segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
GARANHUNS CONQUISTA, PELO SEGUNDO ANO CONSECUTIVO, O SELO OURO NO COMPROMISSO NACIONAL CRIANÇA ALFABETIZADA
DEPUTADO JOÃOZINHO TENÓRIO DEFENDE POLÍCIA CIVIL E DIZ QUE OPERAÇÃO NOVA MISSÃO REFORÇA CREDIBILIDADE DAS INSTITUIÇÕES
De acordo com as informações detalhadas durante coletiva de imprensa, a investigação teve origem em uma denúncia anônima, procedimento considerado comum e previsto na rotina dos órgãos de controle e segurança pública. A SDS destacou que, a partir do recebimento da informação, foram adotadas medidas preliminares de verificação, respeitando os protocolos estabelecidos na legislação e também o entendimento consolidado pelos tribunais superiores sobre esse tipo de apuração inicial.
Para Joãozinho Tenório, a forma como o caso foi conduzido demonstra responsabilidade institucional e compromisso com a legalidade. O deputado ressaltou que as forças de segurança têm o dever de averiguar qualquer denúncia que envolva possível uso irregular de recursos públicos, independentemente de quem seja citado. Segundo ele, o fato de a apuração ter sido encerrada após a checagem reforça que o trabalho foi técnico e não direcionado. “Confiamos no trabalho sério da Polícia Civil. Apurar não é perseguir, é cumprir a lei. E, quando não há elementos, o correto é encerrar, como foi feito”, declarou.
O parlamentar também frisou que deixar de investigar uma denúncia poderia configurar omissão por parte do poder público. Na avaliação dele, a atuação da Polícia Civil e da SDS mostra que as instituições funcionam com equilíbrio, tanto para investigar quanto para reconhecer quando não há fundamentos que justifiquem a continuidade de um procedimento. Para Tenório, essa postura fortalece a credibilidade do sistema de segurança e transmite à população a mensagem de que a lei vale para todos, mas que também há respeito às garantias individuais.
Outro ponto enfatizado pelo deputado foi a necessidade de cautela na divulgação de informações sobre ações policiais. Ele alertou para o risco de interpretações distorcidas que possam gerar desgaste indevido às instituições e aos profissionais envolvidos. Na visão do parlamentar, a transparência demonstrada pela SDS ao prestar esclarecimentos públicos contribui para evitar ruídos e reforça a confiança social no trabalho das forças de segurança.
Ao final, Joãozinho Tenório reafirmou que a sociedade pernambucana espera das instituições seriedade, responsabilidade e compromisso com a verdade. Para ele, o desfecho da Operação Nova Missão, com a devida explicação dos procedimentos adotados, mostra que o sistema de segurança atua dentro da legalidade e que a apuração de denúncias, quando feita com critérios técnicos, é um instrumento de proteção do interesse público e não de perseguição política.
RACHAS, RUMORES E REARRANJOS: BASE DO PREFEITO DE SALOÁ DÁ SINAIS DE ESFARELAMENTO POLÍTICO ÀS VÉSPERAS DAS ELEIÇÕES 2026
O epicentro dessa nova configuração é o presidente da Câmara Municipal, vereador Jamelão (MDB). Experiente e com forte capilaridade política, ele já definiu que terá palanques próprios para deputado estadual e federal, apoiando a reeleição de Jarbas Filho (MDB) e Fernando Monteiro (PSD). A decisão, tomada de forma independente, sinaliza um claro desalinhamento em relação à orientação política do prefeito, algo que, em anos anteriores, dificilmente ocorreria sem desgaste interno.
A situação ganha contornos ainda mais delicados porque Jamelão não é apenas um vereador influente: ele preside o MDB municipal e mantém aliados posicionados em setores estratégicos da administração. Esse fator tem provocado incômodo entre integrantes da base governista, que veem a manutenção desses espaços como um sinal de que o controle político do Executivo já não é tão firme quanto antes. Nos bastidores, o comentário recorrente é que há tratamento desigual entre lideranças — algumas com liberdade para montar seus próprios projetos eleitorais, outras ainda submetidas a rígida fidelidade política.
Paralelamente, o início do ano foi marcado por mudanças significativas no primeiro e segundo escalões da prefeitura, especialmente na área da Educação. Trocas em direções escolares e realocações administrativas alteraram o equilíbrio de forças dentro do governo. Dois nomes ligados a Jamelão, que ocupavam cargos desde 2024, perderam espaço, o que foi interpretado como uma tentativa de reduzir sua influência. No entanto, o efeito colateral dessas mudanças acabou fortalecendo outro ator político: o vereador Douglas França (PSD).
Douglas viu aliados assumirem posições estratégicas e ampliou sua presença em regiões onde antes tinha pouca inserção. Líder do governo na Câmara, ele passa a ser citado como possível futuro presidente da Casa Legislativa, consolidando-se como novo polo de influência. Sua proximidade com o prefeito é vista por observadores locais como parte de uma estratégia de reorganização da base, mas também evidencia que o centro de gravidade político do município começa a se deslocar.
O movimento de fragmentação, porém, vai além dessas duas lideranças. Os vereadores da base governista Zé Cabeleireiro e Valdir Lopes também passaram a adotar postura independente e já declararam apoio político a William Brígido, reforçando o cenário de dispersão dentro do grupo que sustenta o Executivo municipal. A sinalização pública de voto fora da linha política do prefeito amplia a percepção de perda de controle sobre a própria base.
Informações de bastidores indicam ainda que ao menos três vereadores e três suplentes mantêm conversas adiantadas com outros deputados, articulando apoios para 2026 fora da órbita direta do prefeito. Soma-se a isso a atuação de grupos políticos tradicionais do município, como os ligados a Wellington Freitas e Ricardo, além de novos núcleos que surgem a cada ciclo eleitoral, característica histórica de Saloá, onde as disputas costumam ser pulverizadas.
O conjunto desses fatores revela um enfraquecimento gradual da liderança central do Executivo municipal. A dificuldade de manter unidade na base, a perda de influência sobre aliados estratégicos e o surgimento de polos autônomos de articulação indicam que o prefeito enfrenta hoje um cenário mais complexo do que em momentos anteriores de sua gestão.
Mais do que disputas por cargos ou apoios pontuais, o que se desenha é uma mudança estrutural na correlação de forças políticas de Saloá. A antecipação das articulações para 2026 mostra que lideranças locais já se movimentam pensando em sobrevivência política e fortalecimento individual, mesmo que isso signifique romper alinhamentos históricos. Nesse tabuleiro em transformação, o poder já não parece concentrado em um único grupo — e o prefeito, antes eixo natural das decisões, passa a lidar com uma base que se dispersa, negocia por conta própria e dá sinais claros de esfarelamento político.
ÁGUAS BELAS AVANÇA NA SAÚDE PÚBLICA COM INAUGURAÇÃO DE NOVO CENTRO DE ESPECIALIDADES MÉDICAS E REABILITAÇÃO
O serviço já existia no município, mas agora ganha uma estrutura totalmente renovada, planejada para oferecer mais conforto aos pacientes e melhores condições de trabalho aos profissionais de saúde. A mudança de endereço faz parte da política de reestruturação da rede municipal, que busca fortalecer o atendimento humanizado e ampliar a capacidade de acolhimento.
O novo centro reúne 15 especialidades médicas e terapêuticas, consolidando-se como referência no cuidado especializado em Águas Belas. Entre os atendimentos ofertados estão Psiquiatria, voltada ao acompanhamento da saúde mental; Neurologia e Neuropediatria, responsáveis pelo diagnóstico e tratamento de distúrbios do sistema nervoso em adultos e crianças; além de Ginecologia e Obstetrícia, que reforçam a atenção integral à saúde da mulher.
A unidade também disponibiliza consultas e acompanhamentos em Cardiologia, especialidade fundamental diante do crescimento das doenças cardiovasculares; Fisioterapia, essencial para a recuperação de movimentos e processos de reabilitação; Nutrição, com foco na promoção da saúde e prevenção de doenças; Psicologia, ampliando o suporte emocional e terapêutico; e Ultrassonografia, garantindo a realização de exames de imagem no próprio município, o que reduz deslocamentos e agiliza diagnósticos.A proposta do Centro de Especialidades Médicas e Reabilitação é integrar atendimento médico, terapêutico e de reabilitação em um mesmo espaço, tornando o cuidado mais ágil e eficiente. A estrutura moderna permite acompanhamento contínuo de pacientes com doenças crônicas, além de oferecer suporte a pessoas que necessitam de reabilitação física e acompanhamento multiprofissional.
Para o prefeito Dr. Elton Martins, a entrega do novo equipamento representa um compromisso com a melhoria da qualidade dos serviços públicos de saúde. Segundo ele, o investimento amplia o acesso da população a atendimentos especializados e fortalece a rede municipal, garantindo mais dignidade e resolutividade no cuidado com as pessoas.
Com a inauguração, a Prefeitura de Águas Belas reforça a estratégia de descentralizar os serviços e aproximar o atendimento especializado da população. A expectativa é reduzir filas, melhorar o fluxo de atendimentos e proporcionar mais qualidade de vida aos moradores do município.
O novo espaço nasce com a missão de ser um polo de cuidado especializado, unindo estrutura adequada, equipe qualificada e atendimento humanizado, marcando uma nova etapa na consolidação de uma saúde pública mais eficiente e próxima dos aguasbelenses.
“É ARAPONGAGEM”, DISPARA ÁLVARO PORTO AO REPUDIAR SUPOSTA ESPIONAGEM E COBRAR EXPLICAÇÕES DO GOVERNO DE PERNAMBUCO
Na manifestação, Porto afirmou que o episódio remete a práticas autoritárias e representa uma grave afronta ao Estado Democrático de Direito. Segundo ele, não é admissível que agentes públicos sejam utilizados para perseguir adversários políticos, utilizando recursos estatais e instrumentos de inteligência que deveriam estar a serviço da segurança da população. O deputado ressaltou que, como chefe do Poder Legislativo estadual, não poderia se calar diante do que classificou como um fato “extremamente grave”.
O parlamentar também declarou ter sido vítima, ao lado de familiares, de ações que atribui a um suposto “gabinete do ódio” que, segundo ele, teria operado dentro da estrutura do governo estadual. Álvaro Porto relembrou discursos anteriores feitos na tribuna da Alepe, quando denunciou a existência de um grupo organizado para disseminar ataques, mentiras e injúrias contra pessoas que seriam vistas como adversárias políticos da gestão estadual.
A nova denúncia envolvendo o monitoramento de integrantes da Prefeitura do Recife, conforme mencionou o deputado, teria ampliado a preocupação com o que ele considera uso indevido da máquina pública. Para Porto, a situação é ainda mais grave por envolver profissionais da segurança pública que, em sua avaliação, deveriam estar voltados exclusivamente ao combate ao crime e à proteção da sociedade, e não à produção de dossiês ou ações de vigilância política.
No texto, o presidente da Alepe cobra providências diretas da governadora de Pernambuco, defendendo que o caso seja devidamente investigado e esclarecido à população. Ele afirma que os pernambucanos esperam respostas firmes e medidas concretas diante das acusações, para evitar que práticas desse tipo se repitam. “Isso tem que ter um basta”, enfatiza a nota, ao defender responsabilização caso irregularidades sejam confirmadas.
Álvaro Porto também aproveitou a manifestação para relembrar outro ponto de tensão com o governo estadual. Ele citou a expectativa por medidas judiciais relacionadas a uma empresa pertencente ao pai da governadora, que, segundo o deputado, estaria inadimplente com o Estado. A menção reforça o tom político do embate e evidencia que a crise se estende para além do episódio da suposta espionagem.
A denúncia exibida em rede nacional e a reação do presidente da Alepe elevam a pressão sobre o Governo de Pernambuco, que passa a ser cobrado publicamente a se posicionar sobre os procedimentos adotados por órgãos de segurança e sobre os limites de eventuais investigações preliminares. O caso adiciona mais um capítulo ao clima de tensão entre forças políticas estaduais e municipais, em um cenário já marcado por disputas e desconfianças mútuas.
CRIME PASSIONAL CHOCA ALAGOAS: COORDENADOR DA BASE DO CRB É ASSASSINADO EM EMBOSCADA PLANEJADA
De acordo com a delegada Tacyane Ribeiro, responsável pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), as investigações avançaram rapidamente graças a uma força-tarefa entre Polícia Civil, Polícia Militar e outros órgãos de apoio. Logo após o assassinato, equipes iniciaram a coleta de imagens de câmeras de segurança nas proximidades da cena do crime. Os registros mostraram o momento da execução e a fuga do atirador, que deixou o local de bicicleta antes de subir em uma motocicleta utilizada como apoio.
A identificação do veículo foi possível com o auxílio da equipe da DMTT, que contribuiu para rastrear a placa da motocicleta. O condutor foi localizado e preso em flagrante, abrindo caminho para que a polícia chegasse aos demais suspeitos. Informações repassadas pela população por meio do Disque Denúncia 181 também foram decisivas para o avanço das diligências.
Com base nesses dados, os investigadores localizaram outros envolvidos no bairro Clima Bom. No momento da abordagem, houve confronto, e três suspeitos morreram. A polícia informou que todos teriam participação direta na execução do crime.
As apurações descartaram qualquer relação do homicídio com a atuação profissional de Johanisson no futebol ou com rivalidade entre torcidas organizadas. Segundo a delegada, a motivação foi estritamente pessoal. A vítima havia reatado o relacionamento com uma mulher que anteriormente mantinha união com um homem identificado como Juan. Inconformado com a retomada do romance, ele teria planejado o assassinato desde dezembro do ano passado.
Ainda conforme a investigação, o crime foi encomendado mediante pagamento total de R$ 10 mil aos executores. Juan é apontado como o mandante e permanece foragido. A Polícia Civil informou que continua realizando buscas e reforçou o pedido para que ele se apresente espontaneamente à DHPP para prestar esclarecimentos.
O caso segue em investigação, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o inquérito avança.
OPERAÇÃO, LEI E NARRATIVA: DÉBORA ALMEIDA REBATE OPOSIÇÃO E DEFENDE LEGALIDADE DE AÇÃO DA POLÍCIA CIVIL
De acordo com informações oficiais da SDS e da própria Polícia Civil, a denúncia recebida não resultou na abertura imediata de inquérito policial, como chegaram a insinuar adversários políticos. O que houve, na prática, foram diligências preliminares, etapa prevista na legislação e respaldada por entendimentos consolidados do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Esse tipo de verificação inicial serve justamente para evitar abusos, filtrando o que tem ou não fundamento antes de qualquer medida mais invasiva.
Os órgãos de segurança foram categóricos ao afirmar que nenhuma medida que implicasse violação de direitos individuais foi adotada. Não houve interceptações telefônicas, quebras de sigilo bancário ou fiscal, extração de dados de dispositivos, nem qualquer tipo de monitoramento clandestino. As ações se limitaram à checagem técnica das informações recebidas, dentro dos limites legais.
Ao final do procedimento, não foram encontrados indícios de prática criminosa. Diante disso, o caso foi formalmente encerrado e arquivado, como determina o ordenamento jurídico quando não há elementos que sustentem a continuidade de uma investigação. Para os responsáveis pela apuração, agir de forma diferente — ignorando a denúncia sem qualquer verificação — poderia, inclusive, caracterizar omissão funcional.
Débora Almeida foi enfática ao classificar como correta a conduta das instituições. “A lei é clara: denúncias graves precisam ser verificadas. Cruzar os braços diante de uma informação desse tipo seria prevaricação. O que houve foi uma atuação técnica, responsável e absolutamente legal”, declarou. A deputada também reforçou que o Estado Democrático de Direito não pode funcionar à base de conveniências políticas. “Investiga-se fatos, não pessoas, e sempre com respeito às garantias constitucionais”, pontuou.
A parlamentar ainda criticou o que chamou de tentativa de transformar um procedimento padrão em narrativa de perseguição. Para ela, o debate público vem sendo contaminado por versões distorcidas que, em vez de esclarecer, confundem a população e fragilizam a confiança nas instituições. “Deslegitimar o trabalho policial por interesse político é um desserviço. A Polícia Civil cumpriu seu papel, protegeu direitos e demonstrou compromisso com a verdade e com a sociedade pernambucana”, concluiu.
O episódio escancara mais um capítulo da disputa política em que procedimentos técnicos passam a ser usados como munição retórica. No meio do ruído, permanece o fato: a denúncia foi checada, não se confirmou, e o caso foi arquivado — exatamente como manda a lei.
SDS NEGA ESPIONAGEM POLÍTICA E DIZ QUE AÇÃO DA POLÍCIA CIVIL SEGUIU “VERIFICAÇÃO LEGAL PRELIMINAR”
A polêmica ganhou força após a exibição da matéria televisiva, que classificou como “espionagem” e “perseguição política” o acompanhamento feito por policiais civis a um veículo supostamente utilizado por Gustavo Monteiro. Segundo a reportagem, a diligência teria partido de uma denúncia anônima que relatava possíveis pagamentos de vantagens indevidas e encontros considerados suspeitos em locais públicos.
Diante da repercussão, o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, veio a público rebater a narrativa. Ele afirmou que a Polícia Civil agiu dentro dos limites legais ao realizar uma checagem inicial das informações recebidas, ressaltando que esse tipo de procedimento não configura investigação formal nem ação de inteligência com viés político.
De acordo com o secretário, a legislação brasileira e o entendimento consolidado dos tribunais superiores permitem que denúncias anônimas passem por uma verificação preliminar antes de qualquer decisão sobre abertura de inquérito. “Não houve espionagem, nem ‘arapongagem’. O que houve foi uma verificação prévia, dentro da legalidade, como determina o entendimento dos tribunais superiores”, declarou Alessandro Carvalho.
Ele destacou que a simples instauração de um inquérito policial exige elementos mínimos de materialidade e indícios de autoria, o que não pode se basear exclusivamente em uma denúncia sem identificação. “Você não pode instaurar um inquérito apenas com base em denúncia anônima. Primeiro você verifica se aquilo tem algum sentido. Se tiver, aí sim você instaura o procedimento”, explicou.
A SDS sustenta que a atuação foi pontual, restrita à análise inicial da denúncia, sem medidas invasivas ou abertura formal de investigação contra o secretário municipal. A pasta também reforçou que não houve monitoramento contínuo nem interceptações, afastando a ideia de vigilância sistemática.
Do outro lado, a Prefeitura do Recife mantém a posição de que houve uso político da estrutura policial. Integrantes da gestão municipal consideram que a simples realização de diligências envolvendo um auxiliar direto do prefeito João Campos levanta suspeitas sobre possível instrumentalização da máquina pública em meio ao ambiente de disputas políticas no Estado.
O caso expõe mais um capítulo da tensão entre governo estadual e prefeitura da capital, em um cenário de forte polarização administrativa e eleitoral. Enquanto a SDS tenta enquadrar o episódio como procedimento técnico rotineiro, a narrativa de perseguição política alimenta o embate entre as duas gestões e amplia o debate sobre os limites da atuação policial diante de denúncias anônimas envolvendo agentes públicos.
A discussão agora deve avançar para o campo institucional e jurídico, onde será analisado se os procedimentos adotados respeitaram integralmente as garantias legais ou se houve excesso por parte da estrutura de segurança. Até lá, o episódio segue repercutindo nos bastidores políticos e reforçando o clima de desconfiança entre Estado e Município.