sexta-feira, 10 de abril de 2026
EDUARDO DA FONTE VOTA A FAVOR DA PEC QUE GARANTE FINANCIAMENTO MÍNIMO PARA A ASSISTÊNCIA SOCIAL
EX-MINISTRO SILVIO COSTA FILHO RECEBE HOMENAGEM DO MERCADO DE SEGUROS PELOS SERVIÇOS PRESTADOS AO SETOR EM PERNAMBUCO E NO BRASIL
DANIEL COELHO REBATE JOÃO CAMPOS E DEFENDE GESTÃO RAQUEL LYRA EM MEIO A DISPUTA SOBRE ESTRADAS EM PERNAMBUCO
Em manifestação pública nas redes sociais, Daniel Coelho saiu em defesa da gestão da governadora Raquel Lyra e adotou um tom duro ao comentar a fala do adversário político. O ex-secretário classificou como incoerente a crítica feita por João Campos e fez referência ao histórico administrativo das gestões anteriores ligadas ao PSB no estado, destacando que, segundo ele, houve período prolongado de responsabilidades políticas que não teria resultado em melhoria suficiente da malha viária.
Durante o posicionamento, Daniel afirmou que a atual discussão ignora o contexto das administrações passadas e questionou a percepção sobre o estado das estradas em Pernambuco ao longo dos últimos anos. Ele também defendeu que, sob a atual gestão estadual, há esforços em andamento para requalificação da infraestrutura rodoviária, sugerindo que comparações recentes desconsideram avanços que estariam sendo executados pelo governo.
Em outro trecho de sua fala, o ex-secretário criticou diretamente a iniciativa do vídeo publicado por João Campos, no qual o pré-candidato compara trechos rodoviários entre Pernambuco e Ceará, e sugeriu que a gravação não refletiria a realidade vivida em regiões do interior do estado. Daniel ainda afirmou que a leitura apresentada pelo adversário estaria distante da situação enfrentada por quem circula diariamente por municípios fora da Região Metropolitana.
A discussão ganhou repercussão no ambiente político pernambucano, ampliando o embate entre aliados do governo estadual e lideranças da oposição, em um cenário que já vem sendo marcado por antecipações do debate eleitoral em torno da sucessão estadual e da avaliação das políticas de infraestrutura em Pernambuco.
EXÉRCITO CUMPRE ORDENS DE MORAES E PRENDE MILITARES CONDENADOS POR TRAMA GOLPISTA EM BRASÍLIA E OUTROS ESTADOS
A operação marca mais uma fase da ação penal que envolve diferentes núcleos da chamada trama golpista, considerada pelo STF como uma articulação para tentar impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pressionar instituições democráticas.
De acordo com informações confirmadas por fontes judiciais e reportagens de veículos nacionais, pelo menos três militares foram presos já nas primeiras horas da manhã. Entre eles estão o major da reserva Ângelo Martins Denicoli, o subtenente Giancarlo Gomes Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida. As prisões ocorreram em diferentes locais, incluindo Brasília e o Espírito Santo.
Outros dois condenados seguem foragidos e são alvos de mandados de prisão: o coronel da reserva Reginaldo Vieira de Abreu e o engenheiro Carlos César Moretzsohn Rocha, ligado ao Instituto Voto Legal.
Segundo o STF, os réus fazem parte do chamado núcleo de desinformação da organização investigada, responsável por disseminar conteúdos falsos sobre o processo eleitoral e sustentar narrativas usadas para questionar a confiabilidade das urnas eletrônicas. As investigações também apontam que esse grupo teria produzido relatórios e campanhas de ataque contra autoridades e instituições.
As condenações foram definidas pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, que entendeu haver participação dos envolvidos em crimes como tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa armada e tentativa de golpe de Estado.
Com a decisão de Moraes, o processo entra agora na fase de execução das penas, o que significa que os condenados passam a cumprir as sentenças de forma efetiva após o trânsito em julgado.
O caso faz parte de um conjunto mais amplo de investigações que apuram a atuação de diferentes núcleos militares e civis em uma suposta articulação golpista que se estendeu entre 2022 e 2023, envolvendo ações de monitoramento, produção de desinformação e pressão sobre comandantes das Forças Armadas.
A operação desta sexta-feira reforça o avanço das decisões judiciais sobre um dos episódios mais sensíveis da política recente do país, com impacto direto sobre setores militares e figuras ligadas ao antigo governo.
PREFEITURA DE GOIANA ADQUIRE EQUIPAMENTOS PRÓPRIOS PARA PARA MANUTENÇÃO DOS CAMPOS ESPORTIVOS
DEPUTADO LULA DA FONTE SOLICITA ABERTURA DO MERCADO SUL-COREANO PARA CARNE BOVINA BRASILEIRA
COLUNA POLÍTICA | DR. ELTON, UMA OBRA, VÁRIOS RECADOS| NA LUPA 🔎 | POR EDNEY SOUTO
NO SERTÃO, JOÃO CAMPOS ENFRENTA TURBULÊNCIAS POLÍTICAS, CRÍTICAS NAS REDES E SAIA-JUSTA EM EVENTO RELIGIOSO
Apontado como possível nome na disputa estadual, João Campos iniciou sua passagem pelo interior com visitas estratégicas e forte presença digital. No entanto, um dos primeiros momentos de maior visibilidade acabou se transformando em alvo de críticas. Em vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito denunciou as condições precárias de uma estrada na região do Araripe, destacando buracos e dificuldades de tráfego. A gravação, que buscava evidenciar problemas de infraestrutura no interior, rapidamente provocou reação de adversários políticos.
Vereadores do Recife responderam com vídeos mostrando ruas alagadas na capital pernambucana, estabelecendo um contraponto direto à crítica feita pelo gestor. As imagens viralizaram e ampliaram o debate nas redes sociais, levantando questionamentos sobre a situação urbana da capital e gerando desgaste para o prefeito, que viu sua narrativa ser confrontada de forma imediata e coordenada.
Outro episódio que repercutiu negativamente ocorreu durante visita à Concatedral de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. Durante a passagem pelo templo, uma fiel saudou João Campos como “futuro governador”, manifestação que foi prontamente repreendida pelo bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Limacedo. Em tom firme, o religioso destacou que a igreja não é espaço para manifestações político-partidárias, reforçando a necessidade de preservação do ambiente religioso como local de fé e não de promoção eleitoral.
A situação gerou desconforto e repercutiu entre lideranças políticas e religiosas, reacendendo discussões sobre os limites entre fé e política, especialmente em períodos que antecedem disputas eleitorais.
Apesar dos contratempos, aliados de João Campos seguem defendendo a importância da agenda no interior como estratégia de aproximação com o eleitorado sertanejo e de fortalecimento de seu nome em nível estadual. Já opositores veem nos episódios recentes sinais de desgaste precoce e apontam fragilidades na condução da pré-campanha.
Com a viagem ainda em andamento, o prefeito do Recife enfrenta o desafio de reposicionar sua comunicação e retomar o controle da narrativa, em meio a um cenário político cada vez mais competitivo e atento a cada movimento de quem desponta como potencial candidato ao Palácio do Campo das Princesas.