Um carnaval diferente

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

ÁGUAS BELAS AVANÇA NA SAÚDE PÚBLICA COM INAUGURAÇÃO DE NOVO CENTRO DE ESPECIALIDADES MÉDICAS E REABILITAÇÃO

A rede municipal de saúde de Águas Belas vive um novo momento com a inauguração, nesta quinta-feira (29), às 10h, do novo Centro de Especialidades Médicas e Reabilitação. A unidade passa a funcionar em um prédio mais amplo, moderno e estruturado, localizado na Rua Coronel Constantino Salustiano, marcando um avanço significativo na oferta de atendimentos especializados à população.

O serviço já existia no município, mas agora ganha uma estrutura totalmente renovada, planejada para oferecer mais conforto aos pacientes e melhores condições de trabalho aos profissionais de saúde. A mudança de endereço faz parte da política de reestruturação da rede municipal, que busca fortalecer o atendimento humanizado e ampliar a capacidade de acolhimento.

O novo centro reúne 15 especialidades médicas e terapêuticas, consolidando-se como referência no cuidado especializado em Águas Belas. Entre os atendimentos ofertados estão Psiquiatria, voltada ao acompanhamento da saúde mental; Neurologia e Neuropediatria, responsáveis pelo diagnóstico e tratamento de distúrbios do sistema nervoso em adultos e crianças; além de Ginecologia e Obstetrícia, que reforçam a atenção integral à saúde da mulher.

A unidade também disponibiliza consultas e acompanhamentos em Cardiologia, especialidade fundamental diante do crescimento das doenças cardiovasculares; Fisioterapia, essencial para a recuperação de movimentos e processos de reabilitação; Nutrição, com foco na promoção da saúde e prevenção de doenças; Psicologia, ampliando o suporte emocional e terapêutico; e Ultrassonografia, garantindo a realização de exames de imagem no próprio município, o que reduz deslocamentos e agiliza diagnósticos.

A proposta do Centro de Especialidades Médicas e Reabilitação é integrar atendimento médico, terapêutico e de reabilitação em um mesmo espaço, tornando o cuidado mais ágil e eficiente. A estrutura moderna permite acompanhamento contínuo de pacientes com doenças crônicas, além de oferecer suporte a pessoas que necessitam de reabilitação física e acompanhamento multiprofissional.

Para o prefeito Dr. Elton Martins, a entrega do novo equipamento representa um compromisso com a melhoria da qualidade dos serviços públicos de saúde. Segundo ele, o investimento amplia o acesso da população a atendimentos especializados e fortalece a rede municipal, garantindo mais dignidade e resolutividade no cuidado com as pessoas.

Com a inauguração, a Prefeitura de Águas Belas reforça a estratégia de descentralizar os serviços e aproximar o atendimento especializado da população. A expectativa é reduzir filas, melhorar o fluxo de atendimentos e proporcionar mais qualidade de vida aos moradores do município.

O novo espaço nasce com a missão de ser um polo de cuidado especializado, unindo estrutura adequada, equipe qualificada e atendimento humanizado, marcando uma nova etapa na consolidação de uma saúde pública mais eficiente e próxima dos aguasbelenses.

“É ARAPONGAGEM”, DISPARA ÁLVARO PORTO AO REPUDIAR SUPOSTA ESPIONAGEM E COBRAR EXPLICAÇÕES DO GOVERNO DE PERNAMBUCO

O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado estadual Álvaro Porto, subiu o tom das críticas ao Governo do Estado ao classificar como “arapongagem” o suposto uso da estrutura da Polícia Civil para monitorar o secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro. A declaração foi feita por meio de nota pública divulgada após denúncia exibida no último domingo (25) pelo programa Domingo Espetacular, da TV Record, que revelou a existência de um procedimento de investigação preliminar envolvendo o secretário municipal.

Na manifestação, Porto afirmou que o episódio remete a práticas autoritárias e representa uma grave afronta ao Estado Democrático de Direito. Segundo ele, não é admissível que agentes públicos sejam utilizados para perseguir adversários políticos, utilizando recursos estatais e instrumentos de inteligência que deveriam estar a serviço da segurança da população. O deputado ressaltou que, como chefe do Poder Legislativo estadual, não poderia se calar diante do que classificou como um fato “extremamente grave”.

O parlamentar também declarou ter sido vítima, ao lado de familiares, de ações que atribui a um suposto “gabinete do ódio” que, segundo ele, teria operado dentro da estrutura do governo estadual. Álvaro Porto relembrou discursos anteriores feitos na tribuna da Alepe, quando denunciou a existência de um grupo organizado para disseminar ataques, mentiras e injúrias contra pessoas que seriam vistas como adversárias políticos da gestão estadual.

A nova denúncia envolvendo o monitoramento de integrantes da Prefeitura do Recife, conforme mencionou o deputado, teria ampliado a preocupação com o que ele considera uso indevido da máquina pública. Para Porto, a situação é ainda mais grave por envolver profissionais da segurança pública que, em sua avaliação, deveriam estar voltados exclusivamente ao combate ao crime e à proteção da sociedade, e não à produção de dossiês ou ações de vigilância política.

No texto, o presidente da Alepe cobra providências diretas da governadora de Pernambuco, defendendo que o caso seja devidamente investigado e esclarecido à população. Ele afirma que os pernambucanos esperam respostas firmes e medidas concretas diante das acusações, para evitar que práticas desse tipo se repitam. “Isso tem que ter um basta”, enfatiza a nota, ao defender responsabilização caso irregularidades sejam confirmadas.

Álvaro Porto também aproveitou a manifestação para relembrar outro ponto de tensão com o governo estadual. Ele citou a expectativa por medidas judiciais relacionadas a uma empresa pertencente ao pai da governadora, que, segundo o deputado, estaria inadimplente com o Estado. A menção reforça o tom político do embate e evidencia que a crise se estende para além do episódio da suposta espionagem.

A denúncia exibida em rede nacional e a reação do presidente da Alepe elevam a pressão sobre o Governo de Pernambuco, que passa a ser cobrado publicamente a se posicionar sobre os procedimentos adotados por órgãos de segurança e sobre os limites de eventuais investigações preliminares. O caso adiciona mais um capítulo ao clima de tensão entre forças políticas estaduais e municipais, em um cenário já marcado por disputas e desconfianças mútuas.

CRIME PASSIONAL CHOCA ALAGOAS: COORDENADOR DA BASE DO CRB É ASSASSINADO EM EMBOSCADA PLANEJADA

A morte do coordenador das categorias de base do CRB, Johanisson Lima, conhecido como “Joba”, ganhou contornos ainda mais graves após a Polícia Civil revelar que o crime teria sido encomendado por motivação pessoal. O caso, ocorrido na última sexta-feira (23), resultou na prisão de um suspeito, na morte de outros três envolvidos durante ação policial e na identificação do suposto mandante, que segue foragido.

De acordo com a delegada Tacyane Ribeiro, responsável pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), as investigações avançaram rapidamente graças a uma força-tarefa entre Polícia Civil, Polícia Militar e outros órgãos de apoio. Logo após o assassinato, equipes iniciaram a coleta de imagens de câmeras de segurança nas proximidades da cena do crime. Os registros mostraram o momento da execução e a fuga do atirador, que deixou o local de bicicleta antes de subir em uma motocicleta utilizada como apoio.

A identificação do veículo foi possível com o auxílio da equipe da DMTT, que contribuiu para rastrear a placa da motocicleta. O condutor foi localizado e preso em flagrante, abrindo caminho para que a polícia chegasse aos demais suspeitos. Informações repassadas pela população por meio do Disque Denúncia 181 também foram decisivas para o avanço das diligências.

Com base nesses dados, os investigadores localizaram outros envolvidos no bairro Clima Bom. No momento da abordagem, houve confronto, e três suspeitos morreram. A polícia informou que todos teriam participação direta na execução do crime.

As apurações descartaram qualquer relação do homicídio com a atuação profissional de Johanisson no futebol ou com rivalidade entre torcidas organizadas. Segundo a delegada, a motivação foi estritamente pessoal. A vítima havia reatado o relacionamento com uma mulher que anteriormente mantinha união com um homem identificado como Juan. Inconformado com a retomada do romance, ele teria planejado o assassinato desde dezembro do ano passado.

Ainda conforme a investigação, o crime foi encomendado mediante pagamento total de R$ 10 mil aos executores. Juan é apontado como o mandante e permanece foragido. A Polícia Civil informou que continua realizando buscas e reforçou o pedido para que ele se apresente espontaneamente à DHPP para prestar esclarecimentos.

O caso segue em investigação, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o inquérito avança.

OPERAÇÃO, LEI E NARRATIVA: DÉBORA ALMEIDA REBATE OPOSIÇÃO E DEFENDE LEGALIDADE DE AÇÃO DA POLÍCIA CIVIL

Em meio ao embate político que tenta lançar suspeitas sobre a atuação das forças de segurança de Pernambuco, a deputada estadual Débora Almeida saiu em defesa pública da Polícia Civil e da Secretaria de Defesa Social (SDS) no caso envolvendo a chamada Operação Nova Missão. O centro da controvérsia gira em torno da apuração de uma denúncia anônima — procedimento que, segundo a parlamentar, seguiu rigorosamente o que determinam a lei e os tribunais superiores.

De acordo com informações oficiais da SDS e da própria Polícia Civil, a denúncia recebida não resultou na abertura imediata de inquérito policial, como chegaram a insinuar adversários políticos. O que houve, na prática, foram diligências preliminares, etapa prevista na legislação e respaldada por entendimentos consolidados do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Esse tipo de verificação inicial serve justamente para evitar abusos, filtrando o que tem ou não fundamento antes de qualquer medida mais invasiva.

Os órgãos de segurança foram categóricos ao afirmar que nenhuma medida que implicasse violação de direitos individuais foi adotada. Não houve interceptações telefônicas, quebras de sigilo bancário ou fiscal, extração de dados de dispositivos, nem qualquer tipo de monitoramento clandestino. As ações se limitaram à checagem técnica das informações recebidas, dentro dos limites legais.

Ao final do procedimento, não foram encontrados indícios de prática criminosa. Diante disso, o caso foi formalmente encerrado e arquivado, como determina o ordenamento jurídico quando não há elementos que sustentem a continuidade de uma investigação. Para os responsáveis pela apuração, agir de forma diferente — ignorando a denúncia sem qualquer verificação — poderia, inclusive, caracterizar omissão funcional.

Débora Almeida foi enfática ao classificar como correta a conduta das instituições. “A lei é clara: denúncias graves precisam ser verificadas. Cruzar os braços diante de uma informação desse tipo seria prevaricação. O que houve foi uma atuação técnica, responsável e absolutamente legal”, declarou. A deputada também reforçou que o Estado Democrático de Direito não pode funcionar à base de conveniências políticas. “Investiga-se fatos, não pessoas, e sempre com respeito às garantias constitucionais”, pontuou.

A parlamentar ainda criticou o que chamou de tentativa de transformar um procedimento padrão em narrativa de perseguição. Para ela, o debate público vem sendo contaminado por versões distorcidas que, em vez de esclarecer, confundem a população e fragilizam a confiança nas instituições. “Deslegitimar o trabalho policial por interesse político é um desserviço. A Polícia Civil cumpriu seu papel, protegeu direitos e demonstrou compromisso com a verdade e com a sociedade pernambucana”, concluiu.

O episódio escancara mais um capítulo da disputa política em que procedimentos técnicos passam a ser usados como munição retórica. No meio do ruído, permanece o fato: a denúncia foi checada, não se confirmou, e o caso foi arquivado — exatamente como manda a lei.

SDS NEGA ESPIONAGEM POLÍTICA E DIZ QUE AÇÃO DA POLÍCIA CIVIL SEGUIU “VERIFICAÇÃO LEGAL PRELIMINAR”

O Governo de Pernambuco reagiu oficialmente às acusações de espionagem envolvendo a Polícia Civil do Estado e o secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro. Em nota divulgada nesta segunda-feira (26), por meio da Secretaria de Defesa Social (SDS), a gestão estadual afirmou que a atuação dos agentes citada em reportagem exibida pela TV Record no último domingo (25) não teve motivação política e seguiu critérios técnicos previstos na legislação.

A polêmica ganhou força após a exibição da matéria televisiva, que classificou como “espionagem” e “perseguição política” o acompanhamento feito por policiais civis a um veículo supostamente utilizado por Gustavo Monteiro. Segundo a reportagem, a diligência teria partido de uma denúncia anônima que relatava possíveis pagamentos de vantagens indevidas e encontros considerados suspeitos em locais públicos.

Diante da repercussão, o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, veio a público rebater a narrativa. Ele afirmou que a Polícia Civil agiu dentro dos limites legais ao realizar uma checagem inicial das informações recebidas, ressaltando que esse tipo de procedimento não configura investigação formal nem ação de inteligência com viés político.

De acordo com o secretário, a legislação brasileira e o entendimento consolidado dos tribunais superiores permitem que denúncias anônimas passem por uma verificação preliminar antes de qualquer decisão sobre abertura de inquérito. “Não houve espionagem, nem ‘arapongagem’. O que houve foi uma verificação prévia, dentro da legalidade, como determina o entendimento dos tribunais superiores”, declarou Alessandro Carvalho.

Ele destacou que a simples instauração de um inquérito policial exige elementos mínimos de materialidade e indícios de autoria, o que não pode se basear exclusivamente em uma denúncia sem identificação. “Você não pode instaurar um inquérito apenas com base em denúncia anônima. Primeiro você verifica se aquilo tem algum sentido. Se tiver, aí sim você instaura o procedimento”, explicou.

A SDS sustenta que a atuação foi pontual, restrita à análise inicial da denúncia, sem medidas invasivas ou abertura formal de investigação contra o secretário municipal. A pasta também reforçou que não houve monitoramento contínuo nem interceptações, afastando a ideia de vigilância sistemática.

Do outro lado, a Prefeitura do Recife mantém a posição de que houve uso político da estrutura policial. Integrantes da gestão municipal consideram que a simples realização de diligências envolvendo um auxiliar direto do prefeito João Campos levanta suspeitas sobre possível instrumentalização da máquina pública em meio ao ambiente de disputas políticas no Estado.

O caso expõe mais um capítulo da tensão entre governo estadual e prefeitura da capital, em um cenário de forte polarização administrativa e eleitoral. Enquanto a SDS tenta enquadrar o episódio como procedimento técnico rotineiro, a narrativa de perseguição política alimenta o embate entre as duas gestões e amplia o debate sobre os limites da atuação policial diante de denúncias anônimas envolvendo agentes públicos.

A discussão agora deve avançar para o campo institucional e jurídico, onde será analisado se os procedimentos adotados respeitaram integralmente as garantias legais ou se houve excesso por parte da estrutura de segurança. Até lá, o episódio segue repercutindo nos bastidores políticos e reforçando o clima de desconfiança entre Estado e Município.

TRIO PERNAMBUCO MEU PAÍS ESTREIA NAS VIRGENS DO BAIRRO NOVO COM MICHELE ANDRADE

Abrindo alas do fevereiro carnavalesco, tradicional bloco de homens vestidos de mulher se concentra às 10h na Praça 12 de março, em Olinda, neste domingo (1° de fevereiro)

Com o acúmulo de sucesso das edições de inverno e verão, o Pernambuco Meu País estreia no Carnaval 2026 com trio elétrico puxado pela pernambucana Michele Andrade nas Virgens do Bairro Novo, em Olinda, epicentro da folia de momo. O tradicional desfile, que desde 1953 reúne homens vestidos com trajes femininos entregando muita irreverência e bom humor, abre alas do mês carnavalesco neste domingo, 1° de fevereiro, com concentração às 10h e saída às 11h, na Praça 12 de Março. O trio elétrico é uma ação do Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).

Prometendo elevar ao máximo a temperatura do desfile, acelerando todos os BPMs a céu aberto, Michele Andrade será a grande estrela do trio Pernambuco Meu País no bloco. Em repertório que vai do piseiro, passa pelo pagode, funk, frevo, passinho, swingueira e sertanejo, mesclando tudo isso a elementos do pop e do eletrônico, a cantora faz um mix de ritmos com um ballet que acompanha com maestria cada coreografia e inspira os foliões.

“Realizamos com sucesso a edição inverno do Pernambuco Meu País passando por dez cidades do interior do Estado, dando sequência com a edição verão que passou por Aldeia, Recife, São José da Coroa Grande e, neste fim de semana, chega ao Litoral Norte, em Itamaracá. Dando o ponta-pé inicial no Carnaval, levamos de forma inédita o Pernambuco Meu País ao bloco Virgens do Bairro Novo, com um trio elétrico exclusivo que levará muita alegria e irreverência ao público. A ação consolida como a gestão da governadora Raquel Lyra alcança a todos os públicos e territórios de Pernambuco, movimentando a economia local e fortalecendo a cultura como vetor de desenvolvimento e oportunidades”, ressalta a secretária de Cultura do Estado de Pernambuco, Cacau de Paula.

“A chegada do trio Pernambuco Meu País às Virgens do Bairro Novo representa um marco para o nosso desfile. Somos gratos ao Governo de Pernambuco por investir no Carnaval, valorizar os blocos tradicionais e fortalecer a cultura como política pública. Essa ação engrandece a festa, movimenta a cidade e reafirma o compromisso do Estado com a cultura popular e com o povo que faz o Carnaval acontecer”, destaca o presidente do bloco, Renato Feitosa.

Sobre as Virgens do Bairro Novo - Ao todo serão três orquestras de frevo embalando o público das Virgens do Bairro Novo este ano, além de atrações espalhadas pelos 12 trios elétricos do bloco. Entre os nomes confirmados estão Allan DiBôa, Kelvis Duran, Everton Freitas, André Marreta, Flay, Michele Andrade, Banda É Farra, Asas da América, Som da Terra, Renato Pires e Referson Rouche, e muito mais, garantindo diversidade musical e muita animação do começo ao fim. O bloco já contabiliza mais de 150 desfilantes inscritos para a competição das Virgens, que vão disputar em oito categorias, sendo elas: Luxo, Originalidade e a aguardada categoria Mais Sapeca. Uma comissão julgadora avaliará os desfilantes e definirá o 1º e 2º lugar de cada categoria. Os prêmios serão entregues em troféus e cheques simbólicos.

Sobre o Festival Pernambuco Meu País - Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), o Festival Pernambuco Meu País já realizou duas edições de inverno e está na primeira do verão, além dos palcos no Réveillon e, agora, dando início às ações de Carnaval. Realizado do Sertão ao Litoral, o projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e visibilidade para os territórios. Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o papel do Pernambuco Meu País como motor econômico, cultural e social. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de desenvolvimento. A edição de verão passou por Aldeia, Recife, São José da Coroa Grande e neste fim de semana acontece simultaneamente em Itamaracá (30, 31 de janeiro e 1° de fevereiro).


COMISSÁRIO AFASTADO É INVESTIGADO POR SUSPEITA DE VAZAMENTO E CONDUTA IRREGULAR EM APURAÇÃO SIGILOSA DA POLÍCIA CIVIL

O afastamento de um comissário da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (Dintel) ganhou novos desdobramentos e ampliou a crise em torno de uma apuração preliminar que envolveu o nome de um integrante da gestão municipal do Recife. O policial, que já havia sido retirado de suas funções após ser flagrado em uma reunião classificada como “clandestina” com o ex-presidente da Câmara de Ipojuca — político que é investigado por suspeita de desvios milionários de emendas parlamentares — agora é alvo de um novo inquérito sob a suspeita de ter vazado informações sigilosas.

De acordo com a Secretaria de Defesa Social (SDS), o comissário integrava um grupo de WhatsApp com outros nove policiais civis no qual foram trocadas mensagens sobre uma investigação preliminar baseada em denúncia anônima. A apuração buscava esclarecer a informação de que um veículo locado pela Prefeitura do Recife estaria sendo utilizado, supostamente, para pagamentos de propina. O carro chegou a ser monitorado entre os meses de agosto e outubro de 2025, ainda segundo a SDS. O procedimento, porém, não evoluiu para a abertura formal de inquérito.

O caso veio a público no último domingo (25), após reportagem exibida pelo programa Domingo Espetacular, da TV Record. A matéria levantou a suspeita de que a Polícia Civil estaria monitorando adversários políticos da atual gestão estadual, o que provocou forte repercussão política e institucional. A narrativa foi rechaçada pelo secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, que afirmou que a apuração seguiu parâmetros legais e que não houve qualquer direcionamento político na atuação policial.

Carvalho também declarou que a principal irregularidade identificada até o momento foi a quebra de sigilo das informações internas da Dintel. Segundo ele, há indícios de que o vazamento possa ter partido do comissário já afastado, hipótese que passou a ser investigada formalmente. “Houve violação do sigilo profissional. Muito provavelmente pelo policial que foi afastado em novembro e que estava passando informações para uma organização criminosa. Essa é uma hipótese que estamos apurando”, afirmou o secretário, ao confirmar a instauração de inquérito para apurar responsabilidades.

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) também se manifestou no contexto das investigações. Conforme o órgão, o mesmo comissário é suspeito de ter sido cooptado para monitorar o andamento do inquérito que apura os supostos desvios milionários de emendas parlamentares na Câmara Municipal de Ipojuca. A informação reforça a linha de investigação sobre possível atuação indevida do policial em procedimentos sensíveis e de grande repercussão política.

Enquanto as apurações avançam, o caso expõe fragilidades na proteção de dados sigilosos dentro de setores estratégicos da segurança pública e levanta questionamentos sobre a conduta funcional de agentes responsáveis por investigações de alto impacto. A SDS sustenta que os fatos serão esclarecidos com base nas provas técnicas e documentais reunidas, e que eventuais responsabilidades individuais não comprometem a legalidade das ações institucionais da Polícia Civil.

O comissário investigado ainda não teve defesa pública detalhada divulgada sobre as novas suspeitas. O espaço permanece aberto para manifestações.

GOVERNO DE PERNAMBUCO CONCLUI A REQUALIFICAÇÃO DE MAIS DE 50 ESTRADAS


Por meio da Semobi, o PE na Estrada atinge a marca, com investimento superior a R$ 3 bilhões
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi), com execução do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), atingiu a marca de mais de 50 obras de estradas finalizadas em todo o Estado. São obras de requalificação em todas as regiões de Pernambuco, que totalizam mais de 1.500 quilômetros já entregues à população.

O PE na Estrada chegou ao número de 51 obras concluídas, incluindo rodovias como a PE-001, no Forte Orange; PE-045, em Escada; PE-075, em Goiana; PE-170, em Lajedo; PE-095, em Limoeiro; e a PE-560, entre Bodocó e Sipaúba.

“É mais um recorde atingido na gestão da governadora Raquel Lyra. Já são mais de 1.500 quilômetros entregues, com mais de 50 rodovias totalmente requalificadas. É assim que temos trabalhado: recuperando nossa malha viária, que durante muito tempo ficou abandonada. Esses investimentos transformam a vida das pessoas e garantem o direito de ir e vir para quem precisa acessar educação, saúde e outros serviços”, afirmou o secretário de Mobilidade e Infraestrutura, André Teixeira Filho.
Com a descentralização dos investimentos, R$ 4,6 bilhões estão sendo aplicados em todas as regiões do Estado, com destaque para a Região Metropolitana do Recife, que recebeu R$ 1,5 bilhão na recuperação de estradas. Os três Agrestes (Meridional, Setentrional e Central) ultrapassaram a marca de R$ 1,2 bilhão. As Matas Norte e Sul somam quase R$ 1 bilhão em investimentos, enquanto os Sertões se aproximam da mesma marca.

O PE na Estrada é o maior programa de recuperação de rodovias da história de Pernambuco. Obras estruturantes, como o Arco Metropolitano e a Estrada de Aldeia, seguem em ritmo acelerado, com mais de 40 estradas atualmente em execução.