quarta-feira, 4 de março de 2026
PREFEITURA DE GARANHUNS DISTRIBUI NOVE TONELADAS DE ALIMENTOS ARRECADADOS NO “CORRE GARANHUNS”
MINISTRO SILVIO COSTA FILHO CELEBRA ETAPA FINAL DE CONSTRUÇÃO DO NOVO TERMINAL DA APM TERMINALS COM CHEGADA DE EQUIPAMENTOS
PT CONSOLIDA APOIO A 27 CANDIDATOS AO SENADO E CONFIRMA HUMBERTO COSTA COMO PRIORIDADE EM PERNAMBUCO
A concentração de candidaturas próprias do PT ocorre majoritariamente nas regiões Norte e Nordeste, onde o partido mantém forte presença histórica e eleitoral. Um dos destaques é a Bahia, único estado até agora com dois nomes petistas oficialmente incluídos na relação: os senadores Rui Costa e Jaques Wagner, ambos também em busca da recondução ao cargo. A estratégia baiana demonstra a confiança da legenda em manter suas posições em redutos considerados estratégicos.
O único estado onde ainda não há definição formal é o Ceará. O atual líder do PT na Câmara, José Guimarães, lançou publicamente sua pré-candidatura ao Senado e tem afirmado que não pretende recuar, mesmo diante de pressões internas e externas para abrir espaço a aliados. A situação cearense é vista como um dos principais pontos de tensão na construção dos palanques estaduais.
Em Pernambuco, a inclusão de Humberto Costa na lista era dada como certa desde o ano passado, quando as direções estadual e nacional do partido já haviam definido seu nome como preferencial. A decisão reforça o papel do senador como principal liderança petista no estado e como elo direto com o Palácio do Planalto. Apesar disso, fontes da legenda admitem que a lista nacional ainda não está completamente fechada e pode sofrer ajustes nos próximos meses, a depender das negociações regionais.
Um dos temas que seguem em aberto no cenário pernambucano envolve a ex-deputada Marília Arraes. Atualmente sem filiação partidária, ela ainda não é oficialmente candidata, embora exista expectativa de que possa se filiar ao PDT. Dentro do PT, porém, sua eventual entrada na disputa não é vista com entusiasmo. O receio é de que duas candidaturas no campo da esquerda fragmentem o eleitorado, reduzindo as chances de vitória e abrindo espaço para nomes do centro ou da direita avançarem. A avaliação interna é de que, em uma disputa polarizada, a divisão pode resultar na eleição de apenas um nome ou até no enfraquecimento simultâneo de ambos.
Outro fator que movimentou os bastidores foi o cancelamento da visita a Pernambuco do presidente nacional do PT, Edinho Silva, prevista para esta semana. A ausência frustrou expectativas de anúncios ou sinalizações mais claras sobre a possibilidade de o presidente Lula contar com dois palanques no estado. Apesar disso, permanece confirmado um encontro em Brasília entre Edinho Silva e o prefeito do Recife, João Campos, inicialmente agendado para tratar de pautas nacionais do PSB. Diante dos desdobramentos recentes em Pernambuco, Humberto Costa foi convidado a participar da reunião, ampliando o peso político do encontro.
Ainda assim, como o próprio senador já declarou, qualquer definição mais sensível envolvendo o cenário pernambucano passará necessariamente pelo crivo do presidente Lula, que, segundo interlocutores, não deve participar dessa conversa em Brasília. A palavra final sobre eventuais composições ou ajustes no estado ficará sob sua responsabilidade.
No panorama nacional, além dos nomes próprios já confirmados, o PT também declarou apoio a candidaturas estratégicas de aliados, como Renan Calheiros, Eduardo Braga, Helder Barbalho, Marcelo Castro, Confúcio Moura, Carlos Fávaro, Waldez Góes, João Azevêdo, Renato Casagrande, Manuela D'Ávila e Acir Gurgacz, reforçando a estratégia de fortalecimento da base governista no Congresso Nacional.
Com a consolidação desses apoios, o PT sinaliza que pretende não apenas manter, mas ampliar sua influência no Senado, considerado peça-chave para a sustentação do governo e para a aprovação de matérias estruturantes. Em Pernambuco, o foco permanece claro: garantir a reeleição de Humberto Costa e organizar o campo progressista de modo a evitar divisões que comprometam o desempenho eleitoral.
SIVALDO ALBINO ANUNCIA AUXÍLIO DE R$ 5 MIL E DÁ RESPOSTA RÁPIDA ÀS FAMÍLIAS ATINGIDAS PELA CHEIA DO RIO CANHOTO EM SÃO PEDRO
A reunião com os moradores foi marcada por relatos emocionados de perdas materiais, danos estruturais nas casas e momentos de tensão vividos durante a madrugada em que a água avançou pelas ruas. O cenário ainda é de reconstrução, mas o anúncio do auxílio trouxe uma perspectiva concreta de recomeço para dezenas de famílias que perderam móveis, eletrodomésticos e parte de suas estruturas residenciais.
Durante o encontro, o prefeito enfatizou que sua presença no distrito tinha como objetivo apresentar soluções práticas e não explorar politicamente a situação. Em tom firme, criticou o que classificou como “uso político da chuva”, afirmando que a dor da população não pode ser transformada em palanque. Segundo ele, ações pontuais como a entrega de marmitas e água, embora importantes em um primeiro momento emergencial, não resolvem os impactos mais profundos deixados pela enchente.
“Só vocês sabem o que perderam, o susto, o medo e o sofrimento que tiveram”, declarou, dirigindo-se diretamente aos moradores. A fala foi acompanhada de manifestações de apoio da comunidade, que cobrou respostas rápidas e estruturais diante do episódio.
Sivaldo também fez questão de destacar o trabalho da Defesa Civil municipal, que, segundo ele, atua desde a madrugada da sexta-feira, dia 26, monitorando áreas de risco, prestando assistência e realizando levantamentos técnicos para dimensionar os danos. A presença contínua das equipes no distrito foi apontada como fundamental para evitar consequências ainda mais graves.
O Projeto de Lei será encaminhado à Câmara de Vereadores com pedido de tramitação acelerada. A expectativa da gestão é que, após a aprovação, os pagamentos sejam efetuados ainda neste mês, garantindo agilidade no socorro financeiro às famílias afetadas. A proposta deverá estabelecer critérios técnicos para identificação dos beneficiários, com base nos laudos da Defesa Civil e nos cadastros sociais do município.
A iniciativa representa não apenas um auxílio emergencial, mas um gesto de responsabilidade administrativa diante de uma situação climática adversa que abalou a rotina do distrito de São Pedro. Ao optar por um apoio financeiro direto, a gestão municipal busca oferecer às famílias autonomia para reorganizar suas casas conforme suas necessidades mais urgentes.
Agora, o foco se volta para o Legislativo municipal, que terá a missão de apreciar a matéria com a mesma celeridade defendida pelo Executivo. Enquanto isso, a população aguarda a concretização da medida que, se aprovada, poderá representar o primeiro passo concreto na reconstrução da vida de quem enfrentou o avanço das águas do Rio Canhoto.
NOVAS REGRAS DA CNH GERAM POLÊMICA E ALEPE CRIA GRUPO DE TRABALHO PARA DEFENDER EMPREGOS E SEGURANÇA
Como resultado direto da audiência, foi formalizada a criação de um grupo de trabalho composto por representantes dos instrutores, donos de Centros de Formação de Condutores (CFCs) e integrantes do DETRAN-PE. Ainda na tarde do mesmo dia, o grupo se reuniu com a Procuradoria Geral da Alepe para discutir medidas jurídicas e administrativas que possam minimizar os efeitos considerados negativos da nova regulamentação.
Durante o debate, os profissionais do setor relataram que as mudanças foram implementadas sem diálogo prévio com quem atua diretamente na formação de condutores. Segundo eles, a resolução altera critérios importantes no processo de retirada da CNH, impactando a dinâmica das autoescolas e a atuação dos instrutores. “Ficou claro que a implementação da nova resolução para retirada da CNH, por parte do Governo Federal, não ouviu os envolvidos. Foi imposta e aumenta o desemprego, reduz arrecadação e fecha empresas no país inteiro”, afirmou o deputado Feitosa, que presidiu a audiência e destacou que a principal preocupação é manter a segurança da população aliada à preservação dos postos de trabalho.
Representantes das autoescolas alertaram que a redução de etapas obrigatórias e possíveis mudanças na carga horária prática e teórica podem comprometer o modelo atual de funcionamento dos CFCs, afetando diretamente a sustentabilidade financeira de pequenas e médias empresas do setor. Pernambuco possui centenas de profissionais que dependem exclusivamente da formação de novos condutores para garantir renda e manter empregos formais.
Um dos pontos que chamou atenção foi a manifestação do próprio representante do DETRAN-PE, que admitiu que o órgão estadual enfrenta limitações estruturais para fiscalizar plenamente as novas normas. A declaração reforçou a preocupação dos parlamentares quanto à efetividade das mudanças e ao risco de fragilização no controle e acompanhamento da formação de motoristas.
De forma considerada inédita pelos participantes, a Alepe abriu espaço institucional para ouvir formalmente os trabalhadores impactados antes da consolidação de qualquer posicionamento oficial. A Procuradoria Geral da Casa foi colocada à disposição para oferecer suporte técnico e jurídico ao grupo recém-criado, analisando possíveis caminhos legais para questionamentos ou adequações que reduzam os impactos negativos da resolução federal.
Ao final da reunião, ficou definido que o grupo de trabalho continuará se reunindo nos próximos dias para consolidar um documento técnico com sugestões e encaminhamentos. A intenção é construir uma proposta que equilibre modernização do sistema de habilitação, garantia de fiscalização eficiente e preservação dos empregos no setor.
O debate sobre as novas regras da CNH promete continuar mobilizando profissionais e autoridades em Pernambuco, especialmente diante da preocupação com os reflexos econômicos e sociais que podem atingir diretamente milhares de famílias ligadas ao segmento de formação de condutores.
PEDRO CAMPOS ASSUME VICE-LIDERANÇA DO GOVERNO LULA NA CÂMARA E REFORÇA BASE PROGRESSISTA EM BRASÍLIA
Pedro Campos substitui o deputado Gervásio Maia (PSB-PB) na função, em um momento considerado decisivo para o governo federal, que busca fortalecer sua base aliada diante de pautas econômicas, sociais e institucionais que devem dominar o debate legislativo ao longo do ano. A vice-liderança tem papel central na interlocução entre o governo e os demais parlamentares, atuando na construção de consensos, na orientação de votos e na defesa das propostas governistas no plenário e nas comissões.
Reconhecido como um dos mais atuantes defensores do presidente Lula dentro da Câmara, Pedro Campos tem se destacado pela presença constante nas discussões estratégicas e pelo uso intenso das redes sociais como ferramenta de mobilização e comunicação política. Com linguagem direta e foco nas pautas progressistas, o deputado consolidou uma base digital engajada, que acompanha e repercute seus posicionamentos sobre temas como desenvolvimento regional, justiça social, investimentos públicos e fortalecimento das políticas sociais.
A chegada de Pedro Campos à vice-liderança também reforça o protagonismo do PSB na base governista. O partido, que integra a coalizão de apoio ao Planalto, tem ocupado espaços relevantes na estrutura política do governo, contribuindo para a estabilidade da articulação no Legislativo. A escolha do parlamentar pernambucano é vista como estratégica, sobretudo pela sua capacidade de diálogo com diferentes correntes ideológicas dentro da Câmara e por sua inserção no campo progressista.
Nos bastidores, a avaliação é de que a nova função exigirá ainda mais habilidade política e capacidade de negociação. A vice-liderança não apenas representa simbolicamente o governo, mas exige atuação prática na construção de maiorias para votações consideradas sensíveis, além de participação ativa nas reuniões de coordenação política.
Com o novo posto, Pedro Campos amplia sua responsabilidade institucional e se consolida como uma das vozes mais influentes da nova geração política alinhada ao presidente Lula no Congresso Nacional. A expectativa é que sua atuação fortaleça a base governista e contribua para dar celeridade às matérias consideradas prioritárias para o país.
JUPI DECRETA ESTADO DE EMERGÊNCIA APÓS FORTES CHUVAS E CANCELA FESTA DE ANIVERSÁRIO PARA SOCORRER FAMÍLIAS ATINGIDAS
O encontro teve como foco principal a avaliação dos danos já registrados e a definição de medidas emergenciais para atender a população afetada. Segundo dados apresentados pela gestão municipal, pelo menos 79 famílias tiveram suas casas danificadas em decorrência das chuvas intensas. Muitas residências sofreram infiltrações, desabamentos parciais e prejuízos estruturais, exigindo assistência imediata do poder público.
Com o decreto de estado de emergência, o município ganha respaldo legal para agilizar processos administrativos, facilitar contratações emergenciais e buscar apoio junto aos governos estadual e federal. A medida também impõe restrições importantes: conforme explicou o procurador do município, Lúcio Góes, a legislação estadual determina que cidades em situação de emergência não podem realizar eventos festivos com recursos públicos.
Diante disso, a tradicional festividade marcada para o próximo dia 11 de março, em comemoração ao aniversário da cidade, foi oficialmente cancelada. A decisão, segundo a gestão, é necessária para priorizar recursos e concentrar esforços na recuperação das áreas atingidas. Na data, serão realizados apenas atos institucionais, sem programação festiva.O procurador ressaltou ainda que o Ministério Público já emitiu recomendações específicas relacionadas à realização de eventos em municípios sob decreto de emergência e está acompanhando de perto as medidas adotadas pela administração municipal, garantindo transparência e responsabilidade no uso dos recursos públicos.
Além dos prejuízos na zona urbana, a situação na área rural também preocupa. Duas barragens já romperam devido ao volume elevado de água, enquanto outras duas estão sob monitoramento constante por apresentarem risco de rompimento. Equipes técnicas da prefeitura e da Defesa Civil seguem realizando vistorias para evitar novos danos e proteger comunidades que vivem nas proximidades dessas estruturas.
A prefeita Rivanda Freire enfatizou que a prioridade absoluta da gestão, neste momento, é assegurar acolhimento e assistência às famílias atingidas, além de recuperar estradas vicinais, pontes e demais estruturas comprometidas. “Não iremos sossegar enquanto todas as famílias atingidas não estiverem devidamente assistidas”, afirmou, reforçando o compromisso da equipe de governo.
Ao final da reunião, ficou definido que haverá atuação integrada entre as secretarias municipais, com reforço no atendimento social, na distribuição de donativos e no acompanhamento das áreas de risco. Vereadores presentes manifestaram apoio às medidas adotadas e se colocaram à disposição para colaborar no enfrentamento da crise.
Com o decreto em vigor, Jupi entra em um período de atenção máxima, concentrando esforços na reconstrução e na proteção da população. Em um momento que tradicionalmente seria de celebração, a cidade agora se une em torno de uma causa maior: garantir segurança, dignidade e amparo às famílias que enfrentam as consequências das chuvas.
O CRESCIMENTO DE VIVIANE FACUNDES E O DESCONFORTO QUE AGITA A POLÍTICA DE GRAVATÁ
Viviane não construiu sua história nos corredores tradicionais do poder. Antes de ocupar cargos estratégicos na Prefeitura, teve uma vida distante dos gabinetes. Foi cantora, participou de serestas pelos bairros da cidade, trabalhou como artesã e chegou a vender seus produtos em praça pública para complementar a renda familiar. Sua trajetória é frequentemente apresentada por aliados como símbolo de superação, marcada por esforço pessoal e ascensão gradual.
A entrada definitiva na vida pública aconteceu inicialmente na área social. À frente da Secretaria de Assistência Social, ganhou visibilidade em comunidades carentes. Posteriormente, assumiu a Secretaria de Obras, uma das pastas mais estratégicas de qualquer administração municipal — e historicamente dominada por homens. Foi nessa função que seu nome passou a ganhar maior projeção.
De acordo com dados divulgados pela gestão, mais de 100 ruas foram calçadas durante o período em que está à frente da pasta. Obras de infraestrutura foram entregues, espaços públicos passaram por recuperação e projetos antigos saíram do papel. Para aliados, os números consolidam sua capacidade administrativa. Para críticos, é papel institucional da secretaria executar obras, independentemente de quem esteja no comando. A divergência de narrativas marca o atual momento político da cidade.
O contexto ganhou novos contornos quando Viviane anunciou sua pré-candidatura a deputada estadual. A partir desse movimento, o volume de críticas aumentou. Nos bastidores, opositores intensificaram questionamentos, ampliaram a fiscalização sobre contratos e decisões administrativas e passaram a observar cada ato com lupa. Para apoiadores, trata-se de perseguição política motivada pelo crescimento eleitoral. Para adversários, é o processo natural de escrutínio enfrentado por qualquer agente público que decide disputar um cargo maior.
Outro elemento que compõe o cenário é o fato de Viviane ser casada com o prefeito Joselito Gomes, primeiro gestor reeleito da história do município. A relação conjugal inevitavelmente coloca seu nome no centro de debates sobre continuidade administrativa e influência política. Enquanto aliados veem sinergia e alinhamento estratégico, críticos questionam possíveis conflitos de interesse e concentração de poder.
Além das questões administrativas e eleitorais, o debate também passa por aspectos simbólicos. O fato de uma mulher ocupar a Secretaria de Obras — área tradicionalmente associada à engenharia pesada e decisões técnicas — é frequentemente citado como fator de ruptura com padrões históricos. Para parte da população, sua ascensão representa mudança de perfil na política local. Para outros, gênero não deveria ser argumento de defesa nem de ataque, mas apenas uma circunstância.
Nos discursos contrários, surgem críticas sobre postura e estilo. Há quem aponte falta de simpatia ou distanciamento. Já seus defensores afirmam que sua personalidade direta e objetiva foge do que chamam de “teatro político”, marcado por cordialidades públicas e divergências privadas. Essa divergência de percepções reforça a polarização que começa a se desenhar em torno do seu nome.
A pergunta que ecoa nos círculos políticos de Gravatá é simples e direta: o incômodo vem das decisões administrativas ou do crescimento eleitoral? A resposta, como costuma acontecer na política, depende do lado de onde se observa.
Enquanto isso, Viviane segue exercendo o cargo e ampliando agenda política. Se conseguirá transformar visibilidade administrativa em votos, apenas as urnas dirão. O fato concreto é que ela deixou de ser apenas um nome técnico da gestão para se tornar protagonista do debate público municipal.
Em uma cidade onde alianças, tradição e força política sempre tiveram peso decisivo, o surgimento de uma liderança com trajetória fora do eixo clássico de poder inevitavelmente provoca reações. Seja por desempenho, por estratégia eleitoral ou por simbolismo, Viviane Facundes passou a ocupar um espaço central no tabuleiro político de Gravatá — e, ao que tudo indica, não pretende sair dele tão cedo.