sábado, 31 de janeiro de 2026
PRESIDENTE DO HOSPITAL DE AMOR VISITA OBRAS EM GARANHUNS
HOSPITAL INFANTIL PALMIRA SALES ADERE AO PROGRAMA AGORA TEM ESPECIALISTAS, DO GOVERNO FEDERAL
MONZA NAS ALTURAS: O DIA EM QUE A CHEVROLET LEVOU UM CARRO AO TOPO DO CORCOVADO EM UBATUBA
A ideia era simples no conceito e gigantesca na execução. Colocar o carro no alto de uma montanha de difícil acesso representava, de forma visual e direta, a posição de liderança da Chevrolet no mercado nacional. Mas entre a concepção criativa e a imagem final exibida na TV, houve uma complexa operação logística que mais parecia missão de cinema do que gravação publicitária.
Para viabilizar a cena, uma equipe técnica completa de áudio e vídeo foi mobilizada, além de profissionais especializados em transporte aéreo de carga. O Monza não subiu a montanha rodando — na verdade, ele nem sequer estava inteiro. Antes da operação, o veículo passou por um processo de “emagrecimento”: portas, capô, bancos, vidros e vários acessórios foram retirados. O motor também ficou de fora. Restou basicamente a carroceria, preparada para ser içada.
O transporte foi feito com o auxílio de um helicóptero equipado com cabos de aço, que ergueu a estrutura do carro até o topo do Corcovado. A imagem do automóvel suspenso no ar, cruzando o céu rumo à montanha, já era por si só digna de roteiro publicitário. Lá em cima, a equipe remontou o Monza apenas com os elementos necessários para a aparência externa. O carro não funcionava — era, naquele momento, um símbolo estático, construído exclusivamente para a câmera.
As filmagens exploraram ao máximo a imponência do local. O contraste entre o automóvel e a paisagem natural reforçava a mensagem pretendida: o Monza estava no topo, acima de todos, em um lugar onde poucos chegavam. A metáfora era clara e dialogava diretamente com o cenário do mercado automotivo brasileiro, que vivia um dos períodos mais competitivos de sua história.
Concluída a gravação, o processo foi todo revertido. O veículo foi novamente desmontado no alto da montanha e transportado de volta, peça por peça, seguindo rigorosos protocolos de segurança. Nada foi deixado para trás, e a natureza do local foi preservada após a ação.
O comercial começou a ser exibido amplamente a partir de 1994 e rapidamente se tornou um dos filmes publicitários mais marcantes da Chevrolet no Brasil. Produzido pela agência McCann Erickson, hoje McCann World Group, ele ganhou ainda mais força com a narração do locutor Ferreira Martins, cuja voz grave e imponente ajudou a eternizar a peça na memória do público.
Mais do que vender um carro, a campanha vendeu uma imagem de supremacia. Ao colocar o Monza literalmente nas alturas, a Chevrolet transformou uma montanha em metáfora de mercado e fez da publicidade um espetáculo logístico, visual e simbólico que até hoje é lembrado como um dos feitos mais curiosos e ousados da propaganda automotiva nacional.
JANJÃO LIDERA CENTENÁRIO HISTÓRICO E BOM JARDIM VIVE A MAIOR FESTA DE SÃO SEBASTIÃO DE TODOS OS TEMPOS
São 100 anos de devoção celebrados em grande estilo, com uma programação que se estendeu por 12 dias, envolveu a sede e distritos como Bizarra e Tamboatá, e reuniu mais de 20 atrações. Sob a coordenação da gestão municipal, a festa ganhou estrutura ampliada, valorização da cultura local e grandes shows que atraem visitantes de diversas cidades, fortalecendo a economia e o turismo religioso.
A chamada Noite da Prefeitura simbolizou esse protagonismo da administração municipal. O momento, marcado por espiritualidade e reconhecimento histórico, contou com terço, novena e celebração eucarística, mas também trouxe ações concretas de valorização cultural. O lançamento do livro “Histórias do Centenário da Festa de São Sebastião”, do escritor bonjardinense Gustavo Braz, e a inauguração da Casa do Artesão reforçaram o compromisso da gestão Janjão com a memória e com os trabalhadores da cultura local. O encerramento festivo, com show no Pátio de Eventos João Salvino Barbosa, mostrou a capacidade de organização de uma estrutura pensada para acolher milhares de pessoas com segurança.
A programação artística também reflete a dimensão que a festa alcançou sob a atual gestão. A tradicional Noite dos Motoristas levou ao palco nomes consagrados como Limão com Mel, Os Tralhas e Valéria Cavalcanti, transformando Bom Jardim em um grande polo de entretenimento regional. No domingo, a integração entre natureza, cultura e tradição marcou o Verão na Pedra do Navio, com shows de Geraldinho Lins e da Orquestra de Frevo Bonjardinense, enquanto a 5ª Cavalgada de São Sebastião reforçou as raízes rurais do município. À noite, apresentações de frevo, passistas e grupos de caboclinhos deram o tom da identidade popular preservada e incentivada pela administração.
Mesmo com a forte programação cultural, o eixo central da festa continua sendo a fé — e nisso a parceria entre a Prefeitura e a Paróquia de Sant’Ana foi fundamental. A estrutura de apoio aos momentos religiosos, que incluem missas, novenas e a tradicional procissão, recebeu atenção especial, garantindo organização e acolhimento aos fiéis.
O encerramento, no Dia de São Sebastião, promete ser à altura do centenário. Desde a alvorada até a procissão pelas principais ruas da cidade, Bom Jardim se volta para a devoção ao santo padroeiro. À noite, os shows de Seu Desejo, Rey Vaqueiro e Kiko Chicabana devem reunir uma multidão no Pátio de Eventos, selando uma edição histórica.
Ao completar 100 anos, a Festa de São Sebastião reafirma sua força como patrimônio cultural e religioso. E, neste marco simbólico, a gestão do prefeito Janjão consolida seu nome como a administração que conduziu o centenário com grandeza, estrutura e valorização das tradições que formam a identidade do povo bonjardinense.
FELLYPE MARTINS AMPLIA BASE NO AGRESTE E RECEBE APOIO DE LIDERANÇA POLÍTICA DE CARUARU
Caruaru, considerada um dos principais polos econômicos e políticos do interior, tem papel decisivo nas disputas eleitorais estaduais. A entrada de Luciel no projeto de Fellype Martins é vista como um passo importante na consolidação de alianças com representantes que possuem atuação comunitária e trânsito entre diferentes segmentos sociais. Reconhecido pelo trabalho próximo às comunidades caruaruenses, Luciel Emerson destacou que a parceria nasce da identificação com uma proposta de mandato participativo e voltado para resultados concretos.
Segundo ele, a política precisa estar conectada às necessidades reais das pessoas, especialmente nas áreas de serviços públicos essenciais e fortalecimento dos municípios. A aproximação com Fellype, de acordo com Luciel, ocorre justamente por enxergar na pré-candidatura um canal de diálogo aberto com as bases e compromisso com pautas que impactam o cotidiano da população.
Para Fellype Martins, o apoio simboliza mais do que um reforço político: representa a soma de forças em torno de um projeto coletivo para Pernambuco. O pré-candidato tem defendido a construção de um mandato pautado pelo diálogo, pela escuta ativa das comunidades e pela defesa de políticas públicas que promovam desenvolvimento regional com justiça social. Em suas declarações, ele tem enfatizado a importância de unir lideranças locais que conhecem de perto os desafios enfrentados pelos municípios.
A pré-candidatura de Fellype vem ganhando visibilidade justamente pelo discurso centrado no cuidado com as pessoas e na valorização das cidades do interior, muitas vezes carentes de maior atenção do poder público estadual. A estratégia passa por fortalecer vínculos com representantes locais, ampliar a presença em diferentes regiões e consolidar uma rede de apoios que dê sustentação a uma atuação parlamentar voltada para resultados práticos.
Com a adesão de Luciel Emerson, o projeto político de Fellype Martins avança no Agreste e sinaliza que a disputa por espaço na Assembleia Legislativa deverá ser marcada por uma forte mobilização regional e pela busca de conexões diretas com as bases municipais.
GOIANA VIRA PALCO DE ESPORTE, INCLUSÃO E TURISMO EM EVENTO QUE MOBILIZA A ORLA E REÚNE ÍDOLOS NACIONAIS
A iniciativa foi coordenada pela Associação BH Sports, em parceria com as secretarias municipais de Esportes e Educação, e teve como foco principal usar a prática esportiva como instrumento de formação humana. Ao integrar esporte, lazer, educação e turismo, o projeto reforçou o papel das políticas públicas voltadas ao esporte educacional, mostrando que a quadra de areia também pode ser espaço de aprendizado, inspiração e transformação social.
Durante todo o dia, o público acompanhou disputas e atividades de beach soccer, vôlei de praia e beach tênis. As arenas montadas à beira-mar atraíram olhares curiosos e arquibancadas cheias, com famílias inteiras torcendo, registrando momentos e incentivando os participantes. A atmosfera foi de festa, mas também de oportunidade: além das competições, clínicas esportivas ofereceram aulas práticas e orientações teóricas, permitindo que crianças e adolescentes aprendessem diretamente com instrutores experientes.
Um dos pontos altos da programação foi o projeto “De Cara com o Ídolo – Educação se Faz com Exemplo”. A ação aproximou jovens estudantes de atletas convidados em oficinas, palestras motivacionais, rodas de conversa e jogos interativos. Mais do que ensinar técnicas esportivas, a proposta buscou compartilhar histórias de superação, disciplina e foco, estimulando o protagonismo juvenil e mostrando que o esporte pode abrir portas dentro e fora das quadras.
Com acesso gratuito, o evento priorizou a participação de crianças e adolescentes, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social. A expectativa da organização era alcançar cerca de duas mil pessoas ao longo do dia, entre participantes, familiares e espectadores, ampliando o alcance social da iniciativa e fortalecendo o vínculo entre escola, comunidade e práticas saudáveis de convivência.
O impacto do Goiana Beach Sports também se estendeu à formação profissional. Professores e educadores físicos da rede municipal participaram de oficinas voltadas a metodologias esportivas e à gestão de eventos, ampliando o repertório técnico dos profissionais e preparando o município para desenvolver novas ações na área. A troca de experiências reforçou a ideia de que investir em capacitação é essencial para manter projetos esportivos ativos e inclusivos ao longo do ano.
Mais do que um simples torneio, o evento foi pensado como estratégia de transformação social. Em contextos onde muitos jovens enfrentam falta de oportunidades e carência de espaços seguros de convivência, o esporte surge como ferramenta poderosa de inclusão, disciplina e construção de valores. A movimentação na orla mostrou, na prática, como atividades bem estruturadas podem gerar pertencimento e fortalecer laços comunitários.
O reflexo positivo também foi sentido fora das arenas. O comércio local registrou aumento no fluxo de clientes, e a presença de visitantes ajudou a impulsionar o turismo da cidade. A combinação entre entretenimento, educação e inclusão social projetou o nome de Goiana no cenário esportivo regional e consolidou o Goiana Beach Sports como um marco no calendário do município — um dia em que a areia virou sala de aula, arquibancada e ponto de encontro para celebrar o esporte como ferramenta de futuro.
COM ATÉ 35 KM/L E PREÇO ESTIMADO EM R$ 20 MIL, BAJAJ QUTE FICA FORA DO BRASIL POR EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA
Produzido pela indiana Bajaj Auto, gigante mundial do setor de duas rodas, o Qute é classificado como quadriciclo leve. O veículo tem menos de três metros de comprimento, pesa cerca de 400 quilos e utiliza um motor monocilíndrico de 217 cilindradas, semelhante ao de motocicletas. Compacto e econômico, ele foi pensado para ser uma solução de mobilidade urbana de baixo custo, especialmente em países em desenvolvimento.
Em mercados como México, Egito e Turquia, o modelo já circula com boa aceitação, sendo utilizado tanto para transporte individual quanto para pequenos serviços urbanos. O consumo reduzido e o valor de venda na faixa dos 3 mil dólares ajudaram a criar a imagem de um possível “carro popular moderno”, despertando interesse também entre consumidores brasileiros.
No entanto, a legislação nacional impôs um freio definitivo aos planos da montadora. Para que um veículo seja vendido como automóvel de passeio no Brasil, é obrigatório cumprir uma série de exigências de segurança, como a presença de airbags, reforços estruturais e aprovação em testes de impacto dentro dos padrões estabelecidos pelas normas brasileiras. O Qute, projetado para regulamentações mais flexíveis, não atende a esses critérios.
Segundo avaliações do setor automotivo, até houve estudos sobre possíveis adaptações para adequar o modelo às regras brasileiras, mas os custos de desenvolvimento e certificação acabariam elevando o preço final, tirando justamente o principal atrativo do veículo: o baixo valor.
Com isso, a Bajaj mantém sua estratégia brasileira focada exclusivamente em motocicletas. A empresa tem ampliado sua presença no país com modelos de média cilindrada, como as Dominar 160, 200, 250 e 400, além de investir na consolidação de sua operação industrial e rede de concessionárias.
Apesar do veto no Brasil, o Qute continua nos planos da marca para outros países da América do Sul. O Paraguai é um dos mercados avaliados, já que possui normas de homologação menos rigorosas, o que pode permitir a venda do minicarro sem grandes modificações.
O caso evidencia o desafio de trazer soluções de mobilidade ultracompactas para o Brasil, onde a busca por veículos mais baratos esbarra frequentemente em regras de segurança mais rígidas — fundamentais para a proteção dos ocupantes, mas que elevam custos e limitam alternativas de entrada no mercado.