sábado, 5 de setembro de 2026

JOÃO CAMPOS PREGA PACIFICAÇÃO INSTITUCIONAL EM MEIO À TENSÃO ENTRE OS PODERES

Da REDAÇÃO

Em meio ao aumento das tensões políticas e institucionais em Brasília, o candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), defendeu nesta sexta-feira (4) um ambiente de maior serenidade e harmonia entre os Poderes da República. A declaração ocorre justamente em um momento de forte temperatura política envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), investigações judiciais e divergências entre integrantes das instituições.

Após uma agenda de campanha, João Campos afirmou que eventuais disputas entre Executivo, Legislativo e Judiciário não podem se transformar em um conflito permanente capaz de tirar o foco das demandas que afetam diretamente a população.

“Eu acredito que o Brasil precisa de um ambiente de mais serenidade institucional. É preciso que as instituições criem um ambiente de mais pacificação e harmonia entre o Executivo, Legislativo e Judiciário”, afirmou.

O candidato também defendeu que investigações e processos sejam conduzidos respeitando a legislação e os ritos previstos para cada instituição. Para João, divergências políticas e jurídicas não podem paralisar o debate sobre temas considerados prioritários para a população.

“Que todas as investigações aconteçam dentro dos critérios da lei e do rito normativo de cada Poder, mas que isso não vire um ambiente de degladiamento que prejudique o país”, declarou.

COMPARAÇÃO COM A PREFEITURA DO RECIFE

Durante a entrevista, João Campos aproveitou para fazer uma comparação entre sua administração à frente da Prefeitura do Recife e o Governo de Pernambuco.

O socialista destacou que, segundo sua avaliação, a gestão municipal conseguiu realizar uma série de entregas mesmo trabalhando com um orçamento aproximadamente seis vezes menor que o orçamento estadual.

Na relação de ações citadas pelo candidato estão a ampliação da oferta de vagas em creches, investimentos na área da saúde, programas de formação técnica e iniciativas relacionadas à tecnologia. João também mencionou obras de contenção de encostas e intervenções de infraestrutura realizadas na capital pernambucana.

A estratégia deixa claro que a campanha pretende transformar a experiência administrativa no Recife em uma das principais vitrines eleitorais de João Campos na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.

IPVA ZERO PARA MOTORISTAS DE APLICATIVO

Outro ponto apresentado pelo candidato foi a proposta de zerar o IPVA para motoristas de transporte por aplicativo em Pernambuco.

A medida foi anunciada após encontro com representantes da categoria e, de acordo com João Campos, poderia começar a valer em 2027 caso ele seja eleito governador.

A estimativa apresentada pela campanha é de que aproximadamente 45 mil veículos possam ser beneficiados. Para os trabalhadores, a economia anual ficaria entre R$ 1,1 mil e R$ 1,2 mil, enquanto a renúncia fiscal para o Estado seria calculada em cerca de R$ 60 milhões.

João Campos argumenta que a proposta busca reduzir a carga tributária de profissionais que utilizam o próprio veículo como ferramenta de trabalho e fonte de renda.

A proposta entra no pacote de medidas sociais e econômicas que o candidato pretende apresentar durante a campanha, especialmente para categorias que dependem diretamente da mobilidade e do uso do automóvel para garantir o sustento.

No campo nacional, porém, a fala sobre pacificação institucional ganha um peso político ainda maior. Em uma eleição marcada pela polarização e pela disputa cada vez mais intensa entre diferentes forças políticas, João Campos tenta se apresentar como defensor do equilíbrio entre as instituições, evitando que a crise de Brasília contamine as discussões sobre os problemas concretos de Pernambuco.

Do Blog do Edney

MENDONÇA FILHO GANHA FORÇA E JÁ APARECE EM 2º NA CORRIDA PELO SENADO EM PERNAMBUCO

Candidato do PL chega a 20% e encosta em Humberto Costa; apoio de Flávio Bolsonaro começa a dar musculatura à candidatura

A disputa pelas duas cadeiras de Pernambuco no Senado Federal começa a ganhar contornos cada vez mais definidos — e um nome que até pouco tempo corria por fora agora aparece no centro do jogo. Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (3) mostra o deputado federal e ex-ministro Mendonça Filho (PL) na segunda colocação, com 20% das intenções de voto.

O levantamento aponta a ex-deputada Marília Arraes (PDT) na liderança, com 29%. Logo atrás aparece Mendonça Filho, numericamente à frente do senador Humberto Costa (PT), que registra 19% e disputa a reeleição.

A diferença entre Mendonça e Humberto está dentro da margem de erro, mas o resultado chama atenção principalmente pelo movimento político do candidato do PL. Mendonça disputa o Senado de maneira avulsa, sem estar formalmente vinculado a uma chapa majoritária ao Governo de Pernambuco.

Mesmo sem uma estrutura de chapa, o ex-ministro vem conseguindo construir um espaço próprio na corrida. Um dos principais fatores dessa movimentação é o apoio declarado do senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que tem atuado para fortalecer o nome de Mendonça no estado.

O resultado também coloca uma situação curiosa na disputa: Mendonça aparece à frente de Humberto Costa, embora o petista esteja integrado à mesma chapa de Marília Arraes. Na prática, a pesquisa mostra que a eleição para o Senado poderá ser uma disputa tão intensa quanto a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas.

OS NÚMEROS

De acordo com o levantamento, Marília Arraes aparece com 29%, seguida por Mendonça Filho, com 20%, e Humberto Costa, com 19%.

Na sequência estão Eduardo da Fonte (PP), com 13%, e Túlio Gadêlha (PSD), com 12%.

Carlos Sant’Anna (Novo) e Paulo Rubem Santiago (Rede) aparecem com 1% cada. Os demais candidatos registraram 0%. Brancos e nulos somam 3%, enquanto 2% não souberam ou não responderam.

MENDONÇA NO JOGO

O desempenho de Mendonça Filho merece atenção porque sua candidatura não parte de uma posição confortável dentro de uma chapa majoritária. O candidato do PL não conta formalmente com o apoio dos postulantes ao Governo de Pernambuco e, ainda assim, aparece numericamente na segunda colocação.

Além do apoio de Flávio Bolsonaro, Mendonça mantém proximidade política com a governadora Raquel Lyra (PSD), outro ingrediente que pode pesar no decorrer da campanha.

A pesquisa indica, portanto, que a disputa pelas duas vagas ao Senado está longe de estar resolvida. Marília mantém uma liderança importante, mas a briga pela segunda cadeira está completamente aberta.

E é justamente aí que Mendonça Filho começa a incomodar.

Se conseguir transformar os 20% em uma tendência de crescimento, o ex-ministro pode deixar de ser apenas um candidato competitivo para se tornar um dos nomes mais difíceis de serem retirados da disputa.

A eleição para o Senado, que costuma correr em segundo plano durante as campanhas estaduais, já começa a ganhar vida própria em Pernambuco. E, neste momento, Mendonça Filho parece ter encontrado o caminho para entrar de vez na briga.

NA LUPA - A GUERRA ENTRE MORAES E MENDONÇA: QUANDO A BRIGA CHEGA AO CORAÇÃO DO STF

Por Edney Souto

O Supremo Tribunal Federal entrou numa zona que poucos imaginavam ver tão exposta: dois de seus ministros passaram a protagonizar acusações cruzadas, com investigações, Polícia Federal, Procuradoria-Geral da República, Banco Master, relações pessoais e suspeitas de abuso de autoridade no mesmo caldeirão.

Não é mais apenas uma divergência entre André Mendonça e Alexandre de Moraes.

É uma disputa que ameaça atingir a própria imagem da Corte.

E talvez seja justamente aí que esteja o maior perigo.

A origem da crise

O estopim está no caso envolvendo o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A Polícia Federal encontrou, no material apreendido, mensagens que aproximam Vorcaro de autoridades e que mencionam diretamente Alexandre de Moraes. Entre os elementos que ganharam repercussão estão contatos entre o banqueiro e o ministro, além de informações envolvendo um contrato milionário entre o banco e o escritório de advocacia da esposa de Moraes.

É importante separar fato de suspeita: as mensagens e os contratos existem e estão sendo analisados; isso, por si só, não significa que Moraes tenha cometido crime ou praticado irregularidade. Até aqui, não há condenação nem comprovação definitiva de favorecimento. 

Mas política e Judiciário não vivem apenas de condenações.

Vivem também de aparência, confiança e credibilidade.

E é exatamente aí que a crise se tornou explosiva.

André Mendonça, relator de investigações relacionadas ao caso, determinou providências para aprofundar a apuração sobre as mensagens. A decisão provocou reação dentro da própria estrutura do Estado.

A Polícia Federal questionou a legalidade da atuação. A PGR também apresentou argumentos pela nulidade de atos praticados por Mendonça. Juristas passaram a discutir se um ministro poderia determinar uma apuração envolvendo outro integrante do Supremo sem prévia autorização do plenário. 

E então veio o contra-ataque.

Moraes partiu para cima

Alexandre de Moraes pediu que André Mendonça fosse investigado por possíveis crimes como abuso de autoridade, responsabilidade e improbidade.

Ou seja: um ministro do Supremo passou a pedir investigação contra outro ministro do Supremo.

É um fato extraordinário.

A reação de Moraes elevou a temperatura porque transformou uma disputa sobre procedimento em uma guerra institucional.

E aqui está o ponto central da coluna:

quando o árbitro passa a ser jogador, quem apita o jogo?

Essa é a pergunta que começa a circular nos corredores do poder.

O presidente do STF, Edson Fachin, acabou sendo colocado no centro do incêndio. Em vez de deixar que o episódio permanecesse restrito ao inquérito das fake news, Fachin retirou o pedido de investigação contra Mendonça daquele procedimento e determinou que as acusações fossem tratadas em novo processo, sob sua supervisão. 

Fachin agora precisa fazer aquilo que talvez seja uma das tarefas mais difíceis de sua presidência:

impedir que o STF vire palco de uma guerra de trincheiras entre seus próprios integrantes.

O problema é que não existem inocentes políticos nessa história

Mendonça foi indicado ao STF por Jair Bolsonaro.

Moraes tornou-se, nos últimos anos, um dos principais antagonistas judiciais do bolsonarismo.

Essa informação, sozinha, já transforma qualquer movimento de um contra o outro em munição política.

Se Mendonça avança sobre Moraes, seus adversários dirão que existe motivação política.

Se Moraes reage contra Mendonça, seus críticos dirão que ele está tentando impedir uma investigação que chegou perto demais de sua própria órbita.

E se o STF simplesmente anular tudo?

A pergunta inevitável será:

o Supremo está protegendo seus ministros ou protegendo a instituição?

Essa diferença será fundamental.

O caso Master virou uma bomba-relógio

O maior risco talvez nem esteja na guerra pessoal entre Moraes e Mendonça.

Está no efeito dominó.

O caso Banco Master já alcançou diferentes autoridades e abriu uma discussão sobre relações entre o setor financeiro, políticos, integrantes do Judiciário e órgãos de investigação.

A crise também atingiu outros integrantes do Supremo, além de provocar questionamentos envolvendo a PGR e a própria Polícia Federal. 

Cada nova mensagem encontrada pode produzir uma nova crise.

Cada encontro não oficial pode virar munição.

Cada contrato pode ser interpretado sob uma nova lente.

E cada vazamento pode alterar o ambiente político.

É o tipo de situação em que um documento pode produzir mais estrago do que uma sentença.

Primeiro desfecho possível: o STF fecha a porta

O cenário mais conservador seria o plenário considerar que Mendonça extrapolou seus poderes, anular os atos questionados e impedir que a investigação sobre Moraes avance daquela forma.

Seria uma saída institucionalmente confortável para a Corte.

Mas abriria outra crise:

quem vai investigar aquilo que envolve um ministro do próprio Supremo?

Porque simplesmente anular o caminho utilizado por Mendonça não elimina necessariamente o conteúdo das mensagens.

Pode eliminar o método.

Não necessariamente o problema.

Segundo desfecho: o plenário autoriza investigar Moraes

Esse seria o cenário de maior impacto.

Se o Supremo decidir que existem elementos suficientes para permitir uma investigação formal contra Moraes, a crise mudará de patamar.

O ministro continuaria no cargo enquanto o processo estivesse em andamento. Investigação não significa condenação, muito menos afastamento automático. Eventual crime de responsabilidade, por sua vez, segue caminho político próprio no Senado. 

Mas politicamente o estrago seria gigantesco.

Pela primeira vez, o STF teria de conviver institucionalmente com um de seus integrantes sendo formalmente investigado a partir de elementos que envolvem sua própria relação com um personagem central de uma investigação bilionária.

Seria um precedente.

E precedentes, no Supremo, costumam durar muito mais do que os ministros que os criaram.

Terceiro desfecho: os dois lados saem machucados

Este talvez seja o cenário mais provável e, paradoxalmente, o mais perigoso.

Mendonça pode ter sua metodologia questionada.

Moraes pode continuar respondendo politicamente às dúvidas sobre suas relações com Vorcaro.

O relatório pode ser parcialmente preservado.

Parte das provas pode ser anulada.

Novas investigações podem ser abertas por outros caminhos.

E ninguém sairia realmente vencedor.

Seria a clássica guerra em que o vencedor termina tão ferido quanto o derrotado.

Quarto desfecho: a crise vira combustível eleitoral

Aqui está uma variável que não pode ser ignorada.

O Brasil está em ano eleitoral.

E a disputa entre Moraes e Mendonça acontece poucas semanas antes da eleição presidencial.

Flávio Bolsonaro, principal nome do bolsonarismo na corrida presidencial, tem enorme interesse político em qualquer desgaste de Moraes. Mas existe uma ironia no roteiro: as próprias conexões do caso Master podem atingir diferentes grupos políticos e impedir que alguém controle completamente a narrativa. 

O episódio pode ser transformado em combustível pela direita.

Pode ser explorado pelo centro.

Pode ser usado pela esquerda contra seus adversários.

E pode, principalmente, alimentar o eleitor que já desconfia de todos.

O maior beneficiário pode acabar sendo justamente quem aparecer dizendo:

“O problema não é esquerda ou direita. O problema é o sistema.”

E existe um quinto desfecho: a reforma do próprio Supremo

Toda crise institucional produz uma pergunta que normalmente ninguém quer responder enquanto tudo está funcionando:

quem fiscaliza os fiscalizadores?

A crise atual pode acelerar discussões sobre regras para impedimento e suspeição de ministros, transparência de agendas, relações com empresários, contratos envolvendo familiares, investigação de integrantes da Corte e limites da atuação individual dos ministros.

O presidente do STF já sinalizou a necessidade de medidas institucionais e a discussão sobre um código de conduta ganhou força. 

Talvez essa seja a única maneira de transformar o incêndio em alguma coisa produtiva.

Porque se a resposta for simplesmente colocar tudo debaixo do tapete, o problema não desaparece.

Apenas muda de lugar.

NA LUPA

O que está acontecendo entre Alexandre de Moraes e André Mendonça não deveria ser tratado como uma simples briga entre dois ministros.

É maior.

Moraes representa uma parte do STF que ganhou enorme protagonismo no enfrentamento ao bolsonarismo e na defesa das instituições depois de 8 de janeiro.

Mendonça, indicado por Bolsonaro, ocupa uma posição que frequentemente é observada com atenção pelo campo conservador.

Mas reduzir tudo a “Moraes contra Bolsonaro” seria uma simplificação perigosa.

O que está em jogo agora é a capacidade do próprio Supremo de investigar, julgar e fiscalizar seus integrantes sem parecer corporativista ou politicamente orientado.

E essa é uma prova muito mais difícil do que qualquer julgamento contra políticos.

Porque desta vez o réu da opinião pública não é necessariamente uma pessoa.

É a própria credibilidade da instituição.

O STF pode sair dessa crise mais forte, se estabelecer regras claras, transparência e procedimentos que valham para todos.

Pode sair menor, se a sociedade enxergar dois pesos e duas medidas.

E pode sair profundamente dividido, caso a guerra entre seus ministros continue contaminando as decisões da Corte.

No fim, existe uma pergunta que vale mais do que todas as outras:

se dois ministros do Supremo entram em guerra, quem julga os limites dessa guerra?

Essa talvez seja a verdadeira bomba-relógio instalada no coração do Judiciário brasileiro.

E ela ainda está contando. É isso!

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

FLÁVIO PEDE RENÚNCIA DE MORAES AO STF POR CONTRATO DE R$ 131 MILHÕES

O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), defendeu, a renúncia do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração ocorreu após a divulgação de informações sobre um contrato de R$ 131 milhões firmado pela banca de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

“Isso é muito grave. Eu acho que o Alexandre de Moraes deveria renunciar ao Supremo Tribunal Federal. Não tem a menor condição de continuar sendo ministro do Supremo”, afirmou Flávio antes de uma sessão da Comissão de Segurança Pública do Senado.

Segundo reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo, metadados do arquivo do contrato, enviado por WhatsApp a Vorcaro, indicam que o documento teria sido editado por um usuário chamado “Ministro Alexandre de Moraes”.

Flávio afirmou que a informação levanta questionamentos sobre uma possível atuação de Moraes em favor de Vorcaro. O senador também mencionou supostas interferências envolvendo a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal.

“Um integrante da mais alta Corte redigindo o contrato da esposa para devolver ao Vorcaro. Quer dizer, tudo sugere que há uma proteção de Moraes dada ao Vorcaro”, declarou.

Para o senador, o episódio representa uma violação das garantias institucionais do STF. “Isso é uma completa distorção do devido processo legal, das garantias institucionais da mais alta Corte. É muito grave isso aí”, completou o senador. (Via:  Diário do Poder)

GOVERNO DE PERNAMBUCO EXECUTA OBRAS DA NOVA SEDE DO BATALHÃO INTEGRADO DA POLÍCIA MILITAR EM CARUARU, NO AGRESTE

Dando continuidade aos investimentos em segurança pública, o Governo de Pernambuco segue com o cronograma de construção da nova sede do 1º Batalhão Integrado Especializado (Biesp) da Polícia Militar (PM), em Caruaru, no Agreste Central. Com investimento de R$ 10,6 milhões, o Biesp reúne diversas especialidades da PM em um único espaço, oferecendo apoio aos outros batalhões do Agreste e melhores condições de trabalho aos policiais. A governadora Raquel Lyra acompanhou o andamento das obras nesta sexta-feira (4).

O secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, destacou a importância da nova sede. “O Biesp existe há sete anos em Caruaru, mas funciona atualmente em uma antiga edificação que foi adaptada. Agora, teremos uma unidade planejada pela PM para atender às necessidades específicas da corporação. Isso representa um serviço melhor para toda a população de Caruaru e do Agreste”, afirmou.

Atualmente, as intervenções no canteiro de obras estão focadas na infraestrutura de fundação e na superestrutura da edificação, com 9% de avanço do projeto. O prédio foi projetado para receber e distribuir as modalidades de policiamento ostensivo e especializado, incluindo operações de radiopatrulhamento, trânsito, cães e apoio tático na região Agreste.

Também acompanhando o andamento das obras, o comandante-geral da PM, Ivanildo Torres, disse que o novo equipamento garante melhores condições de trabalho. “A construção do Biesp é importante pelas condições de trabalho digna que daremos aos nossos policiais. Aqui, teremos várias especialidades da PM em uma estrutura própria e específica para isso. Então, ganha a Polícia Militar, ganha a cidade de Caruaru e região, principalmente, ganha a sociedade com mais segurança”, apontou. 

O projeto foi setorizado visando o zoneamento funcional completo do Batalhão e a otimização das circulações, com integração ao paisagismo do terreno, resultando nas seguintes zonas: guarita (entrada principal), Batalhão (bloco principal), Dojo, Piscina com apoio, Canil e Quadra. Para os ambientes de segurança, como reserva de material bélico e área de manejo, foram adotadas localização na área central da edificação e paredes em concreto.

"A fase atual da obra estabelece a base física necessária para garantir a sustentabilidade do projeto arquitetônico e o atendimento aos requisitos operacionais exigidos para equipamentos dessa natureza”, explicou Paulo Lira, diretor-presidente da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), órgão responsável pelo acompanhamento da evolução da obra.

PE-095 - Ainda em Caruaru, o Governo de Pernambuco executa obras de duplicação num trecho de 5,2 quilômetros da PE-095. Com recursos de R$ 41,8 milhões, as intervenções visam melhorar a logística regional, contribuindo para o desenvolvimento do comércio, principalmente do Pólo Têxtil. A obra contará com serviços de terraplanagem, fresagem da pavimentação, reciclagem da base, execução de base em brita graduada simples, dispositivos de drenagem, pavimento em tratamento superficial duplo, revestimento, sinalização viária e serviços complementares, como iluminação pública e passeio de concreto. A PE-095 liga Caruaru a Limoeiro, no Agreste Setentrional. A rodovia conta com mercado comercial em toda sua extensão, especialmente têxtil, além de um crescimento imobiliário recente. A obra beneficia diretamente mais 410 mil pessoas, além de fortalecer a logística e contribuir com o desenvolvimento da região. A governadora Raquel Lyra também visitou o canteiro de obras nesta sexta-feira (4).

RAQUEL FAZ CAMINHADA HISTÓRICA E REÚNE UMA MULTIDÃO PELAS RUAS DE CARUARU

Recheada de simbolismo e emoção, a caminhada da governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), nesta sexta-feira (4), foi histórica. Acompanhada da vice-governadora e candidata à reeleição, Priscila Krause (PSD), e dos seus candidatos ao Senado, os deputados federais Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), Raquel destacou para milhares de pessoas o papel fundamental da cidade, onde foi a primeira mulher prefeita, na sua trajetória até o Governo de Pernambuco. A candidata da Coligação Pernambuco de Coração também citou a série de investimentos no município.
"Eu tinha que vir para o meu chão para a gente comemorar a corrida agora e celebrar a caminhada dos próximos 30 dias. Vocês me conduziram até agora e daqui eu passo para Pernambuco inteiro, como sempre fiz, agradecendo àqueles que vieram antes de nós, que nos ensinaram a ter coragem e força, a lutar por aquilo que a gente acredita. Caruaru me fez quem sou e eu estou de pé para seguir levantando Pernambuco", disse Raquel.
Na agenda, que contou com a presença do prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSD), gestores de outros municípios, deputados, candidatos e vereadores, a governadora ressaltou que não tem um projeto pessoal de poder e que trabalha para que o Estado continue a liderar o crescimento no Nordeste. Também pediu para que as pernambucanas e pernambucanos votem nos candidatos que estão ao lado dela. Raquel foi acompanhada pela mãe, Mércia Lyra, e as irmãs, Paula e Nara.
"Pernambuco voltou, mainha chegou e veio para ficar. A gente vai seguir em frente. Pernambuco agora é líder do Nordeste Brasileiro. Não estamos aqui pelo cargo, nós estamos aqui para fazer Pernambuco crescer, mas não deixar ninguém para trás. Obrigada, Caruaru!", discursou a governadora.
Antes da caminhada, a governadora falou sobre as ações da sua gestão que beneficiaram fortemente Caruaru e região, a exemplo da chegada da água da Transposição do Rio São Francisco, por meio da Adutora do Agreste, e o fim do rodízio para mais de 600 mil pessoas no município, em Santa Cruz do Capibaribe e em Belo Jardim. O investimento em Caruaru foi de R$ 1,2 bilhão, incluindo a reforma e ampliação do Hospital Regional do Agreste, que está em andamento, e a entrega do Hospital da Mulher do Agreste.
Acompanharam Raquel a prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino; o prefeito de Gravatá, Padre Joselito; o prefeito de Toritama, Sérgio Colin; o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Helinho Aragão; a prefeita de Cortês, Fátima Borba; o prefeito de Saloá, Júnior de Rivaldo; o prefeito de Riacho das Almas, Dió Filho; os deputados federais e candidatos à reeleição, Fernando Monteiro e Pastor Eurico; os deputados estaduais e candidatos à reeleição, Débora Almeida, Joãozinho Tenório e Edson Vieira; as candidatas a deputada federal Juliana Gouveia, Cris do Transforma e Coronel Denize; e os candidatos a deputado estadual Carlos Braga, Alcides Texeira Neto, que é vereador licenciado do Recife, Viviane Facundes, Professora Ana Lúcia, Chef Negralinda, Ni do Badoque, Anderson Luiz e Anderson Correia.

JULIANA DE CHAPARRAL PRESTIGIA CELEBRAÇÃO EM VITÓRIA DE SANTO ANTÃO E REFORÇA ARTICULAÇÃO POLÍTICA NA ZONA DA MATA


Da REDAÇÃO

A candidata a deputada federal Juliana de Chaparral (União Brasil) cumpriu mais uma agenda na Zona da Mata de Pernambuco e esteve, na última terça-feira (1º), em Vitória de Santo Antão, onde participou de uma celebração em homenagem ao aniversário do Irmão José.

O encontro foi marcado por fé, gratidão e confraternização, reunindo familiares, amigos e lideranças que fizeram questão de prestigiar o momento.

Juliana esteve ao lado do deputado estadual e candidato à reeleição Joaquim Lira (PV) e do amigo Davi da Fruta, que foi responsável por apresentar a candidata ao homenageado. A presença conjunta reforçou também a sintonia política entre os grupos que atuam na região.

Nas redes sociais, Juliana destacou o caráter especial da noite e agradeceu pela oportunidade de participar da celebração.

“Pela graça e glória de Deus, celebro mais um ano de vida, aqui em Vitória de Santo Antão. Foi uma noite especial de fé, gratidão e reencontros”, registrou.

A passagem por Vitória de Santo Antão faz parte da movimentação de Juliana de Chaparral pela Zona da Mata, onde a candidata vem ampliando sua presença, mantendo conversas com lideranças e fortalecendo relações políticas de olho na disputa por uma cadeira na Câmara Federal.

NA LUPA: Mais do que uma agenda social, a presença de Juliana em Vitória mostra que a candidata está buscando ocupar espaços estratégicos fora de sua principal base política. Na eleição proporcional, ampliar alianças e construir pontes regionais pode fazer a diferença na hora de transformar presença de campanha em votos nas urnas.

EM CACHOEIRINHA, EX-PREFEITO BETO DE TÔTA DECLARA APOIO A EDUARDO DA FONTE AO SENADO

O ex-prefeito de Cachoeirinha, Beto de Tôta, declarou apoio à candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) ao Senado. Forte liderança política e empresarial do Agreste Central, Beto atua no comércio de couro e aço e na fabricação de arreios para montaria, mantendo uma relação próxima com a população e os setores produtivos da região. O município de Cachoeirinha é conhecida como a capital do artesanato em couro e aço. 

A parceria entre Eduardo da Fonte e Cachoeirinha já se traduz em investimentos concretos. Por meio de emenda parlamentar, o candidato destinou recursos para a implantação e o reforço do Centro Multidisciplinar de Atendimento a Crianças e Adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) do município, ampliando a assistência especializada oferecida às famílias.

Para Eduardo da Fonte, o apoio de Beto de Tôta reforça uma caminhada construída com trabalho e presença no Agreste. “É uma honra receber o apoio de Beto, uma liderança que conhece de perto as necessidades de Cachoeirinha e de toda a região. Nosso compromisso é continuar trabalhando para levar mais saúde, oportunidades e qualidade de vida para os pernambucanos”, afirmou.