quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

APOSTA GANHA SE TORNA PARCEIRA DO PARAÍSO PARTICULAR DE GUSTTAVO LIMA EM FORTALEZA E REFORÇA ESTRATÉGIA DE EXPERIÊNCIAS PREMIUM

A Aposta Ganha, uma das plataformas de apostas mais influentes do país, anunciou oficialmente o patrocínio ao Paraíso Particular, projeto exclusivo do cantor Gusttavo Lima, que será realizado no próximo dia 1º de fevereiro em Fortaleza (CE). A parceria marca um movimento estratégico da empresa, que busca fortalecer sua presença em eventos de grande porte e experiências premium, conectando a marca diretamente com o público em momentos de entretenimento e emoção intensa.

O Paraíso Particular, conhecido por oferecer shows exclusivos, cenários sofisticados e experiências imersivas, representa um terreno ideal para a Aposta Ganha consolidar sua imagem fora do ambiente digital. Segundo a empresa, a iniciativa vai ao encontro do conceito de “Joga Junto”, que traduz a essência da marca: participar ativamente da experiência do público, compartilhar emoções e criar momentos memoráveis.

“Grandes experiências são construídas quando as pessoas estão juntas, vivendo momentos únicos. Estar presente no Paraíso Particular reforça nosso posicionamento de marca próxima do público, que vive a emoção lado a lado conosco”, destacou Álex Galindo, CFO da Aposta Ganha, ressaltando a importância do investimento em ações de alto impacto e conexão real com diferentes perfis de público.

Durante o evento em Fortaleza, os participantes poderão conferir ativações exclusivas da Aposta Ganha, ações promocionais e presença institucional, elevando o conceito de entretenimento a um patamar que une música, cultura e vivência coletiva. A marca reafirma, assim, seu compromisso não apenas com o entretenimento, mas também com a valorização de grandes experiências, mostrando-se cada vez mais presente em projetos que misturam exclusividade e impacto social.

Com essa iniciativa, a Aposta Ganha não apenas patrocina um dos eventos mais aguardados do verão, mas também consolida sua estratégia de expansão em território nacional, reforçando sua atuação em eventos premium e seu vínculo com o público brasileiro que busca diversão, emoção e experiências únicas.

CLIMA DE GUERRA POLÍTICA MARCA RETOMADA DAS ATIVIDADES NA ASSEMBLEIA EM PERNAMBUCO

O retorno dos trabalhos na Assembleia Legislativa de Pernambuco nesta semana trouxe à tona um clima de tensão que já antecipa o embate político previsto para a eleição de 2026, com aliados da governadora Raquel Lyra (PSD) e do prefeito do Recife, João Campos (PSB), trocando farpas públicas. A pauta que reacendeu a disputa foi uma investigação da Polícia Civil realizada entre agosto e outubro de 2025 envolvendo o secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro.

O caso começou a ganhar repercussão após uma denúncia anônima acusar Monteiro de utilizar um veículo alugado pela Prefeitura para receber propina. O inquérito, que havia sido arquivado em outubro do ano passado por falta de provas, voltou à tona depois que uma reportagem da TV Record levantou a suspeita de que a apuração poderia ter caráter de perseguição política.

Desde a líder do governo na Assembleia, deputada Socorro Pimentel (União Brasil), até o líder da oposição, deputado Cayo Albino (PSB), e o presidente da Casa, Álvaro Porto (PSDB), parlamentares se pronunciaram publicamente, reforçando o peso político do episódio mais do que seu impacto jurídico.

Em entrevista coletiva, o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Alessandro Carvalho, explicou que a investigação foi conduzida seguindo todos os procedimentos legais e que qualquer denúncia grave, mesmo anônima, é apurada pela Polícia Civil. Carvalho anunciou ainda a abertura de um novo procedimento para identificar o responsável pelo vazamento de informações sigilosas, incluindo conversas de WhatsApp de policiais envolvidos na operação. Segundo ele, o vazamento configura crime e pode ter sido cometido por um agente afastado do setor de inteligência, que havia sido flagrado em encontro com o ex-presidente da Câmara de Ipojuca, atualmente preso sob suspeita de envolvimento em um desvio de R$ 41 milhões.

O episódio dividiu os deputados estaduais. Aliados da governadora saíram em defesa da Polícia Civil e do governo, reforçando a legalidade das ações, enquanto parlamentares da oposição passaram a comparar o caso a práticas de perseguição política, alguns chegando a associar a situação a tempos de ditadura. O deputado Waldemar Borges (MDB) chegou a publicar artigo criticando a investigação, enquanto Débora Almeida e o secretário Daniel Coelho defenderam Raquel Lyra.

Mesmo sem novos fatos jurídicos relevantes, a discussão evidencia que o ambiente político em Pernambuco já está polarizado. Tanto governo quanto oposição mostram disposição de transformar qualquer tema sensível em munição política, sugerindo que a campanha eleitoral de 2026 terá embates acirrados, não apenas nas urnas, mas também dentro do plenário da Assembleia Legislativa e na opinião pública

A CONTRATAÇÃO POLÊMICA: PRESIDENTE DA OAB-PE, INGRID ZANELLA, ALIADA DE JOÃO CAMPOS, FECHA CONTRATO DE R$ 870 MIL SEM LICITAÇÃO

Em um desdobramento que levanta questões sobre a transparência na administração pública, o escritório da presidente da OAB-PE, Ingrid Zanella, adquiriu um contrato de cinco anos com a Administração do Porto do Recife, avaliado em R$ 14,5 mil mensais, totalizando R$ 870 mil, além de possíveis valores adicionais. O contrato, que foi confirmado por fontes oficiais e publicado no Diário Oficial, foi firmado sem licitação, gerando críticas e questionamentos.

Zanella, uma renomada especialista em Direito Marítimo, viu seu escritório, que tem apenas um ano e sete meses de existência, tornar-se peça chave em um momento estratégico para o Porto do Recife, que se aproxima da renovação de sua concessão com o governo federal. Este processo envolve negociações diretas com a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) e, segundo informações, sua contratação se deve também ao forte apoio político que recebeu durante a sua campanha.

O prefeito João Campos (PSB), um aliado de destaque na política local, foi um dos apoiadores mais visíveis de Zanella durante sua campanha para a presidência da OAB-PE, participando ativamente de eventos e reuniões para garantir sua vitória. Essa ligação política é analisada por alguns especialistas como um "acerto de contas" dentro dos corredores do poder.

Críticos apontam que a contratação, realizada por meio de dispensa de licitação, não só se desvia do processo usual adotado para este tipo de serviço, mas também representa um "exagero", segundo fontes que preferiram não se identificar. Tradicionalmente, contratos desse tipo são pontuais, focando apenas em serviços específicos e não em períodos prolongados como o atual.

Curiosamente, a governadora Raquel Lyra não confirmou se tinha conhecimento ou se autorizou a contratação. Enquanto isso, a cena política continua a se desdobrar, com rumores de que Zanella havia dado apoio em troca de garantir uma cadeira para Maurício da Fonte, pai do deputado Eduardo da Fonte, no conselho federal da OAB.

Diante de um cenário repleto de incertezas e possíveis conflitos de interesse, a sociedade aguarda respostas sobre a verdadeira motivação por trás dessa contratação e as implicações que ela pode ter para a administração pública e para a relação entre política e advocacia em Pernambuco.

POLICIAIS CIVIS MARCHAM NO RECIFE EXIGINDO IMPLEMENTAÇÃO DA LEI ORGÂNICA E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL

Na tarde desta terça-feira (27), o Centro do Recife foi palco de uma manifestação marcante dos policiais civis de Pernambuco. Com faixas, cartazes e palavras de ordem, a categoria percorreu as principais ruas da capital para exigir a implementação da Lei Orgânica da Polícia Civil no estado e a valorização profissional da corporação.

O ato, liderado pela Associação dos Delegados e Delegadas de Pernambuco (Adeppe) e pelo Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), reuniu delegados, investigadores e servidores administrativos, todos unidos em torno de reivindicações que consideram urgentes e indispensáveis para o fortalecimento da segurança pública.

Entre os pontos centrais da mobilização está a regulamentação da Lei Orgânica da Polícia Civil, aprovada federalmente há dois anos, mas ainda não implementada em Pernambuco. Para os policiais, a demora compromete a autonomia administrativa e financeira da instituição e prejudica a capacidade de enfrentamento do crime organizado e das facções criminosas que atuam no estado.

"A regulamentação da Lei Orgânica, a modernização da investigação e da estrutura da Polícia Civil são imprescindíveis para enfrentar o avanço do crime organizado e das facções criminosas. A autonomia financeira e administrativa é urgente. Não cabe mais uma estrutura vinculada à Secretaria de Defesa Social, chefiada por alguém de fora da Polícia Civil", destacou Diogo Victor, presidente da Adeppe.

Além da Lei Orgânica, a categoria reivindica melhorias na infraestrutura das delegacias, modernização dos métodos de investigação e valorização profissional, incluindo melhores condições de trabalho e reconhecimento funcional.

A caminhada se dirigiu até o Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual, onde os representantes da corporação reforçaram seu compromisso com a segurança da população pernambucana e deixaram claro que manterão a mobilização até que sejam atendidas suas reivindicações.

Para os organizadores, a manifestação não se trata apenas de uma pauta de interesse da categoria, mas de uma questão de segurança pública. A valorização da Polícia Civil e a implementação da Lei Orgânica, segundo eles, são fundamentais para que a corporação possa atuar de forma mais eficiente, autônoma e estratégica na proteção da sociedade.

COLUNA POLÍTICA | CARLOS BOLSONARO IMPLODE DIREITA EM SC | NA LUPA 🔎 | POR EDNEY SOUTO

CARLOS BOLSONARO SACODE A DIREITA EM SANTA CATARINA: PROVOCA RACHA QUE PODE MUDAR AS ELEIÇÕES DE 2026

Nas eleições de 2026, a pré‑candidatura de Carlos Bolsonaro (PL‑RJ) ao Senado Federal por Santa Catarina tem gerado mais que polêmica: provocou um verdadeiro racha dentro da direita catarinense, afetando alianças, partidos e até a estratégia eleitoral do próprio PL no estado. Em um território tradicionalmente bolsonarista, a presença de um candidato “de fora” expõe fissuras políticas profundas e abre uma disputa por representação que vai muito além das urnas. 

A CANDIDATURA QUE SURGIU FORA DO RADAR LOCAL

Carlos Bolsonaro anunciou sua pré‑candidatura ao Senado por Santa Catarina depois de renunciar ao mandato de vereador no Rio de Janeiro, onde atuou por 25 anos. A decisão foi apresentada como uma escolha pessoal de ligação com o estado e com o bolsonarismo, mas políticos locais a classificaram como imposição de uma liderança nacional ao cenário estadual — algo que muitos não digeriram bem.

CRÍTICAS DE LÍDERES REGIONAIS: “NÃO É REPRESENTATIVO”

Figuras importantes da política em SC, como o prefeito Leonel Pavan (PSD‑SC) e a deputada estadual Ana Campagnolo (PL‑SC), criticaram a candidatura por falta de vínculo real com Santa Catarina. Pavan considerou a movimentação oportunista, sem conexão com a realidade do eleitorado catarinense, e Campagnolo afirmou que a entrada de Carlos “bagunça” o plano eleitoral do partido local. 

DIVISÃO DENTRO DO PRÓPRIO PL

Internamente, o PL catarinense vive tensão intensa. A deputada federal Caroline de Toni (PL‑SC), forte liderança local e possível candidata ao Senado, chegou a considerar deixar o partido diante da definição de Carlos como candidato. Já havia acordos que consideravam nomes locais para as duas vagas ao Senado em disputa, e a entrada de Carlos rompeu essas negociações, criando um clima de mal‑estar generalizado.

ROMPIMENTO COM ALIANÇAS DO CENÁCULO

A articulação em torno da candidatura de Carlos Bolsonaro mexeu também com aliados tradicionais do PL. Partidos do Centrão e até o MDB catarinense se afastaram da base de sustentação do governador Jorginho Mello (PL) em resposta à movimentação, o que pode enfraquecer a coalizão governista nas eleições gerais de 2026. 

PESQUISAS MOSTRAM CENÁRIOS CONFRONTADOS

Levantamentos eleitorais refletem esse cenário dividido. Uma pesquisa recente mostrou que Carlos Bolsonaro lidera intenções de voto para o Senado em SC com cerca de 45%, à frente de outras opções como Caroline de Toni, mas há outro estudo que aponta liderança da deputada em cenário sem Carlos — o que indica que sua presença muda fortemente o tabuleiro eleitoral. 

A DEFESA DO PL NACIONAL

Enquanto líderes locais reagem com resistência, a cúpula do PL nacional, representada pelo presidente Valdemar Costa Neto, saiu em defesa da candidatura, afirmando que Carlos tem vínculos pessoais com Santa Catarina e que sua presença agregaria à chapa. A narrativa busca minimizar a percepção de imposição e reforçar a estratégia de manter influência bolsonarista no Congresso. 

IMPACTOS PRÁTICOS NO XADREZ ELEITORAL


A divisão não é apenas discursiva: ela afeta negociações por tempo de TV, alianças partidárias e composição de chapas majoritárias. A disputa pode enfraquecer candidatos que buscavam apoio dentro de um projeto conjunto e até beneficiar adversários mais organizados — tanto dentro quanto fora da direita — em um estado que já foi reduto conservador sólido. 

O DESAFIO DO “FORA DO ESTADO

Um dos maiores pontos de rejeição apontados em pesquisas é a ideia de que Santa Catarina não precisa “importar” candidatos sem raízes locais. Parte significativa do eleitorado vê com ressalvas figuras que não construíram trajetória política no estado, o que pode se tornar um trunfo para adversários regionais e até levar a fragmentação de votos da direita. 

BOMBA RELÓGIO 

O caso da pré‑candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina caiu como uma bomba política no estado. Mais do que uma simples disputa por uma vaga no Congresso, a movimentação expôs contradições internas, disputas por poder e uma guerra de narrativas dentro da própria direita. Em um cenário eleitoral cada vez mais competitivo, o racha político pode ser tão decisivo quanto o resultado das urnas — influenciando alianças, mudando estratégias e redesenhando o mapa político catarinense rumo a 2026.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

RAQUEL LYRA COMENTA INVESTIGAÇÃO SOBRE VEÍCULO DE SECRETÁRIO DO RECIFE: “POLÍCIA AGIU DENTRO DA LEGALIDADE”

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), se manifestou nesta terça-feira sobre as investigações conduzidas pela Polícia Civil envolvendo um veículo que seria utilizado pelo secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro. O caso ganhou repercussão após a denúncia de supostos atos de corrupção relacionados ao uso do automóvel.

Em declaração oficial, a gestora destacou a importância do trabalho da polícia, ressaltando que as apurações estão sendo conduzidas dentro da legalidade. “A polícia recebeu uma denúncia grave de corrupção, fez seu papel de investigação dentro da legalidade, como sempre”, afirmou Raquel Lyra, reforçando confiança nas instituições de segurança do Estado.

A fala da governadora ocorre em um momento delicado para a administração municipal, que tem enfrentado crescente escrutínio público sobre a conduta de integrantes de sua equipe. Embora não tenha se aprofundado sobre detalhes específicos do caso ou sobre possíveis desdobramentos, Raquel Lyra enfatizou que o cumprimento da lei deve ser prioridade, sinalizando alinhamento com os procedimentos formais da investigação.

O caso segue sob sigilo policial, mas a repercussão já mobiliza autoridades e políticos de Pernambuco, que acompanham atentamente os passos da apuração. Especialistas em direito e política local avaliam que a forma como o processo será conduzido poderá ter impactos significativos tanto na gestão municipal quanto na percepção pública sobre a transparência na administração da capital.

Até o momento, a Prefeitura do Recife não divulgou pronunciamento oficial sobre o assunto, mantendo cautela diante das investigações em curso. A expectativa é de que novos esclarecimentos sejam fornecidos à medida que a Polícia Civil avance na coleta de provas e na análise das denúncias recebidas.

MORRE AGOSTINHO DO ACORDEON, LENDÁRIO SANFONEIRO PERNAMBUCANO, PAI DE JOSILDO SÁ, AOS 86 ANOS

O forró e a música popular nordestina perderam, nesta terça-feira (27), uma de suas grandes referências. Agostinho Inácio Gomes, mais conhecido como Agostinho do Acordeon, faleceu aos 86 anos, deixando um legado musical que atravessa gerações. Natural de Pernambuco, Agostinho dedicou a vida à sanfona, instrumento que marcou não apenas sua trajetória artística, mas também a carreira do filho, o cantor e compositor Josildo Sá, que seguiu os passos do pai e se tornou uma das vozes importantes do forró contemporâneo.

Reconhecido pela habilidade e sensibilidade ao tocar, Agostinho do Acordeon foi um verdadeiro mestre da música nordestina, participando de shows, festivais e encontros culturais que celebravam a tradição do forró e da sanfona. Amigos, músicos e admiradores ressaltam que seu talento e paixão pela cultura regional inspiraram não apenas a família, mas também inúmeras gerações de artistas que cresceram ouvindo suas melodias.

O velório do sanfoneiro começou ainda nesta terça-feira (27), no Cemitério Santo Amaro, no Recife, das 12h às 18h, reunindo familiares, amigos e fãs que vieram prestar as últimas homenagens. Após o período de despedida na capital, o corpo será conduzido para Floresta, cidade onde Agostinho do Acordeon será sepultado. Lá, haverá um novo velório nesta quarta-feira (28), das 8h às 16h, no Cemitério São Miguel, com o sepultamento programado para ocorrer ainda no mesmo dia.

O falecimento de Agostinho deixa uma marca profunda na cena cultural pernambucana, especialmente entre aqueles que valorizam as raízes da música nordestina. Sua trajetória é lembrada não apenas pelo talento musical, mas também pelo papel de mentor e inspiração para seu filho Josildo Sá, consolidando uma verdadeira dinastia do forró que permanece viva no coração de fãs e músicos do Brasil inteiro.

A perda do sanfoneiro reforça a importância de preservar a memória e a tradição da música nordestina, celebrando artistas que, como Agostinho, dedicaram suas vidas a transmitir cultura, emoção e alegria por meio de cada acorde tocado.

JOÃO CAMPOS RECEBE MIGUEL COELHO EM RECIFE EM ENCONTRO QUE REFORÇA LEITURAS POLÍTICAS SOBRE ELEIÇÕES PERNAMBUCANAS

Na tarde desta terça-feira (27), o prefeito do Recife, João Campos (PSB), recebeu em seu gabinete, na sede da Prefeitura, o ex-prefeito de Petrolina e pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho (União Brasil). O encontro, divulgado nas redes sociais do gestor recifense, rapidamente chamou atenção nos bastidores da política estadual, gerando interpretações que vão além de uma simples agenda institucional.

Embora apresentado oficialmente como um compromisso de caráter administrativo, fontes políticas interpretam a reunião como um gesto estratégico que pode alterar a dinâmica das articulações eleitorais em Pernambuco. Nos círculos políticos, a movimentação é vista como um sinal de que Miguel Coelho se afasta de especulações sobre sua possível integração à chapa da governadora Raquel Lyra (PSDB), que até então cogitava a presença do presidente estadual do União Brasil como candidato ao Senado.

A repercussão do encontro revela a complexidade do tabuleiro político local, onde gestos de cordialidade entre líderes de diferentes partidos podem carregar significados políticos estratégicos. Analistas ressaltam que, embora não haja declarações públicas sobre alianças ou apoios, a fotografia do encontro e a divulgação nas redes sociais reforçam a ideia de que o diálogo institucional também é uma ferramenta de sinalização política.

Para João Campos, a reunião reforça a imagem de um gestor aberto ao diálogo com diferentes lideranças do Estado, ao mesmo tempo em que mantém a sua agenda de compromissos institucionais em Recife. Já Miguel Coelho, que tem intensificado sua pré-campanha ao Senado, aproveita a oportunidade para fortalecer sua visibilidade política e ampliar seu leque de interlocuções em nível estadual, mantendo-se ativo no cenário que antecede as eleições.

O episódio, portanto, não apenas marca um encontro entre dois líderes pernambucanos de peso, mas também alimenta especulações sobre estratégias e movimentações futuras em torno das eleições de 2026, evidenciando que, no tabuleiro político do Estado, cada gesto, reunião ou registro público pode ter múltiplas interpretações e impactos na corrida eleitoral.