quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

TERCEIRO PALANQUE PARA LULA GANHA FORÇA EM PERNAMBUCO COM PDT ARTICULANDO CHAPA MAJORITÁRIA

A movimentação política nos bastidores de Pernambuco começa a desenhar um novo cenário eleitoral que pode mexer de forma significativa com a disputa de 2026. Ganha força a engenharia de um terceiro palanque de apoio ao presidente Lula no Estado, desta vez liderado pelo PDT, em uma articulação que reúne nomes de peso e pode alterar o equilíbrio das alianças tradicionais. As informações são do Blog Edmar Lyra.

No centro dessa construção está a possibilidade de Marília Arraes entrar na corrida pelo Senado em uma candidatura considerada fora dos dois blocos principais, repetindo um movimento histórico que remete a 2002, quando Carlos Wilson disputou de forma avulsa. A estratégia colocaria Marília em uma posição singular no tabuleiro político: sem integrar formalmente uma das grandes coligações, mas com forte densidade eleitoral e recall junto ao eleitorado pernambucano.

De acordo com o desenho que vem sendo discutido, o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, surgiria como nome do grupo para a disputa ao Governo do Estado. A entrada de um perfil ligado à academia é vista por aliados como uma tentativa de apresentar uma candidatura com discurso técnico, institucional e de diálogo, buscando atrair setores que defendem uma gestão menos polarizada e mais voltada à capacidade administrativa.

A composição proporcional também chama atenção. Os deputados Túlio Gadelha e Wolney Queiroz apareceriam como apostas do grupo para a Câmara Federal, reforçando a ideia de um palanque competitivo não apenas na majoritária, mas também com musculatura eleitoral na disputa por vagas em Brasília. A presença de nomes já conhecidos do eleitorado serviria para dar sustentação política e capilaridade à chapa.

No caso de Marília Arraes, o desafio seria duplo. Apontada como líder nas pesquisas de intenção de voto para o Senado, ela teria um período decisivo de cerca de 45 dias de campanha mais intensa para se manter entre as duas primeiras colocações e confirmar o favoritismo nas urnas. A estratégia passaria por consolidar sua base no interior e manter a força na Região Metropolitana do Recife, onde tradicionalmente registra bom desempenho.

A construção de um terceiro palanque lulista em Pernambuco expõe, ao mesmo tempo, a força do presidente no Estado e as dificuldades de acomodar todos os aliados em um único projeto. Caso se confirme, o movimento liderado pelo PDT poderá transformar a eleição pernambucana em uma das mais fragmentadas e imprevisíveis do país, com três campos buscando se apresentar como os legítimos herdeiros do capital político de Lula no Estado.

SUAPE ACELERA REVOLUÇÃO ENERGÉTICA E CAMINHA PARA TER METADE DO CONSUMO ABASTECIDO POR FONTES LIMPAS

O Complexo Industrial Portuário de Suape, um dos principais motores econômicos de Pernambuco e do Nordeste, está avançando de forma concreta e estratégica rumo a um novo modelo de desenvolvimento: mais sustentável, eficiente e alinhado às exigências da economia de baixo carbono. A estatal pernambucana projeta atingir ainda neste semestre a marca de 50% de participação de energia limpa em toda a sua matriz elétrica, um salto significativo que consolida o porto como referência em transição energética no setor logístico e industrial do país.

Atualmente, 35,95% de toda a energia consumida por Suape já tem origem em fontes renováveis. O número não representa apenas um indicador técnico, mas traduz uma política institucional que combina responsabilidade ambiental, inovação tecnológica e planejamento de longo prazo. A meta é reduzir emissões, modernizar a infraestrutura portuária e preparar o complexo para atender às novas demandas globais por operações mais sustentáveis.

A energia renovável já está presente em áreas consideradas de alta demanda dentro do complexo. O Centro Administrativo, os Cais 1, 4 e 5, o Pátio Público de Veículos e o Prédio da Autoridade Portuária operam com abastecimento de fontes limpas. São setores que concentram atividades estratégicas e fluxo intenso de operações, o que amplia o impacto positivo da mudança na matriz energética. Juntas, essas unidades registram um consumo anual de aproximadamente 1,46 GWh. Para se ter dimensão do volume, isso equivale ao consumo mensal de cerca de 7.300 residências populares, considerando uma média de até 200 kWh por domicílio.

A transição energética em Suape não se limita apenas ao fornecimento de eletricidade. Ela está integrada a uma política ambiental mais ampla, que envolve preservação, reflorestamento e inovação. Um exemplo emblemático é o Viveiro Florestal de Suape, que funciona com abastecimento 100% solar. O espaço tem capacidade para produzir aproximadamente 450 mil mudas por ano e desempenha papel essencial nos projetos de recuperação ambiental e manutenção das áreas verdes do território do complexo.

Essa iniciativa ganha ainda mais relevância quando se observa a dimensão territorial de Suape. O complexo ocupa 17,3 mil hectares, dos quais 59% estão inseridos na Zona de Preservação Ecológica (ZPEC). Ou seja, mais da metade da área é destinada à conservação ambiental, o que reforça o desafio de conciliar crescimento industrial com proteção dos ecossistemas — um equilíbrio que vem sendo buscado por meio de ações estruturadas como a ampliação do uso de energia limpa.

Paralelamente à mudança na matriz energética, Suape também investe em tecnologia para tornar o consumo mais inteligente. No Cais 5 e no Pátio Público de Veículos, foi implantado um sistema de iluminação automatizado que ajusta a intensidade da luz de acordo com a necessidade operacional de cada momento. A solução reduz desperdícios e deve gerar uma economia estimada de cerca de 60% no consumo de energia dessas áreas, mostrando que eficiência energética também passa por gestão e inovação.

Para o diretor-presidente de Suape, Armando Monteiro Bisneto, as ações representam mais do que melhorias operacionais. Elas consolidam um posicionamento institucional. Segundo ele, o complexo está alinhado às exigências de um novo modelo portuário, no qual sustentabilidade e competitividade caminham juntas. O Centro Administrativo, por exemplo, já opera com abastecimento totalmente proveniente de energia limpa, simbolizando essa virada de chave dentro da gestão do porto.

Ao combinar energia renovável, preservação ambiental e tecnologia de ponta, Suape constrói um modelo que vai além da infraestrutura tradicional e aponta para o futuro da atividade portuária. Em um cenário global cada vez mais pressionado por metas de descarbonização, o complexo pernambucano se antecipa, transforma desafios em oportunidades e reafirma seu papel como protagonista no desenvolvimento sustentável do Brasil.

PERNAMBUCO GARANTE MAIOR INVESTIMENTO DA HISTÓRIA NA ASSISTÊNCIA SOCIAL E NO COMBATE À FOME

Cerca de R$ 150 milhões serão repassados a municípios para garantir serviços socioassistenciais e segurança alimentar
O Governo de Pernambuco assegurou o maior volume de recursos já destinados ao cofinanciamento da Assistência Social e do Combate à Fome, com investimento de cerca de R$ 150 milhões, sendo R$ 147 milhões de valores estaduais e cerca de R$ 4 milhões de valores federais. O aporte vai beneficiar os municípios pernambucanos e o Distrito Estadual de Fernando de Noronha. O investimento, o maior já pactuado pela gestão estadual na área, foi definido nesta quarta-feira (4), durante a Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB/PE), que marcou o início do calendário de 2026, sob a coordenação da Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS).
“Estamos garantindo o maior cofinanciamento da história de Pernambuco para a Assistência Social e o Combate à Fome, com recursos que garantem diretamente aos municípios o fortalecimento dos serviços socioassistenciais e a segurança alimentar da população. Esse investimento reafirma o nosso compromisso com quem mais precisa, com a gestão compartilhada e com políticas públicas que promovem dignidade, cidadania e cuidado com a população em todo o Estado”, ressaltou a governadora Raquel Lyra.

Do montante pactuado, R$ 71,5 milhões correspondem ao Cofinanciamento Estadual da Assistência Social (SUAS) e R$ 3,7 milhões ao Cofinanciamento Federal da Assistência Social (SUAS), assegurando a manutenção e a ampliação dos serviços socioassistenciais nos territórios. No campo da segurança alimentar e nutricional, mais de R$ 75 milhões foram garantidos para o Cofinanciamento Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), destinados ao custeio e investimento das cozinhas comunitárias e a outras ações estruturantes. 
“Iniciamos 2026 com uma pauta estratégica e com o maior investimento já realizado pelo Estado no cofinanciamento da assistência social e do combate à fome. Esse esforço reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco com a gestão compartilhada, o fortalecimento dos serviços nos municípios e a garantia de dignidade, cidadania e segurança alimentar para a população. A CIB é o espaço onde Estado e municípios dialogam, alinham prioridades e transformam decisões em resultados concretos”, destacou a secretária executiva de Assistência Social e coordenadora da CIB/PE, Andreza Pacheco. 
Durante o encontro, além de assegurar recursos de cofinanciamento, foi apresentado o panorama dos Planos Municipais de Assistência Social, bem como o balanço dos repasses realizados em 2025. Outro ponto de destaque foi a proposta de criação da Comissão responsável pelo Fórum de Pactuação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN), além da deliberação sobre o Benefício Eventual Emergencial para os municípios de Serra Talhada e Parnamirim.

Foto 1 - Miva Filho/Secom
Foto 2 - Yacy Ribeiro/Secom
Fotos 3, 4 e 5 - Hesíodo Góes/Secom
Foto 6 - Ed Machado/Governo de Pernambuco

REVIRAVOLTA NO CASO QUE CHOCOU O AGRESTE: DNA INOCENTA SUSPEITO E INVESTIGAÇÃO SOBRE MORTE DE IDOSA SEGUE SEM RESPOSTAS

Dois meses após um dos crimes mais impactantes já registrados em Lajedo, no Agreste de Pernambuco, uma reviravolta mudou os rumos da investigação sobre a morte da idosa Maria Lins de Almeida, de 88 anos. O laudo do exame de DNA concluiu que o homem apontado até então como principal suspeito não teve qualquer participação no assassinato, desmontando a principal linha de apuração que vinha sendo considerada desde o início do caso.

O morador, residente na mesma comunidade onde a vítima vivia, havia sido detido no mesmo dia em que partes do corpo da idosa foram encontradas em uma área da cidade, o que gerou forte comoção popular e levantou suspeitas imediatas sobre sua possível ligação com o crime. A partir disso, a Polícia Civil recolheu material biológico para exames periciais, procedimento padrão em investigações dessa gravidade.

Com a conclusão do laudo, no entanto, a perícia foi categórica ao apontar que não houve qualquer compatibilidade genética entre o material coletado e os vestígios encontrados na cena do crime. A confirmação inocenta formalmente o homem, que passou a ser vítima de uma série de consequências provocadas por um julgamento precipitado.

Antes mesmo da divulgação do resultado do exame, a residência do suspeito foi alvo da revolta de moradores. O imóvel foi invadido, depredado e incendiado, resultando na perda total da casa e de todos os pertences. O episódio expõe o clima de tensão e indignação que tomou conta da cidade, mas também revela o risco de atos impulsivos baseados apenas em suspeitas.

Enquanto isso, o crime contra Maria Lins de Almeida continua envolto em mistério. Até o momento, o corpo da idosa ainda não foi localizado, o que amplia a angústia da família e aumenta a complexidade das investigações. A apuração segue sob responsabilidade da Delegacia de Lajedo, coordenada pelo delegado Cledinaldo Menezes, que mantém equipes empenhadas na coleta de novas informações e na busca por pistas que levem aos verdadeiros responsáveis.

A Polícia Civil reforça o apelo à população para que qualquer informação relevante seja repassada de forma anônima às autoridades. Detalhes que possam parecer pequenos podem ser decisivos para esclarecer o caso, localizar o corpo da vítima e identificar quem cometeu o crime.

O caso, que já provocou dor, revolta e injustiça, continua em aberto. Agora, com a exclusão do principal suspeito, a investigação entra em uma nova fase, marcada pela urgência de respostas e pela necessidade de que a justiça seja feita, tanto para a memória da vítima quanto para reparar os danos causados a um inocente.

RACHA NA DIREITA DE SANTA CATARINA PODE TRANSFORMAR SONHO DE CARLOS BOLSONARO EM PESADELO ELEITORAL

A movimentação da deputada federal Carol De Toni de deixar o PL caiu como uma bomba no tabuleiro político de Santa Catarina e já provoca reflexos diretos nos bastidores da disputa pelo Senado em 2026. O gesto, que à primeira vista parece apenas mais um capítulo das disputas internas da direita, é visto por lideranças locais como um enfraquecimento decisivo do projeto de lançar Carlos Bolsonaro na chapa ligada ao governador Jorginho Mello.

Nos corredores da política catarinense, a leitura é de que a saída de Carol não foi um movimento isolado nem meramente ideológico. Ela teria ocorrido em meio à pressão de lideranças nacionais do PL para impor, no estado, uma composição que inclui Carlos Bolsonaro e o ex-governador Esperidião Amin como candidatos ao Senado. A tentativa de “desenhar a chapa de cima para baixo” desagradou parte significativa da base conservadora local, que tradicionalmente valoriza nomes com raízes no estado e histórico político construído ali.

Amin, por sua vez, é tratado como peça já consolidada nesse quebra-cabeça. Ele é apontado como nome alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, com apoio também de figuras influentes do Progressistas, como o senador Ciro Nogueira. Nos bastidores de Brasília, comenta-se que esse arranjo envolveria interesses estratégicos mais amplos, incluindo votações sensíveis no Congresso. Assim, a permanência de Amin na equação seria quase cláusula pétrea para esse grupo político.

É nesse cenário que a saída de Carol De Toni ganha peso. Dentro do PL catarinense, ela era vista como uma das principais puxadoras de voto e uma ponte entre o bolsonarismo nacional e o eleitorado conservador do estado. Sem ela, aliados avaliam que Carlos Bolsonaro perde justamente a base que poderia suavizar a resistência a um candidato “de fora”. Hoje, os nomes citados como apoiadores mais firmes de Carlos no estado são os deputados Jessé Lopes, Júlia Zanatta e Sargento Lima, mas há o reconhecimento de que isso pode ser insuficiente para sustentar uma candidatura majoritária competitiva.

Além da questão partidária, pesa o fator cultural e político. Santa Catarina tem histórico de eleger lideranças com forte identificação regional. A experiência recente com o senador Jorge Seif, também visto como alguém sem trajetória política tradicional no estado, gerou frustração em parte do eleitorado conservador. Esse desgaste, segundo analistas locais, acaba respingando em qualquer candidatura que pareça “importada”, especialmente quando vinculada diretamente ao sobrenome Bolsonaro.

Adversários já enxergam aí uma brecha. A avaliação que circula em rodas políticas é que uma candidatura de Carlos Bolsonaro poderia fragmentar o voto da direita e abrir espaço para que nomes do centro ou da esquerda cresçam. O ex-deputado Décio Lima, do PT, é frequentemente citado como alguém que poderia se beneficiar de um cenário em que o campo conservador vá dividido e com rejeições internas. Mesmo que não lidere a votação, poderia influenciar o resultado final ao favorecer uma composição menos alinhada ao bolsonarismo raiz.

Outro ponto comentado nos bastidores é o estilo do entorno de Carlos Bolsonaro. Há críticas de que a atuação de assessores e a forma de articulação política não estariam ajudando a reduzir resistências locais. Em política estadual, onde relações pessoais e articulações regionais têm peso enorme, qualquer sinal de distanciamento ou imposição vinda de fora tende a custar caro nas urnas.

Diante desse quadro, a candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina, que para alguns era tratada como estratégica para ampliar a presença da família no Congresso, começa a ser vista por parte da própria direita como um movimento de alto risco. Em vez de fortalecer o campo conservador, poderia acabar funcionando como fator de divisão — e, no limite, pavimentar a vitória de um adversário.

Nos próximos meses, as definições partidárias e as alianças estaduais vão mostrar se o projeto será mantido ou recalibrado. Por enquanto, o que se ouve com frequência entre lideranças políticas catarinenses é um alerta direto: insistir em nomes sem enraizamento local pode transformar uma candidatura pensada para ser símbolo de força em um empurrão involuntário para o outro lado do espectro político.

QUEBRA SANTO E JÚNIOR FÉLIX INTENSIFICAM AGENDA EM BRASÍLIA E COLOCAM LAGOA DO OURO NO MAPA DOS INVESTIMENTOS

O prefeito de Lagoa do Ouro, Edson Quebra Santo, e o secretário de Governo, Júnior Félix, protagonizaram uma agenda estratégica em Brasília com foco na captação de recursos e na articulação de investimentos para o município. A viagem institucional reforçou o compromisso da gestão em buscar parcerias que garantam avanços concretos para a população, especialmente nas áreas de infraestrutura, educação e saúde.

Durante a passagem pela capital federal, Quebra Santo e Júnior Félix se reuniram com importantes lideranças políticas, entre elas o senador Humberto Costa e os deputados federais Lula da Fonte e Eduardo da Fonte. Nos encontros, a comitiva apresentou demandas prioritárias de Lagoa do Ouro e discutiu caminhos para viabilizar projetos estruturadores, capazes de melhorar serviços públicos e ampliar oportunidades para os moradores.

A atuação de Júnior Félix chamou atenção pelo papel ativo nas articulações. Como secretário de Governo, ele participou diretamente das reuniões, detalhando as necessidades do município e reforçando o planejamento da gestão. Sua presença nas agendas políticas fortaleceu o diálogo institucional e demonstrou alinhamento entre a equipe administrativa e os representantes federais.

Já o prefeito Edson Quebra Santo destacou que a ida a Brasília faz parte de uma estratégia contínua de buscar apoio fora do município para acelerar o desenvolvimento local. Segundo ele, a união de esforços entre a Prefeitura e os parlamentares é fundamental para garantir obras, programas e ações que tragam impacto direto na vida da população.

A expectativa da gestão é que os encontros resultem na destinação de emendas e na inclusão de Lagoa do Ouro em programas federais, consolidando investimentos que contribuam para o crescimento sustentável da cidade. A agenda em Brasília evidencia uma administração que aposta no diálogo político e na articulação institucional como caminhos para transformar demandas em conquistas reais para o município.

EDUARDO DA FONTE DEFENDE ESFORÇO CONCENTRADO NA CÂMARA PARA ACELERAR PROJETOS EM FAVOR DA SAÚDE PÚBLICA

Nesta semana, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UPB) apresentou dois requerimentos na Câmara dos Deputados propondo a realização de uma semana de esforço concentrado dedicada exclusivamente à votação de projetos voltados ao fortalecimento da saúde pública e do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa tem como objetivo acelerar a tramitação de proposições consideradas estratégicas para ampliar o acesso da população a exames, tratamentos e tecnologias, além de aprimorar a gestão e garantir direitos dos usuários do SUS. Segundo o parlamentar, as medidas terão impacto direto na vida de milhões de brasileiros.

Requerimentos apresentados

O primeiro requerimento (REQ nº 186/2026), protocolado junto à Mesa Diretora da Câmara, propõe uma semana de esforço concentrado no Plenário com prioridade para a votação dos seguintes projetos de lei:

• PL 667/2021 – Cria o Acordo de Compartilhamento de Risco para incorporação de novas tecnologias ao SUS;
• PL 1167/2025 – Garante o fornecimento gratuito de cadeiras de rodas pelo SUS;
• PL 2068/2025 – Estabelece limite máximo de 50 quilômetros entre a residência do paciente e a clínica de hemodiálise;
• PL 4353/2025 – Destina recursos do imposto seletivo sobre cigarros e bebidas alcoólicas ao Fundo Nacional de Saúde;
• PL 4885/2025 – Cria o prontuário eletrônico unificado nacional no SUS;
• PL 4988/2025 – Institui o Programa de Deslocamento da Pessoa com Câncer;
• PL 5754/2025 – Proíbe o uso da cobaltoterapia no tratamento oncológico;
• PL 44/2026 – Estabelece prazos máximos para a realização de exames essenciais, com possibilidade de atendimento na rede privada caso o SUS não cumpra os prazos.

“A pandemia deixou claro o valor do SUS para o povo brasileiro, mas também escancarou a necessidade de aprimorá-lo. A Câmara precisa dar uma resposta rápida e concreta à população e garantir o acesso a uma saúde com mais qualidade”, afirmou Eduardo da Fonte.

APOIO DE AUGUSTO DE CIDO EM MANARI IMPULSIONA PRÉ-CAMPANHA DE REGINA DA SAÚDE À ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE PERNAMBUCO

Em um dos movimentos políticos mais marcantes do interior do estado, o ex-vereador e líder histórico da oposição em Manari, Augusto de Cido, confirmou seu apoio à pré-candidatura de Regina da Saúde à Assembleia Legislativa de Pernambuco, sinalizando uma aliança estratégica que amplia a visibilidade da pré-campanha e reforça o compromisso com as causas sociais e regionais. Augusto, que já foi vereador mais votado da história de Manari e líder de um grupo político robusto no município, decidiu somar forças com Regina em uma articulação que promete repercutir além das fronteiras locais e fortalecer a representatividade do Agreste no legislativo estadual.

A trajetória de Augusto de Cido na política municipal sempre foi marcada por grande relevância junto ao eleitorado, tanto que na eleição para prefeito de Manari em 2024, ele obteve 4.793 votos. Essa votação expressiva — conquistada em meio a um cenário competitivo — consolidou sua liderança e mostrou o alcance de seu grupo político no município, transformando-o em um nome ouvido nas articulações políticas da região.

O apoio de Augusto à pré-candidatura de Regina da Saúde reflete mais do que uma simples adesão eleitoral: representa uma união de dois projetos políticos que compartilham valores e objetivos comuns, especialmente a valorização de políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade de vida da população, com foco em saúde, educação e desenvolvimento regional. Regina da Saúde, com sua experiência administrativa e reconhecimento em diversas comunidades do interior de Pernambuco, tem construído uma base de apoio que transcende municípios, ganhando força com a adesão de lideranças como Augusto. 

Para os apoiadores de Regina, a aliança com Augusto é um sinal claro de que sua pré-campanha está conectada às forças políticas que conhecem de perto os desafios e as necessidades das cidades do interior. Ao trazer consigo a credibilidade conquistada nas urnas e o respaldo de uma base de eleitores leais, Augusto fortalece a mensagem de que Regina da Saúde é uma opção sólida e representativa para a Assembleia Legislativa de Pernambuco. 

Essa coalizão entre líderes de influência local e uma pré-candidata com projeção estadual reforça a capacidade de construir um projeto político que une experiência, compromisso social e visão de futuro. À medida que a pré-campanha avança, esse tipo de apoio tende a ampliar o alcance da mensagem de Regina da Saúde e consolidar sua posição como representante legítima dos interesses das comunidades do interior. A união de forças como essa demonstra que a política regional está em constante movimento e que alianças estratégicas são essenciais para fortalecer projetos que buscam realmente fazer a diferença na vida das pessoas.