Em entrevista à TV Guararapes, nesta sexta-feira (6), o delegado disse que foram encontrados diálogos, áudios e depoimentos que apontariam cobranças de dinheiro para evitar publicações nas redes sociais ou retirar conteúdos já divulgados.
Segundo a investigação, um dos episódios envolve o recebimento de R$ 20 mil em espécie. O delegado também relatou uma suposta proposta de pagamento mensal de R$ 2 mil para manter o silêncio.
A Polícia Civil investiga ainda suspeitas de exploração de prestígio e lavagem de capitais. Jorge Pinto também afirmou que Emerson foi formalmente intimado para prestar depoimento, contrariando a versão da defesa de que ele teria comparecido espontaneamente.
Emerson teve a prisão preventiva decretada em 29 de outubro, mas a decisão foi posteriormente revogada. Ele permanece em liberdade, monitorado por tornozeleira eletrônica.
Eleito com 49.254 votos, o emedebista segue sob investigação. As acusações ainda serão submetidas à apreciação da Justiça, e a defesa tem direito ao contraditório e à ampla defesa.
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