso ao perímetro urbano. O motorista, de 38 anos e morador de Fortaleza, Ceará, teve apenas ferimentos leves, mas sua companheira precisou ser transferida para o Hospital Regional dos Palmares, sem risco de morte.

A população, entretanto, invadiu a estrada para saquear a carga. O policiamento tentou impedir os saques, mas, em virtude de pouco efetivo, precisou solicitar apoio da GT Rural, GATI e BEPI. A situação chegou a ser parcialmente controlada, mas grande parte da mercadoria foi subtraída pelos saqueadores.

A Polícia Rodoviária Federal também esteve no local e conseguiu normalizar o trânsito nas duas vias da BR-101. Um guincho conseguiu retirar o caminhão e a carroceria do local

Sem esperança, moradores da Mata Sul estão cansados de promessas



Suspeita de desvio de recursos públicos no socorro às vítimas das enchentes que devastaram a região em 2010 e 2017 fez estrago também na fé de quem deveria ser beneficiado pelo dinheiro


Ciara Carvalho



Em Palmares, casas construídas após as enchentes de 2010, na Operação Reconstrução, foram condenadas e estão abandonadas
Guga Matos

– A gente se sente um nada.

O desabafo de muitos, milhares, na voz de um só. Com a casa condenada, ameaçada de desabar, Giovana Pereira, 38 anos, engrossa a legião dos que esperam. Nem deveria mais. A casa onde ela mora, em Palmares, foi erguida na Operação Reconstrução, após as chuvas que devastaram a Mata Sul do Estado em 2010. Entregue em 2014, o imóvel está com paredes e piso rachados. Precisa ser desocupado e Giovana, mãe de três filhos, se vê novamente sem ter para onde ir. A frase, dita por ela em tom desolador, traduz a revolta dos moradores da região ao saberem que o dinheiro destinado a socorrer as vítimas das enchentes em 2010 e 2017 é agora alvo de uma megaoperação policial por suspeita de desvios dos recursos recebidos pelo governo do Estado. “Eles deveriam ter vergonha. Não se rouba de quem não tem nada.”


A casa de Giovana corre o risco de ganhar o mesmo destino de outras três dezenas de residências que hoje estão abandonadas, segundo a Defesa Civil de Palmares, por má execução da obra de terraplenagem. O cenário é desconcertante. O que era uma rua virou uma cratera que saiu comendo o asfalto e expulsou parte dos moradores. Das casas atingidas, ficaram só paredes e marcas feitas pela Defesa Civil decretando a condenação dos imóveis. Todas as residências foram erguidas após a enchente de 2010, que devastou a cidade de Palmares.

“É um cenário cruel porque quem sempre sofre é a população. Toda essa erosão foi criada no terreno em função da má qualidade da obra de terraplenagem. A consequência foi que o solo não se compactou direito e as casas passaram a apresentar rachaduras, inclinação das paredes, o piso começou a ceder”, diz o coordenador de Defesa Civil da cidade, Amauri Silva. Ele lamenta que parte do dinheiro público gasto na construção das casas tenha sido jogado fora. “É um dinheiro perdido, porque esses imóveis não têm mais condições de serem reformados”, pontuou. Uma realidade que só agrava o déficit habitacional da cidade. Em Palmares, 120 famílias vivem hoje de auxílio-moradia, pago pela prefeitura. E a situação tende a piorar. À medida que as voçorocas aumentam, mais moradores correm o risco de perder suas casas.

Na última sexta-feira, a reportagem do Jornal do Commercio percorreu quatro cidades entre as mais castigadas pelas enchentes da Mata Sul, tanto em 2010 quanto em 2017. Encontrou uma região que vive de promessa, inverno após inverno, tragédia após tragédia. Se em Palmares a tranquilidade da casa própria virou sinônimo de medo e desperdício do dinheiro público, em Maraial é o vazio que assalta a esperança dos moradores. Desde as enchentes de 2010, a cidade espera a construção de 700 casas para abrigar a população que mora em área de risco. Foram executadas obras de terraplenagem em dois terrenos, localizados em áreas altas do município, mas nenhuma residência erguida. Em um dos locais, chegou-se a construir o galpão que serviria de depósito de material e refeitório para os trabalhadores. Hoje tudo está abandonado e destruído.

Com a casa construída praticamente dentro do rio, a aposentada Maria do Carmo da Silva, 77, perdeu a fé. Não acredita mais que a população receberá, um dia, as prometidas residências de Maraial. “Escuto essa lenda desde a enchente de 2010, quando minha casa veio abaixo. Tiveram que passar o trator para recolher os escombros. Como não tinha para onde ir, reconstruí no mesmo lugar. Na chuva deste ano, a água invadiu de novo. Por sorte, não derrubou”, diz, mostrando as marcas deixadas pela água nas paredes.

SEM PERSPECTIVA

A desesperança é tanta que até o prefeito de Maraial, Marcos Moura, se diz cansado de correr atrás das sonhadas casas. “Já fui para Brasília, bati na porta do governo do Estado, são quase oito anos lutando, e nada. Maraial ficou esquecida. Foi a única cidade da Mata Sul que depois de duas tragédias (2010 e 2017) não teve uma única casa erguida. O povo desistiu de acreditar”, afirmou, relatando mais uma triste constatação. Segundo ele, na relação divulgada na semana passada pelo governo do Estado de municípios que receberão casas novas, Maraial está, mais uma vez, fora da lista.

Em Belém de Maria, não é só a população ribeirinha que passa madrugadas acordada com medo da força das águas. Uma parte das casas está fincada em encostas praticamente engolidas por barreiras que ameaçam desabar. No caso da aposentada Maria das Dores de Lima, 72, o risco virou realidade. E por questão de segundos não lhe custou a vida. Dias após a enchente deste ano, parte da barreira por trás da residência da aposentada cedeu e soterrou o quintal.
“Eu estava no lavador e tinha acabado de sair do local quando ouvi o estrondo. Vivo assustada. No inverno, só fico na parte da frente da casa. Mas não tenho para onde ir”, desespera-se. O nome de Maria das Dores fez parte de uma relação de 400 famílias que seriam beneficiadas por um auxílio-moradia pago pelo governo do Estado. A promessa foi feita, a conta no banco aberta, mas os R$ 200 do benefício nunca foram depositados.

Como outras cidades da Mata Sul, Belém de Maria teve que recorrer aos cofres municipais para reconstruir os prédios públicos destruídos pelo temporal. O hospital da cidade foi completamente engolido pelas águas. Enquanto a reforma não acaba, o atendimento é feito de forma improvisada no antigo prédio da prefeitura, onde atualmente funciona a Secretaria de Saúde. Até a unidade ser reaberta, a cidade está sem maternidade e as gestantes precisam ir para Palmares para dar à luz seus bebês.

Nos dias que se seguiram às enchentes de maio deste ano, a foto de um menino assustado e coberto de lama virou símbolo da tragédia. Em meio ao caos, Maicon Vinícius Bezerra, 6, lembrou-se de salvar os brinquedos. Colocou os poucos que tinha numa mochila confiada ao pai antes de a família abandonar a residência. Na última sexta-feira, a reportagem reencontrou Maicon em sua casa, na cidade de Catende. Orgulhoso, o menino correu para mostrar os brinquedos que salvou e ainda os novos que ganhou de uma moradora de Palmares depois que sua foto saiu no jornal.

Após seis meses, a família de Maicon ainda tenta se reerguer. Parte dos móveis foi perdida. Não há guarda-roupa e as peças são guardadas em caixas de papelão. Sem cama, as crianças dormem em colchões espalhados no chão da sala. A mãe, Cícera Maria de Santana, conhece bem essa história. Perdeu tudo na enchente de 2010. Na época, carregava Maicon na barriga.

Maria do Carmo mora praticamente dentro do rio, em Maraial. Em 2010, a casa dela foi destruída - Foto:Guga Matos/JC Imagem


Em Palmares, casas entregues após a enchente de 2010 apresentaram rachaduras e estão abandonadas. - Foto:Guga Matos/JC Im


Quebra de registros telefônicos ligou coronel preso pela PF ao PSB

Roberto Gomes com Paulo Câmara (Foto: Divulgação)

Amanda Miranda

A Polícia Federal revelou em Recife nesta quinta-feira (9) que os registros telefônicos de suspeitos na Operação Torrentes foram quebrados durante as investigações das supostas fraudes em contratos para atender vítimas das enchentes na Mata Sul de Pernambuco em 2010. Segundo a PF, esse passo levou a uma ligação com o PSB, partido do governador Paulo Câmara e do seu antecessor, Eduardo Campos.

De acordo com a polícia, chamou a atenção dos investigadores que, na véspera da eleição de 2014, quando Paulo Câmara venceu o pleito ainda no primeiro turno, houve um saque de R$ 2 milhões da conta bancária de uma das empresas investigadas, a FJW Empresarial LTDA. A retirada do dinheiro foi feita, segundo a PF, por Heverton Soares da Silva, preso nesta quinta-feira na operação no Recife.

Horas depois, os registros telefônicos feitos pela PF apontaram que a localização dele estava a 200 metros da casa de outro preso hoje na Torrentes, o coronel da Polícia Militar Roberto Gomes de Melo Filho, que teve prisão temporária decretada. Segundo a PF, o celular do oficial da PM apontou depois que ele foi para a sede do PSB na capital pernambucana. Hoje, o oficial é gerente geral de Esportes e Lazer do governo Paulo Câmara.

A Polícia Federal enfatizou, porém, que isso não quer dizer que o dinheiro tenha ido para o PM ou o partido.

Em 2010, quando teria havido as supostas irregularidades nos contratos, o coronel Roberto Gomes era coordenador administrativo da Secretaria da Casa Militar de Pernambuco, foco da operação.

O dono da empresa da qual o dinheiro foi sacado, Ricardo José de Padilha Carício, e a mulher dele também foram presos na Torrentes, nesta quinta-feira. A FJW apareceu em duas das 15 licitações investigadas pela Controladoria Geral da União (CGU) e pela Polícia Federal, mas a PF afirma que as supostas irregularidades aconteciam também em outros contratos fora do âmbito da operação.

A FJW foi alvo também da Operação Mata Norte, há dois meses, quando Padilha já havia sido preso. Ele ficou duas semanas no Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel) e foi solto no dia 11 de outubro. Para a PF, a empresa usava o mesmo modus operandi para diversos contratos.

De acordo com a Polícia Federal, chamou atenção dos investigadores ainda que, logo após a deflagração da Operação Mata Norte, o ex-secretário da Casa Militar Mário Cavalcanti reuniu os PMs da sua antiga equipe. O coronel Roberto Gomes Filho era um deles.

Mário Cavalcanti foi alvo de mandado de condução coercitiva e, após ser ouvido pela PF nesta quinta-feira, foi liberado. Homem de confiança do governador Paulo Câmara, foi nomeado interventor da cidade de Gravatá, no Agreste do Estado

Presos decretam greve de fome para a volta de 'companheiros' a Alagoas




por Redação com Assessoria





(Crédito: Reprodução)

Internos da unidade prisional de Segurança Máxima, localizada no Complexo Penitenciário, em Maceió, decretaram greve de fome, neste sábado (11), para reivindicar o retorno dos reeducandos alagoanos que cumprem pena em presídios federais por determinação do Poder Judiciário Federal.

Sobre o caso, a Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) disse, em nota, estar adotando todas as medidas necessárias para manter a ordem e disciplina na penitenciária.

A assessoria explicou que a secretaria não compactua com a reivindicação dos apenados, tendo em vista que as transferências para as Penitenciárias Federais, em Porto Velho/RO, Campo Grande/MS e Catanduvas/PR, foram tomadas em âmbito federal.

O órgão de comunicação disse ainda que o procedimento fortalece a segurança dentro e fora do cárcere e, principalmente, promove o processo de ressocialização. Em razão da greve dos internos na Penitenciária, as visitas na unidade foram comprometidas.

Ultraleve cai em Igarassu; piloto morre carbonizado



Aeronave caiu perto do Hotel Gavoa

Por: Portal FolhaPE 


Ultraleve caiu na manhã deste sábado (11) dentro do terreno do Hotel GavoaFoto: Cortesia


Um ultraleve caiu na manhã deste sábado (11) dentro do terreno do Hotel Gavoa, localizado perto da Coroa do Avião, em Igarassu, no litoral Norte de Pernambuco, na Região Metropolitana do Recife. Na queda, o piloto da aeronave morreu carbonizado.

O acidente aconteceu por volta das 10h. A vítima, José Erivan da Silva, 46 anos, morava em Caruaru e havia chegado ao hotel nesta manhã - como costumava se hospedar no local, a aeronave já estava no estabelecimento. 

Testemunhas contaram à reportagem da Rádio Folha que ele costumava andar de ultraleve com um instrutor, mas que, este sábado, foi sozinho. O acidente ocorreu no momento do pouso da aeronave.

Segundo o Corpo de Bombeiros, que enviou quatro viaturas de moto-resgate ao local, não se sabe as causas do acidente. O Samu também foi acionado e enviou ao local resgate aéreo e uma ambulância de suporte avançado. José Erivan da Silva teve uma fratura na perna esquerda, queimadura nos braços e rosto e um corte na testa.

Junto ao corpo da vítima foi encontrado um revólver calibre 380. Nenhuma documentação de porte de arma foi achada, bem como o brevê - documento que dá permissão para pilotar aviões.

A Seripa II (Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos) está a frente das investigações sobre a queda do aeroplano. Até a conclusão da perícia e laudo, o órgão informou que não pode se pronunciar.

Cadáver encontrado em cisterna em Garanhuns

GARANHUNS: Cadáver é Encontrado em Cisterna na Cohab 3. Há Indícios de que seja de Mulher Desaparecida


 



Um cadáver, em avançado estado de decomposição, foi encontrado em uma cisterna localizada na rua Mário Alves, no bairro Dom Hélder Câmara, a Cohab 3, aqui em Garanhuns.



Após sentir o forte odor, populares acionaram a Polícia, que através de uma equipe da Divisão Especial de Apuração de Homicídios (DEAH), realizou o levantamento do local do crime e teve que quebrar a laje da cisterna para retirada do Corpo, que é de uma mulher, e que apresentava um saco plástico na cabeça.

De acordo com informações do Portal Agreste Violento, as vestes do cadáver aparentam ser de Keila Moreira Vieira, de 30 anos, que reside também na Cohab 3, e que está desaparecida desde o último dia 31 de outubro. Ela reside com um irmão e teria saído mais cedo do bar onde trabalha no dia do desaparecimento.



Informações não confirmadas pela Polícia Civil, dão conta que o irmão de Keila, conhecido por Bezerra, teria reconhecido, através de algumas características físicas, que o cadáver encontrado na cisterna é de Keila Moreira Vieira, todavia uma perícia será realizada para oficializar a informação. O Corpo foi removido ao IML, em Caruaru. Esse é o 58º assassinato do ano registrado aqui em Garanhuns. (Com informações e imagens dewww.agresteviolento.com.br)