quarta-feira, 20 de agosto de 2025

PASTOR DE CALCINHA VOLTA ÀS RUAS COM PERUCA LOIRA E NOVO LOOK VERMELHO

Após a viralização do registro em que o bispo Eduardo Costa aparecia andando de peruca e lingerie pelas ruas do centro de Goiânia (GO), o "pastor de calcinha" foi flagrado em um novo momento surpreendente, apenas quatro dias após a repercussão do primeiro vídeo.

Desta vez, o pastor foi flagrado usando a típica peruca loira, mas opitando por uma calcinha fio dental e uma camisa vermelha, enquanto circulava pela rua. O primeiro vídeo em que o líder religioso aparece de lingerie, foi filmado no bairro Setor Urias Magalhães, e mostrou o bispo vagando da mesma forma, só que com uma camisa branca e peça íntima azul.

Em contato com o portal LeoDias, o responsável pelos flagras revelou que não chantageou o religioso, apenas registrou o momento inusitado. "A gente fez o vídeo, não foi nem para viralizar, fazer maldade, nem nada. A gente fez um vídeo só para o intuito de saber mesmo o que era e ficar entre a gente mesmo, amigos mesmo, porque estava todo mundo em pânico porque ele sempre parava o carro e ficava, e ficava", comentou.

Outras fontes relataram que essa não é a primeira vez que Eduardo Costa aparece em um momento polêmico. "Na época, eu trabalhava para ele. A esposa dele, que hoje é ex, pegou ele de vestidinho vermelho perto dos motéis. Foi o maior barraco. Eu vi tudo", declarou.

No entanto, o pastor se pronunciou recentemente sobre o momento íntimo, dizendo que seu figurino era uma forma de disfarce "para fazer uma investigação pessoal sobre uma situação pessoal".

CPI DA PUBLICIDADE NASCE SOB SUSPEITAS E PROMETE GUERRA JUDICIAL NA ALEPE


A instalação da CPI da publicidade na Assembleia Legislativa de Pernambuco já começa marcada por contestações, disputas partidárias e ameaças de judicialização que prometem se arrastar pelos próximos meses. Apesar de ter sido formalmente instalada com os nomes de Diogo Moraes, Antônio Coelho e Waldemar Borges, todos alinhados ao PSB e à oposição, a comissão enfrenta um questionamento jurídico e político que pode comprometer sua legitimidade desde o início. A deputada Débora Almeida foi a primeira a levar a questão para o Judiciário ao tentar, por meio de um mandado de segurança, barrar a indicação de Diogo Moraes, apontando inconsistências no processo de escolha. O argumento levantado pela parlamentar foi de que as recentes filiações partidárias dos deputados não estavam registradas no sistema do Tribunal Superior Eleitoral no momento da indicação, o que, segundo ela e outros governistas, inviabilizaria a legalidade da composição da CPI. O sistema só foi atualizado na manhã seguinte, o que reforçou a tese da base governista de que houve uma manobra política.

A polêmica não parou por aí. O MDB de Gravatá, cidade onde o deputado Waldemar Borges possui domicílio eleitoral, divulgou uma nota oficial afirmando que sua filiação não foi validada pelo diretório municipal. De acordo com a legenda, o regimento interno do partido exige que a filiação seja homologada no diretório correspondente ao domicílio do filiado, o que não ocorreu no caso de Borges, já que a adesão foi registrada apenas pela executiva estadual. Para lideranças locais, a filiação não possui respaldo estatutário e não deveria produzir efeitos jurídicos. Esse detalhe reacendeu discussões sobre o papel dos diretórios municipais e estaduais na condução das alianças e sobre os limites da autonomia das executivas estaduais no processo de filiação de figuras de expressão.

Outro capítulo da crise foi protagonizado pelo deputado Joãozinho Tenório, que até então exercia a liderança do PRD na Alepe. Segundo ele, sua destituição ocorreu sem qualquer comunicação oficial, tendo tomado conhecimento da mudança apenas pela imprensa, quando foi informado sobre a filiação do deputado Junior Matuto à legenda. Joãozinho classificou a atitude da executiva estadual como autoritária e antidemocrática, afirmando que sequer houve espaço para debate interno sobre a liderança partidária. O episódio escancarou a falta de diálogo entre as direções estaduais e os parlamentares que atuam diretamente no plenário, ampliando o clima de insatisfação e instabilidade entre os deputados.

Em meio a esse cenário conturbado, a CPI da publicidade foi instalada, mas já nasce cercada de questionamentos quanto à sua composição, liderança e legalidade. Para a base do governo, a eleição que definiu os membros da comissão não terá validade, uma vez que o Filiaweb do TSE não registrava as mudanças partidárias no momento da votação. Além disso, a contestação sobre a filiação de Waldemar Borges, apontada como irregular pelo MDB de Gravatá, soma mais um elemento de fragilidade ao processo. Governistas garantem que recorrerão à Justiça para tentar anular a formação da comissão, enquanto a oposição aposta no avanço dos trabalhos para desgastar a imagem do governo. O que deveria ser um instrumento de fiscalização já se transforma em palco de disputas jurídicas e políticas, com todos os elementos de uma crise anunciada.

UNIÃO PROGRESSISTA É OFICIALIZADA E SE TORNA A MAIOR FORÇA POLÍTICA DO BRASIL


A federação partidária formada pelo União Brasil e pelo Progressistas (PP) foi oficialmente selada após meses de negociações e já nasce como o maior agrupamento político do país. Ontem, as duas legendas aprovaram em reuniões separadas o estatuto que irá regulamentar o funcionamento da nova aliança, batizada de União Progressista. O documento estabelece regras de convivência entre os partidos, critérios para distribuição de recursos, além da forma de definição de candidaturas, e será encaminhado nos próximos dias ao Tribunal Superior Eleitoral para registro formal. O movimento é considerado um marco no xadrez político nacional, já que une duas siglas de forte estrutura, com capilaridade municipal, estadual e nacional.

A União Progressista desponta como a maior força partidária no Congresso Nacional, especialmente na Câmara dos Deputados, onde a bancada somada ultrapassa todas as demais legendas. Além disso, a federação terá o maior número de prefeitos espalhados pelo Brasil e, consequentemente, a maior fatia do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral, o que amplia a capacidade de articulação para as eleições de 2026. Esse poderio financeiro e político reforça o peso da nova legenda no cenário nacional e já coloca seus dirigentes no centro das discussões sobre sucessão presidencial.

Os presidentes do PP, Ciro Nogueira, e do União Brasil, Antônio de Rueda, têm demonstrado postura crítica ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ambos defendem a construção de um projeto alternativo ao campo da esquerda, com perfil de centro-direita, capaz de atrair setores do eleitorado que buscam uma opção viável de poder. No entanto, a escolha de um nome único ainda divide os aliados. O União Brasil tem como pré-candidato natural o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que já vem articulando sua projeção nacional. Por outro lado, Ciro Nogueira trabalha para viabilizar uma aliança em torno do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, filiado ao Republicanos, figura considerada competitiva e com forte apelo no eleitorado conservador.

O cenário abre espaço para intensas disputas internas e negociações de bastidores, pois a União Progressista precisará conciliar interesses regionais e nacionais. A expectativa é que a federação seja decisiva não apenas na eleição presidencial, mas também na formação de chapas estaduais e municipais. A oficialização da aliança é, portanto, o primeiro passo de uma caminhada que promete reconfigurar o mapa político do Brasil nos próximos anos.

CAYO ALBINO SURGE COMO LÍDER JOVEM E DESTACADO DA OPOSIÇÃO NA ALEPE


O cenário político de Pernambuco ganhou um novo protagonista nesta terça-feira com a confirmação de Cayo Albino como líder da oposição na Assembleia Legislativa. Com apenas 27 anos, ele se tornou o mais jovem deputado estadual em exercício, chamando atenção por sua desenvoltura, capacidade de articulação e segurança em plenário. Natural de Garanhuns, Cayo ocupa a liderança em um momento decisivo para o PSB, após a saída de Diogo Moraes para o PSDB e de Waldemar Borges para o MDB, movimentações que alteraram a correlação de forças no Legislativo e abriram espaço para negociações estratégicas em comissões importantes, como a CPI da Publicidade, que investiga a licitação da conta de publicidade do governo Raquel Lyra.

Ao subir à tribuna, Cayo apresentou um discurso centrado no diálogo e na responsabilidade, destacando a importância de debates produtivos e transparentes. Ele enfatizou seu compromisso com a ética parlamentar e ressaltou que busca construir um legado de respeito e de relações sólidas com os colegas de Assembleia. A trajetória do deputado revela um caminho acelerado: suplente do PSB em 2022, Cayo assumiu o mandato após a convocação de Eriberto Filho para Secretaria de Esportes do Recife, a partir daí se tornou um parlamentar reconhecido pelo equilíbrio e pela capacidade de conciliar posições divergentes.

Membro da Comissão de Justiça, fato incomum para deputados em primeiro mandato, Cayo demonstra habilidade técnica e político-institucional, consolidando-se rapidamente entre os pares. Filho do prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, Cayo possui forte base eleitoral em sua cidade natal, onde seu pai conquistou mais de 80% dos votos na última eleição, reforçando sua influência local e abrindo caminho para sua consolidação política na região.

O embate com Izaías Regis, que liderou o governo Raquel na Assembleia nos primeiros dois anos, adiciona intensidade à disputa política regional, reforçando a expectativa de que Cayo terá votação expressiva em sua base. Cayo tem percorrido municípios estratégicos como Paranatama, Jupi, Brejão, Bom Conselho, Bezerros, Gravata, Riacho das Almas, Pesqueira, São João e Saloá, frisando que Correntes e Paranatama conta com o apoio dos prefeitos atuais e com isso ele segue fortalecendo alianças com prefeitos e lideranças locais. Sua presença tem gerado repercussão positiva em outras regiões  como Bonito, onde já foi majoritário, hoje não segue com o prefeito mais com várias lideranças e em outros municípios pernambucanos, incluindo áreas da Região Metropolitana, consolidando uma rede de apoio diversificada e influente.

Mesmo jovem, Cayo demonstra maturidade política e capacidade de síntese em debates complexos, transmitindo segurança aos pares e à opinião pública. Sua liderança é percebida como um movimento que equilibra tradição familiar e inovação, trazendo à Assembleia Legislativa uma combinação de legado político e visão de renovação. O momento marca não apenas a ascensão de um novo líder da oposição, mas também a consolidação de um nome com potencial de crescimento eleitoral e influência regional, projetando Cayo Albino como protagonista da política pernambucana nos próximos anos.

A movimentação dentro do PSB e a redefinição de lideranças na Alepe evidenciam como a política local, familiar e estadual se entrelaçam, permitindo a Cayo Albino posicionar-se com segurança em debates estratégicos, fortalecer sua base eleitoral e ampliar sua visibilidade. Em cada discurso, comissão ou visita a municípios, ele reforça seu compromisso com a transparência, a ética e a construção de relações produtivas, consolidando seu papel de jovem liderança capaz de transformar desafios em oportunidades, mantendo-se próximo de prefeitos, vereadores e lideranças comunitárias que fortalecem sua atuação e sua presença política em todo Pernambuco.

Sua trajetória, ainda no início, revela articulação sofisticada, compreensão das demandas regionais e capacidade de diálogo com diferentes grupos, criando uma base sólida para futuras disputas eleitorais. O Agreste Meridional, seu berço político, é hoje palco de sua consolidação como liderança emergente, com alcance que ultrapassa limites municipais, abrangendo áreas estratégicas do estado e projetando um futuro promissor para a oposição e para o PSB em Pernambuco.

GUERRA JUDICIAL SE INTENSIFICA NA ALEPE COM DISPUTA ENTRE DÉBORA ALMEIDA E DIOGO MORAES NA CPI DA PUBLICIDADE


A disputa em torno da Comissão Parlamentar de Inquérito da Publicidade ganhou novos capítulos nesta terça-feira (19) e promete movimentar ainda mais os bastidores da Assembleia Legislativa de Pernambuco. A deputada estadual Débora Almeida, do PSDB, decidiu que não vai recuar diante da decisão do juiz de Direito Fernando Jorge Ribeiro Raposo, que rejeitou o mandado de segurança protocolado por ela na tentativa de barrar a participação do deputado Diogo Moraes na CPI recém-instalada. Mesmo diante da negativa inicial, a parlamentar anunciou que ingressaria ainda ontem com uma nova ação judicial, desta vez com um argumento diferente e mirando diretamente a atuação do presidente da Alepe, Álvaro Porto. Segundo a tese que será apresentada, Porto não poderia ter aceitado a inclusão de Diogo como representante do PSB, uma vez que o parlamentar teria oficializado sua filiação ao PSDB fora do prazo de indicações para a composição da comissão, o que na visão de Débora torna irregular a sua presença entre os titulares. A deputada explicou que o primeiro mandado foi direcionado a Álvaro Porto enquanto presidente estadual do PSDB, posição que o magistrado considerou como autoridade privada e, portanto, sem cabimento jurídico para a medida. Agora, com Porto sendo questionado em sua condição de presidente da Alepe, Débora aposta que a ação poderá ter andamento, já que se trata de autoridade pública. A crise começou quando Diogo Moraes, após confirmar sua troca de legenda do PSB para o PSDB, assumiu a liderança da bancada tucana e se auto indicou para a CPI, retirando o nome de Débora da lista original. O gesto provocou forte reação da parlamentar, que se viu alijada do espaço no qual vinha se preparando para atuar. Durante a reunião de instalação da comissão, Diogo não apenas confirmou sua entrada como também foi eleito presidente do colegiado, fato que ampliou o desgaste interno e intensificou a tensão no PSDB. Débora classificou a movimentação como uma manobra que fere as regras da composição partidária e afirmou que sua luta é também em defesa da legitimidade do processo legislativo. O episódio expõe a fragilidade das alianças internas e abre um cenário de incertezas, com a disputa ultrapassando os limites da política e ganhando contornos judiciais, o que deve prolongar a crise e manter o caso no centro das atenções da Alepe nos próximos dias.

FIBROMIALGIA PASSA A SER RECONHECIDA COMO DEFICIÊNCIA NO BRASIL A PARTIR DE JANEIRO DE 2026


A partir de janeiro de 2026, pessoas diagnosticadas com fibromialgia passam a ser oficialmente reconhecidas como pessoas com deficiência (PcD) em todo o território nacional, após a sanção da lei aprovada em julho deste ano. A medida amplia significativamente os direitos e benefícios destinados a este grupo, garantindo maior inclusão social e acesso a políticas públicas específicas. A decisão segue o modelo já adotado por algumas localidades, como o Distrito Federal, que desde 2024 considera a fibromialgia uma condição de deficiência para efeitos legais e administrativos. Com a nova legislação, os cidadãos que convivem com a síndrome poderão usufruir de cotas em concursos públicos, isenção de impostos na aquisição de veículos, prioridade em atendimentos de órgãos públicos, vagas de PcD em estacionamentos e acesso facilitado a tratamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecendo a garantia de assistência e inclusão social.

Segundo o advogado João Matheus do Monte, para que a condição seja reconhecida legalmente como deficiência, é necessário apresentar um atestado emitido por meio de avaliação biopsicossocial, realizada por uma equipe multiprofissional. Ele destaca que, devido à natureza da doença, o diagnóstico deve ser confirmado por um reumatologista, profissional especializado na avaliação de condições musculoesqueléticas, garantindo que o registro de PcD seja feito de forma segura e precisa. Além dos benefícios sociais e administrativos, a lei também abre caminho para que pessoas com fibromialgia possam ter acesso facilitado a direitos previdenciários, como aposentadoria especial, quando comprovadas as limitações decorrentes da doença.

A fibromialgia é uma síndrome crônica que provoca dor generalizada nos músculos e articulações, fadiga persistente, distúrbios do sono e alterações de memória e humor. Apesar de não causar inflamação ou lesões nos músculos e articulações, a condição afeta diretamente a forma como o sistema nervoso central processa os sinais de dor, tornando os pacientes mais sensíveis a estímulos dolorosos. Essa alteração neurológica justifica a necessidade de políticas de inclusão e suporte social específicas, reconhecendo o impacto real da doença na vida cotidiana. Com a nova legislação, o Brasil se aproxima de um modelo mais inclusivo, ampliando o acesso de pessoas com fibromialgia a direitos que antes eram restritos a outras categorias de deficiência, e promovendo maior dignidade e qualidade de vida a milhares de cidadãos que convivem com a síndrome. A implementação da lei representará um marco importante na proteção social e no reconhecimento das limitações associadas à fibromialgia, sinalizando avanços significativos nas políticas de saúde e inclusão social do país.

FENEAF 2025 GANHA MAIS UM DIA E SERÁ A MAIOR JÁ REALIZADA



A edição de 2025 da Feira de Negócios da Agricultura Familiar de Pernambuco (FENEAF) terá uma novidade que promete ampliar ainda mais a experiência do público e dos expositores. O evento, que inicialmente aconteceria de 11 a 14 de setembro, agora começa um dia antes, na quarta-feira, 10, e segue até o domingo, 14. Com a mudança, a feira passa a ter cinco dias de duração, tornando-se a mais longa já realizada até hoje.

Promovida pelo Governo de Pernambuco, por meio do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), a FENEAF 2025 reunirá 250 estandes com produtos da agricultura familiar vindos de todas as regiões do estado. Queijos, geleias, compotas, licores, cachaças e até novidades inusitadas, como buchada de tilápia e ostras maçaricadas.

Além da comercialização, a programação traz uma série de atrações culturais e interativas, que fazem da feira um espaço de negócios, troca de saberes e fortalecimento da identidade do campo pernambucano. Entre os destaques, estão o Memorial dos 90 anos do IPA, que contará a trajetória da instituição por meio de objetos e registros históricos, o espaço dedicado às comunidades tradicionais, com apresentações culturais e manifestações populares, e a Cozinha Show do chef César Santos, que une sabores e conhecimento gastronômico.

Com recorde de inscrições de expositores e uma expectativa crescente de público, a FENEAF 2025 reafirma seu papel como vitrine da agricultura familiar e ganha um dia extra para que ainda mais pessoas possam vivenciar essa imersão de cultura, sabores e oportunidades.

JOÃOZINHO TENÓRIO QUESTIONA DECISÃO MONOCRÁTICA DA EXECUTIVA DO PRD SOBRE LIDERANÇA PARTIDÁRIA


O deputado estadual Joãozinho Tenório (PRD) manifestou surpresa e preocupação após tomar conhecimento, exclusivamente pela imprensa, da filiação do deputado Junior Matuto ao Partido da República Democrática. Segundo Tenório, ele aguardou durante todo o dia uma comunicação oficial ou convocação por parte da executiva do partido, que possibilitasse um debate transparente sobre a liderança partidária, mas essa convocação não ocorreu. Em suas declarações, o parlamentar questionou a legitimidade da decisão tomada pela executiva sem consulta aos demais parlamentares filiados à legenda, afirmando que não sabia se o procedimento adotado pela direção do PRD poderia ser realizado de forma monocrática, sem ouvir os deputados. Joãozinho Tenório ressaltou que, até a emissão de certidão pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 19 de agosto, Junior Matuto ainda constava oficialmente como filiado ao PSB, indicando um descompasso entre os atos partidários e o registro formal junto à Justiça Eleitoral. A situação evidencia um clima de tensão interna e questionamentos sobre a condução das decisões estratégicas do partido, que impactam diretamente a representação dos parlamentares na Assembleia Legislativa. O deputado afirmou que esperava, ao longo do dia, ser informado ou chamado para uma reunião da executiva, na qual a mudança de liderança pudesse ser debatida de maneira democrática e transparente. A ausência de comunicação formal levou Tenório a expressar publicamente sua insatisfação, destacando a importância do respeito aos trâmites internos e à participação dos membros filiados nas deliberações do PRD. A filiação de Junior Matuto, anunciada e repercutida pela mídia, tornou-se um ponto de divergência que coloca em evidência o papel da executiva partidária e seus limites na tomada de decisões sem consulta aos deputados. Joãozinho Tenório destacou que não houve qualquer diálogo prévio e que a decisão parece ter sido unilateral, reforçando sua preocupação com a prática de decisões isoladas que podem gerar insegurança jurídica e política dentro do partido. Ele enfatizou que os parlamentares filiados deveriam ser consultados, sobretudo em questões de liderança, que refletem diretamente no planejamento político e na condução das pautas legislativas do PRD. A situação provocou repercussão entre aliados e observadores do cenário político estadual, que acompanham atentamente os movimentos internos do partido e o impacto dessas decisões na composição da bancada na Assembleia. A certidão do TSE reforça a discrepância entre o ato de filiação divulgado e o registro formal, alimentando questionamentos sobre a transparência do processo. Joãozinho Tenório ressaltou que seguirá atento aos desdobramentos, aguardando respostas e esclarecimentos da executiva, e que considera fundamental que todas as decisões partidárias respeitem os trâmites legais e o direito de participação dos filiados. A controvérsia envolve ainda questões estratégicas sobre a liderança parlamentar, que influencia diretamente a articulação política do PRD e a condução de projetos na Assembleia Legislativa. O episódio evidencia a necessidade de diálogo interno, comunicação eficiente e respeito às normas do partido, evitando decisões que possam gerar conflitos internos e desgaste político. A postura de Joãozinho Tenório reflete a busca por transparência e participação democrática na gestão do PRD, destacando que qualquer movimentação relevante, como a mudança de liderança, deve ser debatida com os parlamentares antes de ser oficializada. A situação reforça a atenção da classe política e da sociedade para os procedimentos internos de partidos e o impacto dessas decisões na governança parlamentar, especialmente em momentos de reconfiguração partidária e filiações estratégicas. A falta de comunicação oficial e a repercussão pela imprensa expuseram fragilidades nos processos internos do PRD, ressaltando a importância de alinhamento entre executiva e filiados. O deputado concluiu suas declarações afirmando que seguirá acompanhando os desdobramentos, mantendo-se vigilante quanto ao respeito aos direitos e prerrogativas dos parlamentares dentro do partido, e aguardando medidas que possam restaurar a transparência e o diálogo entre direção e filiados.