sexta-feira, 4 de setembro de 2026

CANDIDATA A DEPUTADA ESTADUAL, SOCORRINHO DECLARA APOIO A EDUARDO DA FONTE PARA O SENADO

O candidato ao Senado e deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) recebeu, nesta quinta-feira (3), o apoio de Maria do Socorro Alvares Mariz, conhecida como Socorrinho, candidata a deputada estadual e liderança de Vitória de Santo Antão. A adesão fortalece a articulação política de Eduardo no município e amplia a construção de um projeto voltado ao desenvolvimento de Vitória e de toda a Zona da Mata Sul de Pernambuco.

Com uma trajetória marcada pela defesa da saúde e das mulheres, Socorrinho se soma ao projeto político que busca ampliar a representação de Vitória de Santo Antão e da Zona da Mata Sul. A parceria reforça o compromisso de Eduardo da Fonte com pautas estratégicas para a região, especialmente na saúde pública, com o fortalecimento dos hospitais que atendem 100% pelo SUS, além de iniciativas em outras áreas para promover desenvolvimento e melhorar a qualidade de vida da população.

Eduardo da Fonte destacou a importância do apoio e ressaltou sua relação com Vitória de Santo Antão. “Fico muito feliz em receber o apoio de Socorrinho, uma mulher forte, que tem uma trajetória de dedicação e relevantes serviços prestados a Pernambuco. Recebo essa confiança com muita alegria e responsabilidade, especialmente por poder contar com seu apoio para construir um projeto que quero levar ao Senado: ser o senador de Vitória, o senador da Saúde e o senador de Pernambuco”, afirmou o progressista.

Socorrinho ressaltou a confiança no trabalho de Eduardo da Fonte e destacou a importância de unir forças em defesa de Vitória de Santo Antão e da Zona da Mata Sul. “Eduardo tem um trabalho reconhecido em Pernambuco, especialmente na saúde, e é alguém que conhece de perto as necessidades da nossa região. Declaro meu apoio porque acredito que ele pode levar para o Senado a força e a voz de Vitória de Santo Antão, defendendo os interesses da nossa população e buscando mais investimentos para a Zona da Mata Sul”, afirmou a candidata. 

Foto: Pedro Henrique.

PERNAMBUCO REGISTRA EM AGOSTO OS MENORES NÚMEROS DE MVIs E CVPS DAS SÉRIES HISTÓRICAS

Foram contabilizadas 212 Mortes Violentas Intencionais, menor número desde o início da série histórica, em 2004, e 1.241 Crimes Violentos contra o Patrimônio, menor quantitativo da série iniciada em 2011
Pernambuco encerrou o mês de agosto com os menores números de Mortes Violentas Intencionais (MVIs) e de Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs) registrados nas respectivas séries históricas, iniciadas em 2004 e 2011. No mês, foram contabilizadas 212 MVIs e 1.241 ocorrências de CVPs. O mesmo cenário é observado no acumulado de janeiro a agosto de 2026, período em que foram registradas 1.853 MVIs e 12.199 ocorrências de CVPs, os menores quantitativos para os oito primeiros meses do ano nas respectivas séries históricas. Os dados são preliminares e foram consolidados pela Gerência Geral de Análise Criminal e Estatística (GGACE) da Secretaria de Defesa Social (SDS).

“Agosto é o quinto mês de 2026 com registro inferior a 230 Mortes Violentas Intencionais. Os dados são acompanhados de forma contínua pelas forças de segurança pública e orientam as ações de prevenção e repressão à criminalidade no Estado”, afirmou o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho.

Na comparação com agosto de 2025, as Mortes Violentas Intencionais apresentaram redução de 18,1%, passando de 259 para 212 casos em agosto de 2026, uma diferença de 47 ocorrências. No acumulado de janeiro a agosto, foram registrados 1.853 casos em 2026, ante 2.127 no mesmo período de 2025, o que corresponde a uma redução de 12,9% e a 274 ocorrências a menos.

Nos Crimes Violentos contra o Patrimônio, a redução em agosto foi de 44% na comparação com o mesmo mês de 2025. O número de ocorrências passou de 2.214 para 1.241, uma diferença de 973 casos. De janeiro a agosto, foram registrados 12.199 casos em 2026, ante 20.937 no mesmo período de 2025, uma redução de 42%, com 8.738 ocorrências a menos.

NA LUPA | RAQUEL VIRA ALVO DE UMA CAMPANHA QUE DESCEU AO TERRENO MAIS BAIXO DA POLÍTICA

A eleição de Pernambuco já não está apenas disputada nas ruas, nas pesquisas e nos palanques. Em alguns momentos, ela parece ter descido para um terreno muito mais perigoso: o da tentativa de destruir a imagem pessoal dos candidatos.

E, nesse episódio específico, Raquel Lyra aparece como vítima de um ataque que ultrapassou todos os limites aceitáveis da disputa eleitoral.

O panfleto apócrifo que acusa a governadora de ter matado o marido para ganhar uma eleição não é crítica administrativa, não é divergência ideológica e muito menos confronto político.

É uma acusação pessoal, brutal e sem qualquer relação com o debate que deveria orientar a escolha do próximo governador de Pernambuco.

Raquel reagiu. Procurou as autoridades, acionou os órgãos competentes e agora cobra que a investigação encontre quem está por trás do material.

Está no seu direito.

E mais: é obrigação das instituições esclarecer o caso.

QUANDO A POLÍTICA PERDE A VERGONHA

Uma coisa é adversário atacar adversário.

Isso faz parte da democracia.

Pode-se questionar uma obra, criticar uma decisão, apontar problemas de gestão, comparar governos, contestar números e até fazer oposição dura.

Outra coisa completamente diferente é transformar uma tragédia familiar em instrumento de campanha.

É aí que a disputa perde qualquer verniz de civilidade.

Raquel não está reclamando de uma crítica política. Está denunciando um ataque que atingiu sua história pessoal, sua família e a memória do marido.

E é justamente nesse ponto que a campanha precisa parar e olhar para si mesma.

Até onde vale tudo para ganhar uma eleição?

A VÍTIMA NÃO PODE VIRAR CULPADA POR SER ATACADA

Há algo particularmente perverso quando uma candidata é atacada e, em seguida, precisa gastar energia política explicando que não foi responsável pelo próprio ataque.

Raquel afirmou que, depois de denunciar o episódio, passou a ser colocada no centro da autoria do material.

É uma inversão preocupante.

Quem deveria estar no foco da investigação é quem produziu, financiou ou distribuiu o panfleto — não a pessoa que aparece como alvo da acusação.

Se houver participação de qualquer grupo político, que a investigação revele.

Mas, enquanto isso não acontece, transformar a vítima em suspeita apenas amplia o dano provocado pelo próprio ataque.

A INDIGNAÇÃO SELETIVA

E aqui aparece uma das faces mais desconfortáveis da política.

É fácil defender respeito quando o ataque atinge alguém do nosso lado.

O verdadeiro teste acontece quando a vítima é o adversário.

Será que os mesmos que hoje condenam esse tipo de expediente teriam a mesma indignação se o alvo fosse João Campos?

A pergunta vale para todos.

Porque democracia não pode ter uma regra para o aliado e outra para o adversário.

O limite precisa existir antes do ataque, e não apenas depois que ele atinge quem está no nosso campo.

RAQUEL TAMBÉM ENTRA NA DISPUTA COMO MULHER

Ao relacionar o episódio às dificuldades enfrentadas por mulheres na política, Raquel tenta colocar outra questão em evidência.

Segundo ela, ocupar um espaço de poder já é difícil e permanecer nele seria ainda mais complicado diante da resistência masculina.

A declaração ganha peso justamente porque o ataque não ficou restrito à sua atuação como governadora.

Ele atingiu sua condição de mulher, sua família e sua história pessoal.

É uma diferença importante.

Uma campanha pode questionar a governadora.

Não deveria precisar destruir a mulher para tentar derrotar a candidata.

A TECNOLOGIA PODE PIORAR O QUE JÁ É RUIM

A discussão sobre inteligência artificial entra no mesmo cenário.

Raquel defende o uso da tecnologia, mas afirma que quem ultrapassar os limites precisa responder, seja de sua campanha ou da campanha adversária.

A regra deveria ser simples.

Não interessa quem produziu.

Não interessa para quem serve.

Não interessa contra quem foi feito.

Se é falso, criminoso ou utilizado para manipular o eleitorado, precisa ser investigado.

A tecnologia não pode transformar a eleição em uma fábrica de ataques anônimos onde ninguém assume a autoria e todos apenas exploram o resultado.

O PASSADO POLÍTICO VOLTA COMO MUNIÇÃO

Raquel também falou sobre sua trajetória no PSB e sua relação com Eduardo Campos.

Disse que não apaga “um milímetro” de sua história.

E não deveria mesmo.

Na política pernambucana, alianças mudam, partidos mudam e adversários mudam. A história, porém, permanece.

Raquel esteve ao lado do grupo de Eduardo Campos, passou pelo PSDB e hoje está no PSD. João Campos, filho de Eduardo, está do outro lado da disputa.

O curioso é que aquilo que um dia serviu para aproximar políticos pode, anos depois, ser utilizado para tentar separá-los.

Na política, o passado raramente morre. Apenas muda de narrativa.

NA LUPA

Raquel tem uma eleição para disputar e adversários para enfrentar.

Mas não deveria precisar enfrentar também acusações criminosas lançadas anonimamente contra sua vida pessoal.

O panfleto apócrifo precisa ser investigado.

A autoria precisa aparecer.

Se houver financiamento político, que seja revelado.

Se houver participação de militantes, grupos ou candidatos, que respondam.

E se não houver qualquer vínculo partidário, que isso também seja esclarecido.

O que não pode acontecer é o ataque desaparecer no meio da guerra eleitoral enquanto a vítima continua carregando o peso da acusação.

Raquel pode ser criticada como governadora. Pode ser cobrada como gestora. Pode ser enfrentada como candidata.

Mas transformar a tragédia de sua família em arma eleitoral é outra coisa.

Isso não é disputa política. É o momento em que a política perde a medida — e a candidata passa a ser vítima de uma campanha que parece não reconhecer mais nenhum limite.

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

EDUARDO DA FONTE SERÁ HOMENAGEADO COM A MAIS ALTA HONRARIA DO TRF5

O presidente estadual da Federação União Progressista, deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP), será homenageado, no próximo dia 16 de setembro, com a Medalha da “Ordem do Mérito Pontes de Miranda”, concedida pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). A Sessão Solene de entrega da honraria será realizada às 14h, no Salão do Pleno da Corte, no Recife.

Considerada a mais alta honraria concedida pelo TRF5, a Ordem do Mérito Pontes de Miranda reconhece autoridades e personalidades que tenham prestado serviços relevantes à Justiça, além de homenagear aqueles que se destacam nos estudos do Direito ou na atuação junto à Justiça Federal. A comenda foi criada em 1990 e leva o nome do jurista e escritor alagoano Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda.

O convite para a solenidade é assinado pelo presidente do TRF5 e presidente de honra do Conselho da Ordem do Mérito Pontes de Miranda, desembargador federal Francisco Roberto Machado. A homenagem reconhece a atuação de Eduardo da Fonte e sua contribuição em pautas relacionadas ao fortalecimento das instituições e à defesa dos interesses da sociedade.

“Receber a Medalha da Ordem do Mérito Pontes de Miranda é uma honra que recebo com muita gratidão e, acima de tudo, com um profundo senso de responsabilidade. Essa homenagem, concedida pelo TRF5, representa o reconhecimento de uma instituição de grande relevância para a Justiça brasileira e reforça o compromisso que sempre tive com o respeito às instituições, ao Estado Democrático de Direito e à construção de um país mais justo”, afirmou Eduardo da Fonte.

RAQUEL APRESENTA PROPOSTAS, ESCUTA DEMANDAS DA COMUNIDADE ACADÊMICA E FAZ BALANÇO DURANTE SABATINA na UPE

A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), apresentou, nesta quinta-feira (4), propostas para Universidade de Pernambuco (UPE). Durante sabatina, ela fez um balanço das ações realizadas na instituição e assumiu o compromisso, para os próximos quatro anos, de retomar as discussões sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) e a implantar Restaurantes Universitários nos campi.

“Quando nós chegamos ao Governo, encontramos uma UPE que precisava de atenção em várias frentes, com o pires na mão. Estamos garantindo o maior investimento da história da instituição, mais R$ 200 milhões. Após 20 anos de espera, estamos construindo o novo Campus em Caruaru. A requalificação do Cisam e Procape já é realidade. O que vem pela frente é o novo concurso da UPE, a implantação dos restaurantes universitários”, ressaltou Raquel, que esteve acompanhada da vice Priscila Krause (PSD) e do deputado federal e candidato ao Senado, Túlio Gadêlha.

A governadora destacou ações como recomposição de equipes, admissões, retomada de obras, melhorias estruturais, ampliação de bolsas e fortalecimento da assistência estudantil, além de investimentos nos hospitais e na interiorização da universidade. Desde 2023 foram mais de 2 mil contratações, além de reajustes salariais construídos em diálogo com entidades representativas.

Sobre o PCCV, Raquel afirmou que as discussões serão retomadas, considerando os cenários técnico e fiscal do Estado. “As pontes estão estabelecidas, o diálogo está aberto e é por esse caminho de construção conjunta, sentando à mesa, que nós vamos continuar avançando”, completou.

Raquel ressaltou ainda os investimentos no Interior. Em Caruaru, são R$ 75,7 milhões para a implantação da sede definitiva do campus. Em Petrolina, R$ 3,8 milhões serão destinados à Clínica-Escola, à requalificação de espaços e à aquisição de equipamentos. Já em Surubim, foi autorizada a desapropriação de um imóvel para a implantação de um novo campus, com atenção à inclusão e à acessibilidade.

Na área acadêmica, a governadora destacou a criação das licenciaturas em Química e Física, com R$ 15,9 milhões em investimentos nos campi de Garanhuns e Mata Norte. “Temos o compromisso de continuar valorizando quem faz a UPE acontecer, de forma responsável, planejada e sustentável”, concluiu Raquel.

Fotos: Hesíodo Góes

VEREADORES E EX-SECRETÁRIO DE IPOJUCA SÃO ALVOS DA TERCEIRA FASE DA OPERAÇÃO MUDART

A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (3), a terceira fase da Operação Mudart, investigação que apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos em Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco. A ação atingiu diretamente o ambiente político do município e teve como alvos três vereadores, um ex-secretário municipal, uma contadora e outras pessoas investigadas.

Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão na Câmara Municipal de Ipojuca e em endereços ligados aos investigados. Segundo o delegado Ney Luiz, responsável pela investigação, o suposto esquema teria movimentado aproximadamente R$ 16 milhões por meio de recursos públicos destinados à Associação Mudart.

A operação também resultou no afastamento de um vereador de suas funções. Segundo o delegado, a Polícia Civil chegou a solicitar prisões durante esta nova etapa da investigação, mas a decisão judicial autorizou apenas o cumprimento dos mandados de busca e apreensão.

Investigação mira emendas parlamentares

As apurações começaram ainda em 2025, depois de denúncias de que recursos públicos seriam desviados por meio de emendas parlamentares destinadas à Associação Mudart.

A entidade era presidida por Simone Marques, que acabou sendo assassinada após comparecer à delegacia para prestar esclarecimentos relacionados à investigação.

Nas fases anteriores da operação, dois integrantes da Mesa Diretora da Câmara de Ipojuca foram presos: o então presidente da Casa, Flávio do Cartório (PSD), e o então vice-presidente, Professor Eduardo (PSD).

Agora, a Polícia Civil amplia o cerco e busca identificar a participação individual de cada um dos novos alvos.

Polícia aponta divisão de tarefas

De acordo com o delegado Ney Luiz, as investigações indicam a existência de uma estrutura organizada, com diferentes pessoas desempenhando funções específicas dentro do suposto esquema.

Segundo ele, parte dos serviços investigados teria realmente sido executada, mas com indícios de superfaturamento e utilização de notas fiscais falsas.

A contadora investigada teria papel na emissão dessas notas, enquanto outros envolvidos atuariam na articulação política e administrativa.

“A investigação revelou que alguns serviços foram de fato prestados, mas havia um superfaturamento com emissão de notas fiscais falsas”, afirmou o delegado.

Ney Luiz também apontou a existência de diferentes núcleos dentro da organização investigada. Um deles seria político, envolvendo vereadores e um ex-secretário municipal. Outro seria jurídico-administrativo, com participação de advogados que elaborariam projetos e buscariam dar respaldo legal às operações. Já o núcleo financeiro estaria ligado à movimentação dos recursos.

R$ 16 milhões na mira da Polícia Civil

Segundo a Polícia Civil, teria existido um acordo prévio entre vereadores de Ipojuca e um ex-secretário municipal para definir a destinação de valores provenientes de emendas parlamentares para a Associação Mudart.

A investigação agora pretende esclarecer quem participou, quanto recebeu, quais serviços foram efetivamente prestados e de que forma os recursos públicos teriam sido movimentados.

Durante a operação desta quinta-feira, os policiais apreenderam computadores, telefones celulares, documentos e outros materiais que serão submetidos à análise.

“Essa investigação continua a fim de individualizar bem a conduta de cada um deles e indiciá-los”, afirmou Ney Luiz.

O cerco aperta

A terceira fase da Operação Mudart coloca novamente a Câmara de Ipojuca no centro de uma investigação de grande repercussão. O volume de recursos sob suspeita e a quantidade de agentes públicos e particulares alcançados pela apuração mostram que a Polícia Civil ainda considera o caso longe de estar encerrado.

Por enquanto, os alvos desta nova fase são investigados e não foram condenados pela Justiça. O material apreendido deverá ser analisado pelos investigadores para definir a eventual responsabilidade de cada envolvido.

A expectativa agora é de que os documentos e equipamentos recolhidos nesta quinta-feira possam revelar novas conexões e esclarecer o caminho percorrido pelos recursos que estão no centro da Operação Mudart.

FENÔMENOS NAS REDES SOCIAIS, MARIA ARRAES E VITINHO MAIA VISITAM COMÉRCIO E FEIRA DE CARUARU

Nesta quinta-feira (3), a candidata a deputada estadual Maria Arraes e o candidato a deputado federal Vitinho Maia, ambos do PSB, cumpriram agenda no comércio e na Feira de Caruaru. Destaques de engajamento nas redes sociais, os jovens candidatos somam milhões de visualizações mensais em suas plataformas.

Recebidos com muito entusiasmo pelos comerciantes e populares, Maria e Vitinho conversaram sobre a trajetória que já vêm construindo e apresentaram suas propostas para o legislativo estadual e federal.

Acompanharam a agenda os suplentes de vereador Gilberto de Dora, Nildo Som, Marcão do Povo, Chico, Irmão Cícero e Magno, além do grupo de Agentes Comunitárias de Saúde composto por Maria, Sidicleide, Vera, Socorro, Andrea e Karol.

NA SABATINA DO UOL, RAQUEL LYRA DESTACA A DIMINUIÇÃO DOS FEMINICÍDIOS NA SUA GESTÃO

Durante a sabatina do UOL, nesta quinta-feira (3), a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), destacou o esforço da sua gestão para redução do feminicídio em Pernambuco. Sob a sua liderança, nos oito primeiros meses de 2026, o crime apresentou uma diminuição de 20,6% no acumulado do ano. No mesmo período de 2025, foram 63 registros, enquanto em 2026 a diminuição representou 50 registros. 

“Esse ano estamos diminuindo o feminicídio em Pernambuco, esse é um desafio imenso. Como a primeira mulher governadora do nosso Estado, temos o maior nível de investimento na Secretaria da Mulher que Pernambuco já viu, expandimos o serviço e monitoramos diariamente e semanalmente, criando a Patrulha Maria da Penha, para a mulher se sentir protegida e denunciar. Eu acompanho o dia a dia e é importante olhar para isso, combater violência contra a mulher não se faz com discurso", disse Raquel Lyra.

O aumento dos registros das mulheres contra violência evidenciou a importância de denunciar para evitar que sejam cometidos os feminicídios. Isso comprova que a rede de proteção no Estado está fortalecida, com aumento da confiança das mulheres nos canais de denúncia. 

Na gestão da governadora Raquel Lyra, ao assumir o Governo do Estado em 2023, o orçamento da Secretaria da Mulher era de R$ 22,6 milhões. Hoje, sob a sua liderança, o orçamento foi multiplicado em mais de 4 vezes, saltando para R$ 102 milhões. Atualmente, a secretaria conta com recursos para investimentos em programas, ações e metas para melhorar a vida das mulheres pernambucanas. 

Em março de 2025, Raquel inaugurou a nova sede da Secretaria da Mulher, no Bairro do Recife, que passou a contar com um espaço para o enfrentamento à violência contra a mulher e quatro salas de acolhimento individual. Raquel também realizou a entrega de mais de 20 novos Centros de Referência para Mulher. Em Pernambuco, também está em funcionamento o Programa 197 Mulher, plataforma digital voltada ao atendimento e à orientação de mulheres em situação de violência doméstica e familiar em Pernambuco.

Fotos: Miva Filho