quinta-feira, 9 de abril de 2026
COM ARTICULAÇÃO DE SILVIO COSTA FILHO, PERNAMBUCO GANHA ROTA COM CABO VERDE
EDUARDO E LULA DA FONTE APRESENTAM PROJETO QUE ISENTA PROFESSORES DO IMPOSTO DE RENDA
SOB SUSPEITA E SOB PRESSÃO, PRESIDENTE DA CÂMARA DE ARCOVERDE É ALVO DE NOVAS PROVAS E PODE PAGAR CARO POR INSISTIR NA ADVOCACIA
Novas provas vieram à tona e reforçam uma acusação que, embora não seja inédita em sua trajetória, volta com mais peso: o exercício da advocacia em situação de incompatibilidade com o cargo que ocupa. A legislação é clara ao vedar que integrantes da Mesa Diretora do Poder Legislativo — caso do presidente da Câmara — atuem como advogados. Ainda assim, os registros indicam que Pacheco pode ter ignorado esse limite de forma reiterada.
Entre os episódios citados, consta sua participação em uma sessão do júri na 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, em abril de 2025. Como se não bastasse, surgem também registros de atuação em 30 de julho do mesmo ano na Vara Única da Comarca de Itaíba, já em território pernambucano, além de nova participação em fevereiro de 2026, desta vez na Segunda Turma da Câmara Regional do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Não se trata, portanto, de um fato isolado, mas de uma sequência de atuações que, se confirmadas, desmontam qualquer tentativa de tratar o caso como exceção.
Diante desse conjunto de evidências, foi formalizada uma representação contra o parlamentar junto à Ordem dos Advogados do Brasil. A peça aponta infração disciplinar com base no artigo 28, inciso I, da Lei Federal nº 8.906/94 — o Estatuto da Advocacia — que estabelece de forma inequívoca a incompatibilidade entre o exercício da advocacia e cargos de direção no Legislativo. Em termos práticos, não há margem para interpretação conveniente: ou se exerce uma função, ou a outra.
Com a denúncia protocolada, o caso passa agora para análise do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB em Pernambuco. Caso as irregularidades sejam confirmadas, o desfecho pode incluir desde sanções administrativas até a suspensão do registro profissional, o que representaria um golpe direto na carreira jurídica de Pacheco.
Mas o cerco não se limita ao campo profissional. No âmbito político, o presidente da Câmara já enfrenta um pedido de cassação de mandato, que avança dentro da própria Casa Legislativa. A formação de uma comissão julgadora, definida por sorteio recente, sinaliza que o processo deixou de ser uma ameaça distante para se tornar uma possibilidade concreta.
O elemento que torna o caso ainda mais sensível é o histórico. Em 2010, quando ocupava pela primeira vez a presidência da Câmara, Luciano Pacheco já havia sido alvo de representação na OAB pelo mesmo motivo. À época, foram solicitadas medidas como o licenciamento da atividade profissional, abertura de processo ético-disciplinar e aplicação de sanções. Agora, mais de uma década depois, o roteiro parece se repetir — com o agravante da reincidência, que pesa tanto na avaliação institucional quanto na percepção pública.
Além das possíveis punições administrativas, a representação também levanta questionamentos mais profundos, como a validade dos atos processuais praticados pelo parlamentar enquanto exercia simultaneamente as duas funções. Caso se confirme a irregularidade desde janeiro de 2025, quando assumiu a presidência da Câmara, abre-se um flanco jurídico que pode ir além da esfera disciplinar e atingir diretamente processos nos quais atuou como advogado.
No fim das contas, o que está em jogo não é apenas a permanência de Luciano Pacheco no comando do Legislativo municipal ou sua atuação na advocacia. O caso expõe, de forma incômoda, os limites entre o exercício do poder político e o respeito às regras que regem as instituições. E, à medida que novas provas surgem, a margem para explicações diminui — enquanto a pressão, essa sim, só aumenta.
COM ANDRÉ RAIMUNDO, CACHOEIRINHA ALCANÇA O MAIOR ÍNDICE DE ALFABETIZAÇÃO DA SUA HISTÓRIA
O ICA é um indicador nacional que mede o nível de alfabetização dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental, avaliando habilidades como leitura de palavras, frases e textos curtos, interpretação de informações explícitas e compreensão de conteúdos que combinam linguagem verbal e não verbal. O índice integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e representa um importante parâmetro para acompanhar o desenvolvimento educacional das crianças na idade certa.
Os resultados demonstram a evolução consistente da educação no município. Em 2023, Cachoeirinha registrou 56,7% de alunos alfabetizados. Já em 2024, o percentual subiu para 63,59%. Em 2025, o município alcançou 88,75% de crianças alfabetizadas, superando a meta prevista de 64,3% e consolidando o maior índice da história local.
O resultado reflete o compromisso da gestão municipal com o fortalecimento da educação, por meio de investimentos em formação continuada de professores, acompanhamento pedagógico, melhoria da estrutura das escolas e desenvolvimento de ações voltadas à aprendizagem na idade certa.
O prefeito André Raimundo comemorou o resultado e destacou o empenho coletivo que contribuiu para a conquista:
“Esse resultado demonstra que investir na educação é transformar o futuro da nossa cidade. Superar a meta estabelecida e alcançar o maior índice da história de Cachoeirinha é fruto do trabalho sério realizado por toda a rede municipal de ensino. Nosso reconhecimento a cada professor, gestor, coordenador, auxiliar, estudante e família que contribuíram para essa conquista.”
O avanço no Indicador Criança Alfabetizada reafirma a efetividade das políticas públicas educacionais adotadas pelo município, fortalecendo o compromisso com a alfabetização na idade certa.
A Prefeitura de Cachoeirinha segue priorizando ações que garantam melhores condições de ensino, valorização dos profissionais da educação e oportunidades de aprendizagem para todas as crianças, contribuindo diretamente para o desenvolvimento social e educacional do município.
MARÍLIA ARRAES E HUMBERTO COSTA LIDERAM DISPUTA AO SENADO EM PERNAMBUCO, APONTA PESQUISA SIMPLEX
No primeiro cenário, Marília Arraes aparece com 18,2% das intenções de voto, seguida por Humberto Costa com 12,9%. Em empate técnico figuram Túlio Gadêlha (PSD) e Anderson Ferreira (PL), ambos com 7,2%, seguidos por Eduardo da Fonte (PP) com 6% e Armando Monteiro (PODEMOS) com 4,1%. Fernando Dueire (PSD), Paulo Rumbem Santiago (REDE) e Jô Cavalcanti (PSOL) registram percentuais inferiores a 1,1%. O índice de indecisos ou que não quiseram responder soma 22,7%, enquanto brancos, nulos ou nenhum somam 19,2%. Considerando apenas os votos válidos, Marília Arraes lidera com 31,3%, com Humberto Costa em segundo lugar, com 22,2%.
A pesquisa também analisou cenários alternativos, ajustando a presença de alguns candidatos. No segundo cenário, sem Eduardo da Fonte e com Miguel Coelho (UB), Marília Arraes e Humberto Costa continuam à frente, com 15,3% e 12,3% respectivamente, seguidos por Miguel Coelho com 9%. Já no terceiro cenário, com a inclusão de Mendonça Filho (PL) e Eduardo da Fonte (PP), Marília mantém a liderança com 16,5%, seguida por Humberto Costa com 11,9%. O quarto cenário, combinando Miguel Coelho e Mendonça Filho, reafirma a vantagem da dupla liderando, com 15,7% e 11,8%.
A pesquisa ouviu 1.067 pessoas em 139 municípios pernambucanos, por telefone, e apresenta margem de erro de 3 pontos percentuais, com grau de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-04864/2026.
No cenário político, Marília Arraes e Humberto Costa estão na chapa da Frente Popular de Pernambuco, que apoia o pré-candidato ao governo João Campos (PSB), sendo Humberto Costa candidato à reeleição. A governadora Raquel Lyra (PSD), por sua vez, tem Túlio Gadêlha como seu primeiro nome ao Senado, ainda sem definição da segunda vaga, com possibilidade de indicar Miguel Coelho (UB) ou Eduardo da Fonte (PP) na chapa.
Com a aproximação das eleições, a pesquisa Simplex reforça a tendência de liderança consolidada de Marília Arraes e Humberto Costa, evidenciando a importância das alianças políticas e do cenário eleitoral no estado para os próximos meses.
TROCA DE INDIRETAS ESCANCARA EMBATE POLÍTICO SOBRE INFRAESTRUTURA E LEGADO ADMINISTRATIVO EM PERNAMBUCO
Durante agenda pública, Raquel Lyra adotou um tom firme ao comentar críticas direcionadas à sua gestão. Sem citar nomes diretamente, a governadora ressaltou que cobranças são naturais no ambiente democrático, mas fez questão de pontuar o que considera incoerência nas críticas recebidas. “Quando vêm com críticas, é natural da democracia, mas não me cobrem em três anos o que tiveram a oportunidade de fazer e não fizeram”, afirmou, em uma declaração interpretada como resposta direta ao grupo político adversário.
A fala ocorre após João Campos intensificar críticas à malha rodoviária pernambucana, destacando, sobretudo, a diferença estrutural entre rodovias estaduais na divisa com o Ceará. Segundo ele, ao comparar a CE-494 com a PE-585, o contraste seria evidente: enquanto a estrada cearense apresenta boas condições, a via pernambucana enfrenta problemas como buracos e falta de manutenção, o que, de acordo com o socialista, compromete a segurança e a mobilidade de quem trafega pela região.
Ao levantar o tema, João Campos afirmou que a situação representa um “retrato do que está sendo feito errado” e defendeu que Pernambuco pode avançar mais na área de infraestrutura. A crítica, no entanto, abriu espaço para questionamentos dentro do próprio debate político, especialmente pelo histórico administrativo do grupo ao qual o pré-candidato pertence.
Isso porque o Partido Socialista Brasileiro (PSB), legenda de João Campos, governou Pernambuco por 16 anos consecutivos. Nesse período, o estado esteve sob a liderança de figuras como Eduardo Campos e Paulo Câmara, ambos aliados diretos do atual pré-candidato. Durante essas gestões, diversas rodovias estaduais enfrentaram problemas recorrentes, incluindo trechos hoje novamente citados no debate público.
Entre os exemplos mencionados por críticos está a própria PE-585, além de outras importantes vias do interior, como a PE-320, que corta municípios estratégicos do Sertão, incluindo Serra Talhada, São José do Egito, Afogados da Ingazeira e Tabira. Ao longo dos anos, essas estradas foram alvo de reclamações frequentes da população, principalmente por conta da deterioração estrutural e da falta de intervenções contínuas.
Outro ponto que reforça o embate político é o histórico de atuação de João Campos dentro da administração estadual. Antes de assumir a Prefeitura do Recife, ele ocupou o cargo de chefe de gabinete durante o governo de Paulo Câmara, período que também é citado por adversários como crítico para a infraestrutura rodoviária do estado.
Nesse contexto, a troca de declarações vai além de críticas pontuais e revela uma disputa mais ampla sobre responsabilidade administrativa e continuidade de políticas públicas. De um lado, a atual gestão busca destacar ações recentes e relativizar cobranças com base no tempo de governo. Do outro, a oposição tenta evidenciar problemas atuais como reflexo de falhas na condução estadual.
O embate também reforça o tom que deve marcar o debate eleitoral em Pernambuco nos próximos meses, com foco não apenas em propostas futuras, mas principalmente na avaliação de gestões passadas e na tentativa de atribuir responsabilidades pelos desafios estruturais que ainda persistem no estado.
CHÃ GRANDE SE PREPARA PARA GRANDE FESTA DO TRABALHADOR COM MANO WALTER, REVELAÇÃO E PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NO CENTRO DA CIDADE
Após a confirmação de Edson Gomes, um dos maiores nomes do reggae nacional, que fará sua estreia histórica na cidade no dia 1º de maio, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Turismo, ampliou a grade de atrações, aumentando ainda mais a expectativa do público.
Para a noite da quinta-feira (30), véspera de feriado, sobem ao palco o cantor Mano Walter, conhecido por arrastar multidões com seus sucessos no forró, e a banda Lairton e Seus Teclados, tradicional no cenário nordestino. As apresentações estão previstas para começar a partir das 21h, dando início à festa com muito ritmo e animação.
Já na sexta-feira (1º), feriado do Dia do Trabalhador, a programação começa mais cedo, às 16h, transformando o centro da cidade em um grande espaço de celebração. Além do aguardado show de Edson Gomes, o público também poderá curtir o pagode do Grupo Revelação, que promete embalar a multidão com seus grandes sucessos em uma tarde e noite marcadas pela diversidade musical.
A Festa do Trabalhador em Chã Grande se consolida, mais uma vez, como um evento que valoriza a cultura, promove o lazer e aquece a economia local, reunindo moradores e visitantes em um ambiente de confraternização. A expectativa é de grande público nos dois dias, com estrutura preparada para garantir segurança e conforto aos participantes.
Segundo a Prefeitura, novas atrações ainda devem ser anunciadas nos próximos dias, ampliando ainda mais a programação e reforçando o compromisso de oferecer uma festa à altura da tradição e da importância da data para os trabalhadores do município e de toda a região.