domingo, 16 de agosto de 2026

JANJÃO GANHA AS RUAS DE VERTENTE DO LÉRIO AO LADO DE HISTENIO SALES E IZA ARRUDA

Da REDAÇÃO

O candidato a deputado estadual Janjão (PSD) esteve em Vertente do Lério, na noite da última sexta-feira (14), onde participou da tradicional Festa da Padroeira de Nossa Senhora das Victórias. A agenda reuniu política, cultura e, principalmente, contato direto com a população em um dos momentos mais tradicionais do calendário do município.

Recebido pelo prefeito Histenio Sales (PSD), Janjão circulou pelo centro da cidade ao lado do gestor e de lideranças políticas locais. A deputada federal Iza Arruda (MDB), que também disputa a reeleição, esteve presente na agenda, reforçando a sintonia do grupo político durante a noite de celebração.

Com as ruas movimentadas, Janjão fez questão de caminhar no meio do público, cumprimentar moradores, conversar com eleitores e posar para fotografias. O candidato também acompanhou a movimentação dos artistas e esteve próximo da população durante a programação festiva.

A noite contou com apresentações de Theuzinho, Forrozão das Antigas e Gigantes do Brasil, levando moradores e visitantes ao centro de Vertente do Lério. Em meio à festa, a presença de Janjão também serviu para estreitar ainda mais a relação com a população do município e mostrar que sua pré-campanha vem avançando para além dos palanques tradicionais.

Nas redes sociais, Janjão destacou a recepção que recebeu e o contato com os moradores. “Obrigado pela recepção, Vertente do Lério! Estive ao lado do prefeito Histenio Sales e de Iza Arruda prestigiando a Festa da Padroeira de Nossa Senhora das Victórias da melhor forma: no meio do povo, celebrando a nossa cultura e acompanhando os shows”, afirmou.

A passagem por Vertente do Lério acontece em um momento de intensificação da agenda de Janjão, que tem ampliado sua presença em diferentes municípios e apostado no contato direto com a população para fortalecer seu projeto rumo à Assembleia Legislativa de Pernambuco.

WALDEMAR OLIVEIRA AMPLIA BASE E CHEGA A 13 PREFEITOS COM NOVO APOIO EM GRAVATÁ

AMPLIANDO – O deputado federal Waldemar Oliveira (Avante) segue acelerando sua articulação política para a disputa pela reeleição e acaba de incorporar mais um importante apoio à sua base no interior de Pernambuco.

Ontem, o parlamentar foi recebido em Gravatá pelo prefeito Joselito Gomes, em um encontro que selou oficialmente o apoio do gestor à sua caminhada rumo à renovação do mandato na Câmara Federal.

A composição, porém, vai além da eleição de Waldemar. O acordo também estabelece uma dobradinha política com a candidata a deputada estadual Viviane Facundes (PSD), formando uma chapa que pretende atuar conjuntamente na busca por votos no município e na região.

Com a chegada de Joselito Gomes ao seu grupo, Waldemar Oliveira alcança a marca de 13 prefeitos apoiando sua reeleição, número que demonstra a ampliação de sua força política e a capacidade de construir alianças em diferentes regiões do Estado.

O movimento ganha peso justamente na reta final para o início oficial da campanha, quando prefeitos, lideranças e grupos políticos começam a definir de forma mais clara seus palanques e suas escolhas para deputado federal e estadual.

A adesão de Gravatá reforça a estratégia de Waldemar de ampliar sua presença municipal e chegar à eleição com uma estrutura política cada vez mais espalhada pelo interior. Para quem busca renovar o mandato, cada prefeito incorporado ao grupo representa não apenas apoio político, mas também uma estrutura eleitoral capaz de fazer diferença na disputa.

Nos bastidores, a avaliação é de que Waldemar Oliveira entra na largada da campanha com um grupo fortalecido e em processo de expansão. E, pelo ritmo das articulações, a conta dos 13 prefeitos pode ainda crescer nos próximos dias.

sábado, 15 de agosto de 2026

JOÃO CAMPOS “RESSUSCITA” EDUARDO CAMPOS E MIGUEL ARRAES POR IA: QUANDO A PESQUISA APERTA, O PASSADO VOLTA AO PALANQUE


Por trás da tecnologia, uma estratégia política cada vez mais evidente: transformar sobrenome, memória e legado familiar em combustível eleitoral para uma candidatura que deixou de navegar em águas tranquilas

A eleição para o Governo de Pernambuco come6 oficialmente neste domingo, mas João Campos parece ter percebido que não dá mais para viver apenas do presente. Quando as pesquisas começaram a mostrar que a governadora Raquel Lyra chegou chegando — e na maioria dos levantamentos passou numericamente à frente — o candidato do PSB voltou os olhos para o passado.

E não voltou sozinho.

Vieram Eduardo Campos. Veio Miguel Arraes. Vieram os jingles, as imagens, as lembranças, a simbologia e, agora, a inteligência artificial para ajudar a colocar os dois novamente no centro da narrativa eleitoral.

É como se a campanha tivesse apertado o botão da máquina do tempo.

O detalhe é que isso acontece justamente depois de uma sequência de pesquisas que acendeu a luz amarela — e em alguns setores da campanha, provavelmente, a luz vermelha.

A Genial/Quaest divulgada em 28 de julho foi um verdadeiro banho de água fria no PSB. No primeiro turno, Raquel Lyra apareceu com 43%, contra 37% de João Campos. No segundo turno, a governadora marcou 45%, enquanto João ficou com 39%. A diferença estava dentro da margem de erro, mas o simbolismo político era muito maior: João havia caído sete pontos desde abril, enquanto Raquel havia avançado sete. 

Depois veio o Datafolha. Raquel apareceu com 48% contra 42% de João no primeiro turno e, no segundo, 49% contra 45%. O levantamento apontou empate técnico no segundo turno, mas confirmou a mudança de vento na disputa. 

E veio também o Real Time Big Data, com Raquel numericamente à frente por 45% a 44% no segundo turno. Novamente, empate técnico pela margem de erro, mas politicamente impossível de ser ignorado.

Ou seja: aquele João Campos que durante meses parecia correr sozinho já não existe nas pesquisas.

E é exatamente nesse momento que Eduardo Campos e Miguel Arraes voltam a ocupar o palco.

Coincidência?

Pode até ser.

Mas, em política, coincidências também fazem campanha.

O uso da inteligência artificial por João Campos não é novidade. Em junho, o Diario de Pernambuco mostrou que o candidato vinha utilizando a tecnologia em vídeos e imagens realistas. Uma das peças colocava João ocupando o lugar do próprio pai, Eduardo Campos, em uma fotografia de campanha. A reportagem também registrou que a IA já havia entrado definitivamente na disputa eleitoral pernambucana. 

Agora, o movimento ganhou ainda mais força simbólica.

No dia 13 de agosto, data em que Miguel Arraes morreu há 21 anos e Eduardo Campos há 12, João participou de uma missa em homenagem aos dois. Nas redes sociais, também resgatou os jingles das campanhas do bisavô e do pai e afirmou que as lembranças reforçavam sua disposição para continuar trabalhando por Pernambuco.

Politicamente, é uma operação bastante compreensível.

João Campos tem uma vantagem que nenhum outro candidato possui: carrega no DNA eleitoral dois dos maiores símbolos da história política contemporânea de Pernambuco.

Mas existe também um problema.

João não é Eduardo. E João não é Arraes.

É justamente aí que a estratégia começa a ficar interessante.

Quando a candidatura estava disparada nas pesquisas, o discurso podia ser de renovação, gestão, juventude e futuro. Agora que Raquel cresceu, o passado voltou a ser um ativo eleitoral ainda mais valioso.

A memória virou ferramenta.

O sobrenome virou patrimônio.

E a inteligência artificial virou uma espécie de ponte entre gerações.

A pergunta que fica é: isso é homenagem ou estratégia eleitoral?

Provavelmente é um pouco dos dois.

O próprio João vem utilizando a herança familiar como eixo político há meses. Reportagens já registravam que, durante suas incursões pelo Agreste e pela Mata Norte, referências a Eduardo e Arraes passaram a funcionar como âncoras de seus discursos. O Diario de Pernambuco chegou a resumir a diretriz da pré-campanha como a ideia de “refazer os caminhos de Arraes e Eduardo”. 

Só que existe uma diferença entre carregar um legado e precisar dele para recuperar terreno.

E é aí que a estratégia fica mais ácida.

Se a eleição fosse resolvida apenas pelo sobrenome, João já estaria eleito há meses.

Mas Pernambuco não vota em fotografia.

Não vota em holograma.

Não vota em inteligência artificial.

E, muito menos, vota em quem já morreu.

Pernambuco vota em quem está vivo, disputa a eleição, apresenta proposta, enfrenta adversário e consegue convencer o eleitor de que merece governar o Estado.

Eduardo Campos e Miguel Arraes podem ajudar João a contar uma história.

Mas não podem fazer campanha por ele.

A tecnologia pode recriar imagens.

Pode recuperar vozes, cenários e memórias.

Pode até fazer parecer que os velhos líderes estão novamente caminhando pelo palanque.

Só não consegue fabricar voto.

E esse talvez seja o ponto central da nova fase da eleição.

João Campos percebeu que a disputa mudou.

A governadora Raquel Lyra deixou de ser apenas uma adversária que precisava ser alcançada e passou a representar uma ameaça real ao favoritismo socialista. A própria imprensa nacional registrou que a ultrapassagem nas pesquisas provocou preocupação na campanha de João, que passou a reforçar ainda mais a ligação com Lula. 

Agora entra em cena outro componente: a força emocional de Eduardo e Arraes.

É política de memória.

É marketing eleitoral.

É identidade partidária.

É sobrenome.

E é também uma tentativa de lembrar ao eleitor que João Campos não surgiu ontem.

Ele é herdeiro de uma das famílias mais poderosas da política pernambucana.

Só que a eleição de 2026 está começando a mostrar justamente o limite dessa herança.

O eleitor pode respeitar Eduardo, admirar Arraes e ainda assim escolher Raquel.

É isso que as pesquisas estão dizendo.

E talvez seja exatamente por isso que os dois “ressuscitaram” agora.

Não porque possam votar.

Mas porque podem ajudar João a lembrar ao eleitor por que ele deveria votar nele.

A ironia é que a inteligência artificial consegue ressuscitar qualquer imagem.

Mas não consegue ressuscitar uma liderança eleitoral que esteja perdendo força.

Essa parte ainda depende do candidato.

E, a partir de amanhã, sem pré-campanha, sem ensaio e sem filtro: começa a eleição de verdade.

É isso, que comecem os jogos!

A JOGADA QUE NINGUÉM EXPLICA: GERSINHO COM FERNANDO FILHO PODE SER O SINAL DE QUE FERNANDO RODOLFO JÁ JOGOU A TOALHA?

Por trás da apresentação de Gersinho ao lado de Fernando Filho, irmão de Miguel Coelho, como candidato a deputado federal, pode existir muito mais do que um simples ato político. A movimentação, pela circunstância e pelo momento em que acontece, abre uma pergunta inevitável nos bastidores de Garanhuns e do Agreste: Fernando Rodolfo estaria, silenciosamente, começando a entregar os pontos na disputa pela Câmara Federal?

Gersinho não era um aliado qualquer. Ex-vereador de Garanhuns, com quatro mandatos no currículo e passagem pela presidência da Câmara Municipal, ele esteve durante muito tempo no núcleo político mais próximo de Fernando Rodolfo. Em janeiro de 2025, inclusive, assumiu oficialmente a função de secretário parlamentar do deputado federal.

Ou seja: Gersinho estava na cozinha de Fernando Rodolfo.

Por isso, sua aproximação com Fernando Filho ganha uma dimensão muito maior do que uma simples escolha eleitoral.

A pergunta que circula nos bastidores é direta: como alguém tão próximo de Fernando Rodolfo chega ao ponto de construir uma dobradinha com outro deputado federal sem que isso provoque uma reação mais forte do grupo?

E é justamente aí que a história começa a ficar interessante.

Fernando Rodolfo já vinha sofrendo algumas baixas em sua estrutura política. Nesta sexta-feira, 14 de agosto, outra peça importante deixou o grupo: a prefeita de Catende, Dona Graça, anunciou apoio a Miguel Coelho.

Não se trata apenas de mais um apoio perdido. É mais um movimento que reduz o espaço de Rodolfo justamente quando a eleição começa a ganhar velocidade e os grupos políticos passam a fechar suas estruturas para a disputa de outubro.

E agora surge Gersinho.

O ex-vereador não apenas se aproximou de Fernando Filho. Ele aparece dentro de uma composição política que coloca seu nome para deputado estadual e o filho de Fernando Bezerra Coelho para deputado federal.

É uma escolha que tem endereço, tem lado e tem peso.

E o que mais chama atenção é a aparente tranquilidade com que tudo acontece.

Não há, até o momento, uma reação pública contundente de Fernando Rodolfo. Não houve uma guerra política aberta. Não houve troca de acusações. Não houve exposição pública de uma ruptura traumática.

E, em política, quando uma liderança de dentro da cozinha muda de mesa e o ambiente permanece silencioso, naturalmente surgem perguntas.

Existe acordo de bastidor?

Essa pergunta está circulando.

Não há, porém, até o momento, elementos públicos suficientes para afirmar que Fernando Rodolfo tenha feito qualquer acordo com a família Coelho para abrir caminho para Fernando Filho. Seria irresponsável cravar isso como fato.

Mas também seria ingenuidade ignorar a coincidência dos movimentos.

Fernando Rodolfo está dentro de uma Federação União Progressista que reúne União Brasil e Progressistas. Ao mesmo tempo, Fernando Filho amplia sua movimentação e Miguel Coelho vem fortalecendo sua própria rede de apoios.

Nesse tabuleiro, a família Coelho não precisa atacar Fernando Rodolfo.

Basta avançar.

E é exatamente isso que parece estar acontecendo.

O problema para Rodolfo é que, enquanto alguns grupos avançam, seu espaço político precisa ser preservado. E perder nomes que estavam próximos demais pode representar algo maior do que uma simples baixa.

Gersinho, por exemplo, conhecia a estrutura de Rodolfo por dentro. Conhecia seus caminhos políticos, suas alianças e sua estratégia eleitoral. Não era um apoio conquistado ontem.

Era alguém que estava dentro do grupo.

Por isso, sua mudança provoca um tipo diferente de leitura.

O SILÊNCIO DE RODOLFO É O QUE MAIS CHAMA ATENÇÃO

Talvez a questão mais intrigante não seja sequer Gersinho ter escolhido Fernando Filho.

O que chama atenção é a falta de barulho em torno disso.

Em uma eleição proporcional, quando um deputado perde uma liderança importante que poderia ajudá-lo diretamente na construção de votos, normalmente existe reação. Pode ser uma declaração, uma nova aliança, uma resposta política ou até mesmo uma demonstração pública de força.

Quando isso não acontece, o silêncio também passa a ser observado.

E é nesse silêncio que começam as especulações.

Fernando Rodolfo sabe que a eleição de 2026 será diferente. A disputa pela Câmara Federal está cada vez mais pulverizada, com nomes fortes ocupando espaços em diferentes regiões de Pernambuco.

Para quem pretende renovar o mandato, não basta ter presença política.

É preciso ter estrutura eleitoral.

Prefeitos.

Vereadores.

Ex-prefeitos.

Lideranças.

Candidatos a estadual.

E principalmente dobradinhas.

Quando uma dessas peças muda de lado, o impacto pode ser muito maior do que parece.

O “CARUAGARANHENSE” NO CENTRO DO TABULEIRO

Fernando Rodolfo continua sendo uma figura peculiar na política pernambucana. O chamado “Caruagarunhense”, mistura de Caruaru com Garanhuns, construiu uma trajetória que transita entre as duas cidades e regiões.

É justamente essa identidade que volta a ser colocada em xeque neste momento.

Porque, em eleição para deputado federal, identidade política precisa vir acompanhada de território eleitoral.

E território eleitoral precisa ser sustentado por lideranças.

Garanhuns sempre foi uma das principais vitrines políticas de Rodolfo. Mas o deputado também precisa construir uma votação regional e estadual capaz de garantir sua permanência em Brasília.

O problema é que cada baixa em sua estrutura reduz um pouco essa musculatura.

E agora a baixa atende pelo nome de Gersinho.

NÃO É SOBRE OS COELHO. É SOBRE RODOLFO

É importante deixar claro: a movimentação não precisa ser interpretada como um ataque à família Coelho.

Muito pelo contrário.

Fernando Filho é um político experiente, conhece o caminho das urnas e tem sua própria força eleitoral. Miguel Coelho também vem ampliando sua articulação em Pernambuco.

Faz parte do jogo.

A questão central desta história é outra:

por que tantas peças próximas de Fernando Rodolfo estão mudando de posição justamente agora?

Essa é a pergunta que merece resposta.

E talvez a resposta esteja sendo construída nos bastidores.

Pode ser uma simples reacomodação de forças.

Pode ser uma estratégia eleitoral.

Pode ser uma negociação política.

Pode ser apenas a decisão individual de cada liderança.

Mas também pode existir algo maior sendo desenhado enquanto o eleitorado ainda nem percebeu.

JOGADA DE TOALHA OU NOVA ESTRATÉGIA?

Ainda é cedo para dizer que Fernando Rodolfo jogou a toalha.

Mas já não é cedo para afirmar que o cenário dele mudou.

Gersinho deixou de estar na cozinha de Rodolfo e apareceu ao lado de Fernando Filho.

Dona Graça deixou o grupo e se aproximou de Miguel Coelho.

Outras peças também começam a se movimentar.

E tudo isso acontece justamente na largada oficial da corrida eleitoral.

Coincidência?

Estratégia?

Acordo?

Reacomodação?

Ainda não dá para cravar.

Mas uma coisa é certa: quando as peças começam a abandonar uma estrutura sem que o líder faça barulho, o silêncio passa a ser notícia.

E em uma eleição como a de 2026, silêncio demais pode esconder muita coisa.

O tabuleiro está montado. E, pelo jeito, Fernando Rodolfo terá que mostrar muito mais do que discurso para provar que ainda está no jogo.

Pois é! Falei!

PLANO DE GOVERNO DE RAQUEL LYRA TRAZ CONTINUIDADE, GRANDES OBRAS E A PROMESSA DE UM NOVO CICLO PARA PERNAMBUCO

Pernambuco entra em uma nova etapa do calendário eleitoral com a apresentação oficial das diretrizes que devem nortear um eventual segundo mandato da governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD). O plano de governo foi protocolado no sistema DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), reunindo mais de 100 páginas entre ações já realizadas, projetos em andamento e compromissos para os próximos quatro anos.

Com o conceito “Uma transformação que não pode parar”, o documento aposta na continuidade das políticas implementadas desde 2023 e coloca grandes obras de infraestrutura, saúde, educação, segurança, abastecimento de água, habitação, inovação e geração de emprego e renda entre as prioridades.

Na avaliação apresentada pela governadora, Pernambuco viveu uma mudança de rota nos últimos anos e precisa manter o ritmo de investimentos e execução de projetos estruturadores.

“Os próximos quatro anos vão definir os nossos próximos 50 anos. Já fizemos muita coisa boa, e a gente reconhece, em cada recanto do nosso Estado, obras e ações da nossa gestão. Por isso, o trabalho precisa continuar e não vamos permitir que o retrocesso volte a assolar Pernambuco”, afirmou Raquel Lyra.

A governadora também destacou que o plano foi construído a partir de um processo de escuta envolvendo diferentes setores da sociedade e pessoas que acompanham de perto os desafios do Estado.

Entre os projetos de maior impacto previstos para o próximo ciclo estão o Arco Metropolitano, a duplicação da BR-232, a Transnordestina e a conclusão da requalificação do Hospital da Restauração. A proposta apresentada pelo grupo também pretende avançar na interiorização do desenvolvimento, ampliando investimentos e fortalecendo atividades econômicas fora da Região Metropolitana.

A educação aparece entre os principais eixos. O plano prevê a conclusão e equipagem das 250 creches em parceria com os municípios, com a criação de 60 mil vagas na educação infantil, além do fortalecimento das ações de alfabetização na idade certa e de políticas destinadas a reduzir as desigualdades educacionais entre as regiões pernambucanas.

Na saúde, a proposta aponta para a continuidade da reestruturação da rede hospitalar de média e alta complexidade, além da modernização tecnológica e da transformação digital dos serviços públicos. O abastecimento de água também ocupa espaço estratégico, com a previsão de ampliação da cobertura e conclusão de grandes adutoras destinadas principalmente ao Agreste e ao Sertão.

Na segurança pública, Raquel e Priscila Krause defendem a expansão do Juntos Pela Segurança, com reforço da capacidade operacional, inteligência e infraestrutura das forças policiais. O plano também prevê ações para enfrentar o déficit de vagas no sistema prisional e ampliar as políticas de prevenção à violência e de ressocialização.

Outro eixo de destaque é o Morar Bem Pernambuco, que, segundo o plano, deverá ser consolidado e ampliado como uma das principais políticas habitacionais do Estado, com foco na redução do déficit habitacional e na garantia de moradia digna.

No campo econômico, a estratégia mira a consolidação de Pernambuco como maior polo de inovação e da nova economia do Nordeste até 2030, combinando grandes investimentos, fortalecimento dos arranjos produtivos locais, apoio à agricultura familiar e estímulo à geração de emprego e renda.

A Transnordestina também aparece como peça central dessa estratégia, principalmente pela possibilidade de ampliar a integração logística, facilitar o escoamento da produção e criar condições para a chegada de novos investimentos.

O documento ainda contempla a modernização do transporte público da Região Metropolitana do Recife, a integração das periferias às dinâmicas urbanas, o fortalecimento das políticas de proteção às mulheres e a valorização da cultura e da economia criativa como instrumentos de desenvolvimento e atração de turistas.

A vice-governadora e candidata à reeleição, Priscila Krause, destacou o papel da gestão de Raquel na recuperação da confiança entre o Estado, municípios, setor produtivo e população.

Segundo Priscila, o plano representa o resultado de um processo de diálogo e de uma estratégia que pretende manter o ritmo de execução adotado desde o início da atual administração.

O conjunto de propostas, portanto, apresenta uma linha de continuidade para um eventual segundo mandato, com a aposta de que obras iniciadas, programas estruturantes e políticas públicas implantadas desde 2023 possam avançar para uma nova fase.

Entre os 20 principais compromissos apresentados estão:

A modernização tributária e o fortalecimento do ambiente de negócios; a conclusão das 250 creches e criação de 60 mil vagas; a consolidação de Pernambuco como polo de inovação e economia do Nordeste; a execução do Arco Metropolitano e da duplicação da BR-232; o fortalecimento da alfabetização infantil; o incentivo à agricultura familiar; a reestruturação da rede hospitalar; a transformação digital da saúde; a ampliação do abastecimento de água; a conclusão das grandes adutoras do Agreste e Sertão; a expansão do Juntos Pela Segurança; a eliminação do déficit de vagas no sistema prisional; o fortalecimento das políticas de prevenção à violência; a ampliação do Morar Bem Pernambuco; a modernização da rede de proteção às mulheres; o avanço da Transnordestina; a modernização do transporte público do Recife e Região Metropolitana; a interiorização do desenvolvimento; o fortalecimento da cultura e economia criativa; e a ampliação da infraestrutura e integração das periferias.

Com o plano protocolado oficialmente, Raquel Lyra coloca no centro da disputa eleitoral a ideia de continuidade administrativa, apresentando os próximos quatro anos como uma etapa destinada a consolidar obras, programas e investimentos iniciados durante o primeiro mandato.

DÉBORA ALMEIDA VAI À BR-232, MOSTRA OBRA EM ANDAMENTO E DESMONTA FAKE NEWS SOBRE DUPLICAÇÃO NO AGRESTE

A duplicação da BR-232 entre São Caetano e Belo Jardim está saindo do papel — e quem passou pela rodovia nesta sexta-feira (14) pôde conferir de perto o avanço das obras. Foi justamente para mostrar a realidade no trecho que a deputada estadual Débora Almeida esteve no local, acompanhando de perto a execução dos serviços e rebatendo informações falsas que circularam recentemente nas redes sociais.

De capacete e ao lado das máquinas que trabalham na implantação da duplicação, Débora fez questão de registrar o andamento da intervenção. A parlamentar afirmou que, ao contrário do que vinha sendo divulgado, a obra está em execução e conta atualmente com duas frentes de trabalho atuando de forma simultânea: uma avançando a partir de São Caetano e outra partindo de Belo Jardim.

A movimentação no trecho também chamou atenção de quem trafegava pela BR-232. Durante a visita da deputada, motoristas que passavam pela rodovia fizeram um verdadeiro buzinaço, em uma demonstração do impacto e da expectativa que a duplicação provoca entre os moradores e usuários da estrada.

A obra é considerada estratégica para o Agreste e para todo o interior de Pernambuco, especialmente por representar uma mudança importante na mobilidade, na segurança viária e no escoamento da produção regional. A BR-232 é uma das principais ligações entre o Recife e o interior do Estado e concentra diariamente intenso fluxo de veículos.

Ao mostrar as máquinas trabalhando e as duas frentes avançando em sentidos diferentes, Débora Almeida aproveitou para deixar uma mensagem direta diante das informações que tentavam colocar em dúvida a execução do projeto.

“Com certeza a duplicação da BR-232 vai se concretizar, e é uma nova conquista para o nosso povo do Agreste, do Sertão e do interior de Pernambuco”, afirmou a deputada.

A visita ocorre em um momento em que a duplicação da BR-232 se transforma novamente em um dos assuntos mais importantes da infraestrutura pernambucana. Para a região, mais do que uma obra viária, a intervenção representa expectativa de desenvolvimento, redução no tempo de deslocamento e melhoria das condições de tráfego em um dos principais corredores rodoviários do Estado.

Débora, que tem atuação política diretamente ligada ao Agreste, decidiu ir para a margem da estrada e mostrar aquilo que está acontecendo na prática: máquinas trabalhando, equipes em campo e duas frentes avançando para tirar do papel uma das obras mais aguardadas pela população do interior.

No embate entre o que circula nas redes sociais e o que acontece às margens da BR-232, a deputada preferiu mostrar as imagens e o trabalho acontecendo. E, nesta sexta-feira, o cenário encontrado no trecho foi de obra em andamento.

A TODO VAPOR: JANJÃO LARGA NA FRENTE E COMEÇA CAMPANHA PARA A ALEPE COM GRANDE ARRASTÃO EM BOM JARDIM

A campanha para a Assembleia Legislativa de Pernambuco começa oficialmente neste domingo (16), e Janjão chega à largada com o pé no acelerador. O ex-prefeito de Bom Jardim e candidato a deputado estadual inicia a disputa com uma agenda intensa pelo Agreste, passando por quatro municípios e encerrando o primeiro dia de campanha em sua terra natal com uma grande caminhada pelas ruas da cidade.

O domingo começa às 7h, em Bom Jardim, com a participação na Missa na Igreja Matriz de Santana. Depois, Janjão segue para Riacho das Almas, onde, às 9h, participa da apresentação dos candidatos a deputado estadual Janjão e deputado federal Marcelo Gouveia, na Villa Real Recepções, no sentido Vila Rangel. O ato conta com o apoio dos vereadores Dinho da Saúde, Vandilson Barbeiro e Welder.

Às 11h, a agenda chega a Limoeiro, com o Encontro Regional de Lideranças e o lançamento das candidaturas de Ricardo Teobaldo para deputado federal e Janjão para deputado estadual. O encontro acontece no Colombo, com apoio dos vereadores Ronaldo Morais e Nildo Seráfico.

Às 13h, Janjão participa de uma cavalgada em Surubim, com concentração no Parque 3L e encerramento nos Chéus.

Mas é em Bom Jardim que o domingo promete terminar em clima de grande mobilização popular.

Às 15h55, acontece a concentração do Foguete Folia, na Curva de Solon. De lá, Janjão seguirá pelas ruas de Bom Jardim em uma grande caminhada, transformando o primeiro domingo de campanha em um verdadeiro arrastão político até o comitê.

A mobilização terá encerramento na Rua Manoel Augusto, na Praça de São Sebastião, onde estará localizado o comitê de campanha. A expectativa é de uma grande presença de apoiadores, lideranças políticas, amigos e moradores, em uma demonstração de força na cidade onde Janjão construiu sua trajetória política.

O roteiro escolhido para o primeiro dia de campanha diz muito sobre a estratégia do candidato. Janjão começa cedo, percorre diferentes municípios, participa de encontros políticos, dialoga com lideranças e termina o dia caminhando ao lado do povo pelas ruas de Bom Jardim.

O movimento também reforça o protagonismo que Janjão vem conquistando nas articulações para a Assembleia Legislativa. O nome do ex-prefeito passou a circular com força nos bastidores da eleição proporcional e sua capacidade de reunir apoios em diferentes municípios do Agreste vem colocando sua candidatura entre as que despertam atenção nesta largada.

A partir deste domingo, começa oficialmente a corrida pelos votos. E Janjão não parece disposto a tirar o pé do acelerador.

Quatro municípios, uma agenda intensa e um grande arrastão para fechar o primeiro dia. Janjão começa a campanha como terminou a pré-campanha: na estrada, cercado de lideranças e cada vez mais próximo do povo.

É a todo vapor.

HENRIQUE GÓIS FAZ E MOSTRA: PREFEITURA AVANÇA COM MAIS DE 20 KM DE ESTRADAS RECEBENDO TERRAPLANAGEM EM PARANATAMA

A gestão do prefeito Henrique Góis vem mostrando, na prática, que cuidar das estradas também é cuidar diretamente da população. Em Paranatama, mais de 20 quilômetros de estradas estão recebendo serviços de terraplanagem, melhorando as condições de tráfego e garantindo mais segurança para quem utiliza diariamente as vias da zona rural.

O trabalho atende uma necessidade importante do município, especialmente para moradores que dependem das estradas para chegar ao trabalho, estudar, buscar atendimento de saúde, cuidar da família e também transportar a produção rural.

A terraplanagem representa uma ação que pode parecer simples, mas que faz uma diferença enorme na rotina de quem vive no campo. Estrada bem cuidada significa mais mobilidade, menos dificuldade no deslocamento e melhores condições para o produtor rural escoar sua produção.

Henrique Góis tem apostado justamente nesse tipo de ação, levando a estrutura da Prefeitura para perto de quem mais precisa. O resultado é uma gestão que começa a ser percebida não apenas pelos grandes anúncios, mas principalmente pelo trabalho realizado nas comunidades e nas estradas que fazem a ligação entre a zona rural e a cidade.

Em mensagem divulgada nas redes sociais, o prefeito destacou o andamento dos serviços e agradeceu o apoio do deputado estadual Jarbas Filho, além de reconhecer a atenção da governadora Raquel Lyra com o município de Paranatama.

“É trabalho acontecendo!”, resumiu Henrique Góis ao apresentar as ações.

E, quando o assunto é estrada, o morador sabe reconhecer rapidamente quando o trabalho chega. Henrique Góis mostra que faz bem quando transforma promessa em serviço e coloca máquina para trabalhar onde a população realmente precisa.

A expectativa é de que novas ações continuem avançando pelo município, fortalecendo a infraestrutura rural e melhorando a qualidade de vida dos paranatamenses.

NA LUPA — Na prática, estrada recuperada é mais que infraestrutura: é dignidade, mobilidade e desenvolvimento para quem vive em Paranatama.