terça-feira, 13 de janeiro de 2026

CAMINHÃO TOMBA NA BR-101, CARGA DE GÁS É SAQUEADA E CENA EXPÕE RISCO E DESORDEM NO IBURA

O tombamento de um caminhão carregado com botijões de gás de cozinha transformou a manhã desta segunda-feira (12) em um cenário de tensão e perigo na BR-101, no bairro do Ibura, Zona Sul do Recife. O acidente, que felizmente não deixou feridos, acabou ganhando contornos ainda mais graves com o saque de parte da carga por populares, situação registrada em vídeos que rapidamente se espalharam pelas redes sociais.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista perdeu o controle do veículo por motivos ainda não detalhados. Submetido ao teste do bafômetro, o condutor não apresentou qualquer indício de ingestão de álcool, o que afasta, inicialmente, a hipótese de embriaguez ao volante. Apesar do impacto e do risco envolvido, o motorista saiu ileso, assim como outras pessoas que transitavam pela rodovia no momento do acidente.

O que poderia ter sido apenas mais um registro de ocorrência de trânsito, no entanto, ganhou outro capítulo quando moradores e curiosos passaram a se aproximar do caminhão tombado e retirar os botijões de gás. As imagens mostram homens carregando os recipientes, enquanto uma voz ao fundo questiona: “Cadê o motorista, tá de boa ele?”, revelando a mistura de curiosidade, descaso e naturalização do saque diante de uma situação claramente perigosa.

Especialistas alertam que o manuseio indevido de botijões de gás, especialmente após um acidente rodoviário, representa risco elevado de explosões, vazamentos e incêndios, colocando em perigo não apenas quem participa do saque, mas toda a comunidade ao redor e os próprios agentes que atuam na ocorrência.

Além da PRF, a Polícia Militar também foi acionada e esteve no local para conter a situação, organizar o tráfego e garantir a segurança da área. A via registrou lentidão durante o atendimento da ocorrência, comum em trechos urbanos da BR-101, uma das rodovias mais movimentadas do estado.

O episódio reacende o debate sobre segurança nas rodovias, responsabilidade coletiva e os riscos associados a práticas ilegais que, muitas vezes, são tratadas como algo trivial. Em poucos minutos, um acidente sem vítimas se transformou em um retrato preocupante de vulnerabilidade social, falta de consciência sobre riscos e desafios constantes enfrentados pelas forças de segurança no controle de situações emergenciais em áreas urbanas.

SAIDINHA DE NATAL ESCANCARA FALHAS NO SISTEMA: MAIS DE 2 MIL PRESOS NÃO RETORNAM AOS PRESÍDIOS NO BRASIL

O balanço da tradicional saída temporária de fim de ano voltou a colocar o sistema prisional brasileiro no centro do debate público. Levantamento divulgado pelo G1 revela que mais de 2 mil detentos beneficiados com a chamada “saidinha de Natal” não retornaram às unidades prisionais após o período autorizado, acendendo um alerta sobre os limites da política de ressocialização e a capacidade de controle do Estado.

Ao todo, cerca de 46 mil pessoas privadas de liberdade foram autorizadas a deixar temporariamente os presídios em todo o país no fim de 2025. Desse universo, aproximadamente 44,5 mil se reapresentaram dentro do prazo estabelecido pela Justiça. No entanto, 1,9 mil presos descumpriram a determinação judicial e passaram à condição de foragidos, o que representa cerca de 4% do total de beneficiados.

Os dados, contudo, ainda não refletem um retrato completo da realidade nacional. Estados como Paraná e Rondônia não informaram quantos detentos retornaram às unidades prisionais, enquanto Minas Gerais sequer divulgou números oficiais sobre quantos presos foram liberados ou quantos se reapresentaram, ampliando a lacuna de transparência sobre o tema.

O levantamento também evidencia desigualdades regionais na aplicação do benefício. Em oito estados brasileiros — Acre, Alagoas, Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte — a saidinha simplesmente não é concedida, seja por decisão administrativa, judicial ou por mudanças locais na interpretação da legislação.

Entre os estados que concedem o benefício, o Rio de Janeiro lidera o ranking proporcional de descumprimento: 14% dos presos liberados não retornaram às unidades prisionais. Na Bahia e no Espírito Santo, o índice também chama atenção, com 8% de não reapresentação em ambos os estados.

São Paulo, por sua vez, concentra o maior número absoluto de foragidos. Dos cerca de 29,2 mil detentos liberados temporariamente no estado, 1.131 não retornaram, mantendo o índice percentual em 4%, mas com impacto significativo em números brutos devido ao volume de beneficiados. No extremo oposto, Tocantins aparece como exceção positiva: todos os 177 presos autorizados a sair retornaram aos presídios dentro do prazo, alcançando 100% de reapresentação.

A saída temporária é um direito previsto na Lei de Execução Penal e destinado exclusivamente a presos que cumprem pena em regime semiaberto. Em regra, o benefício é concedido a detentos que trabalham ou estudam fora da unidade prisional e que demonstram bom comportamento. Crimes hediondos ou cometidos com grave ameaça ou violência, como homicídios, não se enquadram nos critérios legais.

Apesar de seu objetivo central ser a ressocialização e o fortalecimento dos vínculos familiares, a recorrência de casos de não retorno mantém o tema sob constante escrutínio da opinião pública e do meio político. Para especialistas, os dados reforçam a necessidade de aprimorar os mecanismos de acompanhamento e fiscalização, sem ignorar o papel da saidinha como instrumento de reintegração social.

Enquanto o debate segue dividido entre segurança pública e direitos previstos em lei, os números da saída temporária de Natal voltam a expor as fragilidades de um sistema prisional que, ano após ano, ainda busca equilíbrio entre controle, punição e ressocialização.

COLUNA POLÍTICA | UNIÃO PROGRESSISTA - UM GIGANTE FRAGMENTADO | NA LUPA 🔎 | POR EDNEY SOUTO

FEDERAÇÃO UNIÃO–PP: O GIGANTE QUE NASCE FRAGMENTADO

A federação entre União Brasil e Progressistas (PP) foi concebida para ser um marco no redesenho do sistema partidário brasileiro, criando a maior força política institucional do país. No papel, números grandiosos. Na prática, porém, o projeto nasce sob forte desgaste, conflitos regionais e risco real de esvaziamento político. O caso expõe, de forma didática, os limites do modelo de federação partidária e serve como alerta para legendas que veem nesse instrumento apenas uma saída matemática para driblar a cláusula de barreira, ignorando as complexidades políticas envolvidas.

A seguir, NA LUPA, uma análise aprofundada, direta e acessível sobre os principais nós que cercam a federação União–PP.

UM PROJETO GIGANTE NO PAPEL, FRÁGIL NA POLÍTICA

Com 108 deputados federais, 12 senadores, seis governadores, mais de 1.300 prefeitos e quase R$ 1 bilhão em fundo partidário, a federação União–PP seria, numericamente, a mais poderosa do Brasil. No entanto, a força aritmética contrasta com a fragilidade política. Diferente de fusões, a federação exige convivência obrigatória por quatro anos, atuação unificada no Congresso e decisões conjuntas nas eleições — um casamento político longo, forçado e sem cláusula de divórcio simples.

A PRESIDÊNCIA COMO PRIMEIRO CAMPO DE BATALHA

O conflito começa no topo. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, se coloca como pré-candidato à Presidência, mas enfrenta resistência explícita dentro do PP, especialmente do senador Ciro Nogueira. A ausência de um nome consensual nacional desmonta o discurso de unidade antes mesmo da largada. A alternativa Tarcísio de Freitas, que unificava setores dos dois partidos, perdeu tração após Jair Bolsonaro sinalizar apoio a Flávio Bolsonaro, bagunçando ainda mais o tabuleiro.

FEDERAÇÃO NÃO É COLIGAÇÃO: O ERRO DE CÁLCULO

Muitos dirigentes venderam internamente a federação como uma “coligação turbinada”. Não é. Na prática, trata-se de uma camisa de força política. Parlamentares terão que votar juntos, dividir liderança, recursos e estratégia eleitoral. Esse choque de realidade já provoca reações: deputados e senadores avaliam deixar suas legendas antes que a federação seja homologada pelo TSE, evitando perda de autonomia.

PERNAMBUCO: UM MICROCOSMO DA CRISE NACIONAL

Em Pernambuco, o embate é emblemático. De um lado, Mendonça Filho (União); do outro, Eduardo da Fonte (PP). Ambos têm história, estrutura e ambição política. A federação obrigaria a divisão de comando e influência, algo que nenhum dos grupos aceita passivamente. Soma-se a isso o impasse sobre o palanque de 2026: PP flerta com Raquel Lyra, enquanto setores do União olham para João Campos. Resultado: tensão permanente e risco concreto de ruptura.

PARAÍBA, RIO E SÃO PAULO: CONFLITOS QUE NÃO CABEM NO TAPETE

Na Paraíba, Efraim Filho e Aguinaldo Ribeiro disputam protagonismo mirando o governo estadual, sem acordo sobre quem seria o nome da federação. No Rio, a crise se aprofunda com o desgaste do comando estadual do União após a prisão de Rodrigo Bacellar, agravando divisões internas. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, União e PP brigam pelo controle da máquina partidária, do tempo de TV e dos recursos — um conflito silencioso, mas decisivo.

PARANÁ E AMAZONAS: VETOS, RACHAS E HERANÇAS MAL RESOLVIDAS

No Paraná, o PP rejeita abertamente a candidatura de Sergio Moro ao governo, enquanto o União insiste em mantê-la, escancarando a falta de sintonia. No Amazonas, o União ainda carrega feridas abertas da fusão entre DEM e PSL. A federação, em vez de pacificar, é vista por grupos locais como instrumento de concentração de poder, especialmente nas mãos do governador Wilson Lima.

O RISCO DA DESIDRATAÇÃO ANTES DA LARGADA

Deputados como Mendonça Filho, Alfredo Gaspar e Felipe Francischini já são citados como possíveis desfiliações. Se isso ocorrer em escala, a federação pode nascer menor do que o anunciado, enfraquecendo seu discurso de superpotência política. O paradoxo é claro: a tentativa de ganhar força institucional pode resultar em perda de quadros qualificados e lideranças regionais.

O RECADO AO SISTEMA PARTIDÁRIO BRASILEIRO

O caso União–PP deixa uma lição dura: federação não se sustenta apenas com números, fundo partidário e tempo de TV. Sem alinhamento programático, confiança política e capacidade de mediação regional, o modelo vira fonte permanente de crise. Para outros partidos que cogitam seguir o mesmo caminho, o alerta está dado: sem coesão real, a federação pode virar um gigante de pés de barro.

PASSANDO A LUPA

A federação União Brasil–PP tem potencial para redesenhar o jogo político nacional, mas, do jeito que está sendo construída, corre o risco de se transformar em um laboratório de conflitos. A pressa em driblar a cláusula de barreira pode custar caro. Na política, tamanho importa — mas unidade, estratégia e liderança importam muito mais. É desse jeito!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

DÍVIDA MILIONÁRIA, DISPUTA FAMILIAR E UMA MANSÃO À VENDA: RENATO ARAGÃO NO CENTRO DE UMA CRISE SILENCIOSA

O nome de Renato Aragão, eternizado na memória afetiva dos brasileiros como o eterno Didi Mocó, voltou ao noticiário nacional por motivos que fogem completamente do riso e do humor que marcaram sua trajetória. Aos 90 anos, o artista enfrenta uma combinação delicada de problemas financeiros e conflitos familiares, tendo como pano de fundo uma mansão avaliada em cifras milionárias no Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro.

De acordo com informações reveladas pelo colunista Ancelmo Gois, do Jornal O Globo, o imóvel acumula uma dívida expressiva de IPTU junto à Prefeitura do Rio. O débito ultrapassa R$ 548 mil e corresponde a parcelas do imposto atrasadas entre os anos de 2021 e 2023. A pendência fiscal coloca a propriedade entre os casos de inadimplência de alto valor registrados pelo município.

Paralelamente à questão tributária, a mansão está no mercado imobiliário desde 2023. Ainda segundo o colunista, a residência figura no portfólio de uma imobiliária de alto padrão pelo valor de R$ 16 milhões. O imóvel impressiona não apenas pelo preço, mas pelas dimensões e estrutura. O terreno soma cerca de 400 mil metros quadrados, sendo 3 mil de área construída, abrigando uma série de itens de luxo pouco comuns até mesmo em residências de alto padrão.

A casa dispõe de biblioteca, piscina, banheira de hidromassagem, quadra de tênis, campo de futebol, heliponto, guarita com controle de acesso, além de amplas áreas sociais. A sala de estar, com cerca de 100 metros quadrados, divide espaço com sala de jogos, salão de festas, sala de costura, dois escritórios, três lavabos e quatro suítes. Trata-se de um verdadeiro complexo residencial, símbolo de uma vida de sucesso construída ao longo de décadas na televisão brasileira.

No entanto, os problemas que envolvem Renato Aragão não se restringem às cifras de IPTU. No fim de novembro, o humorista se manifestou publicamente após a filha mais velha, Juliana Rangel Aragão, ingressar na Justiça com uma ação de cobrança contra o próprio pai. O processo expõe um embate familiar que ganhou repercussão nacional.

Segundo a ação, Renato Aragão teria deixado de quitar um empréstimo firmado em dezembro de 2018 no valor de R$ 950 mil. A suposta inadimplência gira em torno de R$ 872 mil. Ainda conforme o processo, o dinheiro emprestado não teria origem em economias pessoais de Juliana, mas na venda de um imóvel herdado de sua mãe, Martha Maria Rangel Aragão, falecida. A quantia, de acordo com os autos, foi integralmente direcionada para o empréstimo feito ao pai.

Em resposta, Renato Aragão divulgou uma nota por meio de sua equipe à coluna de Fábia Oliveira. No comunicado, o artista afirma que, há mais de dez anos, ficou acordado que parte dos recursos herdados por Juliana seria administrada por ele. O objetivo, segundo o humorista, sempre foi proteger e organizar o patrimônio da filha, garantindo segurança financeira a longo prazo.

No mesmo pronunciamento, Renato trouxe à tona um novo capítulo do conflito. Ele afirma que, neste ano, Juliana deixou a casa da família sem informar seu paradeiro e sem manter contato com os parentes. O humorista destaca ainda que a filha teria deixado sua própria filha menor sob os cuidados do avô. Desde então, segundo ele, todas as tentativas de reaproximação teriam sido frustradas.

Entre dívidas fiscais, uma mansão à venda e uma disputa judicial que expõe feridas familiares, a fase atual vivida por Renato Aragão contrasta fortemente com a imagem leve e bem-humorada que o consagrou como um dos maiores nomes da história da televisão brasileira. O caso segue repercutindo e levanta debates não apenas sobre patrimônio e herança, mas sobre os conflitos silenciosos que podem existir por trás das figuras mais queridas do país.

MP ELEITORAL ENDOSSA CASSAÇÃO E ELEVA TENSÃO POLÍTICA EM CORRENTES

A crise política em Correntes entrou em uma fase decisiva. O Ministério Público Eleitoral de Pernambuco (MPE) emitiu parecer favorável à manutenção da cassação dos mandatos do prefeito Edimilson da Bahia e do vice-prefeito Demilton Medeiros Ximenes Júnior, reforçando o entendimento adotado pela Justiça Eleitoral em primeira instância e adicionando ainda mais peso jurídico ao processo que pode mudar os rumos da administração municipal.

A manifestação do Ministério Público era a última etapa formal antes do julgamento no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Em ações eleitorais, o posicionamento do MP é obrigatório e funciona como um balizador técnico-jurídico para a Corte. No parecer, o órgão sustenta que não há motivos para reformar a decisão já proferida, defendendo que a cassação dos mandatos seja mantida integralmente.

Com isso, o processo segue agora para análise dos desembargadores eleitorais, que terão a responsabilidade de decidir se confirmam a sentença que afastou prefeito e vice ou se acolhem os argumentos da defesa e revertem a penalidade. A decisão do TRE será determinante não apenas para o futuro político de Edimilson da Bahia e Demilton Ximenes, mas também para a estabilidade administrativa de Correntes.

Nos bastidores, o clima é de expectativa e apreensão. A manutenção da cassação poderá abrir caminho para mudanças profundas no comando do Executivo municipal, enquanto uma eventual reversão significaria a permanência da atual gestão, apesar do desgaste político já instalado. Independentemente do desfecho, o parecer do Ministério Público Eleitoral sinaliza que o caso é tratado com máxima gravidade e reforça a centralidade do julgamento que se aproxima.

Correntes, agora, aguarda o veredito do TRE. A decisão da Corte Eleitoral promete marcar um divisor de águas na política local, com reflexos diretos na governabilidade, no cenário eleitoral e no futuro institucional do município.

GRUPO J. SILVINO GANHA PROTAGONISMO NACIONAL AO LADO DE MAXIANE RODRIGUES NO BBB 26

A entrada de Maxiane Rodrigues no Big Brother Brasil 26 não representa apenas a realização de um sonho pessoal, mas também projeta parcerias sólidas que ajudaram a construir sua trajetória até aqui. Entre elas, o Grupo J.Silvino se destaca como um dos principais apoiadores da influenciadora pernambucana, consolidando uma relação que vai além da publicidade e se transforma em símbolo de confiança, visão estratégica e valorização de talentos locais.

Reconhecido pelo crescimento consistente e pela forte conexão com o público, o Grupo J.Silvino apostou em Maxiane ainda quando sua caminhada nas redes sociais estava em plena construção. Ao longo do tempo, a influenciadora se tornou rosto de diversas campanhas da marca, ajudando a fortalecer a identidade do grupo e ampliando seu alcance, especialmente entre o público nordestino. A parceria se consolidou pela autenticidade: Maxiane sempre falou como quem vive a realidade do povo, enquanto o grupo sempre se posicionou como empresa próxima, acessível e comprometida com qualidade e credibilidade.

Às vésperas de entrar na casa mais vigiada do país, Maxiane fez questão de deixar registrada sua gratidão ao Grupo J.Silvino. Em mensagem direta e emocionada, destacou que o apoio recebido foi fundamental em sua trajetória profissional. Para ela, não se tratou apenas de contratos publicitários, mas de reconhecimento, incentivo e confiança em seu trabalho e em sua história.

O protagonismo do Grupo J.Silvino nesse momento reforça um posicionamento estratégico: investir em pessoas reais, que dialogam com o público de forma verdadeira. Com Maxiane no BBB 26, a marca ganha projeção nacional, levando consigo valores que já são reconhecidos em Pernambuco — proximidade com o cliente, compromisso com a qualidade e aposta no potencial humano.

O Blog do Edney reconhece que essa parceria simboliza mais do que visibilidade. Representa um movimento de fortalecimento da economia local, da comunicação regional e da valorização de quem constrói histórias com esforço e identidade. Enquanto Maxiane enfrenta os desafios do reality, o Grupo J.Silvino segue firme ao seu lado, mostrando que grandes marcas também se constroem com confiança, lealdade e visão de futuro.

Agora, o Brasil conhece Maxiane Rodrigues. E, junto com ela, conhece também a força de empresas que acreditam em talentos da terra. O BBB 26 começa dentro da casa, mas fora dela a torcida é grande — e o Grupo J.Silvino está entre os protagonistas dessa história. É isso!

REPUBLICANOS LANÇA O VEREADOR DE TIMBAÚBA JOÃO ROBERTO COMO CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL

O Republicanos oficializou o lançamento da candidatura do vereador de Timbaúba, João Roberto, a deputado federal. Líder da oposição no município, João chega à disputa com o aval direto do presidente estadual do partido, o ministro de Lula, Silvio Costa Filho, que tem conduzido pessoalmente o processo de fortalecimento da legenda para as eleições de 2026.

Professor universitário, advogado e empresário, João Roberto construiu uma trajetória marcada pela atuação firme na Câmara Municipal e pelo diálogo com diferentes segmentos da sociedade. Esta será sua segunda disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados — ele já foi candidato a deputado federal nas eleições de 2022, quando consolidou seu nome no cenário político da Mata Norte.

Ao anunciar a candidatura, Silvio Costa Filho destacou o perfil técnico e político de João Roberto, ressaltando sua capacidade de representar Pernambuco em Brasília.

 “João Roberto é um quadro extremamente qualificado, com experiência política, formação acadêmica sólida e compromisso com o desenvolvimento regional. O Republicanos aposta em nomes com preparo, ética e capacidade de diálogo, e João reúne todas essas qualidades para fazer um grande mandato na Câmara Federal”, afirmou o ministro. 

Silvio também ressaltou que a candidatura faz parte da estratégia do partido de ampliar sua bancada federal, com nomes competitivos e enraizados nos municípios.

João Roberto, por sua vez, agradeceu a confiança da direção partidária e o apoio do ministro Silvio Costa Filho.

 “Recebo essa missão com muita responsabilidade. Agradeço ao ministro Silvio, que tem sido uma grande liderança e uma referência de trabalho sério e resultados para Pernambuco, e ao Republicanos, pela confiança no nosso projeto. Vamos construir uma campanha propositiva, ouvindo a população e defendendo os interesses do nosso estado em Brasília”, declarou.

Com o lançamento, o Republicanos reforça sua presença na Mata Norte e amplia o leque de pré-candidaturas competitivas para a Câmara dos Deputados, sob a liderança de Silvio Costa Filho, que vem articulando alianças e fortalecendo o partido em todas as regiões de Pernambuco.

PERNAMBUCO VIRA A CHAVE DO SISTEMA PRISIONAL E INAUGURA UMA NOVA ERA DE DIGNIDADE, SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE


O ano de 2025 ficará marcado como um divisor de águas na história do sistema prisional de Pernambuco. Após décadas de abandono, improviso e estruturas que já não atendiam a nenhum parâmetro mínimo de dignidade humana ou segurança pública, o Estado decidiu romper definitivamente com o passado. A demolição da Penitenciária Professor Barreto Campelo, na Ilha de Itamaracá, no Litoral Norte, tornou-se o símbolo mais forte desse novo momento. Mais do que derrubar paredes, o governo estadual encerrou um ciclo de negligência que expunha detentos, servidores e a sociedade a riscos permanentes.

Conhecida por sua precariedade, superlotação e condições sub-humanas, a antiga unidade representava um modelo falido, incompatível com qualquer política séria de segurança pública. Ao colocá-la no chão, Pernambuco enviou um recado claro: não há mais espaço para estruturas indignas, inseguras e ultrapassadas. O gesto carrega peso político, institucional e simbólico, marcando o início de uma virada estrutural no enfrentamento do problema prisional.

Com a chegada de 2026, o Estado entra em um novo ciclo, agora pautado por planejamento, responsabilidade e decisão. Estão em construção 5.754 novas vagas no sistema prisional, um salto histórico que redefine o patamar da política penitenciária pernambucana. As novas unidades, localizadas em Araçoiaba e Itaquitinga, além da ampliação do complexo de Caruaru, seguem um padrão moderno, com foco em segurança, controle, dignidade e melhores condições de trabalho para os profissionais do sistema.

A dimensão dessa mudança se torna ainda mais evidente quando comparada ao passado recente. Entre 2015 e 2022, período marcado por crises sucessivas no sistema, foram abertas pouco mais de 1.800 vagas em todo o Estado. Agora, em um único ciclo de investimentos, Pernambuco mais que triplica esse número, atacando a raiz do problema e enfrentando de forma concreta a superlotação carcerária, um dos principais fatores de instabilidade e violência.

A iniciativa integra o programa Juntos pela Segurança, eixo central da política estadual de enfrentamento à criminalidade. Ao investir na reestruturação do sistema prisional, o governo reconhece que segurança pública não se faz apenas com policiamento ostensivo, mas também com unidades prisionais capazes de cumprir seu papel legal, garantir direitos básicos e evitar que o cárcere se transforme em escolas do crime.

Para a governadora Raquel Lyra, 2025 foi o ano de “virar a chave”. Um período de decisões duras, enfrentamento de problemas históricos e rompimento com práticas que apenas empurravam a crise para frente. Já 2026 surge como o ano da consolidação desse novo caminho, no qual o Estado assume protagonismo, planeja a longo prazo e entrega resultados concretos à população.

Ao substituir ruínas por estruturas modernas, Pernambuco não apenas amplia vagas, mas redefine sua postura diante de um dos temas mais sensíveis da gestão pública. A mensagem é direta: o futuro da segurança passa por coragem política, investimentos estruturantes e compromisso com a sociedade. E, como resumiu a governadora, é hora de seguir em frente, sem hesitação. “Vamos pra cima”.

📸: Janaína Pepeu