terça-feira, 14 de julho de 2026

COM EMENDA DE LULA E EDUARDO DA FONTE, NOVO TOMÓGRAFO CHEGA AO HOSPITAL DE CÂNCER DE PERNAMBUCO E FORTALECE MODERNIZAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO ESTADO

A chegada de um novo tomógrafo ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), no Recife, marca um novo avanço na modernização da assistência oncológica oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O equipamento foi viabilizado por uma emenda parlamentar de R$ 2,7 milhões destinada pelo pré-candidato ao Senado e presidente da Federação União Progressista em Pernambuco, deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP), em conjunto com o deputado federal Lula da Fonte (PP/UP).

A substituição atende a uma demanda antiga da unidade. O equipamento anterior, que há mais de dez anos apresentava falhas e quebras recorrentes, comprometia a regularidade dos exames e mantinha o serviço sob constante pressão. Com a nova tecnologia, o HCP terá mais agilidade na realização das tomografias e melhor qualidade das imagens, ampliando a capacidade de atendimento e beneficiando cerca de 17.640 pacientes.

O investimento integra uma série de ações do deputado federal Eduardo da Fonte voltadas à modernização da estrutura do hospital. Ao longo de mais de duas décadas na Câmara dos Deputados, Eduardo da Fonte já destinou mais de R$ 36,1 milhões ao HCP, tornando-se o parlamentar que mais destinou recursos à instituição em sua história.

Entre as principais conquistas viabilizadas pelo mandato está o Acelerador Linear Halcyon, adquirido por meio de emenda parlamentar, que pode reduzir de 30 para até 5 sessões de radioterapia em alguns casos. “O fortalecimento da saúde pública passa por investimentos que transformam vidas. Cada equipamento entregue representa mais esperança para quem enfrenta uma doença tão desafiadora como o câncer”, destacou Eduardo da Fonte.

Foto: Igor Toscano

PAVIMENTA ARCOVERDE GANHA FORÇA COM ZECA CAVALCANTI ACELERANDO OBRAS E LEVANDO RECUPERAÇÃO À AVENIDA CONSELHEIRO JOÃO ALFREDO

A gestão do prefeito Zeca Cavalcanti segue imprimindo ritmo às obras de infraestrutura em Arcoverde. Um dos principais compromissos assumidos pela administração municipal, o programa Pavimenta Arcoverde chegou agora à Avenida Conselheiro João Alfredo, uma das mais importantes vias de ligação da cidade, iniciando uma recuperação completa de um corredor viário que enfrentava problemas acumulados há mais de uma década.

As máquinas já estão em campo no trecho da Cohab I, entre a entrada da Ipojuca e o giradouro do Esporte. Diferentemente de uma simples operação de tapa-buracos, a intervenção prevê a reconstrução da base da pista nos pontos mais comprometidos, preparando o terreno para um novo recapeamento asfáltico de maior durabilidade.

A obra faz parte da segunda etapa do Pavimenta Arcoverde, programa criado pelo prefeito Zeca Cavalcanti, que prevê investimentos superiores a R$ 24 milhões para transformar a malha viária da sede e dos distritos. A iniciativa tem se consolidado como uma das principais vitrines da atual gestão, que aposta na recuperação das vias urbanas para melhorar a mobilidade, impulsionar o desenvolvimento e oferecer mais segurança à população.

De acordo com o secretário de Planejamento e Projetos, César Augusto, o estado da avenida exigiu uma intervenção estrutural antes da aplicação do novo asfalto. Segundo ele, toda a parte comprometida está sendo removida e reconstruída para garantir uma obra definitiva e de qualidade.

Desde o lançamento da nova etapa, o programa já realizou o recapeamento da Avenida Pinto de Campos e executou obras de pavimentação na Rua dos Mascates e na Rua Germano Magalhães. Agora, a Avenida Conselheiro João Alfredo passa a integrar esse conjunto de ações que deverá alcançar outras vias estratégicas do município.

Na primeira fase do programa, a gestão de Zeca Cavalcanti já havia recuperado importantes corredores urbanos, como a Rodovia Vereador Geraldo Vaz, a Avenida Cícero Monteiro, a Avenida Agamenon Magalhães e diversas ruas do Centro, reforçando uma política de investimentos contínuos em infraestrutura.

Ao ampliar o Pavimenta Arcoverde, Zeca Cavalcanti fortalece uma das marcas de sua administração: a recuperação da cidade por meio de obras estruturadoras. A expectativa é de que os investimentos continuem avançando pelos bairros e distritos, melhorando a trafegabilidade, valorizando os imóveis e proporcionando mais qualidade de vida para quem vive e circula diariamente por Arcoverde.

PREFEITO MARCÍLIO RÉGIO ACOMPANHA OBRAS DE RECONSTRUÇÃO DA ESCOLA MUNICIPAL IV CENTENÁRIO

O prefeito de Goiana, Marcílio Régio, visitou nesta terça-feira (14) as obras de reconstrução da Escola Municipal IV Centenário. Uma das unidades mais tradicionais da rede municipal, a escola tem 57 anos de história e nunca havia passado por uma reforma estrutural. Com o passar do tempo, a estrutura ficou bastante comprometida e a unidade deixou de oferecer condições adequadas para estudantes e profissionais da educação.

A obra conta com um investimento de R$ 4,5 milhões e prevê a reforma, ampliação e requalificação completa da escola. Durante a visita, o prefeito acompanhou o andamento dos serviços e destacou que a intervenção não se trata de pequenos reparos, mas da construção de uma nova estrutura para atender a comunidade escolar.

O projeto prevê uma área construída de aproximadamente 2.203,60 metros quadrados, com 13 salas de aula amplas e climatizadas, biblioteca, laboratório de informática, laboratório de ciências e robótica, sala de artes, auditório, refeitório, áreas de convivência, banheiros acessíveis, rampas, jardins e horta pedagógica.

Também estão previstas melhorias nas coberturas, instalações elétricas e hidrossanitárias, ventilação, iluminação, segurança, acessibilidade e conforto térmico da unidade.

Para garantir a continuidade das aulas durante a execução dos serviços, cerca de 500 alunos foram transferidos provisoriamente para um prédio localizado na Rua Santa Tereza, no Centro de Goiana.

A reconstrução da Escola Municipal IV Centenário representa a recuperação de um importante espaço da educação goianense e prepara a unidade para voltar a atender os estudantes com mais segurança, qualidade e dignidade.

REPUBLICANOS MARCA CONVENÇÃO PARA OFICIALIZAR CANDIDATURAS E INDICAÇÃO DE VICE DA FRENTE POPULAR EM PERNAMBUCO

O diretório estadual do Republicanos em Pernambuco confirmou a realização da convenção estadual da legenda para as eleições de 2026. O encontro acontecerá no próximo dia 21 de julho, no Flat Metropolis, localizado na Ilha do Leite, no Recife, das 14h às 17h.

Durante a convenção, o partido irá oficializar os candidatos e candidatas que disputarão os cargos de deputado federal e deputado estadual, além de deliberar sobre a proposta de coligação para a eleição majoritária.

Outro ponto de destaque da pauta será a oficialização da indicação do advogado Carlos Costa para compor a chapa da Frente Popular como candidato a vice-governador.

A convenção reunirá filiados, dirigentes e lideranças da legenda, marcando mais uma etapa do calendário eleitoral e consolidando a estratégia do Republicanos para o pleito deste ano.

O partido aposta numa chapa competitiva, qualificada e diversificada por todas as regiões do estado para crescer nessas eleições. A expectativa é de eleger de três a quatro deputados federais, além de uma bancada estadual de três a quatro parlamentares estaduais.

Foto: Wesley D'Almeida

PF INVESTIGA VALDEMAR COSTA NETO POR SUPOSTA INDICAÇÃO DE EMENDAS MESMO SEM MANDATO

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, é alvo de investigação da Polícia Federal por suspeita de atuar na indicação e no remanejamento de emendas parlamentares, apesar de não exercer mandato eletivo desde 2013. As informações constam de um inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e teve novas decisões divulgadas nos últimos dias. 

De acordo com a investigação, mensagens extraídas do celular de uma ex-assessora da Câmara dos Deputados indicam a existência de um núcleo paralelo de decisões sobre a destinação de recursos públicos. Segundo a PF, Valdemar aparecia como responsável por definir ou alterar indicações de emendas parlamentares que, ao todo, somam cerca de R$ 119 milhões

O ministro Flávio Dino, do STF, determinou o bloqueio de bens e valores de Valdemar Costa Neto até o limite de R$ 119 milhões, além de ordenar medidas para aprofundar as investigações. A decisão também solicita informações sobre a execução das emendas sob suspeita. 

A Polícia Federal apura ainda se deputados federais tinham conhecimento da utilização de seus nomes nas indicações das emendas ou se, em alguns casos, as destinações ocorreram sem a participação direta dos parlamentares. 

Por meio de seus advogados, Valdemar Costa Neto nega qualquer irregularidade. A defesa afirma que a interlocução entre o presidente de um partido e sua bancada faz parte da atividade político-partidária e sustenta que a decisão representa uma "criminalização da atividade política". O caso segue em investigação e ainda não há condenação judicial contra o dirigente do PL.

LEI DO CÃO? PT ENDURECE O JOGO E CARLOS VERAS AVISA: VEREADOR QUE NÃO APOIAR CANDIDATOS DO PARTIDO PODE FICAR SEM LEGENDA EM 2028

A disputa eleitoral em Pernambuco começa a ganhar contornos cada vez mais duros, e o Partido dos Trabalhadores resolveu deixar claro que não pretende tolerar atos de infidelidade partidária. O presidente estadual da legenda, deputado federal Carlos Veras, subiu o tom e avisou que vereadores filiados ao PT que não seguirem a orientação do partido nas eleições deste ano poderão pagar um preço alto: ficar sem legenda para disputar a reeleição em 2028.

O recado foi direto, sem margem para interpretações. Segundo Veras, a fidelidade partidária não é opcional, mas uma obrigação de todos os filiados, inclusive daqueles que optarem por se licenciar da legenda. Para o dirigente petista, quem não fizer campanha ou deixar de votar nos candidatos apoiados oficialmente pelo partido responderá perante a direção estadual e poderá ter o futuro político comprometido.

A declaração expõe o momento delicado vivido pelo PT pernambucano. Embora a legenda integre a frente de apoio ao projeto de João Campos (PSB) para o Governo do Estado, alguns de seus quadros vêm sinalizando posições divergentes. O caso mais emblemático é o do presidente do PT Recife, vereador Osmar Ricardo, que anunciou a intenção de se licenciar do partido para apoiar a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), movimento que provocou forte reação dentro da sigla e já gerou até ameaças de expulsão por parte de dirigentes estaduais.

Carlos Veras fez questão de destacar que todos os processos disciplinares serão analisados pela direção estadual, assegurando o direito de recurso à Executiva Nacional, mas deixando claro que as consequências poderão ultrapassar o calendário eleitoral de 2026. Segundo ele, as decisões tomadas agora terão reflexos nas eleições municipais de 2028, quando o partido decidirá quem terá ou não o direito de disputar cargos eletivos pela legenda.

Nos bastidores, o recado é interpretado como uma tentativa de fechar a porteira antes que novas dissidências apareçam. O PT sabe que a eleição estadual divide interesses locais, principalmente entre vereadores que mantêm alianças municipais diferentes da estratégia construída pela direção estadual. Ao endurecer o discurso, Carlos Veras busca preservar a unidade partidária e evitar que prefeitos, vereadores e lideranças utilizem a estrutura do partido enquanto trabalham politicamente para adversários.

A chamada "lei do cão" imposta pelo comando petista evidencia que o período das convenções será marcado por cobranças internas e disputas de lealdade. Em uma eleição onde alianças municipais nem sempre acompanham os acordos estaduais, a fidelidade partidária passa a ser tratada como critério decisivo para a sobrevivência política dentro do PT. O aviso foi dado. Agora resta saber quantos estarão dispostos a desafiar a direção da legenda e quais serão, de fato, as consequências quando chegar 2028.

ANÁLISE - APROVAÇÃO EM ALTA MUDA O JOGO E CONSOLIDA RAQUEL COMO A CANDIDATA A SER BATIDA

A política costuma ensinar que nenhuma eleição é decidida com mais de dois meses de antecedência. Mas também ensina que existe um momento em que os números deixam de ser apenas estatísticas e passam a revelar tendências. É exatamente isso que a mais recente pesquisa do Paraná Pesquisas parece indicar em Pernambuco.

Ao atingir 65,7% de aprovação, Raquel Lyra chega a um patamar que poucos governadores conseguiram alcançar às vésperas de uma campanha de reeleição. Mais do que um índice elevado, trata-se de um percentual que demonstra uma percepção positiva consolidada sobre sua administração e que ajuda a explicar por que a governadora aparece, pela primeira vez em vários levantamentos recentes, à frente de João Campos na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.

Existe um detalhe que merece atenção. A pesquisa mostra que 48,6% classificam o governo como bom ou ótimo, enquanto apenas 19,7% o consideram ruim ou péssimo. Na prática, isso significa que a avaliação positiva supera a negativa em mais que o dobro, uma vantagem politicamente difícil de ser ignorada.

É claro que o cenário ainda é de empate técnico. A margem de erro impede qualquer leitura de eleição definida. João Campos continua sendo um adversário extremamente competitivo, possui forte recall eleitoral e lidera um grupo político experiente. Subestimar sua capacidade de reação seria um erro estratégico.

Mas também seria um erro minimizar o momento vivido por Raquel Lyra. O crescimento de sua aprovação não surgiu por acaso. Ele coincide com a intensificação das entregas do governo, grandes investimentos em infraestrutura, segurança pública, abastecimento de água, saúde e programas sociais. O eleitor parece começar a perceber essas ações, e isso se reflete diretamente nos números.

Outro aspecto relevante é o efeito psicológico que uma pesquisa produz no ambiente político. Prefeitos, vereadores, deputados e lideranças regionais costumam observar atentamente quem demonstra força eleitoral. Quando uma candidata aparece liderando e com alta aprovação, naturalmente cresce seu poder de atração sobre aliados que ainda permanecem indecisos.

A oposição, por sua vez, terá o desafio de reconstruir uma narrativa capaz de romper essa tendência. Até agora, a estratégia de apostar exclusivamente na popularidade de João Campos mostrou força durante boa parte do ciclo pré-eleitoral, mas encontra agora um governo em ascensão e uma governadora que chega à campanha com indicadores muito mais robustos do que muitos imaginavam no início do mandato.

Ainda há muito caminho até outubro. Debates, propaganda eleitoral, alianças e fatos políticos podem alterar o cenário. Entretanto, ignorar o significado desta pesquisa seria fechar os olhos para uma realidade evidente: Raquel Lyra entra na fase decisiva da disputa ocupando uma posição politicamente privilegiada.

Se a eleição fosse uma fotografia, ela mostraria uma governadora em crescimento, um governo amplamente aprovado e uma oposição obrigada a reorganizar sua estratégia. Agora resta saber se essa fotografia permanecerá a mesma quando as urnas forem abertas. Hoje, porém, uma conclusão parece inevitável: Raquel Lyra deixou de correr atrás e passou a ser a candidata que todos terão de tentar alcançar.

MORAES SUSPENDE VISITAS DE FLÁVIO BOLSONARO AO PAI POR 90 DIAS E DÁ 48 HORAS PARA DEFESA EXPLICAR DIVULGAÇÃO DE CARTA

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão, pelo prazo de 90 dias, das visitas do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada após a divulgação, nas redes sociais de Flávio, de uma carta atribuída ao ex-presidente, documento que, na avaliação do magistrado, pode representar descumprimento das condições impostas ao regime de prisão domiciliar cumprido por Bolsonaro. 

Além da proibição das visitas, Moraes concedeu prazo de 48 horas para que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça se o ex-presidente tinha conhecimento de que a carta seria divulgada publicamente e qual foi sua participação na produção e circulação do documento. O STF busca apurar se houve utilização indireta das redes sociais por parte de Bolsonaro, hipótese vedada pelas medidas cautelares estabelecidas quando foi autorizada sua permanência em prisão domiciliar.

A carta foi publicada por Flávio Bolsonaro no último sábado (11), durante uma transmissão nas redes sociais. No texto, atribuído ao ex-presidente, Bolsonaro conclama seus aliados à união em torno da candidatura do filho à Presidência da República e reafirma apoio político ao senador para a disputa eleitoral de outubro. A manifestação ocorreu em um momento de intensas articulações no campo da direita e ganhou grande repercussão política e jurídica. 

Na decisão, Alexandre de Moraes entendeu que a divulgação do documento pode ter servido como meio indireto para que Jair Bolsonaro se manifestasse politicamente, contrariando as restrições impostas pelo Supremo. Quando autorizou a prisão domiciliar, o ministro proibiu expressamente o ex-presidente de utilizar redes sociais, telefones ou qualquer outro meio de comunicação com o público, seja diretamente ou por intermédio de terceiros. A publicação da carta, segundo o entendimento do magistrado, pode caracterizar justamente esse tipo de comunicação indireta.

Com a nova determinação, Flávio Bolsonaro ficará impedido de visitar o pai durante praticamente todo o período da campanha eleitoral, já que o prazo de 90 dias alcança o primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. A medida tem impacto não apenas no âmbito familiar, mas também na estratégia política do grupo bolsonarista, uma vez que Jair Bolsonaro vinha sendo apontado como principal referência da campanha do filho. 

Após a decisão, Flávio Bolsonaro criticou a medida e afirmou que considera a proibição desproporcional e uma interferência no processo eleitoral. Já a defesa do ex-presidente deverá apresentar os esclarecimentos solicitados dentro do prazo estabelecido pelo STF, cabendo ao ministro Alexandre de Moraes avaliar se houve efetivo descumprimento das condições impostas à prisão domiciliar e se novas medidas serão necessárias. 

O episódio amplia mais um capítulo da disputa jurídica envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e ocorre em meio à reta decisiva para as eleições presidenciais de 2026, mantendo o Supremo Tribunal Federal no centro das atenções do cenário político nacional.