segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
EDUARDO DA FONTE É RECEBIDO POR COMITIVA DE PREFEITOS E VEREADORES EM VAQUEJADA NO AGRESTE
ALEPE BENEFICIA MULHERES COM SERVIÇOS GRATUITOS DE SAÚDE, CIDADANIA E AUTOCUIDADO
APROVAÇÃO HISTÓRICA PROJETA RAQUEL LYRA COMO FAVORITA ABSOLUTA À REELEIÇÃO EM PERNAMBUCO
A leitura feita por um aliado próximo da governadora é direta e carregada de simbolismo histórico. Para ele, Raquel já figura entre os governadores mais bem avaliados que Pernambuco já teve, superando com margem confortável ex-chefes do Executivo estadual como Paulo Câmara, Miguel Arraes e Joaquim Francisco. A comparação com Paulo Câmara, inclusive, é usada como argumento central para sustentar a tese de uma reeleição praticamente contratada: em janeiro de 2018, Paulo registrava apenas 35% de aprovação e, mesmo assim, conseguiu vencer o pleito naquele ano, encerrando o processo eleitoral com cerca de 55%. “Se ele foi reeleito nessas condições, imagine Raquel Lyra, que já parte de 61%”, provocou.
Na avaliação desse mesmo interlocutor, o atual índice não representa um teto, mas sim um piso. A expectativa é de que a governadora chegue ao mês de outubro com índices próximos a 70% de aprovação, impulsionada por entregas administrativas, maior visibilidade de ações estruturantes e pela consolidação de sua imagem como gestora técnica e firme. Esse cenário, segundo ele, tornaria a disputa eleitoral quase plebiscitária, com chances reais de vitória ainda no primeiro turno, independentemente de quem venha a ser o adversário.
O argumento se ancora em uma lógica clássica da política eleitoral brasileira: eleições de reeleição tendem a funcionar como um julgamento popular da gestão. Quando o governante é bem avaliado, a recondução ao cargo costuma ser consequência natural. “Reeleição tem um forte caráter plebiscitário. Se o governante é aprovado, é reeleito; se não é, perde. Por que com Raquel Lyra seria diferente?”, questiona o aliado, resumindo o sentimento que hoje predomina no entorno do Palácio do Campo das Princesas.
Com a oposição ainda em fase de reorganização e sem um nome consolidado capaz de polarizar com força, Raquel Lyra avança com o ativo mais valioso em qualquer disputa eleitoral: aprovação popular elevada e percepção positiva da gestão. Se os números se confirmarem nos próximos levantamentos, a eleição de Pernambuco tende menos a uma disputa aberta e mais a um referendo sobre o atual governo. E, até aqui, o veredito das pesquisas tem sido amplamente favorável à governadora.
FAMÍLIA CADENGUE FECHA FILEIRAS COM JOÃO CAMPOS E CAYO ALBINO E ANTECIPA PALANQUE EM BREJÃO
Ao resgatar a própria trajetória, Beta fez questão de destacar que, na política, neutralidade não combina com coerência. Em tom direto, afirmou que não há espaço para “ficar em cima do muro”, especialmente quando se trata de relações construídas ao longo de décadas. A ex-prefeita lembrou que a caminhada ao lado do campo socialista não começou agora e tampouco se limita ao presente cenário eleitoral. Trata-se, segundo ela, de uma herança política e afetiva que atravessa gerações.
A relação da família Cadengue com o PSB remonta ao período de Miguel Arraes, passa pela amizade e parceria com Eduardo Campos e chega à atualidade com João Campos. Beta evocou a memória do avô, Josa Cadengue, aliado histórico de Arraes, citou o compromisso político do pai, Sandoval Cadengue, e reforçou que sua própria atuação pública sempre esteve alinhada a esse campo. Para ela, apoiar João Campos é a continuidade natural dessa história.
Ao declarar que atende “ao chamado” de João Campos para caminhar juntos rumo às eleições, Beta deixa claro que o grupo não apenas apoia, mas pretende atuar ativamente na construção do palanque estadual em Brejão. A fala sinaliza que o município deverá integrar, desde já, a engrenagem política do PSB com foco em 2026, sem descartar os desdobramentos para 2028, quando o jogo municipal volta ao centro do tabuleiro.
O alinhamento também já está definido na disputa proporcional. Sob a liderança de Sandoval Cadengue e da própria Beta, a família confirmou apoio ao projeto de reeleição do deputado estadual Cayo Albino (PSB). Nos bastidores do Agreste Meridional, Cayo é apontado como um dos nomes em ascensão do partido, com musculatura política crescente e forte presença em Garanhuns, onde a gestão do prefeito Sivaldo Albino — seu pai — mantém avaliação positiva.
Analistas políticos projetam que o deputado pode ultrapassar a marca de 25 mil votos, desempenho que o colocaria como um dos mais votados da região e possível recordista em Garanhuns, a chamada “Suíça pernambucana”. Mais do que entusiasmo de aliados, a expectativa se ancora em uma estrutura política consolidada, de base familiar e territorial, capaz de garantir capilaridade eleitoral e fidelização do eleitorado.
No plano federal, o grupo Cadengue ainda não oficializou um nome, mas o caminho parece traçado. A tendência, segundo interlocutores, é que o apoio seja direcionado a um candidato alinhado diretamente ao núcleo político de João Campos, reforçando a estratégia de coesão total em torno do projeto estadual do PSB.
Com a manifestação pública de Beta Cadengue, Brejão entra de vez no radar da pré-campanha estadual. O recado foi dado sem rodeios: a família Cadengue escolheu seu lado, aposta em João Campos e se prepara para desempenhar papel ativo nas eleições que se aproximam.
RAQUEL LYRA DENUNCIA ONDA DE DESINFORMAÇÃO, REBATE BOATOS E AFIRMA QUE PERNAMBUCO ESTÁ SENDO PREPARADO PARA OS PRÓXIMOS 50 ANOS
Sem citar nomes ou siglas partidárias, Raquel foi direta ao afirmar que o ambiente eleitoral tende a estimular ataques baseados em boatos, oportunismo político e informações falsas. Para a governadora, há um movimento claro de setores que, após terem passado pelo poder sem promover mudanças estruturais, agora tentam desacreditar ações em andamento. Segundo ela, esse tipo de prática não contribui para o debate público nem para o desenvolvimento do estado.
Durante o discurso, a chefe do Executivo estadual destacou que a disseminação de fake news já começou a impactar áreas sensíveis da gestão. Um dos exemplos citados foi um boato que circulou recentemente nas redes sociais sobre o Hospital da Restauração, no Recife. De acordo com a governadora, informações falsas chegaram a afirmar que a emergência da unidade estaria fechada, o que ela classificou de forma categórica como mentira. Raquel reforçou que o hospital segue funcionando e passa por obras de requalificação para melhorar o atendimento à população.
A governadora também aproveitou o momento para reforçar o posicionamento político de sua gestão, deixando claro que 2026 não será tratado como um encerramento de mandato, mas como parte de um projeto de longo prazo para Pernambuco. Em um discurso com forte apelo estratégico, Raquel afirmou que as decisões tomadas agora têm como objetivo estruturar o estado para as próximas décadas, e não apenas para atender a calendários eleitorais.
Segundo ela, o atual governo trabalha com a perspectiva de plantar bases sólidas que garantam crescimento, desenvolvimento social e melhorias duradouras nos serviços públicos. Para Raquel, o verdadeiro legado de uma gestão não está em promessas imediatas, mas na capacidade de construir políticas públicas que resistam ao tempo.
Ao comentar o ambiente político cada vez mais polarizado, a governadora afirmou que não pauta suas decisões por interesses eleitorais ou pela busca de novos cargos. Ela ressaltou que enfrentar temas difíceis e impopulares faz parte da responsabilidade de governar e que esse compromisso não pode ser substituído por estratégias eleitorais.
A fala de Raquel Lyra ocorre em um momento em que o debate político em Pernambuco começa a ganhar novos contornos, com movimentações de bastidores e discursos cada vez mais direcionados ao eleitorado. Ao trazer a desinformação para o centro da discussão, a governadora sinaliza que pretende enfrentar o embate político apostando na narrativa da gestão, na defesa de suas ações e na construção de um projeto que, segundo ela, vai além de um único mandato.
ARCOVERDE REESCREVE SUA HISTÓRIA E FAZ DO NOSSO CARNAVAL UM MARCO DEFINITIVO NO INTERIOR DE PERNAMBUCO
Por Edney Souto
Arcoverde decidiu não esperar mais pelo reconhecimento: tomou para si o protagonismo e cravou seu nome, com autoridade, no calendário multicultural de Pernambuco. A segunda edição do Nosso Carnaval mostrou que a cidade vive um novo tempo, em que planejamento, identidade cultural e ousadia caminham juntos. Foram quatro dias intensos de festa, música e convivência popular que transformaram o município no principal epicentro da folia antecipada no interior do Estado.O Pátio de Eventos virou o grande símbolo dessa virada. Lotado todas as noites, acolheu um público diverso, de diferentes idades e regiões, provando que o Carnaval de Arcoverde deixou de ser apenas local para ganhar dimensão regional. Mais que shows, o evento entregou experiência, organização e sentimento de pertencimento.
A estrutura montada esteve à altura dos grandes festivais. Palco imponente, iluminação de alto nível, som potente e logística pensada para garantir conforto e fluidez ao público. No comando da trilha sonora, uma programação que passeou pelo samba, frevo, axé e música popular brasileira, reunindo nomes consagrados como André Marreta, Marrom Brasileiro, Durval Lelys, Trio da Huanna, Alcimar Monteiro, Almir Rouche e o lendário Grupo Fundo de Quintal, sem esquecer dos artistas locais, que também brilharam e reforçaram a identidade cultural da cidade.
O Nosso Carnaval 2026 teve início na quinta-feira (05) e confirmou, pelo segundo ano consecutivo, que a antecipação da folia foi uma escolha estratégica acertada. A gestão do prefeito Zeca Cavalcanti apostou no fortalecimento do evento como política pública de cultura, resgatando uma tradição que esteve apagada por anos e devolvendo à população um Carnaval organizado, vibrante e com identidade própria.
A tranquilidade foi outro destaque. Um esquema especial de segurança funcionou de forma integrada durante todos os dias da festa, reunindo Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e equipes de apoio, além do monitoramento por câmeras em pontos estratégicos do Pátio de Eventos. O resultado foi um ambiente seguro, familiar e elogiado pelos foliões.
Presente de forma constante, o prefeito Zeca Cavalcanti, acompanhado da primeira-dama e secretária de Cultura e Eventos, circulou entre o público, recebeu visitantes e acompanhou de perto cada noite da programação. A presença reforçou a mensagem de que o Nosso Carnaval não é apenas entretenimento, mas um projeto estruturante para a cidade.
ECONOMIA AQUECIDA E CIDADE EM MOVIMENTO
Além do impacto cultural, o Nosso Carnaval também movimentou fortemente a economia local. Hotéis registraram alta taxa de ocupação, bares e restaurantes ampliaram o faturamento e ambulantes encontraram na festa uma oportunidade real de geração de renda. O comércio sentiu o reflexo direto do fluxo intenso de visitantes, confirmando que investir em cultura também é investir em desenvolvimento econômico.
Para muitos empreendedores, o Carnaval antecipado se tornou uma das principais datas do ano. A circulação de turistas aqueceu serviços, fortaleceu pequenos negócios e consolidou Arcoverde como destino atrativo fora do eixo tradicional Recife–Olinda.
CARNAVAL QUE NÃO TERMINA NO PALCO
Encerrado o Nosso Carnaval, a festa não para. A Prefeitura programou a continuidade do ciclo carnavalesco com a Folia dos Bois, levando a celebração para os bairros e descentralizando as atividades culturais. A proposta amplia o alcance da festa, valoriza manifestações populares e garante que o Carnaval chegue a diferentes comunidades, fortalecendo ainda mais o vínculo entre cultura e população.
Com uma festa gratuita, segura, plural e bem organizada, Arcoverde não apenas realizou um grande evento: consolidou um novo modelo de Carnaval no interior de Pernambuco. O Nosso Carnaval deixou de ser promessa e se transformou em realidade, colocando a cidade, de vez, no mapa dos grandes polos da folia pernambucana. É isso!
CHUVAS GANHAM FORÇA EM PERNAMBUCO E ACENDEM ALERTA PARA AGRESTE E SERTÃO NO INÍCIO DA SEMANA
De acordo com a Apac, as chuvas são resultado da atuação conjunta de um cavado atmosférico — área de baixa pressão que favorece a formação de nuvens carregadas — com a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), sistema climático responsável por concentrar umidade e provocar precipitações mais expressivas no Norte e Nordeste do país. Essa combinação cria condições propícias para chuvas de intensidade moderada, sobretudo nas áreas do interior.
No Sertão pernambucano e na região do Sertão do São Francisco, a expectativa é de que as pancadas ocorram com maior regularidade na segunda-feira, mantendo volumes moderados. A tendência, segundo os meteorologistas, é de enfraquecimento gradual das chuvas ao longo da semana, mas sem descartar novos episódios isolados, típicos deste tipo de configuração atmosférica.
Já no Agreste, assim como na Mata Norte e na Mata Sul, o comportamento do tempo deve ser diferente. Nessas regiões, as chuvas previstas são mais fracas e espaçadas, perdendo intensidade logo no início da semana. Mesmo assim, a Apac orienta atenção, principalmente em áreas urbanas que historicamente sofrem com alagamentos pontuais durante eventos de chuva, ainda que de menor volume.
A previsão reforça a importância do monitoramento constante das condições climáticas, especialmente para moradores de áreas vulneráveis, produtores rurais e gestores municipais. A Apac segue acompanhando a evolução dos sistemas meteorológicos e pode atualizar os alertas conforme novas análises forem realizadas.
Enquanto o céu carrega nuvens e o clima muda de tom em Pernambuco, a recomendação é clara: cautela, acompanhamento das informações oficiais e atenção aos próximos boletins meteorológicos.
COM PROFESSOR LUPÉRCIO, JULIANA DE CHAPARRAL AMPLIA BASE POLÍTICA E AVANÇA EM ARTICULAÇÕES NO GRANDE RECIFE
A agenda teve início em Olinda, no Córrego do Nozinho, onde Juliana foi recebida pelo líder comunitário Tizinho e por moradores da localidade. Em contato direto com a população, a pré-candidata ouviu reivindicações, dialogou sobre os desafios enfrentados pela comunidade e destacou que a construção de um mandato forte passa, necessariamente, pela escuta ativa e pelo compromisso com quem vive a realidade dos bairros. Durante o encontro, Juliana ressaltou que pretende levar as demandas locais para o debate político mais amplo, reforçando sua disposição em atuar como ponte entre as comunidades e Brasília.
Ainda no Grande Recife, a pré-candidata seguiu para o município de Paulista, onde participou da comemoração do aniversário do empresário Rubens Freitas da Gráfica. O evento teve forte simbolismo político ao reunir importantes lideranças, entre elas o ex-prefeito de Olinda e pré-candidato a deputado estadual Professor Lupércio (PSD), com quem Juliana vem estreitando laços e construindo uma aliança estratégica para as eleições. A presença de nomes como o pastor Vando Gonçalves e Churro Quintal também evidenciou o fortalecimento de apoios em diferentes segmentos da sociedade.Ao longo do encontro, o clima foi de articulação, diálogo e projeção de parcerias futuras. Juliana destacou a importância de unir forças com lideranças experientes e com atuação consolidada na Região Metropolitana, defendendo que a política precisa ser feita com cooperação e foco em resultados concretos para a população.
Encerrando o dia, já no período da noite, Juliana retornou a Olinda, onde foi recepcionada na Vila São Bento pelo líder comunitário Zeca da Vila São Bento e moradores da localidade. No contato com a comunidade, a pré-candidata reafirmou seu compromisso com as pautas sociais, reforçando a necessidade de políticas públicas que cheguem efetivamente às periferias e garantam mais dignidade às famílias.Com uma agenda marcada por presença territorial, diálogo direto e fortalecimento de alianças, Juliana de Chaparral segue ampliando sua atuação no Grande Recife, consolidando articulações políticas e reforçando seu discurso de proximidade com a população, em um movimento que sinaliza crescimento e organização rumo ao próximo pleito.