segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

PORTO SE AFASTA, RODRIGO ASSUME E ALEPE ENTRA EM SEMANA DECISIVA SOB PRESSÃO DO GOVERNO

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) inicia o ano sob clima de tensão política e articulações intensas. O presidente da Casa, deputado Álvaro Porto, oficializou licença em caráter cultural entre os dias 5 e 22 de janeiro, período em que estará em viagem com a família pela Europa. A autorização foi publicada no Diário Oficial do Poder Legislativo e assinada pelo vice-presidente da Alepe, deputado Rodrigo Farias (PSB), que assume interinamente o comando do Legislativo estadual.

Com a saída temporária de Porto, caberá a Rodrigo Farias conduzir um dos momentos mais sensíveis do início de 2026: a análise, em plenário, da convocação extraordinária feita pela governadora Raquel Lyra. O chamado tem como objetivo destravar matérias consideradas urgentes pelo Palácio do Campo das Princesas, entre elas a apreciação dos vetos da governadora à Lei Orçamentária Anual (LOA), que ficaram pendentes após impasse no fim do ano legislativo.

Embora aliados afirmem que a viagem do presidente já estava programada antes mesmo do recesso parlamentar — inclusive com convites feitos a outros deputados —, o timing do afastamento chamou atenção nos bastidores. O pedido de licença foi formalizado exatamente no mesmo dia em que a governadora anunciou a convocação extraordinária, fato que aumentou as especulações sobre os impactos políticos da ausência de Álvaro Porto neste momento decisivo.

Não é a primeira vez que Rodrigo Farias assume a presidência em meio a turbulência. No início de 2025, durante outra ausência de Porto, a Alepe passou por mudanças significativas sob sua condução. À época, o PSB autorizou a filiação de três deputados estaduais a outras legendas, o que alterou a correlação de forças internas e permitiu à oposição conquistar maioria em comissões estratégicas como Justiça, Finanças e Administração. O episódio gerou desgaste prolongado para o governo estadual e se arrastou ao longo de todo o ano.

Apesar do histórico, parlamentares avaliam que o cenário agora é diferente. Um deputado da oposição ouvido pelo blog garantiu que não haverá movimentos fora do script. “Rodrigo não vai fazer nada que não esteja previamente combinado com o presidente”, afirmou. Ainda assim, há quem aposte que o vice-presidente, mesmo filiado ao PSB e sem histórico de confronto direto com o Executivo, possa adotar uma postura mais aberta ao diálogo institucional.

No plenário, a tendência é de que a convocação extraordinária seja aprovada sem maiores obstáculos. O governo conta com maioria entre os deputados, o que garante tanto a validação do chamamento quanto a posterior análise dos vetos. O plenário, afinal, é soberano para deliberar sobre o tema.

O principal foco de tensão envolve a decisão de Álvaro Porto de não pautar os vetos da governadora à LOA, sob a justificativa de inconstitucionalidade, sem submeter o assunto ao plenário. A medida provocou forte reação da base governista: 29 dos 49 deputados alinhados ao Executivo divulgaram uma nota pública dura, criticando a postura do presidente da Casa.

O episódio representou um abalo inédito na atual legislatura. Reeleito com ampla maioria, Álvaro Porto viu, pela primeira vez, uma decisão sua ser publicamente rechaçada pela maioria dos parlamentares, o que acabou enfraquecendo institucionalmente a presidência da Alepe e ampliando o desgaste entre Legislativo e Executivo.

Agora, com Rodrigo Farias no comando, a expectativa é de que a Alepe busque uma saída política para o impasse, evitando que o início do ano legislativo seja marcado por novos embates e aprofundamento da crise entre os Poderes.

ATAQUE DOS EUA NA VENEZUELA DEIXOU AO MENOS 80 MORTOS

Um ataque conduzido pelos Estados Unidos em território venezuelano resultou na morte de ao menos 80 pessoas e marcou um dos episódios mais dramáticos e controversos da recente crise política e militar na América do Sul. As informações foram divulgadas pelo jornal The New York Times, que ouviu um alto funcionário do governo venezuelano sob condição de anonimato. A ofensiva teria sido decisiva para a captura do ditador Nicolás Maduro, agora sob custódia norte-americana e com previsão de julgamento em solo dos Estados Unidos.

Segundo a reportagem, a operação ocorreu durante a madrugada e envolveu ataques aéreos de precisão em pontos estratégicos da capital Caracas e de áreas próximas ao aeroporto internacional. Em meio à ação militar, civis acabaram sendo atingidos, o que elevou o número de vítimas e provocou destruição em bairros populares, aprofundando o drama humanitário no país.

Um dos casos que simboliza o impacto da ofensiva é o de Rosa González, uma mulher de 80 anos que morreu após seu apartamento ser atingido. Ela vivia em um edifício residencial localizado em uma região pobre próxima ao aeroporto de Caracas. O sobrinho da idosa, Wilman González, relatou ao New York Times que acordou com o barulho das explosões por volta das duas horas da manhã e correu para tentar se proteger. Quando o ataque cessou, encontrou o imóvel destruído e a família sem saber como recomeçar. “Não sei o que vamos fazer agora”, disse ele, em depoimento que evidencia o desamparo dos moradores afetados.

Vizinhos da família González afirmaram ter perdido todos os seus bens com a investida. Ainda de acordo com relatos de moradores do prédio, uma segunda mulher ficou ferida e precisou ser levada às pressas para um hospital da região. As cenas descritas apontam para um cenário de medo, incerteza e luto, enquanto autoridades locais tentam contabilizar os danos e o número total de vítimas.

Além das consequências humanas, a operação chamou atenção pelo grau de planejamento e sigilo. De acordo com informações das agências Reuters e CNN, a captura de Nicolás Maduro foi resultado de meses de preparação minuciosa por parte das forças de segurança e de inteligência dos Estados Unidos. Tropas de elite, incluindo a Força Delta do Exército norte-americano, teriam construído uma réplica exata do esconderijo do líder venezuelano para ensaiar cada etapa da invasão a uma residência descrita como fortemente fortificada.

A CIA, segundo as fontes, mantinha desde agosto uma pequena equipe em solo venezuelano, responsável por mapear a rotina e os deslocamentos de Maduro. Esse trabalho de inteligência foi complementado pela atuação de um “ativo” próximo ao ditador, que monitorava seus movimentos e ajudou a identificar sua localização exata no momento decisivo da operação.

Com todas as etapas prontas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou a ação dias antes, mas aceitou a recomendação dos planejadores militares para aguardar condições climáticas mais favoráveis. O aval final foi dado às 22h46 da sexta-feira (2), no horário de Washington, dando início ao que passou a ser chamado de Operação Resolução Absoluta, conforme revelou o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general Dan Caine.

Trump acompanhou a ofensiva em tempo real a partir de Mar-a-Lago, na Flórida, cercado por assessores. Horas depois da conclusão da missão, classificou a ação como inédita. “Já fiz algumas operações muito boas, mas nunca vi nada parecido com isso”, afirmou em entrevista à Fox News.

Enquanto os Estados Unidos celebram a captura de Maduro como um marco estratégico, o saldo de mortos e a destruição deixada pelo ataque reacendem o debate internacional sobre os custos humanos de intervenções militares e os desdobramentos que esse episódio poderá trazer para a estabilidade da Venezuela e de toda a região.

RIO MAIS PROFUNDO DO BRASIL, COM 120 METROS, SUPERA EM TRÊS VEZES O TAMANHO DO CRISTO REDENTOR

O Rio Amazonas é conhecido por sua largura monumental, mas sua profundidade também impressiona. Em alguns trechos, ele alcança marcas que superam construções icônicas. Isso revela a força natural que molda a região.

A profundidade média gira em torno de 50 metros, valor já considerado expressivo. Mesmo assim, há áreas onde esse número cresce muito além do esperado. Isso ocorre devido ao relevo irregular do oeste do Pará.

Óbidos é o ponto que mais chama atenção. Ali, o rio chega a cerca de 120 metros de profundidade. Trata-se de uma medida que supera três vezes a altura do Cristo Redentor. Essa comparação ajuda a dimensionar o impacto da hidrografia amazônica.

A dinâmica do Amazonas é influenciada por inúmeros fatores naturais. O volume de água, a força das correntezas e a erosão tornam suas margens sempre mutáveis. Por isso, cada área revela uma característica única.

Além da imponência do rio principal, há outro fenômeno relevante: o Rio Hamza. Ele é subterrâneo e acompanha o trajeto do Amazonas. Mesmo longe dos olhos, sua existência desperta grande interesse científico.

O Hamza possui fluxo lento e estrutura muito distinta da superfície. Em alguns pontos, apresenta até 400 quilômetros de largura. Essa dimensão reforça a complexidade do sistema hídrico da região.

Estudos apontam que o subterrâneo amazônico é mais extenso do que se imaginava. As camadas profundas guardam cursos d’água que funcionam de modo silencioso. Mesmo assim, eles influenciam a umidade e o equilíbrio ambiental.

Comparar as profundidades dos rios amazônicos ajuda a entender sua relevância. A escala usada pelos pesquisadores mostra que o Brasil possui um dos sistemas fluviais mais impressionantes do planeta. Isso se reflete no impacto ecológico da área.

MEIRA DEFENDE ANDERSON FERREIRA E PREGA UNIDADE DO PL EM PERNAMBUCO APÓS QUESTIONAMENTOS SOBRE PROPAGANDA PARTIDÁRIA

O deputado federal Coronel Meira (PL), presidente do Partido Liberal no Recife, divulgou uma nota pública para se posicionar diante dos questionamentos envolvendo a propaganda partidária do PL em Pernambuco, que teve a participação de Anderson Ferreira, presidente estadual da legenda. No texto, Meira adota um tom conciliador, reforça o alinhamento com a direção nacional do partido e destaca a necessidade de preservar a unidade interna em um momento considerado estratégico para o fortalecimento da sigla no estado.

Ao se manifestar, o parlamentar ressaltou que as decisões e ações do PL pernambucano seguem as orientações da executiva nacional, buscando manter coerência política e institucional. Segundo Meira, o partido tem adotado uma postura marcada pelo equilíbrio, pela responsabilidade e pela maturidade política, características que, de acordo com ele, vêm sendo conduzidas diretamente por Anderson Ferreira, inclusive nas inserções partidárias veiculadas recentemente.

Na avaliação do deputado, a atuação de Anderson tem sido decisiva para consolidar o espaço do PL em Pernambuco, especialmente no que diz respeito à defesa das pautas conservadoras e bolsonaristas. Meira afirma que a condução do presidente estadual da legenda tem contribuído para fortalecer o discurso da direita no estado, sem abrir espaço para excessos ou disputas internas que possam fragilizar o partido.

Outro ponto enfatizado na nota é a preocupação com a preservação da imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro. Meira destaca que o PL deve agir com cautela para evitar o uso oportunista do nome e da imagem do principal líder da direita nacional, defendendo que esse capital político seja tratado com responsabilidade e respeito. Nesse contexto, ele afirma que Anderson Ferreira tem atuado de forma equilibrada, firme e coerente, buscando sempre proteger o legado político do ex-presidente.

O deputado também faz um alerta sobre os riscos de tensões internas em um momento em que o partido precisa demonstrar coesão. Para Meira, divergências públicas podem comprometer o crescimento do PL em Pernambuco e enfraquecer a defesa das bandeiras conservadoras. Por isso, ele reforça a importância do diálogo interno e da construção de consensos dentro da legenda.

Ao final da nota, Coronel Meira reafirma o compromisso do Partido Liberal com a defesa das pautas da direita conservadora e com a manutenção da unidade partidária no estado. Segundo ele, o foco do PL em Pernambuco seguirá sendo o fortalecimento da legenda, a consolidação de suas lideranças e a preparação para os desafios políticos futuros, sempre em sintonia com a direção nacional do partido.

DISPUTA DE R$ 60 MILHÕES COLOCA PASTOR FAMOSO E EMPRESÁRIO NO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO POLICIAL EM SÃO PAULO

Uma batalha judicial de cifras milionárias levou o nome do pastor Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, e do empresário paraense Sebastião Miranda, conhecido como Tiãozinho, ao centro de um inquérito conduzido pela Polícia Civil de São Paulo. O caso, que começou como um desacordo comercial, ganhou contornos criminais e hoje envolve suspeitas de falsidade ideológica e possíveis irregularidades no setor de telecomunicações.

De acordo com a investigação, a Igreja Mundial firmou contrato com a empresa SM Comunicações, pertencente ao empresário, para a retransmissão do sinal de sua emissora de televisão em diversas regiões do país. O objetivo era ampliar o alcance da programação religiosa, estratégia considerada fundamental para a expansão da igreja em mercados regionais. No entanto, o que parecia uma parceria estratégica acabou se transformando em um conflito de grandes proporções.

A Mundial sustenta que a empresa contratada informou possuir todas as autorizações necessárias para operar as retransmissoras, o que teria sido decisivo para a assinatura do acordo. No decorrer da execução do contrato, porém, a igreja afirma ter constatado que parte dessas outorgas simplesmente não existia ou não estava regularizada junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), órgão responsável por autorizar e fiscalizar esse tipo de serviço no país.

É justamente a validade dessas outorgas que está no centro da apuração policial. A suspeita é de que documentos ou informações apresentados durante a negociação possam ter sido usados para dar aparência de legalidade a operações que não estariam devidamente autorizadas. Caso fique comprovada a falsidade ideológica, o caso pode ultrapassar definitivamente a esfera cível e resultar em responsabilização criminal.

O impacto financeiro do imbróglio é expressivo. Estimativas apontam que o prejuízo alegado gira em torno de R$ 60 milhões, valor que inclui pagamentos realizados, investimentos feitos e possíveis perdas decorrentes da interrupção ou limitação do sinal de TV em determinadas localidades. Esse montante ajuda a explicar a escalada do conflito e a judicialização do episódio.

Enquanto a Polícia Civil avança na coleta de depoimentos e análise de documentos, o inquérito segue em andamento sem conclusão definitiva. A expectativa é que a investigação esclareça se houve, de fato, fraude na apresentação das outorgas da Anatel e qual o grau de responsabilidade de cada uma das partes envolvidas. Até lá, o caso permanece como um dos mais emblemáticos exemplos de como disputas empresariais no campo religioso e midiático podem ganhar repercussão criminal e chamar a atenção das autoridades.

MÁRCIA CONRADO REFORÇA ARTICULAÇÃO POLÍTICA E ANUNCIA WALDIR TENÓRIO NA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

A prefeita Márcia Conrado anunciou, neste domingo, o médico Waldir Tenório como novo secretário de Relações Institucionais do governo municipal. A confirmação ocorreu durante a entrega de um sistema simplificado de abastecimento de água na comunidade Brás Quincas, localizada na região de Caiçarinha da Penha, ação que marcou mais um compromisso da gestão com o fortalecimento da infraestrutura hídrica na zona rural.

A informação foi inicialmente divulgada pelo comunicador Tony Alencar em suas redes sociais e, poucas horas depois, oficializada pela própria prefeita no ato público, diante de moradores, lideranças comunitárias e aliados políticos. A escolha de Waldir Tenório ocorre em um momento estratégico da administração, quando o governo busca ampliar o diálogo institucional com a Câmara de Vereadores, partidos aliados e segmentos da sociedade civil.

Com trajetória conhecida no meio político local, Dr. Waldir já disputou mandato de vereador e mantém atuação ativa nos bastidores da política municipal. Ele é esposo da ex-vereadora Juliana Tenório, que teve o mandato cassado por decisão da Justiça Eleitoral, em processo que tratou de fraude à cota de gênero — episódio que ainda repercute no cenário político da cidade.

A Secretaria de Relações Institucionais é considerada uma das pastas mais sensíveis do governo, responsável pela articulação política, construção de consensos e interlocução direta com diferentes esferas de poder. Nos bastidores, a nomeação é interpretada como um gesto de fortalecimento da base aliada e, também, como uma sinalização ao partido Solidariedade, legenda à qual o novo secretário é ligado. Entre adversários, a pasta chegou a ser descrita como um “prêmio de consolação” ao grupo político, avaliação que circula no meio político, mas não foi comentada oficialmente pela gestão.

Durante o anúncio, Márcia Conrado destacou a importância da lealdade política e da capacidade de diálogo para o cargo, afirmando que a gestão precisa de pessoas comprometidas com o projeto administrativo e com a construção de pontes institucionais. Já Waldir Tenório agradeceu a confiança e afirmou que assume a missão com o objetivo de contribuir para a estabilidade política e o avanço das ações do governo municipal.

A nomeação reforça o movimento de reorganização interna da administração e indica que o governo Márcia Conrado segue atento às articulações políticas, especialmente em um cenário de disputas e rearranjos partidários que já projetam os próximos embates eleitorais no município.


Informações do Blog Nill Jr.

COLUNA POLÍTICA | O TEMPO CORRE: ELEIÇÕES 2026| NA LUPA 🔎 | POR EDNEY SOUTO

ELEIÇÕES 2026: CALENDÁRIO APERTA, BASTIDORES ESQUENTAM E 150 MILHÕES DE ELEITORES ENTRAM NA CONTAGEM REGRESSIVA

Com a confirmação do calendário eleitoral, o Brasil inicia oficialmente a contagem regressiva para as eleições gerais de 2026, um dos processos políticos mais amplos e complexos do mundo. Segundo estimativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao menos 150 milhões de brasileiros estarão aptos a comparecer às urnas no primeiro turno, marcado para o dia 4 de outubro. Na data, o eleitor terá a missão de escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais, definindo os rumos do país pelos próximos anos.

Caso nenhuma candidatura alcance maioria absoluta para os cargos do Executivo, o segundo turno está previsto para 25 de outubro, quando poderão ser decididas as disputas pela Presidência da República e pelos governos estaduais. Até lá, o calendário impõe uma série de prazos estratégicos que já movimentam os bastidores da política nacional.

CORRIDA COMEÇA ANTES DO VOTO

Embora a propaganda eleitoral só esteja autorizada a partir de agosto, a disputa começa bem antes. Um dos marcos iniciais é o prazo para regularização do título de eleitor, que vai até 6 de maio de 2026. Quem ainda não tirou o primeiro título ou precisa resolver pendências junto à Justiça Eleitoral deve ficar atento. A boa notícia é que, na maioria dos casos, todo o procedimento pode ser feito de forma digital, pelos sites dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), sem a necessidade de comparecimento presencial.

Esse prazo é decisivo para milhões de brasileiros, especialmente jovens eleitores e pessoas que deixaram de votar em pleitos anteriores, pois quem não regularizar a situação pode enfrentar restrições que vão além do direito ao voto, como impedimentos para emissão de documentos e participação em concursos públicos.

DESINCOMPATIBILIZAÇÃO: O PRIMEIRO TESTE DE CORAGEM POLÍTICA

Outro ponto-chave do calendário é a chamada desincompatibilização, que obriga ocupantes de cargos no Executivo interessados em disputar outro mandato a deixarem suas funções seis meses antes da eleição. Na prática, isso antecipa o início efetivo da corrida eleitoral para abril de 2026.

Governadores, ministros, secretários e outros gestores precisam, nesse momento, transformar articulações de bastidor em decisões públicas. O afastamento do cargo não é apenas uma exigência legal, mas também um gesto político: sinaliza ambição eleitoral, redefine alianças e pode alterar o equilíbrio de forças nos governos e nas assembleias. É quando o tabuleiro começa a ficar mais visível para o eleitor.

JANELA PARTIDÁRIA: TROCAS, CÁLCULOS E SOBREVIVÊNCIA

Entre março e abril de 2026, deputados federais, estaduais e distritais poderão trocar de partido sem o risco de perder o mandato por infidelidade partidária. A chamada janela partidária funciona como um termômetro do cenário eleitoral, revelando quais legendas estão em ascensão, quais perderam força e como os parlamentares avaliam suas chances de reeleição ou de voos mais altos.

Tradicionalmente, esse período provoca uma verdadeira dança das cadeiras, com negociações intensas, promessas de estrutura de campanha e disputas internas por espaço nas chapas proporcionais.

CONVENÇÕES DEFINEM O JOGO

A formalização das candidaturas ocorre nas convenções partidárias, previstas para o período entre 20 de julho e 5 de agosto de 2026. É nessa etapa que os partidos oficializam seus nomes, definem coligações e federações e encerram meses — ou até anos — de articulações políticas.

Sem a aprovação em convenção, ninguém pode concorrer. Por isso, esse momento costuma ser marcado por disputas internas acirradas, reviravoltas de última hora e decisões que podem mudar completamente o desenho da eleição.

REGISTRO E CAMPANHA: A DISPUTA GANHA AS RUAS

Encerradas as convenções, partidos e federações têm até 15 de agosto para apresentar à Justiça Eleitoral o registro oficial das candidaturas. No dia seguinte, 16 de agosto de 2026, a campanha eleitoral estará oficialmente liberada.

A partir daí, candidatos podem pedir voto nas ruas, promover atos públicos e intensificar a presença nas redes sociais, respeitando as regras estabelecidas pela legislação eleitoral. O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão começa 35 dias antes da antevéspera da eleição, tornando-se um dos principais palcos da disputa, especialmente nas corridas majoritárias.

UM PAÍS EM MOVIMENTO

Mais do que datas no calendário, as eleições de 2026 representam um período de intensas transformações políticas, com impacto direto na economia, nas políticas públicas e no cotidiano da população. Para eleitores, candidatos e partidos, o recado é claro: o relógio já começou a correr, e cada prazo pode ser decisivo no resultado final das urnas. É isso!

domingo, 4 de janeiro de 2026

FÉ, SONHOS E DESENVOLVIMENTO MARCAM GRANDE CONFRATERNIZAÇÃO DO GRUPO J. SILVINO EM BOM JARDIM

Bom Jardim foi palco, no último sábado, de um encontro que simbolizou muito mais do que uma simples celebração corporativa. As empresas Dicalli Designer, Madepac Madeireira Padre Cícero, JA Confort Estofados e J.Confort Colchões, que integram o Grupo J. Silvino, realizaram uma grande confraternização no Selva de Pedra, reunindo funcionários, clientes, colaboradores, parceiros e amigos em um ambiente marcado pela união, pela fé e por grandes expectativas para o futuro.

Desde a chegada dos convidados, o clima era de integração e reconhecimento. O evento refletiu a identidade do grupo, construída ao longo dos anos com base no respeito às pessoas, na valorização do trabalho coletivo e na busca constante por crescimento. Colaboradores de diferentes setores dividiram experiências, celebraram conquistas e reforçaram laços que vão além do ambiente profissional, evidenciando a força humana que sustenta o desenvolvimento das empresas.

Em um dos momentos mais aguardados da confraternização, o diretor-presidente Silvino Filho fez um pronunciamento que emocionou os presentes. Em sua fala, destacou que nunca se deve deixar de sonhar nem de lutar pelos próprios objetivos, lembrando que cada etapa vencida foi fruto de coragem, persistência e confiança. Para ele, o encontro representou a materialização de um sonho que começou com desafios, mas que hoje se consolida como um grupo empresarial sólido, com perspectivas ainda mais promissoras para 2026.

A presidente do Grupo J. Silvino, Adriana Silvino, também teve papel de destaque no evento. Em seu discurso, ela ressaltou o agradecimento a Deus por cada conquista alcançada e enfatizou a importância da perseverança diária para vencer os desafios do caminho empresarial. Adriana destacou que o sucesso do grupo é resultado de fé, disciplina e do esforço contínuo de cada colaborador, reforçando que as vitórias são construídas todos os dias, com humildade e determinação.

A confraternização contou ainda com a presença do prefeito de Bom Jardim, Janjão, parceiro do grupo desde o processo de instalação do empreendimento no município. O gestor municipal destacou a relevância do Grupo J. Silvino para o desenvolvimento econômico da cidade, ressaltando a geração de empregos, o fortalecimento da indústria local e o impacto positivo da iniciativa privada quando aliada ao poder público.

Ao longo do evento, clientes e parceiros tiveram a oportunidade de estreitar relacionamentos, conhecer mais de perto a trajetória do grupo e compartilhar expectativas para os próximos anos. O ambiente de diálogo e confiança reforçou a credibilidade das marcas que compõem o Grupo J. Silvino, reconhecidas pela qualidade, inovação e compromisso com o mercado.

Mais do que celebrar resultados, a confraternização no Selva de Pedra simbolizou um novo ciclo. O Grupo J. Silvino encerra uma etapa reafirmando valores como fé, união e perseverança, e inicia outra com o olhar voltado para o futuro, apostando em expansão, inovação e desenvolvimento sustentável. Em Bom Jardim, o evento deixou claro que grandes sonhos, quando sustentados por trabalho e propósito, se transformam em conquistas duradouras.