terça-feira, 26 de maio de 2026
PREFEITURA DE GARANHUNS REALIZA ENTREGA DE 1.400 KITS PARA PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL
MARCÍLIO RÉGIO ANUNCIA AUXÍLIO EMERGENCIAL DE R$ 2.500 PARA FAMÍLIAS AFETADAS PELAS ENCHENTES EM GOIANA
EX-PREFEITO ROBSON LEANDRO FECHA APOIO A SÍLVIO COSTA FILHO EM JATOBÁ
RAQUEL LYRA AVANÇA NA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E ENTREGA MAIS DE 180 TÍTULOS EM JABOATÃO DOS GUARARAPES
A iniciativa representa um passo importante para garantir segurança jurídica e cidadania às famílias beneficiadas, que passam a ter oficialmente a posse legal de seus imóveis. Com o documento em mãos, os moradores conquistam não apenas o reconhecimento formal da propriedade, mas também mais acesso a crédito, valorização dos imóveis e tranquilidade para investir em suas residências.
A entrega ocorrerá na Escola Técnica Estadual Advogado José David Gil Rodrigues, localizada às margens da BR-101 Sul, no bairro de Jardim Jordão. O evento deve reunir autoridades estaduais, lideranças comunitárias e moradores contemplados pelo programa de regularização fundiária.
Nos últimos meses, a gestão estadual tem intensificado ações voltadas à habitação e ao ordenamento urbano em diversas regiões pernambucanas. A regularização fundiária vem sendo tratada como uma das prioridades do governo, sobretudo em áreas urbanas historicamente marcadas pela ausência de documentação oficial dos imóveis.
A expectativa do Palácio do Campo das Princesas é de que novas etapas do programa sejam ampliadas para outros municípios pernambucanos, fortalecendo políticas públicas voltadas à moradia digna e inclusão social. A ação em Jardim Jordão reforça o discurso do governo de aproximar os serviços públicos das comunidades e garantir direitos históricos à população.
A solenidade está marcada para as 17h desta terça-feira, na Escola Técnica Estadual Advogado José David Gil Rodrigues, em Jardim Jordão, em Jaboatão dos Guararapes.
ANDERSON FORA DO SENADO REORGANIZA TABULEIRO POLÍTICO EM PERNAMBUCO E FORTALECE PROJETO DOS FERREIRA PARA 2026
Com a nova definição, Anderson deverá entrar na corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados, ocupando um espaço que anteriormente estava reservado ao irmão, André Ferreira. Já André passa a mirar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), numa engenharia política pensada para ampliar a presença e a força do grupo em Brasília e no Legislativo estadual ao mesmo tempo.
A movimentação é vista nos bastidores como uma estratégia de fortalecimento do PL em Pernambuco, especialmente diante da necessidade do partido de ampliar suas bancadas e consolidar sua influência no estado. Além disso, a saída de Anderson da disputa pelo Senado reduz a pulverização de candidaturas no campo conservador e abre espaço para novas articulações visando a composição da chapa majoritária da Direita pernambucana.
Levantamento realizado pelo Blog Ponto de Vista aponta que Anderson Ferreira chegará à disputa proporcional com uma base política já consolidada em diversas regiões do estado. Pelo menos oito prefeitos pernambucanos estariam alinhados ao projeto do ex-prefeito de Jaboatão rumo à Câmara Federal. Entre os gestores que integram essa base estão Mary Gouveia, de Escada; Thiago de Miel, de Xexéu; Barbosa, de São José da Coroa Grande; Ridete Pellegrino, de Jaqueira; Izalta, de Ibirajuba; Padre Joselito, de Gravatá; Pité, de Quipapá; e Aleudo Benedito, de Serrita.
A articulação demonstra que Anderson preserva forte capacidade de mobilização política mesmo fora da disputa majoritária. O ex-prefeito de Jaboatão segue sendo uma das principais lideranças do PL em Pernambuco, especialmente por sua forte identificação com o eleitorado conservador e evangélico, além da influência construída ao longo dos últimos anos na Região Metropolitana do Recife.
Já André Ferreira também deverá entrar fortalecido na disputa pela Alepe. O parlamentar contará com o apoio de pelo menos cinco prefeitos em sua caminhada rumo ao Legislativo estadual. Estão entre os aliados Mary Gouveia, de Escada; Elias Meu Fi, de Pombos; Quebra Santo, de Lagoa do Ouro; Clelson Peixoto, de Jucati; e Zé Elias Filho, de Calçado.
Nos bastidores, lideranças do PL avaliam que a mudança poderá potencializar o desempenho eleitoral do grupo Ferreira em 2026. A leitura é de que Anderson possui densidade eleitoral suficiente para alcançar uma votação expressiva para deputado federal, enquanto André poderá se tornar um dos nomes competitivos na disputa por vagas na Assembleia Legislativa.
Além do apoio de prefeitos, o grupo político dos Ferreira mantém forte presença junto a lideranças religiosas, vereadores, ex-prefeitos e grupos conservadores espalhados pelo estado, sobretudo na Região Metropolitana do Recife, considerada o principal reduto eleitoral da família. Essa capilaridade política é vista como um dos trunfos para o fortalecimento das candidaturas proporcionais.
A retirada de Anderson Ferreira da corrida pelo Senado também provoca efeitos diretos no cenário da disputa majoritária em Pernambuco. Com a saída de um nome competitivo do campo conservador, abre-se espaço para novas negociações envolvendo alianças, composição de chapas e definição de candidaturas tanto ao Senado quanto ao Governo do Estado.
Nos corredores da política pernambucana, a avaliação predominante é de que o movimento foi calculado para preservar capital político, ampliar a musculatura eleitoral do PL e garantir maior presença institucional do grupo Ferreira nos próximos anos. A decisão, além de mexer no tabuleiro eleitoral, sinaliza que a disputa de 2026 em Pernambuco começa a ganhar contornos cada vez mais estratégicos e intensos nos bastidores.
PF MIRA CLÁUDIO CASTRO EM INVESTIGAÇÃO SOBRE APORTE BILIONÁRIO DA RIOPREVIDÊNCIA NO BANCO MASTER
A nova ofensiva da Polícia Federal acontece em meio ao aprofundamento das investigações sobre aplicações financeiras realizadas pelo fundo previdenciário do Estado do Rio de Janeiro. Segundo os investigadores, o foco agora está em aportes que teriam alcançado cerca de R$ 3 bilhões em operações ligadas ao Banco Master, instituição financeira que já vinha sendo observada por órgãos de controle e investigação.
Ao todo, a PF cumpriu dez mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Brasília. As ordens judiciais foram autorizadas pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, instância responsável pela condução do caso devido ao alcance político e institucional da investigação.
De acordo com informações divulgadas pela própria Polícia Federal, esta etapa da investigação é um desdobramento direto da Operação Barco de Papel, iniciada anteriormente para investigar operações financeiras consideradas atípicas envolvendo o Rioprevidência. Os investigadores afirmam ter identificado aplicações suspeitas em Letras Financeiras de um banco privado, totalizando aproximadamente R$ 970 milhões entre outubro de 2023 e julho de 2024.
O caso ganhou ainda mais dimensão após a suspeita de que os investimentos teriam ocorrido em condições consideradas de alto risco para os cofres públicos. A Rioprevidência é responsável pela administração dos recursos previdenciários dos servidores estaduais do Rio de Janeiro, o que torna qualquer movimentação financeira envolvendo bilhões de reais alvo de forte atenção dos órgãos de fiscalização.Nos bastidores políticos, a operação provoca enorme repercussão porque atinge diretamente um dos principais nomes ligados ao PL no Rio de Janeiro. Cláudio Castro, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, ainda exerce influência política no estado e vinha sendo citado como peça importante nas articulações eleitorais do grupo bolsonarista para 2026.
A Polícia Federal ainda busca esclarecer qual teria sido o grau de participação dos investigados na autorização, intermediação ou validação dos investimentos feitos pelo fundo previdenciário estadual. Os investigadores trabalham para entender se houve favorecimento, gestão temerária ou eventuais irregularidades no direcionamento dos recursos públicos.
O Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro também seguem no radar das autoridades federais. O banqueiro já vinha sendo alvo de atenção em outras investigações envolvendo operações financeiras e relações políticas. Agora, a nova fase da operação amplia o cerco sobre os responsáveis pelas movimentações bilionárias.
Até o momento, as defesas dos investigados não haviam divulgado posicionamentos oficiais sobre a operação desta terça-feira. A expectativa é de que, após a análise do material apreendido, a investigação avance para uma nova etapa de oitivas e cruzamento de dados bancários, fiscais e administrativos.
A ofensiva da PF reforça o clima de tensão política e jurídica em torno de operações envolvendo fundos públicos e instituições financeiras privadas, especialmente diante do impacto que movimentações desse porte podem causar sobre recursos previdenciários destinados aos servidores estaduais.