terça-feira, 27 de janeiro de 2026
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DINO DÁ 30 DIAS PARA ESTADOS E MUNICÍPIOS PRESTAREM CONTAS SOBRE USO DE ‘EMENDAS PIX’ ENVIADAS PARA SETOR DE EVENTOS
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ESPIONAGEM ILEGAL E USO POLÍTICO DA POLÍCIA CIVIL: JOÃO CAMPOS DENUNCIA GRAVIDADE DO CASO E PROMETE REAÇÃO NA JUSTIÇA
A declaração veio após reportagem exibida pela TV Record apontar supostas ações de monitoramento e perseguição sem autorização judicial. Em tom firme, João Campos destacou que não questiona o papel das forças de segurança na investigação de possíveis irregularidades, mas enfatizou que qualquer procedimento precisa seguir a lei. Para ele, o problema não está em investigar, mas na forma como isso teria sido feito. “Eu não tolero corrupção, mas também não tolero perseguição”, afirmou.
Entre os pontos levantados pelo prefeito está a denúncia de que inquéritos arquivados teriam sido reabertos por interesses eleitorais, além da realização de diligências sem ordem judicial, sem boletim de ocorrência e sem a formalização de investigações. Um dos episódios mais alarmantes citados por João Campos foi a instalação de um rastreador em um veículo oficial da Prefeitura do Recife. Segundo ele, a medida teria sido adotada de maneira clandestina, o que, em sua avaliação, configura crime.
O prefeito também questionou quem teria autorizado tais ações e a quem esses supostos procedimentos estariam servindo. Para ele, a situação levanta suspeitas sobre a possível tentativa de construção de narrativas artificiais para incriminar pessoas sem envolvimento em irregularidades. João Campos ressaltou que os fatos só vieram à tona graças à atuação da imprensa, o que, segundo ele, evitou que a situação tomasse proporções ainda mais graves.
Outro trecho do pronunciamento tratou de um grupo informal de mensagens, que, de acordo com as denúncias, reuniria três delegados e sete agentes para tratar de ações investigativas fora dos canais oficiais. O prefeito classificou a existência desse grupo como ilegal e imoral, reforçando que instituições públicas não podem atuar à margem das normas que regem o Estado de Direito.
João Campos ainda fez referência ao período eleitoral de 2024, lembrando que já havia sido alvo de acusações que, após investigação, não resultaram em comprovação de irregularidades. Ele citou o caso das creches municipais, que teria sido investigado, arquivado, reaberto durante o período eleitoral e novamente encerrado depois do pleito. Para o prefeito, esse histórico reforça a necessidade de apuração rigorosa sobre eventual uso político de órgãos de investigação.
Em sua fala, o gestor também mencionou a existência de uma “rede de ódio” estruturada após as eleições, com disseminação de notícias falsas e ataques pessoais. Na avaliação dele, as denúncias atuais indicam que pode haver conexão entre esse ambiente de desinformação e o uso indevido de instrumentos estatais.
Ao final do pronunciamento, João Campos garantiu que o caso não ficará sem resposta. Ele anunciou que adotará todas as medidas judiciais cabíveis para responsabilizar os envolvidos e defendeu que a democracia impõe limites claros à atuação do poder público. “Não vale tudo para disputar uma eleição”, declarou, acrescentando que instituições com a história da Polícia Civil não podem ser associadas a práticas que comprometam sua credibilidade. Para o prefeito, a apuração dos fatos será fundamental não apenas para esclarecer as denúncias, mas para preservar o respeito às leis e às garantias democráticas.
UNIÃO DE FORÇAS PARA 2026: ROMERINHO JATOBÁ E RINALDO JÚNIOR SELAM PARCERIA POLÍTICA DE OLHO NO FUTURO DE PERNAMBUCO
A dupla, que há anos divide pautas, projetos e articulações como vereadores da capital pernambucana, aposta agora em uma estratégia conjunta para ampliar a presença política no estado. A decisão não surge apenas como um movimento eleitoral, mas como a continuidade de um alinhamento que, segundo eles, já vem sendo fortalecido na prática, dentro das comunidades e nas discussões de políticas públicas.
O discurso dos dois reforça a ideia de sintonia e propósito comum. Ambos destacam que a parceria nasce da vivência política lado a lado, do diálogo constante e da atuação voltada às demandas populares. A proposta é levar essa mesma linha de trabalho para esferas maiores do Legislativo, defendendo pautas ligadas ao desenvolvimento social, geração de oportunidades e melhoria da qualidade de vida da população pernambucana.
Romerinho Jatobá tem concentrado sua atuação em ações comunitárias e projetos voltados à base social, enquanto Rinaldo Júnior também construiu sua trajetória com forte presença nos bairros e diálogo direto com lideranças locais. A avaliação dos dois é que a união fortalece não apenas as pré-candidaturas, mas também a capacidade de articulação política em defesa de Pernambuco.
Nos bastidores, a aliança é vista como um movimento estratégico que pode ampliar bases eleitorais e consolidar apoios em diversas regiões do estado. Publicamente, porém, o tom adotado é de compromisso com o povo. A mensagem central da dupla é clara: somar forças para defender quem mais precisa e buscar soluções concretas para os desafios históricos de Pernambuco.
Com a parceria oficializada, Romerinho e Rinaldo passam a dividir não só o palanque, mas também o projeto político de chegar, juntos, à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal, levando consigo o discurso de proximidade com a população e de construção de um estado mais justo e desenvolvido.
MPPE COBRA EXPLICAÇÕES À SDS APÓS DENÚNCIA DE SUPOSTA ESPIONAGEM ENVOLVER SECRETÁRIO DA PREFEITURA DO RECIFE
Em nota, o MPPE afirmou que tomou conhecimento dos fatos por meio da imprensa e, diante da gravidade das informações divulgadas, decidiu formalizar o pedido de dados à pasta responsável pela segurança pública no Estado. O Ministério Público, no entanto, não detalhou qual Promotoria ficará responsável por analisar o material a ser encaminhado nem indicou quais medidas poderão ser adotadas a partir das conclusões obtidas.
A denúncia exibida na televisão aponta que policiais lotados na Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (Dintel) teriam utilizado métodos típicos de investigação sigilosa para monitorar o secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, Gustavo Queiroz Monteiro. Entre os recursos citados estaria a instalação de um rastreador em veículo, o que levantou suspeitas de possível uso indevido da estrutura policial para fins que estariam fora do interesse público.
Diante da repercussão, o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, concedeu entrevista coletiva na segunda-feira e negou qualquer motivação de perseguição política. Segundo ele, a atuação da polícia teve origem em uma denúncia anônima que apontava o uso irregular de um veículo locado pela gestão municipal para supostos pagamentos de propina. Carvalho explicou que houve uma investigação preliminar, com monitoramento realizado entre os meses de agosto e outubro de 2025, mas que, por falta de provas, o procedimento foi arquivado.
O titular da SDS também afirmou que a prioridade, neste momento, é apurar como informações internas e consideradas sigilosas vieram a público. De acordo com ele, foi instaurado um inquérito para investigar o vazamento de dados da investigação, incluindo a divulgação de mensagens trocadas em um grupo de WhatsApp criado exclusivamente por policiais para tratar da denúncia anônima.
O caso coloca em evidência não apenas a possível utilização de ferramentas de inteligência policial, mas também o debate sobre limites legais, controle institucional e transparência nas ações de órgãos de segurança. Com a entrada do Ministério Público na apuração, a tendência é que o episódio ganhe novos desdobramentos nos próximos dias, tanto no campo jurídico quanto no político, ampliando a pressão por esclarecimentos sobre a condução da investigação e a origem das informações que vieram a público.
CANETA QUE ENTREGA: RAQUEL LYRA RESPONDE CRÍTICAS COM AÇÕES E REFORÇA ARTICULAÇÃO POLÍTICA EM PERNAMBUCO
A declaração foi interpretada nos bastidores como uma resposta às cobranças frequentes feitas por setores da oposição, que vêm pressionando o governo por posicionamentos e resultados em áreas estratégicas. Sem citar nomes ou partidos, Raquel preferiu apostar na narrativa da eficiência administrativa, reforçando que o foco de sua gestão está na execução de políticas públicas. Em outra publicação, ela ampliou o tom institucional ao afirmar que a “caneta” está sendo usada “do jeito certo: para governar Pernambuco e cuidar de todos os pernambucanos, sem deixar ninguém para trás”.
Nos últimos meses, a governadora tem intensificado a divulgação de ações estruturadoras, que se tornaram vitrines de sua administração. Entre elas estão o início das obras do Arco Metropolitano, projeto aguardado há anos e considerado estratégico para a mobilidade e o desenvolvimento econômico da Região Metropolitana do Recife, além de intervenções em rodovias estaduais, reformas e ampliações de hospitais e investimentos na área de segurança pública. Essas entregas têm sido constantemente lembradas em discursos, agendas oficiais e publicações digitais, compondo a base do discurso de gestão eficiente que o governo busca consolidar.
Paralelamente à divulgação de obras e programas, Raquel Lyra também tem se movimentado politicamente para fortalecer sua base de apoio. As redes sociais viraram uma vitrine não apenas de ações administrativas, mas também de articulações políticas. Um exemplo recente foi a publicação compartilhada entre a governadora e a vereadora do Recife, Flavia de Nadegi (PV), que passou a integrar o grupo de aliados do governo estadual. Na legenda, a parlamentar destacou a importância da política feita “com respeito e presença”, mencionando a articulação com o deputado estadual João de Nadegi, o deputado federal Clodoaldo Magalhães e o Governo do Estado.
Esse tipo de postagem tem dupla função: valoriza lideranças que se aproximam do Palácio do Campo das Princesas e sinaliza que a governadora está atenta à construção de alianças para fortalecer sua governabilidade e ampliar sua sustentação política. Ao dar visibilidade a esses apoios, Raquel Lyra transmite a mensagem de que sua gestão não está isolada, mas conectada a um grupo político que, segundo o discurso adotado, trabalha de forma alinhada em favor da população.
Com a estratégia de unir comunicação digital, divulgação de obras e fortalecimento de aliados, a governadora tenta consolidar uma imagem de liderança ativa, resolutiva e articulada. Em meio a um cenário político cada vez mais movimentado, a mensagem central que ela busca fixar é clara e direta para o público: mais do que discursos, sua gestão quer ser reconhecida pelas entregas e pela presença efetiva do Estado na vida dos pernambucanos.
SERVIÇO SOCIAL DO HOSPITAL REGIONAL RUY DE BARROS CORREIA EM ARCOVERDE FAZ CERCA DE 150 ATENDIMENTOS POR DIA
As atividades incluem atendimentos diários, articulação com municípios da região, acompanhamento beira-leito, integração com a equipe multidisciplinar e atuação direta na continuidade do tratamento após a alta. Entre os casos acompanhados, o Serviço Social conseguiu promover o retorno assistido de pacientes em situação de rua para seus estados de origem — como Minas Gerais e São Paulo — garantindo segurança e reintegração familiar.
Atendimento beira-leito
Um dos destaques apresentados pela equipe é o atendimento beira-leito, no qual as assistentes sociais realizam visitas diretas a pacientes e acompanhantes nos leitos. O objetivo é identificar demandas específicas, orientar sobre direitos, esclarecer dúvidas e organizar encaminhamentos necessários.
“O nosso cuidado também se estende aos acompanhantes, fundamentais no processo de recuperação do paciente. Ele precisa estar bem para que o paciente esteja bem. Nosso olhar é para ambos”, explicou a assistente social do HRRBC, Luana Ferreira.
Ouvidoria e Serviço Social
Além do Serviço Social constante, a gestão do HRRBC implantou uma equipe fixa na Ouvidoria, atuando de forma ininterrupta, 24 horas por dia. As equipes realizam visitas periódicas aos leitos, ouvindo demandas relacionadas à saúde, acomodação e hotelaria, com encaminhamentos imediatos para os setores responsáveis.
Atendendo 13 municípios da região, o HRRBC também recebe pacientes de cidades mais distantes. Muitos chegam à unidade por demandas de baixa complexidade, que poderiam ser resolvidas no município de origem. Após avaliação médica e multidisciplinar, o Serviço Social realiza a articulação de retorno, garantindo medicação e orientações quando necessárias.
“Essa medida reduz o tempo de permanência no hospital, contribui para evitar superlotação e favorece a permanência do paciente junto à família — fator essencial para seu bem-estar. A integração com a Ouvidoria, a atuação beira-leito, a organização dos fluxos e a articulação com os municípios reforçam o papel estratégico do setor na qualidade do atendimento prestado. Com esse trabalho, o Hospital Regional Ruy de Barros Correia reafirma sua missão de cuidar de forma completa, promovendo não apenas assistência em saúde, mas apoio social e emocional aos pacientes e às famílias atendidas,” ressaltou Luana.
Assessoria de Comunicação do HRRBC